Angelika: Sexo vs. Validação

Em primeiro lugar, O Patriarca gostaria de parabenizar o nosso Myrddin Emrys por um dos melhores artigos d’A Távlola Redonda.

O Myrddin destaca o medo que a jovem tem dos seus clientes, mas vamos lá, isso é natural mesmo sem a vilificação actual dos homens. O porquê vai para além do âmbito deste post, mas resumidamente, o acto de uma mulher se encontrar a sós com um completo estranho para se despir e não só, é uma vulnerabilização enorme.

O Patriarca acha mais interessante o seguinte facto – a miúda tem um fascínio por poledance e quer ser stripper, mas tem nojo de sexo. Há aqui um exemplo prático de uma “regra” da RedPill. As validação que as mulheres sentem por ser o alvo do desejo masculino é um substituto perfeitamente aceitável do acto sexual, sendo que para algumas mulheres é mesmo mais prazenteira a validação que o sexo.

Moral da história: nunca dês validação a uma mulher que tencionas foder.

Provocação Constante #3

Provocação Constante é uma série em que O Patriarca partilha algumas das pequenas provocações que vai fazendo à sua namorada. Estudiosos de Game e Red Pill sabem que o teasing (provocação) é essencial tanto para o jogo do engate como para a manutenção da tensão sexual dentro de uma relação. Os betas pensam erradamente que arreliar as miúdas lhes pode trazer problemas, quando é precisamente o contrário. Esta série pretende dar exemplos práticos disso mesmo. Always Be Teasing!

Cenário: O Patriarca e a querida a comer milho frito do mesmo (pequeno) pacote. Há um momento em que ambas as mãos se tentam meter no pacote ao mesmo tempo.

Beta, retirando rapidamente a mão: Por favor, por quem sois! Comei à vontade minha dama, aguardarei pacientemente a minha vez!

Resposta: Que gentil! [seca a passarinha]

O Patriarca: dá uma bofetada (suave) na mão da querida e serve-se.

Resposta: Riso indignado e palmada no rabo [molha a passarinha]

Isto serve também como resposta a quem diz que Game e Red Pill matam o “ser eu mesmo”. Passa-se em décimos de segundo, sem pensar, porque está integrado; só é analisado a posteriori porque dá um bom post. É um novo “eu mesmo”.

A Feira do Relógio, o canto do Erasmus e um bar chamado Damas

Nos primórdios da Adolescência gastei uma noite em casa do ora melhor amigo, beto, afortunado, bem-sucedido. Qual não foi a minha surpresa quando no Sábado pela manhã o programa consistiu em deslocarmos-mos à feira de Cascais a fim de comprar roupa contrafeita. Aí, cruzei-me com alguns dos mais respeitados, mais elitistas, mais imbecis colegas da escola que gastavam 10 em roupa para aparentar haver gasto 1000. Era prática dos meninos de bem. E eu não a sabia. Pois, decidido a explorar terrenos novos, agora com 26 e duas rodas, desloquei-me no fim de um Domingo à zona Este da minha cidade e qual não é o espanto – observando um oceano de vestígios feirantes – quando me informam ali também existir uma algaravia. E eu também não a sabia.

terreno de caça para puas
Foi preciso chegar aos 26 anos para conhecer a Mítica feira do Relógio

Gabriel Garcia Marquez descreveu o meu berço de nascença em Pero que carajo piensa el Pueblo?, como “A maior aldeia do mundo”. Fala de uma “cidade militante” onde “Toda a gente fala e ninguém dorme, às quatro da manhã de uma quinta-feira qualquer não havia um único táxi desocupado (…)Marcam-se reuniões para altas horas da madrugada, os escritórios ficam de luzes acesas até de madrugada”. Eu traduzo a citação não só pela intensidade das dinâmicas vividas no coração de um país que todos apontam como soturno e integrista, como pela sua multiplicidade da sua composição. Como que na aldeia (e eu vivi numa) cada recanto tem encanto, cada estreito, riacho, beco, ponto de encontro, a central recreativa ou a porta da cooperativa, Lisboa é pitoresca ao ponto de cada bairro ser único, mais extenso e profundo e o seu colectivo um universo infindável de experiências. Viajei pelo mundo e não reconheço esta propriedade a qualquer outra capital (talvez Atenas?). Em Nova York e Londres, quais visito (malgrado) frequentemente, todas as ruas, todos os sítios parecem iguais. Despidos de peculiaridades, de emoção, de romantismo. Das nossas idiossincrasias.

lisboa é a melhor cidade para conhecer mulheres
A Lisboa de Gabriel García Márquez

Um amigo Alemão pediu-me para lhe mostrar a metrópole e foi complicado. Dez mil dias não chegariam para exibir na minha cidade que se estende do Oriente à Cruz Quebrada, da calçada de Carriche ao Tejo na Torre de Belém, seu ponto mais a sul. Antes de questionar quantos fizeram game no arco do cego, gostaria de vos perguntar quantos frequentaram os concertos de hardcore em Alvalade, as festas de trance na tapada d’Ajuda, de techno em Santa Apolónia, os festivais da antiga Fábrica armeira no Braço de Prata, os fados de Alfama, casas de vinho na Madragoa ou clubes alternativos do meu bairro onde ainda ontem, durante um concerto, vi um tipo abordar calibradamente uma rapariga, jogar, KC e, depois da Jasmin Jones dar por finalizada a exibição, levá-la para casa. É que esta propriedade de unicidade para cada um dos cem milhões e cinquenta mil metros quadrados quais compõe a diver-cidade Olisiponense, transladam de igual forma aos quinhentos e cinquenta mil habitantes, talvez mais de dois milhões e meio de voláteis. Dos quais apenas 10.74 % correspondem a mulheres entre os 19 e os 38 anos (sorry Martini; e em 2001 seriam 14.71, com mais 22133 mulheres só entre os 18 e os 28 :’( ), mas mesmo que apenas uma em cada vinte destas fosse fornicável – para quem tenha padrões realmente altos – seriam precisos cerca de trinta (!) anos Vladescos (traduzido – mais de cem FCs/ano) para esgotar o stock. E uma em cinquenta, doze anos? Não se trata de regressar à velha discussão de Portuguesas e não-Portuguesas (ou de munícipes contra não-munícipes porque nem sequer, nestes cálculos, cheguei ainda a Miraflores), mas ganhar percepção sobre quais são as reais hipóteses de um bom sedutor, esforçado, hábil, dormir com uma mulher. Mas enquanto se questionam como eu o fiz na feira do relógio e ignoram cabalmente uma capital que nunca descansa, regressam a discussões infecundas e desmobilizadoras, escondendo complexos de inferioridade sob o manto da selectividade mentideira enquanto se escusam de fazer game na festa de hoje no bar Popular, convencidos de que o game só pode decorrer na travessa da Cara e na baixa de Pombal porque uma amostra não-representativa de experiências delimitadas a uma idiossincrática zona de conforto, foi base para extrapolações precipitadíssimas. Ou como brilhantemente o escreveu Alexandre Domingues, Ao que parece, havia um país para lá das fronteiras Cais do Sodré – Príncipe Real. Ao que parece, por mais amigos que tenhamos, há sempre uns 10 milhões de portugueses com quem nunca falámos.

lisboa relações

O Espaço físico e social continua a ser uma das mais batidas desculpas dos camarada se apartarem das mudanças desejadas, lamentando-se viver longe dos centros urbanos ou dos círculos certos: O jovem que lamuria a sua vivência nos subúrbios citadinos e sonha com o dia em que pode afundar o martelo sem se martirizar em esperas de transportes, que cresceu numa aldeia do interior mas não tem fundos para se mudar para um centro urbano, que organiza horas específicas e calendarizadas para treinar o seu DayGame no Terreiro, deixa – sob uma série de desculpas constrangedoras e limitantes – escapar a vizinha nas escadas do prédio, na porta da mercearia local. Lembra as palavras do MC Xeg, “Eu tenho uma dama no teu bairro/Tu é que não lhe dás valor”. Porque as gajas – até as mais boas, até as que fodem – são um bocado como os microrganismos (ou, segundo uma Professora geneticista, o ácido ribonucleico) – Estão por todo o lado! Admiti-lo só custará aos egos da praxe que – ora para se auto-engrandecerem, ora para opilarem as suas inseguranças – imaginam mulheres bonitas em locais inacessíveis aos quais os meros mortais não têm acesso (só os mPUA’s que alcunham os estabelecimentos públicos para que ninguém saibam onde ficam ou a – com certeza restrita e parca – cona, ainda se dispersa!). Eppur, a quilómetros da noite cara e dispendiosa, também si fornica. Admiti-lo é ter a humildade para reconhecer a vida na nossa ausência, nas nossas costas. Reconhecer que desabrocham mil festas a cada noite pela cidade, apenas que se decorrem sem mim, então não devo ter sido convidado..

A lei da abundância de que tanto se fala, não pode ser limitada a locais, meios, círculos, subculturas. Aliás, como diria o meu amigo Duarte Marques, “Se a mentalidade de abundância compreendesse circunscrições, seria uma mentalidade de escassez”.

Claro que é mais provável ver mulheres muito bonitas durante uma sessão do Moda Lisboa do que na plateia dos espetáculos de Wrestling em Santo Amaro e muitas parecerão mais tentadoras e convidativas num clube da moda do que as Jammers das Lisbon Grrrls Roler Derby. Ou seduzir com direito a uma relação numa discoteca em vez de nas portas da Torre do Tombo. Todavia, alguém sabe quantas discotecas tem a city? (Quem me responder como esta besta quadrada apanha uns carolos!) E bem ouvem o Eddie Hitchens falar sobre como preferia engatar mulheres em museus, biblioteca ou galerias porque garantia que eram inteligentes. Nos tempos do Daybang, o Roosh não apostava em discotecas, mas no Starbucks. Um amigo meu romancista que passa os dias num café da praça das flores redigindo o próximo livro, seduz frequentemente as demais clientes do estabelecimento. Durante o dia, no trânsito, nos transportes públicos, na rua, vejo permanentemente miúdas – giras, vivaças – o suficiente para eu as querer. E durante a noite, observando os grupos nos cafés dos bairros, na porta dos lounges, nos vendedores clandestinos e barateiros de cerveja, nas discotecas onde os estrangeiros não chegam, pergunto-me como podem, depois de anos de intensa vida social, ainda existirem tantas dinâmicas, tantas pessoas, nesta cidade que eu não conheço. Se não estará na altura de as ir conhecer.

skaters lisboa
Lisbon Grrrls Roler Derby. Para quê pensar na Polónia quando existem gatas no bairro d’Ajuda?

Isso fez-me deixar o Canto do Erasmus – repetitivo, amorfo, enfadonho, e debruçar-me sobre uma discoteca chamada Damas. Prestes a deixar a minha namorada em casa, num bairro residencial da zona história Lisboeta e à frente de um restaurante onde passei muito tempo na adolescência, um bar/discoteca abrira recentemente. Não o encontrei nos roteiros turísticos nem nos guias universitários nem está no topo da noite burguesa/chique que – por ímpeto camarário – passou a caracterizar a cidade mais recente. Mas estava ao barrote com mulheres de todas as gerações, qualidades e belezas. O Damas, na Graça, não se assemelhava às discotecas californianas onde o Mystery concebeu seu método nem ao santo graal do conedo; apenas um entre milhares de lugares jovens e ligeiramente menos jovens onde se pode ouvir música, beber copos e conhecer mulheres. Não só não o conheço – estive lá apenas dessa vez – como conheço muito pouco do Lisboa tem para me mostrar, demasiado pouco para permanecer sempre nos mesmos sítios. Afinal, não é esse o papel do PUA – Cortejar o desconhecido?

noite da graça

Se o Mistery Method foi publicado em 2007, e o Daygame Manifesto em 2014 (mas aconselho-o vivamente, é puro ouro) a minha experiência mais marcante (não a primeira, claro, sempre fui descarado) foi a 20 de Outobro de 2005. Há dez anos. Quero-vos contar uma história sobre como meti conversa com uma rapariga na rua sem a conhecer de lado nenhum. Sobre como ela me abordou numa discoteca três semanas mais tarde dizendo lembrar-se de mim e me adicionou no MSN por me querer conhecer melhor. A história sobre como falava constantemente sobre sexo comigo, sabendo que eu já não era virgem há um par de anos na altura, mas como eu cortava essas conversas sempre por achá-las desinteressantes e ignorava o intuito de uma pessoa falar, madrugada após madrugada, todos os dias online comigo, apesar de um namorado de quem parecia nem gostar um bocadinho. Como quis ir à Bana em Cascais e ignorou o namorado e me deu a mão no caminho enquanto procurávamos a loja. A história sobre como ela acabou com ele e disse-mo em primeira mão, como se desmultiplicou em convites depois dessa ocorrência. De como me convidou várias vezes para ir a sua casa. De como eu fiquei no hall de entrada até às tantas da madrugada. De como me enviava músicas “nossas” e me deitou na sua cama. De como nunca lhe dei um beijo nestes dez anos porque achava estar na friendzone.

Eu quero-vos contar a história sobre porque razão entrei no fórum PUA cinco anos mais tarde do que aquilo que devia. Porque meter conversa com miúdas na rua foi coisa que sempre fiz; Só me faltava era ter game.

Questões frequentes sobre PUA

Este post é a publicação de um comentário feito por um leitor anónimo e respectiva resposta d’O Patriarca.

Anónimodiz:

Boa tarde, bem vindo.

Se o Pick Up funciona?
Se não acreditássemos nisso não teríamos um blog sobre o assunto.

Como funciona?
O PU não é magia, artes arcanas ou algo do género. É simplesmente uma tentativa de optimização de comportamentos a ter durante uma tentativa de sedução, à qual colectivamente milhares de homens durante milhões de horas de interacção com mulheres e através da partilha da experiência das mesmas foram chegando.
É rigoroso e científico? Não. É empírico e certamente ainda tem muitas arestas para limar, mas é eficaz na melhoria da taxa de sucesso sexual de um homem.

É suposto ter uma mentalidade que muitos diria de machista ou misogeno?
Depende. Se considerares esses termos como as mortáguas desta vida os consideram, conforme ainda ontem escrevi aqui, então sim.

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Agora, se começares a perceber que no mínimo metade das merdas que te venderam a vida toda sobre o machismo e a misoginia são simplesmente uma tentativa de repressão da sexualidade humana normal… Não. Aliás, como digo na minha apresentação, gosto mesmo muito de mulheres. Acho que são criaturas fascinantes, mas se não souberes lidar com elas comem-te vivo. Isso não é misoginia, é realismo.

O pessoal PUA ganha algum tipo de infamia?
Sim. Por isso é que o PUA é como o fight club – a 1ª regra é não se fala do fight club, e a segunda também. (talvez desenvolva este tema no futuro)

O quão essa comunidade é receptiva a novatos? Principalmente a novatos constrangedores?
Muito receptiva, há bastante gente que sente que ganhou com a comunidade e tem vontade de retribuir. Não há problema nenhum em ser constrangedor, a malta só tem pouca paciência é para gente que vem pedir conselhos, e quando eles são dados respondem “isso não funciona” sem sequer experimentar. Gente com vontade é muito bem vinda e pode contar com ajuda valiosa.

Um dos meus maiores medos é “morrer por dentro”, ou seja, deixar de ser quem eu sou só para ter cona. Podem comentar este medo meu?

dying
É um medo comum. Pensa assim, morreste por dentro quando aprendeste a ler? Ou a tocar um instrumento, ou a fazer um desporto, ou outra skill qualquer? Não, pois não? Sim, mudaste. Deixaste de ser um gajo que não sabia ler, para seres um gajo que sabe.
Aqui passa-se o mesmo. Não tens de fingir nada, o que aprendes simplesmente muda espontaneamente a tua maneira de actuar perante as situações. Há certamente algumas coisas em ti que mudam conforme crenças que tinhas caem por terra perante as tuas novas experiências. Isso não é morrer por dentro acho eu, é evolução, e acontece com qualquer área a que te dediques para a compreenderes mais a fundo.

Putas

O Patriarca não sabe se a culpa é do feiticeiro de serviço, mas de entre os termos de pesquisa que trazem gente a este blog, por algum motivo um dos mais frequentes é… putas.

termos de pesquisa

Posto isto, O Patriarca achou por bem revelar a sua posição relativamente ao uso de putedo.

O Patriarca não tem qualquer problema moral ou ético quer com as putas quer com os homens que recorrem aos seus serviços.

As mais lógicas e válidas objecções, como o tráfico humano e a exploração de menores, seriam facilmente resolvidas com a legalização e regulamentação da profissão.

As rameiras profissionais não só são impossíveis de erradicar, como tal seria indesejável, pois constituem um importante mecanismo de escape na sociedade. Por um lado mantêm a estabilidade mental de muitos homens que de outra maneira não têm acesso a sexo, por outro mantém em cheque os devaneios da população feminina em geral – não podem tornar tão difícil a vida aos homens que mais valha ir às putas.

Tendo em conta que até no Tinder há quengas a pedir dinheiro por nada, travecos e transgénicos, putas declaradas e gajas a pedir pizza, entre outras aberrações, não é de estranhar que para alguns homens a perspectiva de uma troca directa e sem espinhas de dinheiro por sexo não pareça assim tão mau.

Dito isto, O Patriarca aconselha qualquer homem que se veja impelido a ir às putas que dedique algum tempo a aprender Game. A sensação da caça bem sucedida é algo que todo o homem deveria vivenciar. Além disso, um utilizador regular de putas pode apresentar uma atitude de abundância que outros não terão. Pensar que se a gaja que tens à frente não quiser, as notas no bolso arranjam uma que queira, pode não ser um pensamento bonito, mas é um passo na direcção de uma frame forte.

Num mundo de betas, quem tem Game é rei.

 

Neg para miúdas mais novas

Nota: Isto não foi testado no terreno. O Patriarca está há algum tempo numa relação com uma miúda substancialmente mais nova, mas até apreciaria se ela tivesse menos um par de anos. É um neg teórico desenvolvido com base em bojardas que foi mandando ao longo do tempo e as respostas às mesmas. Encoraja o leitor a experimentar e a dar feedback.

Muitos homens, começando na casa dos 30 anos e agravando-se exponencialmente ao longo dos 40’s e 50’s, têm receio de abordar e seduzir miúdas mulheres mais jovens.

Frequentemente dizem que gostam é de mulheres e não de meninas, como justificação para se ficarem pelas da sua idade. O Patriarca compreende que os gostos humanos são diversos e defende absolutamente a liberdade de escolha, mas sejamos honestos: a maior parte dos homens que dizem isto sofre do síndrome das uvas azedas.

O engate de uma jovem 10 ou mais anos mais nova é extremamente compensador, mas põe uma série de desafios, nomeadamente a percepção que a ninfa possa ter de uma insegurança do macho quanto à diferença de idades.

Posto isto, O Patriarca apresenta:

“Estás estupenda para a tua idade”

puzzled bitch

Atenção: isto não é para usar com mulheres da mesma idade ou ligeiramente mais novas. Aí já não é propriamente uma neg e começa a roçar o insulto. Emprega-se em miúdas substancialmente mais jovens. Regra geral – se a diferença é suficiente para poder ser um potencial problema, a neg aplica-se.

Efeito pretendido (como todas as negs): o que é que ele quer dizer com isso?

“É parvo? Mas se ele tem mais X anos que eu… Será que gosta de miúdas ainda mais novas? Será que acha que eu sou mais velha do que pareço? Será que gosta de mais velhas? Pareço mais madura? Está a elogiar o meu estilo? Está a a gozar comigo?”

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Melhor cenário possível: “deve estar habituado a estar com raparigas mais novas”

No mínimo: criação de intriga, dúvida, curiosidade. E envio da questão da diferença de idades para segundo plano. 

Pérolas d'O Patriarca #3 – Respeito

O respeito é dos mais eficientes agentes secadores de cona conhecidos pelo homem.

Segue daqui uma conclusão lógica. Respeita as mulheres cuja passarinha pretendes que esteja seca na tua presença. A tua mãe, a tua irmã, as outras mulheres da tua família. Ok, talvez não as primas. As colegas de trabalho. As clientes.

As que queres comer… Não!