Provocação Constante #6 – “É Complicado”

Provocação Constante é uma série em que O Patriarca partilha algumas das pequenas provocações que vai fazendo à sua namorada. Estudiosos de Game e Red Pill sabem que o teasing (provocação) é essencial tanto para o jogo do engate como para a manutenção da tensão sexual dentro de uma relação. Os betas pensam erradamente que arreliar as miúdas lhes pode trazer problemas, quando é precisamente o contrário. Esta série pretende dar exemplos práticos disso mesmo. Always Be Teasing!

Surgiu cedo na relação entre O Patriarca e a namorada (agora noiva) um pequeno jogo. Quando saem juntos, ocasionalmente depois de uma ausência (ida à casa de banho por exemplo), ao voltar iniciam um flirt como se não se conhecessem de lado nenhum.

Este joguinho aparentemente inocente é interessante, porque por um lado permite à pequena comprovar que o seu homem ainda mantém as qualidades de sedutor que a atraíram inicialmente, e por outro permite a’O Patriarca praticar as mesmas sem ter de o fazer descaradamente com outras gajas.

Às vezes a conversa é totalmente fantasiosa, às vezes é baseada em factos reais. Esta mantinha-se mais ou menos dentro da realidade:

Ela: Então e tens namorada?

OP: É complicado…

Ela [pára o jogo e deita fumo pelas orelhas]: COMO É COMPLICADO???

OP [sorriso sacana]: Bom, tecnicamente já não és minha namorada…

Ela [ar meio irritada meio tesuda, agarrando-se a’O Partriarca]: És tão estúpido!! Se dizes “é complicado” a outras gajas mato-te!


P.S. Se estão a ouvir frequentemente este tipo de “és tão estúpido”, estão a fazer as coisas bem.


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#BemVindasGatasRefugiadas

O Patriarca não pretende de maneira nenhuma tornar-se um papagaio do Chateau Heartiste. Mas há de facto boas ideias por ali que merecem ser propagadas.

Ora bem, um dos argumentos para importar hordas de bárbaros do sexo masculino é a baixa taxa de natalidade dos Portugueses (e do restante mundo ocidental).

Alguns dos motivos mais importantes para essa baixa natalidade são facilmente identificáveis: gordas alucinadas que não percebem que são intragáveis, harpias pedofóbicas, feminização dos homens e a estratégia de montar o carrocel das piças e pensar que no fim encontram um Beta à espera (spoiler: muitas não encontram).

Seguindo esta linha de pensamento, introduzir em barda homens provenientes de culturas misóginas poderá não ser a melhor opção, dado que o principal método de cortejo destes é a violação (o argumento de que é precisamente isto que as feministas desejam, nem que seja subliminarmente, será guardado para outro post).

Um caminho diferente

Mas importar mulheres destes países… Como poderão as harpias negar as vantagens desta estratégia? Por um lado são umas analfabetas subservientes, e como tal não são competição para mulheres fortes, independentes e educadas. Ficarão com os Betas que elas não querem. Por outro como estão habituadas a ser oprimidas, podem dedicar-se à procriação deixando as restantes livres para se dedicar à carreira até à esterilidade. E estão a salvar membros da irmandade venusiana das garras do pior patriarcado de todos, a Sharia! É só vantagens!

E para os homens, tantas possibilidades de escolha!

hot syrian 1
Um olhar doce e feminino?
Mariana Mortagua e Catarina Martins.jpg
Ou umas cabras rezingonas mulheres fortes e independentes?
refugiadas
Mulheres que se esforçam para agradar oprimidas?

(Até a gorda da imagem acima ao menos esforça-se)

galderias.png
Ou galdérias?
Hot refugee
Iletradas subservientes?
paula cosme pinto
Ou mulheres fortes e independentes?

O mundo está escandalizado! Os instagrams são apagados! Mas não há como calar esta ideia!

gatas sirias.png
#BemVindasGatasRefugiadas

 

Marca Beta do Mês – Preservativos Control

Em homenagem ao clássico “Beta of the month”  do Chateau Heartiste, onde o mesmo expõe casos de comportamentos beta dos mais tristes exemplares masculinos. A Távola Redonda traz-vos a versão Portuguesa para marcas comerciais.

O objectivo, esmiuçar as situações em que a violação dos preceitos masculinos é de uma grandeza tão constrangedora que a exposição pública é absolutamente necessária para estancar esse mal.

A história deste mês começa com o seguinte anúncio no facebook da marca Control.

control

Em suma, uma marca cujo público-alvo são homens faz uma afirmação de que estes gostam de uma determinada posição sexual, onde a mulher se encontra dominada pelo mesmo. À primeira vista, nada de novo. Não é preciso ter-se uma grande experiência sexual para saber que as mulheres gostam, e muito, de ser dominadas na cama ( e mesmo fora delas). Ora vejamos o que se seguiu.

control portugal beta

Surpresa?! Não… Como seria de esperar uma chuva de mensagens de feministas indignadas e manginas em busca de aprovação (destas primeiras) inundou as redes sociais. As feministas como se sabe – já não têm quaisquer lutas credíveis para onde se virar – para manterem esse lobby vivo, passaram a alimentar-se de tudo o que possa ser usado como arma de arremesso para atacar o sexo oposto.

No entanto, até o mais ingénuo dos transeuntes que tenha dado de caras com o anúncio, deverá ter percebido que aquilo era, apenas, uma imagem com piada e um comentário com o objectivo de gerar uma certa onda, sem contudo ferir qualquer pessoa ou susceptibilidade.

De modo que, o desfecho da história vai mostrar-nos, mais uma vez, a falta de coragem para manter posições que assola a nossa sociedade.

beta do mes

Pois bem, a Control Portugal vacilou totalmente, tal como o mais inocentes dos beta, ao primeiro sinal de indignação da fêmea, foi imediatamente a correr pedir desculpa.

Como é que uma marca direccionada a homens (masculinos) que fazem sexo, pode ser coerente se não é capaz de aguentar uma simples frame?

Felizmente para nós, muitos portugueses começam, cada vez mais, a abrir os olhos e aperceber-se das verdades da Red Pill. Deixo-vos, no final do post, a  transcrição na íntegra da brilhante resposta ao sucedido do comediante Paulo Almeida.

E, porventura, quando forem a uma farmácia comprar preservativos. Lembrem-se de que existe uma grande probabilidade da fêmea que vão partir, estar ao corrente da falta de colhões que representa a control. Pensem duas vezes, se querem correr o risco de ser associados a marcas Beta.

“No dia 31 de Março, a Control publicou esta imagem na sua página de Facebook acompanhada do texto “Esta é a posição que mais agrada aos homens e nada mais é do que a mulher ficar de 4, dando total poder ao homem sobre ela. Experimenta que o resultado será bom de certeza.”
Umas horas depois emitiu o pedido de desculpa que podem ver na imagem e apagou a publicação.
Porquê?
Porque centenas de indignados inundaram a caixa de comentários da marca e acusaram-nos de machismo. Horas depois, a plataforma “Capazes” aproveitou a onda, quiçá para tentar vender mais 1 ou 2 produtos de merchandising, felicitou a Control pela atitude e deixou um conselho para que “as próximas campanhas sejam um reflexo de uma evolução na comunicação” porque não querem ler posts destes. Isto depois de terem comentado esse mesmo post dizendo “Control Portugal que vida sexual aborrecida que vocês têm! É que esta cena do poder…é muito relativa. Sabem que também há homens que ficam de 4 nesta posição? E super “agradados”? Experimentem. O resultado será bom com certeza. Beijinho no ombro.”
Uma evolução na comunicação?! Não me lixem.
Isto é um retrocesso na comunicação, isso sim. Hoje em dia quando meia dúzia de pessoas se juntam online para fazer queixinhas, a maioria das marcas e figuras públicas ficam com o rabo entre as pernas e preferem pedir desculpa indo contra o que acreditam para não perderem 4 clientes ou patrocínios, do que cagar de alto para esta meia dúzia de ditadorzecos wannabe.
Sim, esta era uma campanha dirigida aos homens, baseada numa suposição popular e conhecida de que esta é a posição que mais agrada ao sexo masculino e utilizaram um homem e uma mulher porque nas palavras da marca, “é apenas uma forma de comunicar usando os símbolos presentes no logotipo”.
Podiam ter invertido a situação? Podiam ter usado 2 mulheres ou 2 homens? Podiam. Mas não o fizeram simplesmente porque esta campanha era dirigida ao público masculino heterossexual. Ponto.
Esta nova cultura do “desculpismo” preocupa-me porque está a colocar um poder cada vez maior nas mãos de grupos organizados e de patetas solitários que pensam que são os provedores da moral e dos bons costumes da internet. E preocupa-me ainda mais porque da internet para o mundo real é apenas um pulinho, e qualquer dia dizer “bom dia” a um amigo que encontramos na rua vai ser considerado “ofensivo” e “sexista” porque não dissemos “bom dia” a todas as mulheres, bissexuais e transgéneros que possam estar hipoteticamente num raio de 500 metros.
Não há mesmo pachorra para isto.
Publicitários, marcas, figuras “públicas”…faça-me um grande favor e ganhem um par de c*lhões para mandar esta gente toda para o caralh* ok? «

Dia de São Valentim

skittles

Ontem foi dia de São Valentim. O Patriarca é Benfiquista, e tem namorada. Marcou jantar para as 22h. Saiu do trabalho, sentou-se num café perto do local onde a cara-metade tem aulas, a beber tranquilamente umas imperiais enquanto via o inapropriadamente calendarizado embate entre Benfica e Borussia Dortmund. A querida juntou-se a ele pouco depois. Não aprecia particularmente futebol mas o entusiasmo contagia-se. São Ederson salvou a noite desportiva.

Mas O Patriarca não tinha nada para oferecer à querida (para além do jantar). Para ser honesto, até tinha intenção de comprar uma flor ou um cartãozito lamechas, mas uma semana de loucos não o permitiu. Foi com algum alívio que constatou que não estava numa relação com um transgénico particularmente bem conseguido, pois como boa mulher não perdeu a oportunidade de comentar “Então e não me compraste nada??”

“Pensava que a partir de um certo grau de ser DO CARALHO um gajo estava dispensado dessas coisas”

Seguiu-se uma tentativa de resposta indignada que fez um péssimo trabalho em disfarçar um brilho de luxúria nos olhos. Não se tocou mais no assunto, o jantar foi excelente. O garçon ainda providenciou uma rosa. Desnecessário, mas perfeito.

O Patriarca foi furiosamente cavalgado nessa noite. Os vizinhos não devem ter gostado. Ao preparar-se para adormecer, não pôde deixar de esboçar um sorriso maldoso ao imaginar a quantidade de Benfiquistas por esse país fora que não viram o jogo e ainda lidaram com uma “dor de cabeça”.

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Um homem confiante na sua frame dá presentes à namorada quando quer e quando pode, pelo prazer de o fazer e não pelos resultados que isso lhe possa trazer. Ela vai respeitá-lo  e desejá-lo quer venha com um ramo enorme de rosas quer venha com as mãos a abanar – desde que ele não se ponha a tentar arranjar justificações e desculpas como um beta.

E em caso de dúvida, sê um homem Skittles. (tl;dr – duas amigas descobrem que tinham andado a ser comidas pelo mesmo gajo, que mantinha uma espécie de harém e lhes oferecia Skittles no aniversário)