Primeiro Encontro – 15 dicas para arrasar

Este guia é dirigido a homens. A versão feminina é: 1. Arranja-te; 2. Aparece (a horas); 3. Sorri.

1. Nada de muito elaborado. Um café ou um copo ao fim da tarde. Nada de jantares, cinemas, ou outras cenas do género.

2. Apresenta-te no teu melhor obviamente.

mau primeiro encontro
Não.

3. Não te ponhas a confirmar o date. A partir do momento que está combinado, está combinado até prova em contrário.

3a. Se estás preocupado que ela se possa cortar à última, manda-lhe uma mensagem algumas horas antes a dizer que vais estar um bocado apertado de tempo e poderás atrasar-te um pouco. Se ela não se cortar nesta altura, já não se vai cortar (a não ser que seja uma psicopata).

4. Leva-a a um sítio que já conheças, assim estás mais à vontade.

5. Escolhe um sítio onde te possas sentar numa mesa e ficar a 90º relativamente a ela. Assim estás mais próximo, podes tocar-lhe facilmente, e também assumir uma postura mais relaxada.

5a. Melhor ainda, vai a um sítio onde possam ficar lado a lado.

o bar ideal
Não, O Patriarca não vai dizer onde é este. Descubram.

6. Deixa-a sentar-se primeiro e depois escolhes onde te sentas, assim evitas que ela assuma uma postura defensiva e se ponha o mais longe possível de ti.

7. Toca-lhe. Nas mãos, nos antebraços, nos braços, brevemente. Comenta as unhas, anéis, algum pormenor da roupa, whatever, e aproveita isso para lhe tocar (e medir a receptividade dela ao dito toque). Escala, mas pouco.

8. Deixa-a falar. Pontua com algumas observações relevantes, alguns comentários e informações sobre ti, preenche um ou outro tempo morto mas idealmente ela falará aproximadamente 2/3 do tempo.

8a. Ao mesmo tempo não tenhas medo dos silêncios confrangedores, aproveita para criar tensão com o olhar

9. Por falar em olhar, olha-a nos olhos, ou para o infinito ocasionalmente. Não olhes para baixo – excepto para lhe mirares as mamas. Se ela se manifestar não peças desculpa, nem digas nada. Sorri e continua a conversa.

10. Qualifica-a.

11. Não discutas com ela. Não tens de (nem deves) concordar com tudo o que ela diz, mas também não tens de provar que tens razão.

12. Planeia um date de 60-90 min. Durante um momento alto, vai-te embora (já lhe terás dito antes que tens um compromisso a seguir).

12a. Podes beijar, mas O Patriarca prefere deixar a tensão no ar para o segundo date.

Primeiro Encontro
Esta é a linguagem corporal que queres dela. É também o momento para te pirares.

13. Tem efectivamente um compromisso a seguir. Assim obrigas-te a ficar pelos 60-90 minutos, és autêntico, e comunicas que tens vida e não andas há 2 semanas a pensar nisto.

14. Se gostaste dela, manda-lhe uma mensagem no dia a seguir a dizer que gostaste do date e há-de se repetir.

15. Alguns dias depois combina o segundo date.


O propósito deste guia é garantir que ela fica ansiosamente à espera de um segundo date, no qual vais tranquilamente escalar para o sexo sem grande resistência.

Se por preferência pessoal ou constrangimentos de tempo / logísticos / outros, queres avançar para sexo no primeiro date, o procedimento é naturalmente diferente.

A grande vantagem deste modelo é diminuir substancialmente a LMR. Se for uma tipa que está super acesa desde o início, mais vale escalar agressivamente e avançar logo para o sexo o quanto antes.

É um date barato, podes pagar-lhe ou não a conta conforme preferires, é irrelevante.

Sexo com o período

Para os homens com uma libido baixa, isto será um não-problema. Para os que vivem num “quarto morto” (dead bedroom – relação em que o sexo deixou de fazer parte do cardápio), é mais uma semana num deserto de meses ou anos. Para os que se contentam com uma vida sexual sub-óptima, é uma chatice inevitável.

O Patriarca não se contenta com pouco, e acha que um homem que se presta a uma relação monogâmica deve ter acesso ao corpo da sua mulher quando bem lhe apetecer. Isso inclui não andar a esgalhar o pessegueiro durante uma semana por mês só porque o Benfica joga em casa.

Pressupõe-se, claro, que o homem em questão não tem aversão a sangue. Dado que este blog não é dirigido a mariconços, não deverá ser um obstáculo. [Nota: O Patriarca não está a fazer pouco do respeito que se deve ter ao sangue como potencial veículo de doenças infecto-contagiosas, mas sim de reacções abichanadas à presença do mesmo] 

Supõe também este artigo que não estamos perante uma mulher com períodos complicados, com dores abdominais intensas, irritabilidade, sintomas depressivos, etc. [Nota: Foge. Arranja outra. Sexo com o período é o menor dos teus problemas. Queres mesmo aturar essa merda até à menopausa?]

Resta-nos então o maior e mais comum obstáculo: a moça não quer foder quando está com o período, porque tem vergonha / tem nojo / suja tudo / outra desculpa qualquer. Para desmontar isto, é preciso em primeiro lugar constatar o óbvio, que por alguma razão escapa à maioria dos homens.

A mulher que andas a foder sangra mensalmente da cona há qualquer coisa entre 4 e 40 anos. Para ela é algo absolutamente normal. O nojo do período já lhe passou há muito tempo. Ela quanto muito tem medo que tu tenhas nojo, ou que a vejas como uma badalhoca. O que nos leva ao sumo deste post.

O verdadeiro motivo para o tabu do sexo com o período

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Na verdade, estamos perante um gigantesco híbrido de ASD e shit test.

Por um lado ela quer mostrar que não é uma rameira que gosta tanto de levar no pito que o faz mesmo que este esteja a jorrar sangue.

Por outro, e mais importante: ela está a indagar que tipo de homem és tu? És um mariquinhas que se impressiona com sangue e concorda que o sexo com o período é um nojo? És um quase-virgem com tão pouca experiência com mulheres que a menstruação te parece biologia extraterrestre? És um Beta que está tão grato por ter um buraco onde molhar a piça que se presta a suprimir os seus desejos durante 20% do mês, só para não melindrar a porteira?

Ou és um Homem, com uma dose saudável de testosterona a circular nas veias, que se aceitou dar a exclusividade do seu membro viril a uma moça, se sente no direito de ter acesso não restrito ao corpo da mesma, e não é uma objecção mal parida e pouco convicta que o vai convencer do contrário?

É isto, na realidade, que está em jogo quando surge a questão do sexo durante o período. E só se manifesta numa relação já estabelecida, porque numa fase mais casual elas pura e simplesmente não deixam que se proporcione. Aqueles dias em que ela está muito atarefada e só tem tempo de tomar um café? Ou aquele fim-de-semana em que há uma desculpa esfarrapada para não se encontrarem, ou um programa que não deixa o mínimo espaço para intimidade? Provavelmente há tons de vermelho na sua origem.

Claramente, então, o sexo com o período é desejável numa relação, tanto pelo bem estar do homem como pela dinâmica do casal.

Como ultrapassar os bloqueios?

É preciso ter bem presente que todas as mulheres vão pôr entraves. A relação vai muito bem, fodem que nem coelhos quando estão juntos, começam a fazer planos mais alargados… E há um dia em que um fim-de-semana fora já há muito planeado a apanha com o período.

Este primeiro impacto frontal com o tabu é muito importante. Não é depois de meses ou anos a respeitar a “semana proibida” que se vai reverter a frame. Esta tem de ser imposta bem cedo.

Em primeiro lugar, há que deixar bem claro que o problema só existe na cabeça dela. Não pode haver qualquer dúvida de que és um homem a quem o sangue não impressiona. Idealmente já é essa a frame que passaste desde o início da relação. Ser uma espécie de “troglodita refinado” ajuda (ou simplesmente troglodita – a falta de educação só não é perdoada aos betas).

Em segundo lugar, embora o cerne da questão seja emocional e subconsciente, ela vai ter argumentos racionais para não o fazer. Esses sim têm de ser desmontados racionalmente.

  • Suja tudo – põe-se uma toalha por baixo, que depois vai para lavar
  • Tem nojo – bullshit, andas a sangrar daí há x anos, achas mesmo que eu acredito nisso? Não te preocupes, eu não julgo
  • O que é que o pessoal do hotel vai pensar? – acredita que já viram bem pior que umas manchinhas de sangue
  • DSTs – para uma relação esporádica… sim, aumenta um bocadinho o risco de transmissão de coisas. Para uma relação continuada, o aumento de risco é irrisório – e além disso já se testaram certo?
  • Perigoso para a saúde – absolutamente falso.

Antes que os betas na audiência vão a correr buscar o portátil para fazer um Powerpoint… Calma! Isto tudo é, naturalmente, feito num clima de sedução, de preferência com uma garrafinha de vinho ou champanhe, e a escalar fisicamente ignorando completamente as objecções dela como se de um novo engate se tratasse. A mulher deve ser seduzida como se nunca lhe tivéssemos desbravado as partes pudendas, e estivéssemos a enfrentar LMR. Se tudo correr bem, atingirão um tal estado de tensão sexual que ela vai mandar os obstáculos às urtigas e talvez até implorar-te que metas de vez o tarolo!

Colhendo os benefícios

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Parabéns! Desbloqueaste um dos grandes entraves a uma vida sexual masculina plena. Já não há cá aquelas semanas a tocar ao bicho ou a pensar que aquela gorda da contabilidade até se fazia. Mas há outras vantagens secundárias.

  • Aferição de status – se a tua fêmea não te deixa fodê-la sem restrições… cuidado, podes ser um beta! Trabalha nessa frame.
  • Contraste – é muito improvável que sejas o seu primeiro homem, mas é muito provável que sejas o primeiro a fazer isto. Distinção automática de todos os betas com quem ela andou, e talvez comparação positiva com outros alfas.
  • Banhar a espada em sangue – Nem todos os homens conhecem o sublime prazer de olhar para baixo e ver a sua espada de carne pintada com sangue de fêmea.

Boas estocadas!

Como conhecer a rapariga da turma do lado? [Post Convidado]

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Às vezes encontram-se pérolas em locais inesperados. O Patriarca navegava pelo reddit Portugal quando se depara com o seguinte post:

[Sério] Como conhecer uma rapariga

Este é um tema que aflige muitos homens desde tenra idade. Numa sociedade cada vez mais fragmentada, em que o contacto pessoal é substituído muitas vezes por apps e se transforma em crime de ódio algo tão inofensivo como meter conversa com uma mulher na rua, o que fazer quando o objecto do nosso desejo está fora dos nossos círculos habituais? Ou tão perto e tão longe como a rapariga sobre quem incide esta questão? É importante ensinar aos rapazes desde tenra idade que encontrar companhia feminina não é nenhum bicho de sete cabeças, para que não cresçam com arrependimentos e com a ideia de que terão de se contentar com quaisquer migalhas de atenção ministradas por uma bruxa obesa de cabelos cor-de-rosa. Era, afinal, um dos objectivos centrais à criação deste blog.

A pergunta do jovem:

Vou tentar ser o mais objetivo e claro possível, respostas sérias por favor. Resumidamente, sou aluno do secundário (17 anos, caso interesse) e sou um pouco acima do peso, mesmo só um pouco, nunca tive uma namorada, logo vir pedir ajuda aos portugueses mais vividos. Tem uma rapariga que a turma dela basicamente tem quase todas as aulas ao lado da minha sala que parece que desde o início deste anos me olha (pelo menos parece) a rapariga pelo que já vi está maior parte das vezes sozinha ou com outra amiga, e quando está sozinha 80% das vezes está sempre a falar ao telemóvel. Posto isto, a minha pergunta é como a devo abordar? (de forma correta, claro)

Muito obrigado a todos que dependerem de algum tempo para me ajudar.

O Patriarca abre o link, esperando a tradicional enxurrada de tretas como “sê tu próprio” ou “oferece-lhe flores” e com intenção de dar um conselho sério que certamente seria bombardeado pelos manginas que frequentemente por ali pululam. Qual não é o seu espanto quando logo no topo se depara com um longo texto aconselhando o rapaz, extremamente bem organizado, tocando todos os pontos importantes, claramente feito por alguém com experiência nas artes venusianas.

Ainda para mais, com um estilo altamente digerível, quer para uma audiência obcecada com o politicamente correcto, quer para o jovem e inexperiente mancebo. Com pena de ver tão cuidada e bem elaborada lista afundar-se no escuro abismo do Reddit, O Patriarca contactou o autor, BroaxXx, que se mostrou receptivo à ideia de publicá-la n’A Távola Redonda.

Pouco restava a acrescentar excepto uns leves reparos que se encontram a negrito.


  1. Caso não tenhas feito faz um bocadinho de lurking e tenta descobrir alguma coisa sobre ela para (a) perceberem se são minimamente compatíveis e (b) aprenderes alguma coisa sobre ela (mais sobre isto à frente), passa para o próximo ponto;
  2. Vai à beira dela quando estiver sozinha ou com uma amiga (não em grupo… Tens que ser tipo chacal), passa para o próximo ponto;
  3. Diz “Olá”, passa para o próximo ponto; [ED. Toca-lhe. Nada de invasivo, apenas um leve toque no braço ou nas costas, com a palma da mão, dependendo de como a abordares. Como poderias fazer a um amigo.]
  4. Se ela te responder com qualquer coisa que não seja “quem é que tu és e o que é que tu queres!? Baza antes que eu chame a polícia!” estás no bom caminho, passa para o próximo ponto;
  5. Responde: “Desculpa, não tenho jeito para estas coisas por isso vou direto ao assunto… Queres ir tomar café?”, passa para o próximo ponto; [ED. Não perguntes se ela quer ir tomar café. Declara simplesmente que gostavas de ir tomar um café com ela. É quase a mesma coisa, estás na mesma a aguardar o consentimento dela, mas demonstra mais assertividade e confiança. E não peças desculpa, não estás a fazer nada de mal.]
  6. Se ela corar ou ficar meio envergonhada está feito, parabéns! Passa para o ponto 11, caso contrário passa para o próximo ponto;
  7. Se ela ficar a olhar sem dizer imediatamente nada acrescenta um “porquê”, do género… “tenho um amigo meu que está atrasado e já que quero matar tempo ao menos faço-o em boa companhia.. :)”. Passa para o ponto 11, caso contrário passa para o próximo ponto;
  8. Se ela disser que gostava mas que agora não pode diz “na boa, dá-me o teu número que depois combinamos” passa para o ponto 12, caso contrário passa para o próximo ponto;
  9. Se ela disser que não ou que tem namorado/namorada (estamos no séc xxi, afinal de contas), passa para o ponto 16; [ED. (Dark Side, não necessariamente recomendado mas é bom perceber que a opção está sempre na mesa) – se ela tiver namorado não precisas obrigatoriamente de passar ao ponto 16. Principalmente nas vossas idades, os namoros são tendencialmente passageiros. Se ela te disser que tem namorado, mas parecer intrigada/interessada, podes na mesma ficar com o número dela e ir tomar um café com ela. Quanto mais não seja porque ela há de ter amigas, mais conhecimentos nunca fazem mal. Não caias é na armadilha de te fazeres “amiguinho”. Demonstra as tuas intenções e se ela não estiver receptiva, não faz mal. Passas aí sim ao ponto 16, e um dia mais tarde quando ela estiver à solta já tens o contacto dela.]
  10. Como a deixaste sem palavras aproveita um instante para recuperar fôlego. Depois remata “tem um sítio mesmo fixe aqui à beira que tem um [produto de restauração mesmo bem preparado a preços competitivos], vamos?” (se ela estiver com uma amiga ela que venha também, menos pressão e mais à vontade para todos. Pontos extra que se te deres bem com a amiga, se ela gostar de ti pode-te ajudar nos bastidores) passa para o ponto 13;
  11. Não te ponhas com tretas à filme tipo “espera 48h”. Quando te apetecer (tipo ao final do dia ou no dia seguinte ou o caraças) manda uma mensagem a dizer algo tipo “boas, já foste ao [sítio da moda que serve produtos alimentares bem preparados a preços acessíveis]? Desde que abriu há [relativamente pouco tempo] que estou para ir ver aquilo. Que dizes?”, passa para o próximo ponto;
  12. Se ela se mostrar interessada marca uma data e hora. Vai vestido normal e relaxado, fala com ela como se fosse um amigo qualquer. Se os teus amigos gostam de ti é porque és fixe como és por isso não tens que te por com merdas tipo vergonhas ou o caralho. “Don’t be yourself, be your best self!”, passa para o ponto 17, caso não se mostre interessada passa para o próximo ponto;
  13. Se ela não se mostrar interessada no sítio pergunta se ela tem ideias. Se ela sugerir uma cena fixe marca uma data e hora. Vai vestido normal e relaxado, fala com ela como se fosse um amigo qualquer. Se os teus amigos gostam de ti é porque és fixe como és por isso não tens que te por com merdas tipo vergonhas ou o caralho. “Don’t be yourself, be your best self!”, passa para o ponto 17, caso contrário passa para o próximo ponto;
  14. Se ela recomendar um sítio de merda marca uma data e hora. Vai vestido normal e relaxado, fala com ela como se fosse um amigo qualquer. Se os teus amigos gostam de ti é porque és fixe como és por isso não tens que te por com merdas tipo vergonhas ou o caralho. “Don’t be yourself, be your best self!”. Se ela não tiver ideias passa para o ponto 10, caso contrário passa para o ponto 17, se passares por este ponto mais de duas vezes ela é uma chata do caralho, passa para o ponto 16;
  15. Se ela não te responder à mensagem passa para o próximo ponto;
  16. caga… Foi uma boa tentativa. Instala o Tinder;
  17. Parabéns, conheceste uma rapariga (ou até talvez duas conforme a aventura te tenha corrido)! Lembra-te de estar descontraído e relaxado. Afasta qualquer pensamento amoroso mas demonstra interesse óbvio caso o tenhas. Ou seja, não sejas agarradinho tipo “qual é a cor do pastor alemão que tu vais querer adotar quando tivermos a nossa primeira casa?” mas não sejas “o amigo”. Se tiveres intenções que transcendam a amizade sê frontal e honesto logo desde o primeiro momento (mas também, por amor de deus, não te “declares”). A levar a tampa leva no início que é menos doloroso. Lembra-te de usar a informação que recolheste no ponto 1 para teres tema de conversa! De resto sê descontraído, confiante, amável e aberto. Faz perguntas e tem interesse (não finjas) no que ela diz (se tiveres que fingir interesse é porque ela não é para ti). [ED. Melhor maneira de demonstrar interesse? Toca-lhe. Começa por em momentos em que faça sentido na conversa por tocar-lhe nas mãos, por exemplo para comentar um anel que ela tenha. Ou no braço outra vez para lhe chamar a atenção para qualquer coisa que lhe queiras mostrar. Ou na metade inferior das costas quando a deixas passar por uma porta. Se a sentires confortável com esse contacto físico a coisa está a avançar bem e demonstras-lhe que aquilo não vai ser platónico. Se ela te começar a tocar bastante, é permissão implícita para ser mais atrevido – e se ela se mostrar desconfortável páras e ficas-te pelo que ela aceitou por agora.]

Boa sorte!

Aviso legal: Tenho 31 anos e não sei os detalhes intrínsecos à tua geração. Palavras e expressões têm que ser ajustados ao vernáculo da atualidade. Eu não aceito responsabilidades por consequências que advém dos teus atos e objetivo desta aventura é meramente recreativo. Em caso de dúvida ou persistência dos sintomas pergunta ao teu médico se Tinder se adequa a ti.