Deve ser feminista

O Patriarca apercebeu-se recentemente de um método de guerrilha que tem vindo a praticar inconscientemente já há algum tempo.

Já foi dito aqui que o anti feminismo é, nas palavras dos saudosos Mamonas Assassinas (curiosamente, uma banda que talvez não pudesse existir hoje), uma faca de dois legumes.

De facto, se por um lado esta vertente do marxismo é uma espécie de cancro que justificaria uma guerra aberta por parte de todos os homens com testículos funcionantes e mulheres com uma réstia de feminilidade; por outro não é menos verdade que a doença está de tal forma disseminada que faz mais sentido para aqueles que lhe escaparam, não só funcionar à sua margem, como aproveitar-se da vantagem competitiva que a vida baseada na realidade traz relativamente aos imbecis que se encontram enterrados na dissonância cognitiva necessária para subscrever o dito sucedâneo comunista.

Por outras palavras, o homem masculino e a mulher feminina destacam-se positivamente de tal maneira no mar andrógino dos dias de hoje que preocupar-se com o problema é algo contraproducente.

No entanto, há algo que acontece quando abrimos os olhos para a realidade: tendemos espontaneamente a verbalizar o dissidente ponto de vista.

Assim, já há algum tempo que O Patriarca ganhou o hábito de, quando vê uma fêmea obesa, com cabelos aberrantes, roupas masculinas, comportamentos agressivos, opiniões bizarras e outras características frequentemente presentes em harpias, comentar “deve ser feminista”.

Resultado? A respectiva, que num date precoce afirmou ser feminista (como a maioria das tontas que não sabe o que isso significa), actualmente pode ser frequentemente ouvida a dizer algo como “feministas de merda”.

Aliás, isto serve não só para apontar “mulheres” disformes, como para todo o tipo de desviantes que invariavelmente se identificam com a causa. Afinal de contas, a fisiognomia é real.

Chris Bourg butch dyke
Deve ser feminista
ana teresa
Deve ser feminista
Pedro Schacht Pereira
Deve ser feminista
paula cosme pinto
Deve ser feminista
miss traveca
Deve ser feminista

O Patriarca desafia os leitores a adoptar esta atitude no seu dia a dia. Além de ser um alívio para a alma, quem sabe o efeito que alguns milhares de realtalkers poderiam ter na sociedade em geral?

O Engenheiro e o sapo

Um engenheiro estava a passear quando um sapo se dirigiu a ele e disse “Se me beijares, transformo-me numa linda princesa”.

Ele pegou no sapo e meteu-o no bolso.

O sapo falou novamente e disse, “Se me beijares e me transformares novamente numa princesa, serei tua namorada”

O engenheiro tirou o sapo do bolso, sorriu-lhe e voltou a metê-lo (heh) no bolso.

O sapo voltou a falar e disse, “Se me beijares e me transformares novamente numa princesa, caso-me contigo”

O engenheiro tirou novamente o sapo do bolso, tornou a sorrir-lhe e a metê-lo no bolso.

Finalmente o sapo disse, “Qual é o teu problema? Sou uma linda princesa! Porque é que não me beijas???”

O engenheiro respondeu, “Pá, sou um engenheiro muito ocupado. Não tenho tempo para namoradas nem esposas, mas um sapo que fala é fixe p’ra caraças!”


Comentários d’O Patriarca:

  1. Esta história tem uma importante lição de frame para todos os homens
  2. A parte geralmente não contada da anedota: o engenheiro finalmente acede a beijá-la quando ela promete fodê-lo quando ele quiser sem lhe chatear o juízo.

A fisiognomia é real #2 – moda sem género

Hoje O Patriarca vai correr um risco. Há umas semanas deparou-se com este artigo. Como os leitores regulares adivinharão, o título provocou-lhe logo um desagradável frisson. Mas ao ver a fisiognomia do autor, foi tomado de uma certeza: não vai sair nada de jeito daqui. Portanto tomou a decisão de guardar o escrito para ler mais tarde, e dedicar-se antes a escarnecer da Amelita Falóide que o debitou. Expõe-se a fazer figura de urso caso a diatribe tenha argumentos relevantes, mas tal é ainda mais improvável quando o autor se apresenta assim:

Quando escrever é uma necessidade quase fisiológica e o gosto por andar sempre em cima do acontecimento difícil de contornar, ir para jornalista é mesmo o melhor remédio. Nunca tive um blogue (até ver), mas a moda e os seus meandros foram sempre os temas que mais latim me fizeram gastar. Durante cinco anos não larguei as páginas da revista Time Out Lisboa. Entretanto, a cidade ficou pequena para tanta prosa. Agora, é discorrer para o país e para o mundo, sobre moda, design, estilo e gente criativa, e, tal como num desfile, sempre na primeira fila.

mauro goncalves
Quanto é que apostam que nessa boca só entra piça e só sai merda?

O Patriarca lamenta a qualidade da imagem, mas é a única que conseguiu encontrar da patética criatura. Se algum leitor tiver a gentileza de partilhar outra, será adicionada.

A moda nunca será sem género por um período significativo de tempo porque os seres humanos saudáveis exibem polaridade sexual, sempre a exibiram, e vão continuar a exibir. Se ocasionalmente surgem modas fugazes que buscam através de vestes andróginas amenizar este facto imutável, é essencialmente por dois motivos.

  1. A moda é maioritariamente criada por abafadores de cacete.
  2. A moda é maioritariamente consumida por mulheres, que são animais de rebanho frequentemente invejosas de pila. Ah, e por abafadores de cacete*.

Por isso, os desvios dessa normalidade são promovidos por degenerados e consumidos por harpias, mas logo o inexorável mercado sexual se encarrega de corrigir estas tendências.

Os leitores que num momento de fraqueza se sintam compelidos a alinhar em rabicharias que estão na moda poderão ser salvos por esta certeza.


*”Ah mas os homens elegantes!”, contestarão alguns. Não é preciso ser paneleiro para ser elegante. A diferença é que estes homens geralmente não andam a reboque da moda. Escolhem o seu estilo razoavelmente intemporal e vão-lhe fazendo pequenos ajustes.

Provocação Constante # 8: Obrigada

Provocação Constante é uma série em que O Patriarca partilha algumas das pequenas provocações que vai fazendo à sua noiva. Estudiosos de Game e Red Pill sabem que o teasing (provocação) é essencial tanto para o jogo do engate como para a manutenção da tensão sexual dentro de uma relação. Os betas pensam erradamente que arreliar as miúdas lhes pode trazer problemas, quando é precisamente o contrário. Esta série pretende dar exemplos práticos disso mesmo. Always Be Teasing!

Às vezes, a resposta certa a um “Obrigada” quando fazes um favor à querida, não é “De nada”. Às vezes é uma mensagem assim:

obrigado nada

Bónus se o fizeres enquanto ela está numa reunião, e te responde “como é que podes ser tão porco?” e “dei uma gargalhada alto por tua culpa!!”.

Os leitores d’A Távola Redonda sabem o que isso quer dizer.

O Manspreading chega a Portugal

O Patriarca foi acusado de “manspreading” num transporte público em Portugal.

É verdade, já importaram mais um dos chavões com que se vai tentando castrar a masculinidade.

O Patriarca estava tranquilo no seu assento, lendo algo no seu telefone esperto. Recorda-se vagamente de alguém ter ocupado o lugar ao seu lado, embora isso só tenha sido consciencializado pelo que se passou a seguir – dado que nem sequer houve contacto físico.

Até que uma velha gaiteira no assento da frente decide tocar o joelho do vosso chauvinista favorito para lhe chamar a atenção. Olhando para trás, isto devia ter justificado a activação do sistema de alarme do metro, e posterior denúncia às autoridades por assédio sexual de uma sexagenária a um jovem atraente. “Olhe lá, encolha-se um bocado, não vê que a menina nem se consegue sentar?”

O Patriarca levantou a cabeça e analisou a situação. Estava na sua posição normal, pernas moderadamente abertas, deixando o espaço necessário para alojar confortavelmente as pendentes gónadas que ainda não deixaram de produzir testosterona por decreto ou leite de soja. Admitidamente estava a cruzar milimetricamente a linha que divide os assentos. A harpia grisalha fitava-o com o ar desafiador apenas permitido às mulheres ocidentais do século XXI, esperando uma reacção. A jovem ao lado estava na sua, na posição tipicamente feminina* de quem não está a convidar todas as piças da carruagem a vir dar uma voltinha.

Com a civilidade que infelizmente ainda lhe resta, o nosso alastrado herói declinou mandar a caduca megera à merda e em vez disso recolheu a perna os milímetros suficientes para caber na caixa imaginária que lhe estava destinada.

Como sabemos, esta não é a atitude mais eficaz perante marxistas.

“Olha, nem se mexeu! Dê lá espaço à menina!”

Nisto a jovem intervém, “Não há problema nenhum, deixe estar”

A decrépita abelhuda volta à carga “Então mas acha isto bem, está ali com as pernas todas abertas!”

O Patriarca, sem se mover nem mais um milímetro, fita a criatura e diz, “Meta-se na sua vida. Eu não estou a ocupar mais que o normal, e a rapariga não se está a queixar”. Volta ao que estava a fazer.

A jovem reforça que não há problema. A velha ainda ladra mais qualquer coisa, mas perante a indiferença geral acaba por se calar.


*Antes dos acordes na internet, havia o saudoso Eurico A. Cebolo com os seus livros “Guitarra Mágica”, que entre outras coisas ensinava a maneira apropriada de sentar para tocar, consoante o aspirante fosse homem ou mulher. O Patriarca tentará encontrar a cópia que possui e postar as imagens respectivas.

 

O Respeito não existe

O respeito não existe. Não como o apresentamos. Talvez em relações – amorosas, de amizade ou familiares – que existam há anos, onde o outro chateado já não incomoda o nosso sossego, talvez aí ele exista. De resto, aquilo que ordinariamente apelidamos de respeito, na verdade é só medo.

Nós somos seres humanos e a nossa natureza diz-nos que, enquanto indivíduos, somos prioridade. O respeito, no seu sentido mais puro, é um acto egocêntrico, o que significa que assumi-lo é ir contra a nossa natureza. No entanto, demonstramos aquilo que se aparenta com respeito todos os dias. Porquê?

A nossa linhagem enquanto seres vivos criou no nosso cérebro um padrão de sobrevivência baseado em emoçes, o que faz com que as nossas decisões sejam tomadas através das emoções que sentimos.

Explicados este dois pontos, podemos concluir que se agimos tanta vez contra a nossa natureza é porque temos outra regra a dirigir as decisões: as emoções, neste caso o medo. O medo de ao tomar qualquer outra decisão, causarmos incómodo na outra pessoa e por consequência, perdê-la. No fundo, respeitar alguem significa saber o valor que o outro tem e ter medo de perder essa pessoa.

É por esse motivo que o respeito tem de ser ganho, porque não é verdadeiramente um gesto altruísta, é um gesto de medo. Por isso é tão importante marcares desde cedo os teus limites e chateares-te com quem os pisa, para saberem que há uma recompensa negativa em voltar a pisá-los. Porque sem o medo não há respeito.

P.S.: quando dizem “não é medo, é respeito” é medo.

Porque é que todo o homem deve ter um espanca-mulher

Siga-nos no Facebook!


Nota prévia: O Patriarca opõe-se a todo o tipo de violência doméstica*. Dada a aversão das redes sociais a blogs anónimos, um título mais escandaloso pode ajudar a promover-nos. A tradução literal de wifebeater, um nome dado às t-shirts de alças, é feita com esse objectivo. Explicado o clickbait, vamos ao artigo.

Ah, as camisas de manga cava. Ou regatas, como O Patriarca aprendeu ao estudar este tema. Ainda dizem que os blogs não dão cultura. Vindo de um meio em que este tipo de vestuário é desdenhado por ser praticamente sinónimo de guna, a Red Pill e o ferro têm vindo a fazer O Patriarca ganhar-lhe algum respeito e apreço.

Para além dos óbvios benefícios em termos de leveza e conforto, principalmente em dias de calor ou ao realizar actividade física, os espanca-mulheres têm algumas vantagens menos evidentes numa sociedade envolta num manto de fumo que tenta ocultar as realidades animalescas da natureza humana, principalmente a nível sexual.

Nas últimas décadas conseguiu-se que a exibição do corpo passasse praticamente a ser exclusividade das mulheres. Habituados a esconder a sua estrutura anémica debaixo de roupas pouco reveladoras, demasiados homens compraram a mentira de que elas acham a inteligência mais sexy do que os músculos. E que ser musculado é ser parolo. Por mais que a crescente legião de nerds gostasse que isso fosse verdade, não se mudam largos milénios de evolução em meia dúzia de anos.

Executivos

Numa época em que se exalta a androginia, frequentemente sob a forma de mariconços alimentados a soja e power bitches cheias de chumaços, uma peça de roupa que realça a polaridade sexual é uma lufada de ar fresco.

wifebeater casal

Por outro lado, o próprio nome pode dar à tua mulher algumas imagens mentais naturalmente conducentes ao humedecimento do berbigão. Se ela não conhecer o termo, podes explicar-lhe.

palmadas
Com exemplo prático.

Por fim, a manga cava expõe o teu corpo não só aos os outros, mas a ti mesmo. Se ainda não aderiste ao ferro, ver os teus bracinhos enfezados pode ser a motivação de que precisavas. Se já aderiste, facilita a admiração dos frutos do teu trabalho.

Se não tens um espanca-mulher, devias comprar um ainda hoje.


*Não consensual.

Sobre objectificação, escrito por um homem

Siga-nos no Facebook!


Acabei de ler um artigo que me deixou revoltado. Fala sobre a evolução das normas da sociedade e das medidas que se tiveram de tomar em conformidade com essas mesmas na F1, retirando de cena as mulheres que entregavam a taça ao vencedor.

O que os homens às vezes parecem esquecer é que não é fácil ser mulher. Não é fácil estar num bar e no caminho entre a casa de banho e os amigos ser abordada dez vezes por uma diversidade de homens que vai desde a besta até ao principe encantado dos contos de fadas. Não é fácil ser chamada de puta por terminar cada fim de semana com um homem diferente. E definitivamente não é fácil não serem vistas com respeito e capazes de liderar uma equipa.

O que as mulheres ignoram é que também não é fácil para os homens terem de andar meses atrás de mulheres até conseguirem provar-lhes que merecem um relacionamento com elas porque antes dela acabavam todos os fins de semana com uma mulher diferente. E quantas mulheres já se roçaram em mim e nos meus amigos, já trocaram olhares comigo, escreveram o numero de telemóvel em baton num papelinho?

E em relação aos cargos de chefia, também nem todos os homens lá chegam. São poucos os que assumem esse cargo, porque só os que têm capacidade de liderança podem ocupar um cargo de liderança. Algumas mulheres chegam lá, mas têm de ter uma luta muito maior, porque é dificil compatibilizar uma imagem social e também biológica do que é a mulher com uma imagem forte e de liderança característica de um líder. Em regra, os homens mostram mais estas características que as mulheres. Mas nem todos as mostram e por isso não é qualquer um que assume tais cargos.

Esta é uma das razões pelas quais me enervo com estas ideias morais que vão surgindo no dia-a-dia que representam lutas pequenas, insignificantes e pura e simplesmente estúpidas. Lutar contra a objectificação das mulheres. As lutas sob esta desculpa têm uma tendência a serem mesquinhas e egoístas, claramente vindo de um ponto de raiva interno da pessoa que faz o protesto. Se analisarmos os anos de história, uma das grandes motivações para sequer termos um sonho é a validação, ainda mais a validação do sexo oposto. É normal que um corredor de fórmula 1 sonhe desde miúdo atingir o primeiro lugar do pódio e ver chegar duas belas mulheres para lhe entregarem a taça, uma coroa de flores e uma garrafa de champagne para despejar sobre todos aqueles que comemoram consigo a vitória, por todos os estímulos que são oferecidos naquele momento. Porque é que haveremos de lhe tirar um dos estímulos? Não é uma tradição que magoe ninguém, porque ao contrário do que muitas vezes acontece na prostituição, estes trabalhos que se baseiam em dar a cara – não dar o corpo, que essa é uma expressão utilizada mais na outra área laboral referida nesta frase – não obrigam as mulheres a participarem: é contratada uma empresa que lança a proposta às suas funcionárias que trabalham a prestações de serviços – ou assim deveria ser, aposto que muitas pagam por baixo da mesa – e as eleitas são escolhidas daquelas que mostraram interesse. Portanto estas sabem sempre ao que vão antes de sequer concorrerem. Inclusive as empresas mostram uniformes que normalmente são selecionados para esse determinado tipo de evento. Portanto, se elas estão a objectificar-se a si mesmas, é inteiramente um problema delas. Se as feministas se quiserem revoltar contra a objectificação das mulheres, então aí levanta-se uma questão muito maior: onde é que elas estão quando passa na televisão o anúncio do perfume Invictus e o do gajo a barrar manteiga flora no pão? Em ambos os dois estão em tronco nú e não vejo ninguém revoltar-se contra isso.

Porque a objectificação não é das mulheres: é da espécie humana. Nós estamos cada vez mais confortáveis com o sexo e a prova disso é que já o usamos para vender, já o usamos e abusamos dele na arte, já o usamos para fechar negócios. São factos: a música tanto cantada por homens como por mulheres está cada vez mais carregada de teor sexual, existem dezenas de fotógrafos a fotografar mulheres despidas e existem instagrams cheios de fotos de homens de cabelo comprido, ou de barba, ou dilfs (daddy i would like to fuck), a versão masculina das milfs. E centenas de negócios são fechados em casas de strip e outra centena são fechados quando a mulher decide lançar charme para o homem para que ele sonhe que tem hipóteses com ela caso o negócio se feche.

Como é que estamos a julgar a objectificação das mulheres se muitas delas tomam medidas conscientes nesse sentido e se a separamos da objectificação dos homens? Não. De onde é que vêm estes double standards? Não podemos ser preto ou branco, a maior parte da vida é vivida no cinzento.

Estes são os padrões da sociedade com que vivemos hoje: o que vende são os bebés, os gatinhos e o sexo. Quer gostes ou não, se vives em sociedade tens de te adaptar a ela, não podes alterar só as pedras que tu achas que te estão a atrapalhar a ti.