Chauvinista do Mês #7 – Carlos Ramos

Nota prévia: relembrando que O Patriarca considera o feminismo o maior flagelo que assola a sociedade actual, é importante realçar que não há nada de pejorativo neste prémio. O Chauvinista do Mês é um galardão de honra que O Patriarca (e outros membros da Távola que assim o entendam) atribui a quem vê a realidade em geral, os choques culturais e as dinâmicas intersexuais tal como elas são, e tem os tomates de ferro necessários para, por palavras ou acções, apregoá-lo em público.

Estava a faltar, não era?

Tinha que ser um tuga com túberos de aço para fazer frente a uma das maiores estrelas do ténis, ainda por cima pertencente a dois grupos “oprimidos” (ou seja, protegidos) – gaja e preta.

Como é óbvio, foi atacado por todo o tipo de degenerados por algo tão obsceno como cumprir o seu dever. O que é que ele tem a dizer sobre isso?

“Estou apenas focado nesta eliminatória e em trabalhar de novo. É apenas isso que posso dizer”

Não há desculpas, não há sequer a mínima valorização do assunto. O homem faz o seu trabalho e segue em frente. “Como se atreve a tratar assim uma mulher?” Fala para a mão. O mundo precisa é de homens destes.

 


Vencedores anteriores:

Chauvinista do mês #6 – Paulo Almeida

(Alegado) Chauvinista do Mês #5 – Jorge de Sá Gouveia

Chauvinista do Mês #4 – O segurança anónimo do Algarve

Chauvinista do Mês #3: António Gentil Martins [Extra!]

Chauvinista do Mês #2: Luís Aguiar-Conraria

Chauvinista do Mês #1: Prof. Dr. José Luís Pio Abreu


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