Château Heartiste

Por excelentes motivos pessoais e profissionais, O Patriarca não tem tido possibilidade de publicar nos últimos tempos.

Para compensar, vem hoje prestar um serviço público que poderá ser de valor para as gerações vindouras.

O actual clima de censura da internet poderá significar o desaparecimento de blogs dissidentes num futuro próximo. No caso daquele que poderá ser o mais valioso repositório de sabedoria Red Pill, isso seria constituiria uma perda irreparável para a humanidade. Com a agravante de que não existe em formato físico, ao contrário por exemplo do Rational Male, que tem livros publicados.

Assim, O Patriarca vem por este meio partilhar uma versão offline de todo o arquivo do Château Heartiste, à data de 14-02-2019. Totalmente navegável, embora alguns links e imagens se tenham perdido com o passar dos tempos e a obsolescência de alguns sites. O importante, que são as ideias ali contidas, mantém-se. Descarreguem, guardem, passem. Os vossos filhos agradecem.

De nada.

Estamos no Minds

Nos comentários ao post Estamos sob ataque, o leitor Mario Figueiredo disse o seguinte:

Não uso o GAB, precisamente por causa da censura externa de que é alvo. O sistema está completamente dependente da plataforma Azure e a Microsoft já ameaçou antes fechar a conta. O problema é que não adianta potenciar tecnologia freespeech, quando estamos a pagar renda ao politicamente correcto.

O Minds depende apenas de si. Substitui o Facebook e o Twitter, permitindo também a monetização de conteúdos. A par do GAB, tem sido um alvo preferencial de dissidentes do YouTube e Facebook, porque combate a censura, violações à privacidade e os mecanismos tradicionais de recolha de informação usados pelas redes sociais.

Vale a pena investigar também.

O Patriarca investigou, a plataforma parece prometedora.

Já temos conta, podem subscrever-nos em @atavolaredondaoficial.

Vamos marcando presença no Gab, também – @atavolaredonda

Veremos o que nos reserva o futuro.

Desafio à Porto Editora

muita coisa foi escrita sobre os terríveis, horríveis, nada bons, muito maus livros sexistas da Porto Editora, de tal maneira que O Patriarca tem de estar aqui a encher chouriços para poder colocar todos os links que deseja.

Sentindo que tem pouco a acrescentar ao que já foi dito quer sobre os contornos Orwellianos do caso, quer sobre as intragáveis harpias que andam a promover a polémica, resta-lhe lançar um repto à editora que infelizmente capitulou.

Reeditem os livros exactamente como estão, substituindo apenas as referências “para meninas” e “para rapazes” por “versão rosa” e versão azul”. Ou se quiserem ser mais desafiadores, “versão Vénus” e “versão Marte” – mais um tema de aprendizagem!

Esta gente não se combate com desculpas e capitulações. Combate-se com chacota e ridículo.

Esta teve de pedir o namorado em casamento
Esta teve de pedir o namorado em casamento