Escudo anti-racismo

Nos dias que correm do culto das virgens ofendidas, alguma acusação vai chegar.

O que a maioria das pessoas ainda não percebeu – o Trump sim, e cavalgou isso até à presidência – é que pedir desculpa não é a solução.

Um pedido de desculpas, que numa sociedade mais civilizada seria a resposta honrada, no mundo degenerado de hoje é um sinal de fraqueza, o sangue na água que chama as piranhas para a festa.

“A Princesa Michael está muito triste e angustiada por ter causado qualquer ofensa”, disse um porta-voz. Apesar de muitos defenderem o alfinete como sendo uma peça extraordinária, a princesa pediu desculpas por tê-lo utilizado.

Há 3 respostas correctas, por ordem crescente de potência (embora possa mudar contextualmente):

  • ignorar
  • admitir um erro e mudar de assunto – por exemplo, “Sim, podia ter escolhido melhor a jóia. Mas o escrutínio das figuras públicas está completamente descontrolado, foi assim que mataram a princesa Diana”
  • concordar e amplificar
alfinete racista
“Da próxima vez, usarei um broche realmente ofensivo e racista”

Este post tem extrema relevância no campo da sedução.


P.S. É inteiramente possível que o pin seja uma mensagem intencional para Meghan Markle. Mesmo assim, a resposta correcta mantém-se. E pode orgulhosamente acrescentar “Chauvinista do Mês” aos títulos.


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Importação de violência marxista em 3… 2… 1…

O Patriarca suspeita que brevemente, quando as ruas portuguesas estiverem a ferro e fogo, com os macaquinhos de imitação dos marxistas americanos a correrem o protocolo de insanidade completa – quiçá em resposta à eleição da nossa versão do Trump – vamos olhar para trás e perceber que foi aqui que nasceu o movimento VPI (Vidas dos Pretos Importam).

Quem ainda não percebeu que isto vem aí, comece a reparar nos grafitis de “ANTIFA” espalhados pela capital…

 

Google e o Ministério da Verdade

A propósito deste artigo n’O Insurgente, O Patriarca gostaria de adicionar as seguintes pesquisas nas imagens do Google.

burglar
Burglar
robber
Robber
Murderer. Sim, O Patriarca reparou que há um preto nas imagens. É o juiz...
Murderer. Sim, O Patriarca reparou que há um preto nas imagens. É o juiz…

“Thief” omitido por quase só dar imagens de um popular jogo de computador.

O Patriarca não chama a atenção para esta situação no sentido de despoletar nenhum activismo político. Este conhecimento é importante simplesmente para dar resiliência mental aos ataques diários que os leitores sofrem à sua identidade.

P.S. Um leitor chamou a atenção para a possibilidade de ninguém pesquisar por “white couples”, mas haver trabalhos escolares sobre “interratial couples”, explicando a discrepância. Uma linda teoria, mas que cai por terra perante a realidade da pesquisa por “white couples” no Google vs. no DuckDuckGo.