Comentário da Semana – Direito de voto

Em Tudo putas, o leitor Zé Manel Tonto comenta:

“Quanto mais longe for a insanidade, pior será a inevitável reacção.”

Concordo a 100%.

Digo que, caso os europeus, leia-se gente com QI elevado, de civilização de matriz judaico-cristã, o que não quer dizer exclusivamente brancos, vencerem as guerras civis que vão estalar, mais tarde ou mais cedo, por essa Europa fora, contra os invasores mouros, as mulheres devem perder o direito de voto.

Porque votam massivamente em partidos que são favoráveis à invasão por bárbaros terceiro mundistas;
Porque, são na sua maioria, lunáticas que votam com as emoções e não com a razão (votos fáceis para quem apela ao ajudar os coitadinhos);
Porque são a maioria dos grupos de “refugees welcome”, e nem quando a criminalidade dispara e deixam de poder andar sozinhas na rua, reconhecem a merda que fizeram.

Principalmente porque eu, a ter que arriscar a pele para derrotar um bando de animais que vivem bloqueados no século VII, quero algo de volta, e esse algo é que Câncios e Isabeis Moreira deixem de poluir as vias aéreas, e as ideias vis delas percam toda a força. Quero que o mulherio deixe de se armar ao pingarelho, com estas histórias parvas de tocar no joelho é acto sexual, que não se pode ter livros rosa e azul, e etc.

Uma reacção mais branda que esta é a que já estou a recomendar aos meus amigos solteiros: caguem para as portuguesas e arrangem uma polaca (ou de outro país de leste, mas Polónia é melhor). Eu até nem estou mal servido com a minha portuguesa, ela faz mais limpezas, eu cozinho mais vezes (o que até é um bom tradeoff, porque eu cozinho melhor).
Mas muito mulherio português acha que as tarefas domésticas têm que ser 50-50 e, alguma acham que elas fazem o planeamento da limpeza e planear é 50% do trabalho, por isso o homem tem que fazer mais de 50% do trabalho físico. Alguém está para aturar isso? Lagarto, lagarto!

A reacção vem aí, queridas. Pensem bem de que lado querem estar.

sufragio feminino
Regresso ao passado?