Comentário (imbecil) da semana: os terríveis red pill

No último artigo do Myrddin Emrys, a leitora Ork Ragnaroc, aparentemente acusando o golpe, comenta:

Isto é que são os terríveis red pill ?

Parecem a minha tia-avó que nunca saiu da aldeia de trás-os-montes e nunca viu um comboio.

Vocês não sabem que há séries que não são para a vossa idade ?

E que mais é que os choca ?

Digam lá.

Como boa comuna, confunde a rejeição de imbecilidades ditas “progressistas” com ignorância.

Com o cargo de “fudida na empresa Trabalho para um sacana que me rouba.“, depois de ter estudado em “Uma universidade que me deu um diploma que não vale a ponta de um chavelho” onde “Chumbei uma data de vezes e prefiro não falar nisso“, é normal que pertença ao grupo de gente que prefere ver o mundo a arder do que enfrentar as razões dos seus próprios fracassos.

Mas tentando ser pedagógico e explicar aos putos chavalos desta vida o que é que é a Red Pill, O Patriarca começa por explicar o que não é.

A Red Pill não é um grito de revolta. A Red Pill não é uma tentativa de ser terrível, de ser do contra, de chatear os paizinhos, de achincalhar o sistema, de ser “moderno”, “progressista”, ou lá o raio das palavrotas de ordem de merda que os marxistas adoram.

A Red Pill é uma tentativa de explicar a realidade da forma mais aproximada e útil possível para que o indivíduo que a usa como frame possa navegar o mundo de forma eficiente e atingir o seu potencial.

Os nossos bisavós, que estavam mais preocupados com a realidade do que em inventar mais géneros para acrescentar ao comboio LGBTQPUTAQUEOSPARIU, provavelmente responderiam aos princípios Red Pill com “Sim, e a água é molhada. E então?”.

Provocação Constante #6 – “É Complicado”

Provocação Constante é uma série em que O Patriarca partilha algumas das pequenas provocações que vai fazendo à sua namorada. Estudiosos de Game e Red Pill sabem que o teasing (provocação) é essencial tanto para o jogo do engate como para a manutenção da tensão sexual dentro de uma relação. Os betas pensam erradamente que arreliar as miúdas lhes pode trazer problemas, quando é precisamente o contrário. Esta série pretende dar exemplos práticos disso mesmo. Always Be Teasing!

Surgiu cedo na relação entre O Patriarca e a namorada (agora noiva) um pequeno jogo. Quando saem juntos, ocasionalmente depois de uma ausência (ida à casa de banho por exemplo), ao voltar iniciam um flirt como se não se conhecessem de lado nenhum.

Este joguinho aparentemente inocente é interessante, porque por um lado permite à pequena comprovar que o seu homem ainda mantém as qualidades de sedutor que a atraíram inicialmente, e por outro permite a’O Patriarca praticar as mesmas sem ter de o fazer descaradamente com outras gajas.

Às vezes a conversa é totalmente fantasiosa, às vezes é baseada em factos reais. Esta mantinha-se mais ou menos dentro da realidade:

Ela: Então e tens namorada?

OP: É complicado…

Ela [pára o jogo e deita fumo pelas orelhas]: COMO É COMPLICADO???

OP [sorriso sacana]: Bom, tecnicamente já não és minha namorada…

Ela [ar meio irritada meio tesuda, agarrando-se a’O Partriarca]: És tão estúpido!! Se dizes “é complicado” a outras gajas mato-te!


P.S. Se estão a ouvir frequentemente este tipo de “és tão estúpido”, estão a fazer as coisas bem.


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Escudo anti-racismo

Nos dias que correm do culto das virgens ofendidas, alguma acusação vai chegar.

O que a maioria das pessoas ainda não percebeu – o Trump sim, e cavalgou isso até à presidência – é que pedir desculpa não é a solução.

Um pedido de desculpas, que numa sociedade mais civilizada seria a resposta honrada, no mundo degenerado de hoje é um sinal de fraqueza, o sangue na água que chama as piranhas para a festa.

“A Princesa Michael está muito triste e angustiada por ter causado qualquer ofensa”, disse um porta-voz. Apesar de muitos defenderem o alfinete como sendo uma peça extraordinária, a princesa pediu desculpas por tê-lo utilizado.

Há 3 respostas correctas, por ordem crescente de potência (embora possa mudar contextualmente):

  • ignorar
  • admitir um erro e mudar de assunto – por exemplo, “Sim, podia ter escolhido melhor a jóia. Mas o escrutínio das figuras públicas está completamente descontrolado, foi assim que mataram a princesa Diana”
  • concordar e amplificar
alfinete racista
“Da próxima vez, usarei um broche realmente ofensivo e racista”

Este post tem extrema relevância no campo da sedução.


P.S. É inteiramente possível que o pin seja uma mensagem intencional para Meghan Markle. Mesmo assim, a resposta correcta mantém-se. E pode orgulhosamente acrescentar “Chauvinista do Mês” aos títulos.


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Feminismo: birra de adolescente

O ninho das harpias continua a não desiludir.

A inveja de pila é normal na infância. Assim como quase todos os meninos têm em alguma altura da vida inveja do tratamento preferencial que é dado às meninas, também as meninas sentem inveja da aparente falta de limitações que os meninos têm.

Geralmente com o amadurecimento isso passa. A testosterona dispensa paneleirices e abraça o desafio, e o estrogénio esbate a competitividade e traz um maior apreço pelo tratamento de princesa.

Sobram umas desadaptadas com cara de sapo que não são capazes (heh) de encontrar o seu caminho e, desprovidas de um par de gónadas penduliformes que lhes dêem a garra necessária para moldar o mundo à sua medida, recorrem à panaceia feminina: reclamar. Assim nasce a geração seguinte de feministas.

CHEGA MESMO, TÁ??

amansa miuda
Calma, querida…

Valha-nos o pasquim da Ferro Rodrigues para dar voz a diatribes ridículas como a birra desta pita tonta que admitidamente não sabe nada da vida. Só mostra o que são no fundo todas as feministas: umas garotas que precisam é de levar umas nalgadas.

 

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CARTA ABERTA A TODOS OS MACHISTAS

Caros machistas:

Esta carta é para todos vocês que de alguma forma acham que os homens são o sexo “forte”, que o lugar das mulheres é na cozinha, que as mulheres devem receber menos que os homens, que por defender os meus direitos sou lésbica ou que simplesmente “mulher ao volante, perigo constante” define todas nós. Estes são sé alguns exemplos, mas existem muitos mais. No entanto não me posso prender só aqui, tenho que chegar à mensagem que quero transmitir!

Tenho plena noção que esta carta vai ser lida por muitas Mulheres que de alguma forma já se sentiram discriminadas em pleno século XXI. Também sei que o público-alvo (as pessoas que referi em cima) não vão ler, e os que lerem, vão comentar algo do género “não se façam de vítimas”. Mas para mim CHEGA desta situação!

CHEGA MESMO.

Posso ter 17 anos, posso ainda não ter vivido muito, mas sei que não é este o caminho que quero seguir, não é nesta realidade que quero viver. Quero um mundo diferente, um mundo onde tenha as mesmas oportunidades que um homem, um mundo que não me diga que o rosa é para as meninas e o azul para os rapazes. Não quero um mundo que determina que as meninas usam saias e vestidos e só brincam com bonecas. E se eu não gostar de rosa, e se eu quiser brincar com carros ou jogar à bola na rua com os rapazes?

Quantas raparigas foram aprisionadas por estes estereótipos? E quantas ainda se vão sentir pressionadas até que se ultrapasse o problema? Quantas raparigas ouviram “deixa de ser maria-rapaz, larga esse desporto e sê como todas as outras”. “Deixa o teu cabelo crescer, não o cortes curto, senão pareces um rapaz!”. Quantas de nós foram infelizes e deixaram de fazer as coisas que mais gostavam por comentários como estes, que tornaram a sua infância e muitas vezes a sua adolescência mais tristes por medo de serem gozadas.

Posso ser jovem mas já tenho muita noção das coisas, muito mais noção que muitos adultos! Não é preciso ganhar nenhum “Prémio Nobel da Inteligência” para entender o mundo em que vivo e fico cada vez mais triste com as notícias que leio nos jornais, como a da violência doméstica deixar de ser crime num país dito civilizado! Porque é que as mulheres têm que servir como “moeda de troca” em guerras geradas por homens, sendo raptadas, violadas, mortas, sem que tenham qualquer culpa pelo que aconteceu? Quantas mulheres continuarão a ser obrigadas a casar com homens de quem não gostam? Quantas mais mulheres serão vendidas por meros trocos? Quantas tiveram de abandonar os seus empregos, muitas vezes melhor remuneradas do que os vossos, porque vocês se sentiam inferiores e as obrigaram a desistir dos seus sonhos?

Podemos superar tudo isto? Custa muito deixarem-nos ser livres e escolher o que realmente queremos, sem sermos julgadas e sem qualquer tipo de preconceito?

Acho que é um exercício bastante simples da vossa parte, é só tratarem-nos da mesma maneira que são tratados e como gostam de ser tratados!

Ah e BASTA, até este problema estar resolvido, não há ninguém que me cale! Porque enquanto cada uma de nós se levantar e lutar pelos seus direitos, indiretamente está a levantar-se e a lutar pelos direitos de todas nós!

Ana Beatriz Basílio, 17 anos.

José Pratas, a morte de um pusilânime

Embora não estejamos num blog sobre futebol, O Patriarca é um apreciador da modalidade apesar de todos os factores negativos que a rodeiam. Uma das vantagens do futebol é que põe o grosso dos homens portugueses em pé de igualdade e a falar a mesma língua, pelo que é de aproveitar quando nos apresenta um tema que pode ser relacionado com a masculinidade.

Qualquer adepto que já prestasse atenção à bola indígena no início dos anos 90 sabe o significado da imagem que dá o mote a este post. Aliás, esta imagem é um perfeito resumo da podridão que era o futebol nacional nessa década. Mas não estamos aqui hoje para discutir o efeito nefasto que um clube corrupto que dá uma conotação asquerosa à cor azul teve nesses tempos.

O retrato da cobardia

Estamos aqui, sim, para falar do contrário do Cristiano Ronaldo. Assim como o CR7 é um exemplo do que todos os Portugueses deveriam ser para tirar o máximo partido das suas vidas e impulsionar o nosso país para a Glória, José Pratas é um exemplo do que todos os homens devem evitar na sua vida, se não querem ficar na memória colectiva de um país como um rafeiro a fugir com o rabo entre as pernas, enquanto contribuem para que isto continue a ser um lamaçal.

jose pratas borrado
É difícil encontrar uma imagem em que este gajo não pareça um pardal assustado

Curiosamente, nesta mesma semana, foi finalmente esclarecida uma outra situação, bem mais antiga e que demorou 18-anos-18 a ser explicada pelo seu protagonista, um outro árbitro, José Pratas, a quem coube dirigir em 1992 uma final da Supertaça entre o Benfica e o FC Porto, em Coimbra. O público nas bancadas e os espectadores que seguiram o jogo pela televisão ficaram com a ideia de que José Pratas foi perseguido ao longo do campo pela equipa do FC Porto depois de ter validado um golo ao Benfica, apontado por Isaías. Foi-nos explicado, há 18 anos, que a cena não passara de uma ilusão de óptica. Pratas nunca na vida andara a fugir da equipa do FC Porto e, por essa razão, não havia que advertir disciplinarmente nem expulsar ninguém.

José Pratas demorou, demorou mas veio, por fim, esclarecer-nos a todos. “Não foi uma fuga, foi uma reacção natural de quem se sente atacado e ameaçado. Devia ter acabado com o jogo por insubordinação da equipa do FC Porto”, disse a “A Bola” nesta quinta-feira. É capaz de ter razão. E o Benfica, se calhar, devia ter mais uma Supertaça no seu palmarés.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/desporto/detalhe/memorias-de-jose-pratas

“Não foi uma fuga, foi uma reacção natural de quem se sente atacado e ameaçado.”

O Patriarca ao ler isto só se recorda dos brilhantes Monty Python e a sua “História de Sir Robin”.

Caro Pratas, foi uma fuga. E ninguém condena que se sinta medo quando vêm 11 matulões com cara de poucos amigos na sua direcção. Mas o senhor não estava na rua, onde a reacção lógica e inteligente seria precisamente dar à sola. Tinha uma responsabilidade, uma posição de autoridade naquele lugar, reforçada pelo estatuto de árbitro internacional, e portanto REPRESENTANTE DE PORTUGAL NO MUNDO. E havia um corpo policial presente, pelo que o perigo era relativo. Portanto, na prática, manchou toda a sua carreira e a imagem do País por ter medo de ficar com um olho negro. O suficiente para lhe dar pesadelos.

“Numa vez nem preguei olho! Cada vez que fechava os olhos lá vinham o Couto e o Paulinho Santos direitos a mim…”

José Pratas

jose pratas cartoon
Fonte: Carlos Laranjeira

O Patriarca sabe que é feio bater em mortos. Mas hoje a imprensa está cheia disto:

O presidente do CA, José Fontelas Gomes, falou ao site da FPF e descreveu José Pratas como “um árbitro de referência do futebol português, atual observador e formador dos quadros profissionais, além de uma pessoa afável e sempre disponível”.

Quem também reagiu foi Pedro Proença, presidente da Liga. “Hoje perdemos um dos árbitros que mais engrandeceu a classe. José Pratas representava uma geração de árbitros que teve grande relevância no desenvolvimento do futebol profissional. Sentimos todos a sua perda”, partilhou.

E isto não pode ser. A coragem é uma das maiores virtudes masculinas, e vem daí que a cobardia é um dos piores defeitos. Enaltecer um poltrão, que ainda por cima foi encarregue de espalhar a sua frouxidão às gerações vindouras, pode ser prática comum na nossa praça, mas não é aceitável na Távola Redonda.

Esperamos que o leitor, quando estiver a tomar uma decisão cobarde, pense em José Pratas e faça o contrário. Ninguém quer que quando se pesquisa o seu nome no Google apareça em primeiro lugar o vídeo da triste fuga.

jose pratas google

Deixamos então aqui um epitáfio mais adequado à criatura.

 

JOSÉ JOÃO MENDES PRATAS

06-10-1957 – 01-10-2017

JÁ NÃO FOGE MAIS

 

Provocação Constante #3

Provocação Constante é uma série em que O Patriarca partilha algumas das pequenas provocações que vai fazendo à sua namorada. Estudiosos de Game e Red Pill sabem que o teasing (provocação) é essencial tanto para o jogo do engate como para a manutenção da tensão sexual dentro de uma relação. Os betas pensam erradamente que arreliar as miúdas lhes pode trazer problemas, quando é precisamente o contrário. Esta série pretende dar exemplos práticos disso mesmo. Always Be Teasing!

Cenário: O Patriarca e a querida a comer milho frito do mesmo (pequeno) pacote. Há um momento em que ambas as mãos se tentam meter no pacote ao mesmo tempo.

Beta, retirando rapidamente a mão: Por favor, por quem sois! Comei à vontade minha dama, aguardarei pacientemente a minha vez!

Resposta: Que gentil! [seca a passarinha]

O Patriarca: dá uma bofetada (suave) na mão da querida e serve-se.

Resposta: Riso indignado e palmada no rabo [molha a passarinha]

Isto serve também como resposta a quem diz que Game e Red Pill matam o “ser eu mesmo”. Passa-se em décimos de segundo, sem pensar, porque está integrado; só é analisado a posteriori porque dá um bom post. É um novo “eu mesmo”.