Os loucos mandam no manicómio (e o Público aplaude)

Que o jornal “Público” é um lamentável pasquim de esquerda, já O Patriarca sabe há algum tempo. O que ainda não se tinha apercebido é que já tinham dado o salto para marxismo descarado.

Não é de estranhar que um dos muitos jornais anti-Trump nos EUA faça uma “notícia” destas. Propaganda democrata num jornal português é que já é ir longe demais.

Depois de um ano de dúvidas, recriminações e falhas nas eleições especiais para o Congresso, os democratas finalmente obtiveram grandes vitórias nas eleições estaduais que desejavam tão ansiosamente, numa altura em que se completa um ano desde que Donald Trump ganhou a presidência.

A Virginia é o exemplo claro da recuperação azul (a cor do Partido Democrata)

A Virgínia votou sempre democrata desde 2008, quando os imigrantes panchitos finalmente ajudaram os afro-americanos a dar a volta à balança populacional. Portanto isto é mais ou menos o mesmo que dizer que a CDU ganhar Santiago do Cacém demonstra o ressurgimento do comunismo em Portugal.

Mais à frente tudo se torna claro – o autor não nomeado do artigo exulta com a nomeação de um doente mental para o Congresso Estadual.

A Virginia é o paradigma das vitórias democratas, também pelo facto de ali ter sido eleito, pela primeira vez, um deputado transgénero (para o Congresso estadual). Mas sobretudo pelo facto de o candidato republicano ter encarnado todas as bandeiras e tácticas de Donald Trump e mesmo assim ter falhado.

danica-roem-zoom
O Patriarca pede desculpa pelos danos mentais que esta imagem possa causar aos leitores

É verdade, estes “exemplos da recuperação democrata” que querem mandar abaixo estátuas de figuras históricas significativas como bons comunistas, pegam num gajo de cabelos compridos (O Patriarca não se deu ao trabalho de investigar se a criatura cortou a picha ou não, e francamente está-se nas tintas), chamam-lhe mulher e exultam com a eleição para um cargo público relativamente importante de um indivíduo com elevada probabilidade de padecer de doenças psiquiátricas mais graves ou de se matar.

Cá pelo burgo, com a triste mania que temos de importar as insanidades amaricanas, a juntar à conjectura governativa favorável fornecida pela agremiação marxista “As Sapatonas” (Bloco de Esquerda), é só uma questão de tempo até a moda pegar.

Dantes os loucos iam para o Júlio de Matos para serem tratados. Agora vão para a política espalhar a doença.

respeito autarca
Brevemente numa Câmara perto de si?

Sobre a independência

Até os mais distraídos já terão notado que nuestros hermanos estão em ebulição.

O que O Patriarca ainda não conseguiu compreender totalmente foi o apoio generalizado da esquerda portuguesa (e internacional? a capacidade de atenção esgota-se) à intenção independentista da Catalunha, encabeçada por uma força política nacionalista e teoricamente virada à direita (Nazis, portanto). Tem 4 teorias sobre o assunto:

  1. Estão a correr o guião marxista que pretende rebentar com tudo o que seja ordem e harmonia
  2. Pode haver aqui uma ameaça à monarquia, e os vermelhinhos odeiam mais monarcas que nazis.
  3. Estão ressabiados porque o Rajoy não quis fazer uma geringonça com o paneleirote do Pablo Iglesias, e portanto tudo o que o prejudique é bom
  4. Todas as anteriores

Seja qual for o móbil, há uma coisa que os seus pequenos cérebros neobolcheviques não conseguem compreender: a independência não se faz com referendos. Com um referendo e boa vontade consegue-se autonomia, que é uma benesse concedida pelo estado central e de que a Catalunha já gozava.

As suas mentes criadas sob a alçada de pais-helicóptero, parques infantis à prova de acidente, prémios de participação, professores brandos, mitos de igualdade e desportos efeminados, nunca saíram de um estado pré-adolescente que não é capaz de entender que os actuais estados independentes se formaram à custa de muito sangue, suor e lágrimas. Sangue, principalmente.

A independência consegue-se possuindo, para além da vontade do povo, um exército com capacidade e motivação para defender o território, superior à capacidade e motivação do exército de que dispõem aqueles que pretendem manter o jugo. Já para não falar de recursos naturais e/ou alianças mercantis que permitam sustentá-lo pós separação.

Puigdemont aparentemente compreende-o, por isso está a pedir um exército. Mas ninguém vê o ridículo desta situação? “Podem arranjar-me um exército para me revoltar contra vocês?” A sério??? O que é que é suposto o governo espanhol fazer? Perguntar-lhes “Querem ficar com o nosso todo, ou só metade”???