Paradoxos do Feminismo

Dele

I though it was absolutely comical when Fifty shades of grey came out, I just thought that was insanely comical that at the same time there’s this massive political demand for, like, radical equality and, say, with regards to sexual behaviour, and the fastest selling novel the world had ever seen was S and M domination, right? It’s like “oh well, we did know where the unconcious was going with that one, don’t we?” 
(…)
you have this crazy aliance between the feminists and the radical islamists that I just do not get, is like the feminists is like “why are they not protesting non-stop about saudi arabia” is just completely beyond me. Like I do not understand it in the least. And I wondered two, I just wondered, “bloody well, this is the freudian means, Is there an attraction, you know, is there an attraction that’s emerging amongst the female radicals for that totalitarian male dominance that they’ve chased out of the west?
(…)
As the demand for egalitarianism and the erradication of masculinity accelerates, there’s going to be a longing in the unconsicous for the precise opposite of that. The more you scream for equality, the more your unconscious is going to admire dominance

 

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Comentário da semana – Resiliência

O último (e diga-se, brilhante) artigo de Myrddin Emrys suscitou uma discussão acesa nos comentários.

O Patriarca tem seguido com muito interesse a série de Jordan Peterson sobre o significado psicológico das histórias da Bíblia (disponíveis em audio, na íntegra, no seu podcast). Por isso, este comentário de Ilo Stabet chamou-lhe a atenção:

eu concordo que o apontar o ridículo da nossa cultura é salutar mas não acho que vamos convencer um grande número, pela simples razão de que a maioria das pessoas não é uma participante activa na cultura – simplesmente se está a cagar, e vai seguir o que quer que seja o dogma corrente.

agora, quando disse que não via solução democrática não estava a sinalizar que acho que uma revolução armada ou golpe palaciano seja a solução. acredito que isso é igualmente impossível (e já escrevi sobre o assunto no meu blog).

a única estratégia que vejo a longo prazo é uma de formação de comunidades de pessoas com crenças semelhantes e que sejam relativamente resilientes ao colapso (financeiro e político) que penso ser inevitável. essas comunidades estarão depois na linha da frente para ser a liderança. ou seja, não acredito em reformas do sistema, mas sim em reconstrução.

Esta é essencialmente a história da Arca de Noé. Talvez seja este o caminho. É o que O Patriarca tem procurado fazer na sua vida. É talvez um dos principais objectivos (não antes expressamente nem conscientemente formulado) deste canto da Internet.

O blog de Ilo Stabet, Portugal Integral, merece também uma vista de olhos.