Sobre objectificação, escrito por um homem

Siga-nos no Facebook!


Acabei de ler um artigo que me deixou revoltado. Fala sobre a evolução das normas da sociedade e das medidas que se tiveram de tomar em conformidade com essas mesmas na F1, retirando de cena as mulheres que entregavam a taça ao vencedor.

O que os homens às vezes parecem esquecer é que não é fácil ser mulher. Não é fácil estar num bar e no caminho entre a casa de banho e os amigos ser abordada dez vezes por uma diversidade de homens que vai desde a besta até ao principe encantado dos contos de fadas. Não é fácil ser chamada de puta por terminar cada fim de semana com um homem diferente. E definitivamente não é fácil não serem vistas com respeito e capazes de liderar uma equipa.

O que as mulheres ignoram é que também não é fácil para os homens terem de andar meses atrás de mulheres até conseguirem provar-lhes que merecem um relacionamento com elas porque antes dela acabavam todos os fins de semana com uma mulher diferente. E quantas mulheres já se roçaram em mim e nos meus amigos, já trocaram olhares comigo, escreveram o numero de telemóvel em baton num papelinho?

E em relação aos cargos de chefia, também nem todos os homens lá chegam. São poucos os que assumem esse cargo, porque só os que têm capacidade de liderança podem ocupar um cargo de liderança. Algumas mulheres chegam lá, mas têm de ter uma luta muito maior, porque é dificil compatibilizar uma imagem social e também biológica do que é a mulher com uma imagem forte e de liderança característica de um líder. Em regra, os homens mostram mais estas características que as mulheres. Mas nem todos as mostram e por isso não é qualquer um que assume tais cargos.

Esta é uma das razões pelas quais me enervo com estas ideias morais que vão surgindo no dia-a-dia que representam lutas pequenas, insignificantes e pura e simplesmente estúpidas. Lutar contra a objectificação das mulheres. As lutas sob esta desculpa têm uma tendência a serem mesquinhas e egoístas, claramente vindo de um ponto de raiva interno da pessoa que faz o protesto. Se analisarmos os anos de história, uma das grandes motivações para sequer termos um sonho é a validação, ainda mais a validação do sexo oposto. É normal que um corredor de fórmula 1 sonhe desde miúdo atingir o primeiro lugar do pódio e ver chegar duas belas mulheres para lhe entregarem a taça, uma coroa de flores e uma garrafa de champagne para despejar sobre todos aqueles que comemoram consigo a vitória, por todos os estímulos que são oferecidos naquele momento. Porque é que haveremos de lhe tirar um dos estímulos? Não é uma tradição que magoe ninguém, porque ao contrário do que muitas vezes acontece na prostituição, estes trabalhos que se baseiam em dar a cara – não dar o corpo, que essa é uma expressão utilizada mais na outra área laboral referida nesta frase – não obrigam as mulheres a participarem: é contratada uma empresa que lança a proposta às suas funcionárias que trabalham a prestações de serviços – ou assim deveria ser, aposto que muitas pagam por baixo da mesa – e as eleitas são escolhidas daquelas que mostraram interesse. Portanto estas sabem sempre ao que vão antes de sequer concorrerem. Inclusive as empresas mostram uniformes que normalmente são selecionados para esse determinado tipo de evento. Portanto, se elas estão a objectificar-se a si mesmas, é inteiramente um problema delas. Se as feministas se quiserem revoltar contra a objectificação das mulheres, então aí levanta-se uma questão muito maior: onde é que elas estão quando passa na televisão o anúncio do perfume Invictus e o do gajo a barrar manteiga flora no pão? Em ambos os dois estão em tronco nú e não vejo ninguém revoltar-se contra isso.

Porque a objectificação não é das mulheres: é da espécie humana. Nós estamos cada vez mais confortáveis com o sexo e a prova disso é que já o usamos para vender, já o usamos e abusamos dele na arte, já o usamos para fechar negócios. São factos: a música tanto cantada por homens como por mulheres está cada vez mais carregada de teor sexual, existem dezenas de fotógrafos a fotografar mulheres despidas e existem instagrams cheios de fotos de homens de cabelo comprido, ou de barba, ou dilfs (daddy i would like to fuck), a versão masculina das milfs. E centenas de negócios são fechados em casas de strip e outra centena são fechados quando a mulher decide lançar charme para o homem para que ele sonhe que tem hipóteses com ela caso o negócio se feche.

Como é que estamos a julgar a objectificação das mulheres se muitas delas tomam medidas conscientes nesse sentido e se a separamos da objectificação dos homens? Não. De onde é que vêm estes double standards? Não podemos ser preto ou branco, a maior parte da vida é vivida no cinzento.

Estes são os padrões da sociedade com que vivemos hoje: o que vende são os bebés, os gatinhos e o sexo. Quer gostes ou não, se vives em sociedade tens de te adaptar a ela, não podes alterar só as pedras que tu achas que te estão a atrapalhar a ti.

Comentário da Semana – Direito de voto

Em Tudo putas, o leitor Zé Manel Tonto comenta:

“Quanto mais longe for a insanidade, pior será a inevitável reacção.”

Concordo a 100%.

Digo que, caso os europeus, leia-se gente com QI elevado, de civilização de matriz judaico-cristã, o que não quer dizer exclusivamente brancos, vencerem as guerras civis que vão estalar, mais tarde ou mais cedo, por essa Europa fora, contra os invasores mouros, as mulheres devem perder o direito de voto.

Porque votam massivamente em partidos que são favoráveis à invasão por bárbaros terceiro mundistas;
Porque, são na sua maioria, lunáticas que votam com as emoções e não com a razão (votos fáceis para quem apela ao ajudar os coitadinhos);
Porque são a maioria dos grupos de “refugees welcome”, e nem quando a criminalidade dispara e deixam de poder andar sozinhas na rua, reconhecem a merda que fizeram.

Principalmente porque eu, a ter que arriscar a pele para derrotar um bando de animais que vivem bloqueados no século VII, quero algo de volta, e esse algo é que Câncios e Isabeis Moreira deixem de poluir as vias aéreas, e as ideias vis delas percam toda a força. Quero que o mulherio deixe de se armar ao pingarelho, com estas histórias parvas de tocar no joelho é acto sexual, que não se pode ter livros rosa e azul, e etc.

Uma reacção mais branda que esta é a que já estou a recomendar aos meus amigos solteiros: caguem para as portuguesas e arrangem uma polaca (ou de outro país de leste, mas Polónia é melhor). Eu até nem estou mal servido com a minha portuguesa, ela faz mais limpezas, eu cozinho mais vezes (o que até é um bom tradeoff, porque eu cozinho melhor).
Mas muito mulherio português acha que as tarefas domésticas têm que ser 50-50 e, alguma acham que elas fazem o planeamento da limpeza e planear é 50% do trabalho, por isso o homem tem que fazer mais de 50% do trabalho físico. Alguém está para aturar isso? Lagarto, lagarto!

A reacção vem aí, queridas. Pensem bem de que lado querem estar.

sufragio feminino
Regresso ao passado?

Tudo putas

Pelos vistos tocar num joelho já é considerado abuso sexual.

Portanto parece que chegou a altura de ir às últimas consequências. Se qualquer acção física que um homem possa ter relativamente a uma mulher é equiparável e condenável como um acto sexual, o simples corolário que se pode retirar daí é que qualquer tentativa de uma mulher tirar partido do corpo para influenciar os homens à sua volta é equivalente a vender sexo. E quem faz isso tem um nome.

Puta.

Usar, em contexto profissional, de qualquer roupa que mostre ou realce cu, mamas, perna, umbigo, ombros, qualquer coisa que possa ser atraente para um homem, é ser puta.

claudisabel
A puta canta muita bem…

Demasiado óbvio? Já toda a gente lhe chama puta? Não há problema, prosseguimos.

rita ferro rodrigues decote
Quer ser a chefe das feministas, mas fez carreira a mostrar as mamas… puta
cancio decote
Queres homens com medo? Tapa mas é as mamas, puta
barbara guimaraes decote
Esse decote é para os polícias não te mandarem soprar no balão, puta?
joana amaral dias puta.jpg
Não queres ser apoucada? Veste-te, puta.
ana drago decote
Se tapasses as mamas como tapas as orelhas, puta
Rita Rato decote
Vai mostrar as mamas para um Gulag, puta
isabel moreira decote
Isso é maneira de estar no Parlamento, puta?
catarina martins decote
Não se sabe qual será o público mas… puta
mortagua decote.jpg
O Patriarca admite que a sapatona não lhe facilitou a vida mas… puta

Ah e tal O Patriarca só malha em gajas de que não gosta. Não seja por isso, também se pode malhar em símbolos nacionais!

Teresa-Salgueiro-decote
Anda cantar. Tu cantas bem. E tapa as mamas, puta.
rosa mota
Tens calor, puta?
fernanda ribeiro
Mas tu nem tens mamas para mostrar, puta
amalia
O Salazar deixa-te sair assim à rua, puta?

Este artigo não é para as feministas. Essas estão para lá de toda a razão. Este artigo é dirigido a mulheres que possam estar em risco de infecção pela perniciosa ideologia, para que pensem muito bem no que se está a fazer com a actual caça ao homem. Quanto mais longe for a insanidade, pior será a inevitável reacção.

É também para os homens que gostam de ver mulheres livres pela rua, vestidas de forma sexy, e a quem possam deitar a mão. Que não se deixem arrastar na conversa, e que assumam com orgulho que cortejar mulheres faz parte de ser homem.

Infelizmente O Patriarca começa a perceber de onde é que vem a Sharia e as burkas. E se calhar os mouros é que têm razão.

 

 

Histórias de embalar

Uma das últimas do ninho das harpias: adormece a tua filha com histórias de homens que entram em autocarros para disparar sobre crianças. Ou então de uma gaja que se travestiu e foi para a guerra com o final previsível – um balázio nos cornos.

Quando a pequena acordar com um pesadelo e te perguntar se essas coisas existem mesmo, podes dizer, “Não, querida. Só nos países de onde vêm os homens que as feministas querem trazer para cá”.

Feminista Câncio

“Qualquer dia é proibido um homem dizer olá a uma mulher.”

O título do artigo conjugado com o nome da autora fez O Patriarca paralisar de espanto por uns momentos. Querem ver que a Fernanda Câncio ganhou juízo???

Não, como é óbvio.

A melhor maneira de enterrar as feministas é dar-lhes corda e deixá-las falar. Principalmente se forem gajas burras como esta. Rapidamente deixam os argumentos aparentemente razoáveis com que adoçam os ouvidos dos incautos, e expõem a verdadeira natureza do nefasto movimento supremacista que pontificam. Melhor do que qualquer opositor poderia fazer.

Porque sim, é isso mesmo que é preciso: que os homens reprimam os seus comportamentos naturalizados e pensem sobre o que é ou não adequado dizer ou fazer a uma mulher. Que se assustem com as possíveis consequências; que tenham medo de causar medo. Que percebam que não, não podem fazer e dizer tudo o que lhes ocorre, e que essa noção, além de sublinhada na lei, deve ser explicitada na escola – e desde cedo, porque é muito cedo que começam os danos.

Fernanda Câncio

Objectivo: subjugação dos homens.

Método: endoutrinar as crianças.

O feminismo é isto. Só não vê quem não quer.

Comissão para a Igualdade de Género

A esquerda não se derrota com lógica nem argumentos.

A esquerda é composta por gente sem valor, cuja única hipótese de ascender socialmente é através da exibição de virtude (geralmente falsa), abraçando causas ridículas em suposta defesa dos coitadinhos.

Assim, a melhor maneira de os desmoralizar é através da chacota e do ridículo. Fazer pouco dessas causas que não têm ponta por onde se lhes pegue. E claro, troçar incessantemente com a fisiognomia de pusilânimes que invariavelmente apresentam.

Por exemplo, há um organismo estatal que não serve para nada senão fazer barulho, chupar fundos do estado e incomodar as pessoas honestas que trabalham. Muito à semelhança de uma certa etnia que tem dado que falar ultimamente.

Felizmente há um logotipo perfeito para eles.

ciganos
Espalhai este meme

Ó Paula Cosme Pinto, vai pró caralho

O Patriarca há uns tempos prometeu a si próprio que ia reduzir os seus escritos contra o feminismo, e concentrar-se mais em ensinar os homens (e as mulheres) a contornar as consequências nefastas do mesmo nas suas vidas.

No entanto de vez em quando é necessário mandar uma feminista à merda. Nem que seja para arejar a cabeça.

O excelente blog Blasfémias chamou a atenção para mais uma diatribe de uma badocha asquerosa que já foi aqui antes mencionada. A harpia em questão começa a ser um ódio de estimação, mas é importante repudiar a vil bílis que ela vomita, tanto mais porque o faz numa plataforma de grande projecção.

O Patriarca não vai aqui dissecar a diarreia mental da criatura. Pretende apenas denunciar a sua intenção. A Puta Cospe-m’o Pinto não quer defender a dignidade de mulher nenhuma. Aquelas meninas estão felizes da vida, a ganhar o seu aproveitando os atributos que deus lhes deu enquanto molham a cueca a pensar que talvez mais tarde um dos Alfas que estão naquele pódio se digne a partir-lhes a bilha. É isso que este dejecto humano inveja, porque nunca nenhum homem de qualidade a desejou e ela sabe que isso nunca vai acontecer.

paula cosme pinto
A cara que lançou mil navios (em fuga).