Eles querem-te cortar a piça

“‘Vem por aqui’ – dizem-me alguns com os olhos doces/Estendendo-me os braços, e seguros/De que seria bom que eu os ouvisse/Quando me dizem: “vem por aqui!” 
Eu olho-os com olhos lassos/(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)/E cruzo os braços, /E nunca vou por ali…” (Cântico Negro, José Régio) 

Fui fã de Harry Potter como todos os da minha geração, mesmo percebendo como a narrativa, nos seus vários desenvolvimentos, é uma repetição infinita de clichés arquétipos semi-plagiados a tantas outras histórias da sabedoria popular. Não darei exemplos. Mas sim, a coerência ao longo de quatro mil páginas é valorosa, as personagens estão bem caracterizadas e quase todas elas trazem muita mas muita RedPill: Merope Gaunt (de onde vêm as mães solteiras/Quem faz abortos?) Tonks (degeneração convoca degeneração), Hermione (quando se divorciar do Beta Ron e ele se tornar um monge, Hermione escreverá um livro sobre Viktor Krum) ou as opções românticas de Harry (antes uma HB8 virgem e mais nova do que uma Roastie HB10). Mas o personagem central nesta análise metafísica à saga fantasiosa é obviamente Severus Snape.

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Mais Beta do que o Markl

Snape lembra-me um informático meu amigo que, casando com uma mãe solteira, tem de dar a sua vida para proteger os filhos dela. Com a diferença que o Professor Severus, nunca foi à cona de Lily Potter. Aliás, não há registo de que alguma vez haja praticado o coito, desprovido de descendência ou família. Passava as férias sozinho num apartamento sombrio que herdou da mãe, numa localidade hostil. A escolha de carreira em preparar jovens para o seu futuro, já lhe granjeou o epíteto de pedófilo online. Afinal, não é só o Henrique Raposo quem quer excluir os homens do sistema educativo e garantir que os rapazes e as raparigas crescem sem um único homem em seu torno.

Nós, n’A Távola Redonda, achamos que Snape é um homem beta. Um tipo sofredor e submisso a quem faltam as capacidades adequadas para seduzir uma mulher. Pode transformar-se num homem alfa e virtudes para isso não lhe faltam: Tem a coragem, a resiliência, a ousadia e a destreza necessária. Sob a nossa filosofia, um par de anos seriam mais do que necessário para que conseguisse enfiar a varinha onde desejasse. Mas o que lhes chama o mesmo pós-modernismo que retira a um docente as facilidades que devia ter no mercado sexual? Uma mulher transgénero (homem sem piça).

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Está por toda a internet. Nalguns posts tratam o professor fictício por she (ela). Mas com a saga finalizada há mais de uma década, porquê o surgimento de leituras secundárias que nem sequer são suportadas pela autora, extremamente sensata para os dias que correm? Porque o revisionismo histórico dos dias que correm obriga a que se rescreva tudo quanto foi realizado e redigido, nem que seja para apagar.

A invasão dos transgénicos

Até há uns anos os travecos eram uma raridade, uma curiosidade académica, uma excepção demonstrada em shows exuberantes em cabarets alternativos apresentada como um passatempo excêntrico, não como uma identidade. Um preto zuka que trabalhava no cabeleireiro onde a minha mãe vai, “fazia drag” – Cortava cabelos seis dias por semana e vivia como homem mas à (?) sexta-feira vestia-se de mulher, cantava, recebia. Chegou a ganhar um prémio excêntrico num concurso marado; Não sei se cortou a piça (nem quero saber) mas sei que não interiorizava ou reproduzia a ideia de mulher presa num corpo de homem. Esse conceito foi explorado recentemente (depois de legalizado o casamento gay) e serviu para pressionar os betas à auto-castração. Hoje, estão por todo o lado.

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Hoje os travecas estão por todo o lado

A mudança de sexo é mais do que uma moda. É uma indústria. Na mais antiga clínica inglesa que possibilita as mudanças de sexo, o número de pacientes triplicou em 10 anos. Na Austrália, o número de pacientes decuplicou desde 2012. Em Exeter esse número foi multiplicado por 20; Em Norrington, por 28 . Na Suécia, as operações requisitadas para crianças duplicaram por ano em todos os anos, tendo sido realizadas 197 cirurgias em 2016. São já tantas que se abrem escolas para crianças transgénicas, apartando-as das demais.

Quando um dia a tecnologia permitir a transformação cromossomática, seremos confrontados com a verdadeira possibilidade de um homem se poder transformar em mulher e o contrário. Porquanto, essa decisão já pode ser tomada no útero, pelos Pais, que estatisticamente preferem meninas. Mas durante a vida adulta, não podemos considerar que alguém cujo corpo funciona integralmente como o de um homem deixou de o ser só porque foi capado; Ou como o diz o Ben Shapiro, “se um gajo tiver um acidente e ficar sem pénis, não podemos considerar que se transformou magicamente numa mulher”. Mesmo as feministas radicais como Robin Morgan ou Gloria Steinem se recusam a tratar homens transvestidos de mulheres.

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A segunda, chamou à questão “uma instância assustadora daquilo a que o feminismo nos pode conduzir” e “a prova viva de que o feminismo não é necessário”. Pensava ela que não valia a pena às mulheres da segunda geração de feministas lutarem por igualdade salarial e laboral; Bastava-lhes mudarem de sexo para granjearem as condições de empregabilidade masculinas. Porque são hoje os homens quem maioritariamente pede para trocar de sexo? Como já referimos antes, porque as condições de vida masculinas são tão más, que muitos preferem deixar de ser homens para adquirir por automatismo, os direitos que a sociedade renega aos portadores de pénis. A propaganda transgénica é equiparável a deixar uma corda de nó pendurada no quarto de alguém que tenha pensamentos suicidas e se os vitimados pela disforia de género têm tendências exponenciais para o suicídio, a operação conducente potencia-as em vez de as minorar.,   Foi a razão de o prevenir que os ataques terroristas foram retirados da imprensa, e não a defesa irracional dos terroristas.

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A consequência de não tratar adequadamente a doença mental

Eventualmente, muitos se arrependerão e em dez anos existirá uma avalanche de processos judiciais preenchidos por miúdos que foram pressionados a escambar a genitália durante a infância/adolescência e se encontrarão, à altura, eunucos – Algo semelhante, aconteceu na Suécia que até ’79 castrou milhões de pessoas e foi obrigada a desculpar-se. Ademais, um estudo sobre crianças com problemas de desenvolvimento de identidade de género (sexo), declara que metade os ultrapassa entre os 16 e os 17 anos. Aí têm a resposta sobre a pressão da Geringonça para reduzir a idade mínima de transição dos 18 para os 16 anos, antes que os catraios mudem de opinião.

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A Única Saída

Um aforismo de Oscar Wilde dizia que tudo na vida era sobre sexo menos o sexo; O sexo era sobre poder. No mundo distópico do feminismo o InCel, incapaz de ter sexo está no fundo da pirâmide hierárquica. Alguns tentam manobras loucas para a escalar. Veja-se um amigo de infância meu de infância, beta, com excesso de peso e falta de skils sociais que beijava ostensivamente duas HB10 numa discoteca em 2008. Poucos meses antes, ele decidira assumir-se paneleiro. Elas riam-se com ele e ignoravam-me. “Já viste como é bom ser gay?” perguntava-me. Talvez pensasse que tinha optado por um mal menor, que podia açambarcar prebendas por ser o primeiro a assumir a derrota. Eu percebi que era uma luta fodida: O meu amigo estava a render-se.

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O aforismo de Oscar Wilde

Ou Tina, um InCel que encontrei nas minhas deambulações nessa comunidade. Depois de a abandonar, Tina cortou a piça. O baitola dirige-se de forma muito agressiva aos “rapazes suaves e tipos simpáticos” que afirma “serem os primeiros a virarem-se contra ti”. Uma descrição de si próprio: “O catalizador que o colocou no caminho para o incel (antes da transição) foi o que descreveu como solidão e depressão crónicas”.

A sua opção é consistente com a análise de que os gays e trans são mulheres honorárias “A explosiva popularidade dos homens ocidentais vivendo as suas vidas como “mulheres trans” é indicativo do seu desejo de viver sob os privilégios, protecções e prestígio da sua raça mestra. Não admira porque é que as mulheres Ocidentais são as maiores defensoras das ‘mulheres trans’ porque a imitação continua a ser a maior forma de elogio. Basta-nos olhar para a era anterior à dos direitos civis quando os mulatos se faziam passar por brancos para evitar a posição não invejável de serem cidadãos de segunda classe (…) Vamos admiti-lo. Os mais reconhecidos e celebrados homens no mundo Ocidental são gay ou parecem gay porque a sua própria existência valida o estatuto das mulheres Ocidentais como raça mestra que deve ser emulada e respeitada a todo o custo (…) cada novo homem gay representa um novo seguidor das mulheres como raça mestra”.

Vejam a necessidade dos Polypalhaços em associar-se à narrativa vitimada dos gay sem terem, necessariamente, de tomar no befe.

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A supremacia da comunidade transgénica põe-na num patamar muito mais confortável. Agora, como o meu amigo gay, Tina já não é InCel porque já pode ter sexo. Pior, pode forçar outros homens a ter sexo com ele já que Laverne Cox afirma que “os homens que têm vergonha em sair (ergo, foder) com mulheres trans (homens sem piça) são inseguros pa caralho” porque, “como humanos, a nossa atracção e os nossos preconceitos não vivem em bolhas separadas” ,  porque “se não saíres com mulheres transgénero és transfóbico” e porque  a propaganda de hoje equipara a recusa em meter a gaita na peida dum transformista ao racismo. Lá vou eu ter de enrabar o DanielA para não me compararem ao Hitler. Estou proibido de não querer comer alguém cujo sexo foi estropiado após haver sido “arbitrariamente definido no parto”.

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Estamos entregues aos bichas

A estratégia do meu amigo, de outros amigos, de Tina, revelam a perversão do sistema. Também o transgenderismo de Severus Snape implica um jogo etimológico perverso. Assumi-lo serve para perdoar, para desresponsabilizar miss Evans das suas más decisões. Pressupõe: Entre Potter, o herdeiro de uma família elitista, um tipo arrogante, pesporrente e fanfarrão, e o dócil Príncipe Snape, que – a par de Lily (com taaanto em comum =) )- compensa a carência da pureza de sangue com trabalho árduo e dedicação ao labor (como também se devotaria ao Amor, ainda que platónico) a progenitora de Harry opta pelo Alfa primeiro; parece injusto, parece que a tipa é uma putéfia, mas como todas as escolhas femininas têm de ser desculpadas e aceites a explicação afinal é muito simples:  Lily, legitimamente heterossexual (leia-se, frequentadora do carrossel) tem todo o direito do mundo a escolher um homem com quem se queira deitar; Se recusou alguém, o ónus da escolha recai naturalmente sobre o recusado quem, provavelmente, nem um homem seria.

Está assim justificada a rejeição com a culpabilidade posta em cima do rejeitado: no seu âmago, no seu intimo, é uma mulher e por isso, naturalmente incapaz de atrair o Amor da sua vida. Por determinação de Lily Evans Poter, em virtude da sua falta de atracção, toca de lhe serrar o mangalho (até porque se pode tornar perigoso, ou não fossem os betas violadores em potência).

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A devoção platónica de Snape a Lily hoje faria com que lhe cindissem o nabo

Fazendo zapping por um concurso internacional vi um retracto do futuro, onde todos os apresentadores eram homossexuais bem parecidos, belas mulheres e travecas. Também haviam homens alfas, sobretudo entre os participantes vencedores. Mas o average Joe não tem lugar à frente das câmaras, no palco, independentemente do seu esforço ou talento. Caparem-se é a melhor forma (única?) para atalharem o seu caminho para a ribalta. Ou para combaterem a solidão, como Tina.

O palco do bar alternativo de onde escrevo não tem a exuberância nem a projecção do concurso de que falava. Mas também é exclusivo a eunucos. Do empregado mais vistoso aos tipos que nos passaram à frente, são incontáveis os transvestidos em meu torno. Já dois amigos meus, foram proibidos de entrar. Na casa de banho das mulheres (mas não na dos homens) está um aviso sobre a técnica do Angel Shot, a forma de o bar avisar declarar que pressupõe os seus clientes machos como violadores. Na parede central, encontra.se um aviso com um qr code para um grupo de mulheres (Frente – Nós Todas) que denuncia abusos sexuais que não aconteceram. Os olhares que se me incidem não são afáveis. Talvez fosse mais sensato haver trazido a cabeleira.

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Na recente entrevista a Paul Joseph Watson, Roosh conta como muitos homens heterossexuais preferem fazer-se passar por paneleiros para não sofrerem processos por assédio

Já escrevi que se fosse mais novo provavelmente faria a alteração no registo civil pelo puro deboche. Mas não posso ceder aos caprichos da elite e manter-me firme na luta a que corresponde cada dia no corpo de um homem. Em muitos aspectos, implica manter a sanidade. Recentemente, li o capítulo de um livro em que uma adolescente conta como sacou um broche no wc e fotografou/filmou para a net para chocar, para fracturar e para chamar a atenção de todos quantos vissem o registo multimédia da cena: um broche no wc. Ponham-se no lugar do tipo que vai ser atentado, foco de todas as luzes, reconhecido pela web fora duma geração concebida na web, viciado pelo reconhecimento e na atenção providenciadas por ter, publicamente, uma tipa desejável a mamar-lhe a picha em público. Mas esse lugar não é nem pode ser o vosso, cambada de betas. Quanto muito, podem ocupar o lugar dela – basta que cortem a picha. Ou preferem ser anónimos?

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Num mundo que vive de choque e atenção, os homens betas que não podem tomar o lugar dos alfas são convidados a tomar o lugar das gajas

Ser beta costumava implicar uma posição subalterna na hierarquia masculina, ser condenado a obedecer ou a tomar iniciativas que não rasgassem radicalmente o status quo duma sociedade estável e hierarquizada. Mas os betas tinham direito a essa estabilidade, a um ganha pão, à participação cívica e à reprodução. Gradualmente, com o feminismo, tirámos-lhes o direito de constituir família, depois de trabalhar ou de conservar direitos cívicos e agora de conservarem os seus próprios genitais. Enquanto os desistentes, os perdedores, os feministas, os veganos, os Soyboys, se preparam a entregar a linguiça para ser fatiada, muitos serão socialmente persuadidos à castração. Cabe-nos protegê-los

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Aqueles que não obedecem ao critério feminino arriscam-se hoje a ficar atrás das grades
A serem enforcados
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Seguir-se-á a castração; Cabe-nos defendê-los

O Cerco

Até quando?


ADENDA

O leitor Luís Pedro pergunta “o que representa o soy boy, o cuck e o blm?

O leitor Paulo Alex responde muito bem,

“Soy boy” é um “homem” que tem falta de caracteristicas masculinas e “BLM” é Black Lives Matter

E “cuck” é um homem frustrado e efeminado que é habitualmente dominado pelas mulheres, ou seja incapaz de se impor.

O Patriarca acha pertinente acrescentar algumas coisas.

  • “Soy boy”, literalmente “rapaz soja”, vem do hábito de substituir compulsivamente de toda comida por soja e derivados que alguns sectores da sociedade apresentam. Como normalmente esses “homens” são pouco masculinos, e dados a religiões alternativas como o marxismo e o veganismo, Soy Boy é um excelente termo para fazer pouco da esquerda.
  • Se há de facto (como parece haver alguma evidência nesse sentido) um efeito importante de diminuição de testeosterona provocado pelo consumo de soja, ou se são os gajos com pouca testosterona que gravitam para estas tontices, é uma questão ainda não totalmente esclarecida.
  • “Cuck” é praticamente um sinónimo de “Beta” em linguagem Alt-Right. Deriva de “Cuckold”, ou seja “corno” – a vítima do cuco, um pássaro que tem a tendência de enganar outros pássaros colocando ovos seus disfarçados no meio dos ovos de outros para que eles criem a sua prole sem investimento do próprio.
  • “Black Lives Matter” é um movimento terrorista marxista cuja existência só é permitida porque os seus membros são espécie protegida.

Deve ser feminista

O Patriarca apercebeu-se recentemente de um método de guerrilha que tem vindo a praticar inconscientemente já há algum tempo.

Já foi dito aqui que o anti feminismo é, nas palavras dos saudosos Mamonas Assassinas (curiosamente, uma banda que talvez não pudesse existir hoje), uma faca de dois legumes.

De facto, se por um lado esta vertente do marxismo é uma espécie de cancro que justificaria uma guerra aberta por parte de todos os homens com testículos funcionantes e mulheres com uma réstia de feminilidade; por outro não é menos verdade que a doença está de tal forma disseminada que faz mais sentido para aqueles que lhe escaparam, não só funcionar à sua margem, como aproveitar-se da vantagem competitiva que a vida baseada na realidade traz relativamente aos imbecis que se encontram enterrados na dissonância cognitiva necessária para subscrever o dito sucedâneo comunista.

Por outras palavras, o homem masculino e a mulher feminina destacam-se positivamente de tal maneira no mar andrógino dos dias de hoje que preocupar-se com o problema é algo contraproducente.

No entanto, há algo que acontece quando abrimos os olhos para a realidade: tendemos espontaneamente a verbalizar o dissidente ponto de vista.

Assim, já há algum tempo que O Patriarca ganhou o hábito de, quando vê uma fêmea obesa, com cabelos aberrantes, roupas masculinas, comportamentos agressivos, opiniões bizarras e outras características frequentemente presentes em harpias, comentar “deve ser feminista”.

Resultado? A respectiva, que num date precoce afirmou ser feminista (como a maioria das tontas que não sabe o que isso significa), actualmente pode ser frequentemente ouvida a dizer algo como “feministas de merda”.

Aliás, isto serve não só para apontar “mulheres” disformes, como para todo o tipo de desviantes que invariavelmente se identificam com a causa. Afinal de contas, a fisiognomia é real.

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Deve ser feminista
ana teresa
Deve ser feminista
Pedro Schacht Pereira
Deve ser feminista
paula cosme pinto
Deve ser feminista
miss traveca
Deve ser feminista

O Patriarca desafia os leitores a adoptar esta atitude no seu dia a dia. Além de ser um alívio para a alma, quem sabe o efeito que alguns milhares de realtalkers poderiam ter na sociedade em geral?

Acampamento Liberdade

É com grande regozijo que O Patriarca vai vendo surgir aqui e ali denúncias do marxismo descarado do Bloco de Esquerda em meios de comunicação de primeira linha.

A agremiação das Sapatonas promove anualmente um comício de endoutrinação marxista acampamento, cujo programa este ano é o seguinte:

Acampamento Sapatonas

Tinha guardada esta imagem para mais próxima da data, mas o artigo publicado por José Manuel Fernandes no Observador este fim de semana é um excelente mote pelo que aqui vai uma tradução do programa, não vá alguém pensar meter lá os filhos pensando que “é só um acampamento, que mal tem?”

Acampamento marxista

Heróis do Nosso Tempo

A produção cultural é reagente e produto da conjuntura, em equilíbrio simbiótico com o meio circundante. Uma disrupção neste equilíbrio é sempre artificial, induzida, manietada por agentes terceiros; tem um objectivo, tem um propósito e uma agenda, tão tenebrosa que é nosso dever patriótico gerar-lhe uma resistência.

Foi na fila de espera de um bar alternativo que primeiramente o vi. Cabeleira loira, farta, saltos altos, decote. Mas a forma angular do queixo e a voz de falsete denunciava instantaneamente de quem se tratava, o tipo que nos passou à frente e entrou no espaço sem pagar. Um homem sem piça. Quando o voltei a ver ao balcão do bar, à pergunta “Boa noite. Têm algo que se coma?” respondeu-me com celeridade e no cumprimento das suas funções laborais: “Queres comer? Podes comer aqui o Dioguinho” e deu espaço a um rapaz que me atendeu – “Não, não temos tostas” – com um sorriso demasiado simpático para que eu próprio me sentisse confortável.

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Não

Este não era um espaço LGBT. Tampouco a tasca onde jantara e conhecera a prima da funcionária, vítima de uma cirurgia para escambar o sexo. A jovem – demasiado jovem – disse depois da 8ª cerveja tragada em velocidade recorde: “Os meus Pais sabem que eu sou alcoólica”. Depois de servir três águas aos meus amigos, Diogo retirara-se do balcão para consumir cocaína.

As redes sociais – ópio do povo – trouxeram-me a nova produção nacional, integralmente remunerada com o erário público. O governo da geringonça – quem mais – patrocina a promoção pública de degredo, toxicodependência, improficuidade, promiscuidade, homossexualidade, feminismo. Entre os cinco protagonistas há dois travecas, duas fufas e uma puta. Talvez me tenha confundido e estas designações sejam simultâneas, a fufa seja também traveca, o traveca seja também fufa e o elenco do show seja todo puta. O que não há em cinco personagens aleatórios, estatisticamente representativos da camada populacional a retratar? Um único heterossexual.

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Talvez o descritivo da série explique melhor. Diz “Ema vem para Lisboa e partilha casa com 4 amigos excêntricos. O seu dia-a-dia, e as noites, são marcadas por histórias divertidas, sem tabus, sobre ser jovem no novo milénio (o sexo, as drogas, a procura de emprego, a autodescoberta e o amadurecimento); Esta série é para quem acorda às 3 da tarde numa quarta-feira e designa o pacote de batatas fritas aberto, na mesa de cabeceira, como pequeno almoço. Para quem já comeu metade de Lisboa e quer expandir a sua “mercadoria” internacionalmente. Para quem está às 7h15 na cave do Lux, a gastar os sapatos, ao lado do João Botelho, enquanto se pergunta a que horas o supermercado abre, porque entra às 8h30 e precisa de comprar 2 latas de red bull. Para quem diz que hoje se vai deitar cedo para ir ao ginásio de manhã e está a ver a quarta temporada de Game of Thrones às 4 da manhã. Enfim, é uma série para quem é jovem, parvo e feliz na sua incoerência.

Os criadores de #CasaDoCais – assim mesmo, com hashtag – não são só um bando de paneleirões. São mentirosos. As múltiplas descrições da série repetem à exaustão o chavão “sem tabus” mas não exibe um único homem, não protagoniza um único Heterossexual, não exibe um único sénior ou, pior, alguém cuja idade extravase os vinte e cinco. Demonstra repúdio por vidas organizadas, famílias estruturadas e, nas palavras de um dos actores “pequeno-almoços gigantescos (…) a Matilde e o Tomé como personagens principais”. Despreza o pudor, desconsidera o resguardo e discrimina a isenção de estupefacientes. A televisão pública transformou-se no colega de liceu que nos chama “caretas” quando nos recusamos a fumar uma chinesa de heroína.

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Mentira ainda é a desta Fressureira quando declara “Não é a sexualidade que te define”. Se não quisesses ser definida pela tua sexualidade, não te “assumas” como sapatona. Não aparecias no jornal dos rotos. Não tinhas seguidores. Não tinhas público. Não tinhas série remunerada com os meus impostos.

Gay

Esta semana, o Arquitecto José António Saraiva foi novamente atacado pelos CIGanos e terá, uma vez mais, de ir a tribunal por essa razão. O assunto foi o mesmo e o mesmo que tratamos aqui. Mas tal como há uns meses, a perspectiva do jornalista não é de ataque mas de defesa: ele vê os homens a quem cortaram a piça como mártires duma cruzada diabólica e dispôs-se, pessoalmente, a defender os seus direitos – a história pessoal de David Reimer inspira a tal defesa. Tal como nos momentos das suas atuações anteriores, o colectivo CIGano não integra homens sem piça, ofendidos pelas palavras de Saraiva; É sim composto por mulheres heterossexuais que ambicionam ver os homens indesejáveis na secção de corte dum fumeiro em Lamego. Atacam Saraiva, como antes atacaram César das Neves, porque ele se dirige aos transgénicos com a verdade, não por ódio ou preconceito, mas por Amor. Por essa razão, estou solidário com o Arquitecto em cujas palavras me revejo na totalidade.

Vale a pena denotar que estes “jovens” já não o são: têm, no enredo, vintes e, com idades para terem licenciaturas e mestrados terminados, prestes a enveredar no mercado de trabalho ou numa carreira académica. As tropelias em que se envolvem são próprias dos adolescentes, uma versão toxicorrabolha de Morangos com Açúcar. Mas fora da adolescência, sem liceu ou uma ocupação fixa, deambulam pelo degradado Cais do Sodré – ancestralmente um local de prostituição e má rês – devotados à auto-degradação, ao vicio. Os personagens não se distinguirão dos farsantes, todos os cinco degradados, viciados. Com perfis aberrantes e nomes artísticos, apresentam-se perante a web como “youtubers”, “instagramers”, “artistas”, “freelancers”. Cortam a piça porque já não lhes chega serem homossexuais para se vitimizarem ou glamorizarem o seu capital sexual como o faziam os panilas nos anos 80 antes de a SIDA dizimar uma geração de homens “sexualmente liberados”. Enquanto que José Saraiva e eu próprio vemos neles as vítimas duma guerra perdida, perante a sociedade decadente e sobressexualizada, os protagonistas de #CasaDoCais são os heróis do nosso tempo.

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Heróis do Nosso Tempo

Abri a página de Facebook esperando ver centenas de milhar de likes, publicidade e fanáticos pela expressão cultural que a Rádio Televisão Portuguesa nos oferece. Pelo contrário, a totalidade dos seguidores não chega a um milhar e a maioria dos comentários são francamente depreciativos. Perante a geração Z prevista como a mais conservadora de sempre, tenho expectativas de que o nosso querido blog alcance um público mais abrangente do que o da série televisiva.


Nota post-scriptum: Dos cinco protagonistas há pelo menos uma puta rapariga que não é gay. Valerá a pena acompanhar a série para caracterizar os múltiplos parceiros com quem se envolverá ao longo das temporadas, os actores escolhidos e os sues perfis. Aí saberemos qual o tipo de homens o colectivo feminista aprova e qual o tipo de homens que os filhas da puta suprimem.

Pára tudo, está um traveca a falar!

Aparentemente o grande assunto de hoje no Web Summit (conferência de tecnologia, comunicações, empreendedorismo etc, pelo que O Patriarca pôde entender) é que um tal Bruce Jenner que há uns anos ganhou umas medalhas olímpicas, se vestiu de mulher para se ir queixar do estado actual dos Jogos Olímpicos.

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A grande questão é, será que só lhe pagaram 10% da comissão?

Os loucos mandam no manicómio (e o Público aplaude)

Que o jornal “Público” é um lamentável pasquim de esquerda, já O Patriarca sabe há algum tempo. O que ainda não se tinha apercebido é que já tinham dado o salto para marxismo descarado.

Não é de estranhar que um dos muitos jornais anti-Trump nos EUA faça uma “notícia” destas. Propaganda democrata num jornal português é que já é ir longe demais.

Depois de um ano de dúvidas, recriminações e falhas nas eleições especiais para o Congresso, os democratas finalmente obtiveram grandes vitórias nas eleições estaduais que desejavam tão ansiosamente, numa altura em que se completa um ano desde que Donald Trump ganhou a presidência.

A Virginia é o exemplo claro da recuperação azul (a cor do Partido Democrata)

A Virgínia votou sempre democrata desde 2008, quando os imigrantes panchitos finalmente ajudaram os afro-americanos a dar a volta à balança populacional. Portanto isto é mais ou menos o mesmo que dizer que a CDU ganhar Santiago do Cacém demonstra o ressurgimento do comunismo em Portugal.

Mais à frente tudo se torna claro – o autor não nomeado do artigo exulta com a nomeação de um doente mental para o Congresso Estadual.

A Virginia é o paradigma das vitórias democratas, também pelo facto de ali ter sido eleito, pela primeira vez, um deputado transgénero (para o Congresso estadual). Mas sobretudo pelo facto de o candidato republicano ter encarnado todas as bandeiras e tácticas de Donald Trump e mesmo assim ter falhado.

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O Patriarca pede desculpa pelos danos mentais que esta imagem possa causar aos leitores

É verdade, estes “exemplos da recuperação democrata” que querem mandar abaixo estátuas de figuras históricas significativas como bons comunistas, pegam num gajo de cabelos compridos (O Patriarca não se deu ao trabalho de investigar se a criatura cortou a picha ou não, e francamente está-se nas tintas), chamam-lhe mulher e exultam com a eleição para um cargo público relativamente importante de um indivíduo com elevada probabilidade de padecer de doenças psiquiátricas mais graves ou de se matar.

Cá pelo burgo, com a triste mania que temos de importar as insanidades amaricanas, a juntar à conjectura governativa favorável fornecida pela agremiação marxista “As Sapatonas” (Bloco de Esquerda), é só uma questão de tempo até a moda pegar.

Dantes os loucos iam para o Júlio de Matos para serem tratados. Agora vão para a política espalhar a doença.

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Brevemente numa Câmara perto de si?