Acampamento Liberdade

É com grande regozijo que O Patriarca vai vendo surgir aqui e ali denúncias do marxismo descarado do Bloco de Esquerda em meios de comunicação de primeira linha.

A agremiação das Sapatonas promove anualmente um comício de endoutrinação marxista acampamento, cujo programa este ano é o seguinte:

Acampamento Sapatonas

Tinha guardada esta imagem para mais próxima da data, mas o artigo publicado por José Manuel Fernandes no Observador este fim de semana é um excelente mote pelo que aqui vai uma tradução do programa, não vá alguém pensar meter lá os filhos pensando que “é só um acampamento, que mal tem?”

Acampamento marxista

A verdadeira misoginia…

… chama-se “feminismo”.

Esta semana estalou uma nova polémica em torno do sexismo. Uma campanha antitabágica dirigida especialmente às mulheres lançou um anúncio bastante forte a puxar ao sentimento.

Aparentemente dizer que “uma princesa não fuma” é um crime de lesa-género ou qualquer coisa assim. Como não podia deixar de ser, as sapatonas e as harpias estão metidas ao barulho. Veremos se as queixinhas feitas aos CIGanos obtêm uma resposta mais célere do que a última d’O Patriarca.

Vamos por um momento ignorar o facto de haver uma campanha anti-tabágica dirigida exclusivamente a mulheres, apesar de haver mais homens fumadores.

Vamos focar-nos antes na reiterada demonstração de que as feministas odeiam a feminilidade (tanto ou mais que a masculinidade) odeiam o sentimento maternal, odeiam as princesas, odeiam tudo o que é humano, bonito, natural, e só querem ver o mundo a arder, vale tudo desde que “o heteropatriarcado” arda também.

Como é frequente nestas situações, há uma deliciosa ironia por detrás de tudo isto: o guião foi feito por duas jovens da Escola Profissional de Artes, Tecnologias e Desporto. Com uns tenros 18 aninhos, Beatriz Moreira já percebeu que  “Essas pessoas que se consideram feministas são na verdade aquelas que mancham o nome ‘feminismo’“. Pois é, duas jovens lançando-se na sua profissão foram brutalmente assediadas por aquelas que apregoam defender os seus direitos.

O realizador, por seu lado, demonstrou que ainda há alguns homens com eles no sítio – ao invés do usal patético pedido de desculpas, que por sinal costuma servir como o sangue na água que dá luz verde às piranhas de esquerda para avançar em força e devorar a vítima, ripostou à altura.

As pessoas perderam completamente a noção? As mães e as primas e as tias que nunca chamaram princesa a uma miúda de oito anos que se levantem e que se acusem. Desde quando se tornou ofensivo dizer, numa festa ou num jantar, ‘Olá, princesa, estás tão bonita’?”

andre badalo
André “As bolas não servem só para ornamentar o” Badalo

Felizmente já só uma minoria se identifica com esta perniciosa ideologia marxista (como de costume, não há números em Portugal). Infelizmente, ainda permitimos que façam muito barulho.

Terror na Suécia

O leitor “mjv” chama-nos a atenção para um vídeo interessante, sobre o clima de insegurança que se vive na Suécia, cortesia do seu governo feminista-marxista (perdoem a redundância), ainda por cima debaixo de uma lei da rolha.

Mariana Mortagua e Catarina Martins
Pelo menos já temos uma ideia do que nos espera se continuarmos a dar trela a estas putas.

O Patriarca não usou o link do leitor, mas sim o link original da Fox News. O vídeo é essencialmente o mesmo, menos uma breve introdução.


Siga-nos no Facebook!

Comentário (imbecil) da semana: os terríveis red pill

No último artigo do Myrddin Emrys, a leitora Ork Ragnaroc, aparentemente acusando o golpe, comenta:

Isto é que são os terríveis red pill ?

Parecem a minha tia-avó que nunca saiu da aldeia de trás-os-montes e nunca viu um comboio.

Vocês não sabem que há séries que não são para a vossa idade ?

E que mais é que os choca ?

Digam lá.

Como boa comuna, confunde a rejeição de imbecilidades ditas “progressistas” com ignorância.

Com o cargo de “fudida na empresa Trabalho para um sacana que me rouba.“, depois de ter estudado em “Uma universidade que me deu um diploma que não vale a ponta de um chavelho” onde “Chumbei uma data de vezes e prefiro não falar nisso“, é normal que pertença ao grupo de gente que prefere ver o mundo a arder do que enfrentar as razões dos seus próprios fracassos.

Mas tentando ser pedagógico e explicar aos putos chavalos desta vida o que é que é a Red Pill, O Patriarca começa por explicar o que não é.

A Red Pill não é um grito de revolta. A Red Pill não é uma tentativa de ser terrível, de ser do contra, de chatear os paizinhos, de achincalhar o sistema, de ser “moderno”, “progressista”, ou lá o raio das palavrotas de ordem de merda que os marxistas adoram.

A Red Pill é uma tentativa de explicar a realidade da forma mais aproximada e útil possível para que o indivíduo que a usa como frame possa navegar o mundo de forma eficiente e atingir o seu potencial.

Os nossos bisavós, que estavam mais preocupados com a realidade do que em inventar mais géneros para acrescentar ao comboio LGBTQPUTAQUEOSPARIU, provavelmente responderiam aos princípios Red Pill com “Sim, e a água é molhada. E então?”.

Os loucos mandam no manicómio (e o Público aplaude)

Que o jornal “Público” é um lamentável pasquim de esquerda, já O Patriarca sabe há algum tempo. O que ainda não se tinha apercebido é que já tinham dado o salto para marxismo descarado.

Não é de estranhar que um dos muitos jornais anti-Trump nos EUA faça uma “notícia” destas. Propaganda democrata num jornal português é que já é ir longe demais.

Depois de um ano de dúvidas, recriminações e falhas nas eleições especiais para o Congresso, os democratas finalmente obtiveram grandes vitórias nas eleições estaduais que desejavam tão ansiosamente, numa altura em que se completa um ano desde que Donald Trump ganhou a presidência.

A Virginia é o exemplo claro da recuperação azul (a cor do Partido Democrata)

A Virgínia votou sempre democrata desde 2008, quando os imigrantes panchitos finalmente ajudaram os afro-americanos a dar a volta à balança populacional. Portanto isto é mais ou menos o mesmo que dizer que a CDU ganhar Santiago do Cacém demonstra o ressurgimento do comunismo em Portugal.

Mais à frente tudo se torna claro – o autor não nomeado do artigo exulta com a nomeação de um doente mental para o Congresso Estadual.

A Virginia é o paradigma das vitórias democratas, também pelo facto de ali ter sido eleito, pela primeira vez, um deputado transgénero (para o Congresso estadual). Mas sobretudo pelo facto de o candidato republicano ter encarnado todas as bandeiras e tácticas de Donald Trump e mesmo assim ter falhado.

danica-roem-zoom
O Patriarca pede desculpa pelos danos mentais que esta imagem possa causar aos leitores

É verdade, estes “exemplos da recuperação democrata” que querem mandar abaixo estátuas de figuras históricas significativas como bons comunistas, pegam num gajo de cabelos compridos (O Patriarca não se deu ao trabalho de investigar se a criatura cortou a picha ou não, e francamente está-se nas tintas), chamam-lhe mulher e exultam com a eleição para um cargo público relativamente importante de um indivíduo com elevada probabilidade de padecer de doenças psiquiátricas mais graves ou de se matar.

Cá pelo burgo, com a triste mania que temos de importar as insanidades amaricanas, a juntar à conjectura governativa favorável fornecida pela agremiação marxista “As Sapatonas” (Bloco de Esquerda), é só uma questão de tempo até a moda pegar.

Dantes os loucos iam para o Júlio de Matos para serem tratados. Agora vão para a política espalhar a doença.

respeito autarca
Brevemente numa Câmara perto de si?