Eles querem-te cortar a piça

“‘Vem por aqui’ – dizem-me alguns com os olhos doces/Estendendo-me os braços, e seguros/De que seria bom que eu os ouvisse/Quando me dizem: “vem por aqui!” 
Eu olho-os com olhos lassos/(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)/E cruzo os braços, /E nunca vou por ali…” (Cântico Negro, José Régio) 

Fui fã de Harry Potter como todos os da minha geração, mesmo percebendo como a narrativa, nos seus vários desenvolvimentos, é uma repetição infinita de clichés arquétipos semi-plagiados a tantas outras histórias da sabedoria popular. Não darei exemplos. Mas sim, a coerência ao longo de quatro mil páginas é valorosa, as personagens estão bem caracterizadas e quase todas elas trazem muita mas muita RedPill: Merope Gaunt (de onde vêm as mães solteiras/Quem faz abortos?) Tonks (degeneração convoca degeneração), Hermione (quando se divorciar do Beta Ron e ele se tornar um monge, Hermione escreverá um livro sobre Viktor Krum) ou as opções românticas de Harry (antes uma HB8 virgem e mais nova do que uma Roastie HB10). Mas o personagem central nesta análise metafísica à saga fantasiosa é obviamente Severus Snape.

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Mais Beta do que o Markl

Snape lembra-me um informático meu amigo que, casando com uma mãe solteira, tem de dar a sua vida para proteger os filhos dela. Com a diferença que o Professor Severus, nunca foi à cona de Lily Potter. Aliás, não há registo de que alguma vez haja praticado o coito, desprovido de descendência ou família. Passava as férias sozinho num apartamento sombrio que herdou da mãe, numa localidade hostil. A escolha de carreira em preparar jovens para o seu futuro, já lhe granjeou o epíteto de pedófilo online. Afinal, não é só o Henrique Raposo quem quer excluir os homens do sistema educativo e garantir que os rapazes e as raparigas crescem sem um único homem em seu torno.

Nós, n’A Távola Redonda, achamos que Snape é um homem beta. Um tipo sofredor e submisso a quem faltam as capacidades adequadas para seduzir uma mulher. Pode transformar-se num homem alfa e virtudes para isso não lhe faltam: Tem a coragem, a resiliência, a ousadia e a destreza necessária. Sob a nossa filosofia, um par de anos seriam mais do que necessário para que conseguisse enfiar a varinha onde desejasse. Mas o que lhes chama o mesmo pós-modernismo que retira a um docente as facilidades que devia ter no mercado sexual? Uma mulher transgénero (homem sem piça).

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Está por toda a internet. Nalguns posts tratam o professor fictício por she (ela). Mas com a saga finalizada há mais de uma década, porquê o surgimento de leituras secundárias que nem sequer são suportadas pela autora, extremamente sensata para os dias que correm? Porque o revisionismo histórico dos dias que correm obriga a que se rescreva tudo quanto foi realizado e redigido, nem que seja para apagar.

A invasão dos transgénicos

Até há uns anos os travecos eram uma raridade, uma curiosidade académica, uma excepção demonstrada em shows exuberantes em cabarets alternativos apresentada como um passatempo excêntrico, não como uma identidade. Um preto zuka que trabalhava no cabeleireiro onde a minha mãe vai, “fazia drag” – Cortava cabelos seis dias por semana e vivia como homem mas à (?) sexta-feira vestia-se de mulher, cantava, recebia. Chegou a ganhar um prémio excêntrico num concurso marado; Não sei se cortou a piça (nem quero saber) mas sei que não interiorizava ou reproduzia a ideia de mulher presa num corpo de homem. Esse conceito foi explorado recentemente (depois de legalizado o casamento gay) e serviu para pressionar os betas à auto-castração. Hoje, estão por todo o lado.

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Hoje os travecas estão por todo o lado

A mudança de sexo é mais do que uma moda. É uma indústria. Na mais antiga clínica inglesa que possibilita as mudanças de sexo, o número de pacientes triplicou em 10 anos. Na Austrália, o número de pacientes decuplicou desde 2012. Em Exeter esse número foi multiplicado por 20; Em Norrington, por 28 . Na Suécia, as operações requisitadas para crianças duplicaram por ano em todos os anos, tendo sido realizadas 197 cirurgias em 2016. São já tantas que se abrem escolas para crianças transgénicas, apartando-as das demais.

Quando um dia a tecnologia permitir a transformação cromossomática, seremos confrontados com a verdadeira possibilidade de um homem se poder transformar em mulher e o contrário. Porquanto, essa decisão já pode ser tomada no útero, pelos Pais, que estatisticamente preferem meninas. Mas durante a vida adulta, não podemos considerar que alguém cujo corpo funciona integralmente como o de um homem deixou de o ser só porque foi capado; Ou como o diz o Ben Shapiro, “se um gajo tiver um acidente e ficar sem pénis, não podemos considerar que se transformou magicamente numa mulher”. Mesmo as feministas radicais como Robin Morgan ou Gloria Steinem se recusam a tratar homens transvestidos de mulheres.

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A segunda, chamou à questão “uma instância assustadora daquilo a que o feminismo nos pode conduzir” e “a prova viva de que o feminismo não é necessário”. Pensava ela que não valia a pena às mulheres da segunda geração de feministas lutarem por igualdade salarial e laboral; Bastava-lhes mudarem de sexo para granjearem as condições de empregabilidade masculinas. Porque são hoje os homens quem maioritariamente pede para trocar de sexo? Como já referimos antes, porque as condições de vida masculinas são tão más, que muitos preferem deixar de ser homens para adquirir por automatismo, os direitos que a sociedade renega aos portadores de pénis. A propaganda transgénica é equiparável a deixar uma corda de nó pendurada no quarto de alguém que tenha pensamentos suicidas e se os vitimados pela disforia de género têm tendências exponenciais para o suicídio, a operação conducente potencia-as em vez de as minorar.,   Foi a razão de o prevenir que os ataques terroristas foram retirados da imprensa, e não a defesa irracional dos terroristas.

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A consequência de não tratar adequadamente a doença mental

Eventualmente, muitos se arrependerão e em dez anos existirá uma avalanche de processos judiciais preenchidos por miúdos que foram pressionados a escambar a genitália durante a infância/adolescência e se encontrarão, à altura, eunucos – Algo semelhante, aconteceu na Suécia que até ’79 castrou milhões de pessoas e foi obrigada a desculpar-se. Ademais, um estudo sobre crianças com problemas de desenvolvimento de identidade de género (sexo), declara que metade os ultrapassa entre os 16 e os 17 anos. Aí têm a resposta sobre a pressão da Geringonça para reduzir a idade mínima de transição dos 18 para os 16 anos, antes que os catraios mudem de opinião.

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A Única Saída

Um aforismo de Oscar Wilde dizia que tudo na vida era sobre sexo menos o sexo; O sexo era sobre poder. No mundo distópico do feminismo o InCel, incapaz de ter sexo está no fundo da pirâmide hierárquica. Alguns tentam manobras loucas para a escalar. Veja-se um amigo de infância meu de infância, beta, com excesso de peso e falta de skils sociais que beijava ostensivamente duas HB10 numa discoteca em 2008. Poucos meses antes, ele decidira assumir-se paneleiro. Elas riam-se com ele e ignoravam-me. “Já viste como é bom ser gay?” perguntava-me. Talvez pensasse que tinha optado por um mal menor, que podia açambarcar prebendas por ser o primeiro a assumir a derrota. Eu percebi que era uma luta fodida: O meu amigo estava a render-se.

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O aforismo de Oscar Wilde

Ou Tina, um InCel que encontrei nas minhas deambulações nessa comunidade. Depois de a abandonar, Tina cortou a piça. O baitola dirige-se de forma muito agressiva aos “rapazes suaves e tipos simpáticos” que afirma “serem os primeiros a virarem-se contra ti”. Uma descrição de si próprio: “O catalizador que o colocou no caminho para o incel (antes da transição) foi o que descreveu como solidão e depressão crónicas”.

A sua opção é consistente com a análise de que os gays e trans são mulheres honorárias “A explosiva popularidade dos homens ocidentais vivendo as suas vidas como “mulheres trans” é indicativo do seu desejo de viver sob os privilégios, protecções e prestígio da sua raça mestra. Não admira porque é que as mulheres Ocidentais são as maiores defensoras das ‘mulheres trans’ porque a imitação continua a ser a maior forma de elogio. Basta-nos olhar para a era anterior à dos direitos civis quando os mulatos se faziam passar por brancos para evitar a posição não invejável de serem cidadãos de segunda classe (…) Vamos admiti-lo. Os mais reconhecidos e celebrados homens no mundo Ocidental são gay ou parecem gay porque a sua própria existência valida o estatuto das mulheres Ocidentais como raça mestra que deve ser emulada e respeitada a todo o custo (…) cada novo homem gay representa um novo seguidor das mulheres como raça mestra”.

Vejam a necessidade dos Polypalhaços em associar-se à narrativa vitimada dos gay sem terem, necessariamente, de tomar no befe.

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A supremacia da comunidade transgénica põe-na num patamar muito mais confortável. Agora, como o meu amigo gay, Tina já não é InCel porque já pode ter sexo. Pior, pode forçar outros homens a ter sexo com ele já que Laverne Cox afirma que “os homens que têm vergonha em sair (ergo, foder) com mulheres trans (homens sem piça) são inseguros pa caralho” porque, “como humanos, a nossa atracção e os nossos preconceitos não vivem em bolhas separadas” ,  porque “se não saíres com mulheres transgénero és transfóbico” e porque  a propaganda de hoje equipara a recusa em meter a gaita na peida dum transformista ao racismo. Lá vou eu ter de enrabar o DanielA para não me compararem ao Hitler. Estou proibido de não querer comer alguém cujo sexo foi estropiado após haver sido “arbitrariamente definido no parto”.

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Estamos entregues aos bichas

A estratégia do meu amigo, de outros amigos, de Tina, revelam a perversão do sistema. Também o transgenderismo de Severus Snape implica um jogo etimológico perverso. Assumi-lo serve para perdoar, para desresponsabilizar miss Evans das suas más decisões. Pressupõe: Entre Potter, o herdeiro de uma família elitista, um tipo arrogante, pesporrente e fanfarrão, e o dócil Príncipe Snape, que – a par de Lily (com taaanto em comum =) )- compensa a carência da pureza de sangue com trabalho árduo e dedicação ao labor (como também se devotaria ao Amor, ainda que platónico) a progenitora de Harry opta pelo Alfa primeiro; parece injusto, parece que a tipa é uma putéfia, mas como todas as escolhas femininas têm de ser desculpadas e aceites a explicação afinal é muito simples:  Lily, legitimamente heterossexual (leia-se, frequentadora do carrossel) tem todo o direito do mundo a escolher um homem com quem se queira deitar; Se recusou alguém, o ónus da escolha recai naturalmente sobre o recusado quem, provavelmente, nem um homem seria.

Está assim justificada a rejeição com a culpabilidade posta em cima do rejeitado: no seu âmago, no seu intimo, é uma mulher e por isso, naturalmente incapaz de atrair o Amor da sua vida. Por determinação de Lily Evans Poter, em virtude da sua falta de atracção, toca de lhe serrar o mangalho (até porque se pode tornar perigoso, ou não fossem os betas violadores em potência).

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A devoção platónica de Snape a Lily hoje faria com que lhe cindissem o nabo

Fazendo zapping por um concurso internacional vi um retracto do futuro, onde todos os apresentadores eram homossexuais bem parecidos, belas mulheres e travecas. Também haviam homens alfas, sobretudo entre os participantes vencedores. Mas o average Joe não tem lugar à frente das câmaras, no palco, independentemente do seu esforço ou talento. Caparem-se é a melhor forma (única?) para atalharem o seu caminho para a ribalta. Ou para combaterem a solidão, como Tina.

O palco do bar alternativo de onde escrevo não tem a exuberância nem a projecção do concurso de que falava. Mas também é exclusivo a eunucos. Do empregado mais vistoso aos tipos que nos passaram à frente, são incontáveis os transvestidos em meu torno. Já dois amigos meus, foram proibidos de entrar. Na casa de banho das mulheres (mas não na dos homens) está um aviso sobre a técnica do Angel Shot, a forma de o bar avisar declarar que pressupõe os seus clientes machos como violadores. Na parede central, encontra.se um aviso com um qr code para um grupo de mulheres (Frente – Nós Todas) que denuncia abusos sexuais que não aconteceram. Os olhares que se me incidem não são afáveis. Talvez fosse mais sensato haver trazido a cabeleira.

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Na recente entrevista a Paul Joseph Watson, Roosh conta como muitos homens heterossexuais preferem fazer-se passar por paneleiros para não sofrerem processos por assédio

Já escrevi que se fosse mais novo provavelmente faria a alteração no registo civil pelo puro deboche. Mas não posso ceder aos caprichos da elite e manter-me firme na luta a que corresponde cada dia no corpo de um homem. Em muitos aspectos, implica manter a sanidade. Recentemente, li o capítulo de um livro em que uma adolescente conta como sacou um broche no wc e fotografou/filmou para a net para chocar, para fracturar e para chamar a atenção de todos quantos vissem o registo multimédia da cena: um broche no wc. Ponham-se no lugar do tipo que vai ser atentado, foco de todas as luzes, reconhecido pela web fora duma geração concebida na web, viciado pelo reconhecimento e na atenção providenciadas por ter, publicamente, uma tipa desejável a mamar-lhe a picha em público. Mas esse lugar não é nem pode ser o vosso, cambada de betas. Quanto muito, podem ocupar o lugar dela – basta que cortem a picha. Ou preferem ser anónimos?

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Num mundo que vive de choque e atenção, os homens betas que não podem tomar o lugar dos alfas são convidados a tomar o lugar das gajas

Ser beta costumava implicar uma posição subalterna na hierarquia masculina, ser condenado a obedecer ou a tomar iniciativas que não rasgassem radicalmente o status quo duma sociedade estável e hierarquizada. Mas os betas tinham direito a essa estabilidade, a um ganha pão, à participação cívica e à reprodução. Gradualmente, com o feminismo, tirámos-lhes o direito de constituir família, depois de trabalhar ou de conservar direitos cívicos e agora de conservarem os seus próprios genitais. Enquanto os desistentes, os perdedores, os feministas, os veganos, os Soyboys, se preparam a entregar a linguiça para ser fatiada, muitos serão socialmente persuadidos à castração. Cabe-nos protegê-los

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Aqueles que não obedecem ao critério feminino arriscam-se hoje a ficar atrás das grades
A serem enforcados
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Seguir-se-á a castração; Cabe-nos defendê-los

A armadilha do Tinder

O Patriarca andava para comentar o caso da vaca que embarretou 1000 gajos no Tinder, e do quão patéticos eram os próprios. No entanto, às vezes alguém expõe os teus argumentos de uma forma tão clara e completa, que não vale a pena estar a reinventar a roda e mais vale postar o link.

Os Betas podem ser a espinha dorsal da civilização, mas quando passam determinados limites de subserviência também são a causa do fim.

Ser Beta mata (e ninguém quer saber)

Um homem patético que foi para o seu próprio casamento com um olho negro causado pela mulher foi assassinado por ela dois meses depois.

Uma vítima daquela tendência masculina de ignorar os defeitos de personalidade dela porque ela fisicamente é algo como isto?

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Claro que não. Uma gaja destas por mais louca que seja não se deixa comer por um beta, pelo menos até à parede. Mete-se com Alfas, com resultados previsíveis:

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O prémio de um beta é mais pontiagudo e menos agradável esteticamente:

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Obviamente, como a violência feminina não existe, o gajo foi ignorado de cacetada em cacetada até à facada final.

Lições a retirar? Não atures malucas. Não sejas a bóia de salvação de uma gorda pós parede. O prémio do Capitão SalvaQuenga é na melhor das hipóteses uma poia na cara. E acima de tudo não sejas beta. Se vais levar uma facada no coração, que seja de uma gaja por quem a maioria dos homens arriscaria a vida para foder.


LINKS ARQUIVADOS

https://web.archive.org/web/20180824103137/https://www.bbc.co.uk/news/uk-england-lancashire-45277554

 

O Respeito não existe

O respeito não existe. Não como o apresentamos. Talvez em relações – amorosas, de amizade ou familiares – que existam há anos, onde o outro chateado já não incomoda o nosso sossego, talvez aí ele exista. De resto, aquilo que ordinariamente apelidamos de respeito, na verdade é só medo.

Nós somos seres humanos e a nossa natureza diz-nos que, enquanto indivíduos, somos prioridade. O respeito, no seu sentido mais puro, é um acto egocêntrico, o que significa que assumi-lo é ir contra a nossa natureza. No entanto, demonstramos aquilo que se aparenta com respeito todos os dias. Porquê?

A nossa linhagem enquanto seres vivos criou no nosso cérebro um padrão de sobrevivência baseado em emoçes, o que faz com que as nossas decisões sejam tomadas através das emoções que sentimos.

Explicados este dois pontos, podemos concluir que se agimos tanta vez contra a nossa natureza é porque temos outra regra a dirigir as decisões: as emoções, neste caso o medo. O medo de ao tomar qualquer outra decisão, causarmos incómodo na outra pessoa e por consequência, perdê-la. No fundo, respeitar alguem significa saber o valor que o outro tem e ter medo de perder essa pessoa.

É por esse motivo que o respeito tem de ser ganho, porque não é verdadeiramente um gesto altruísta, é um gesto de medo. Por isso é tão importante marcares desde cedo os teus limites e chateares-te com quem os pisa, para saberem que há uma recompensa negativa em voltar a pisá-los. Porque sem o medo não há respeito.

P.S.: quando dizem “não é medo, é respeito” é medo.

José Pratas, a morte de um pusilânime

Embora não estejamos num blog sobre futebol, O Patriarca é um apreciador da modalidade apesar de todos os factores negativos que a rodeiam. Uma das vantagens do futebol é que põe o grosso dos homens portugueses em pé de igualdade e a falar a mesma língua, pelo que é de aproveitar quando nos apresenta um tema que pode ser relacionado com a masculinidade.

Qualquer adepto que já prestasse atenção à bola indígena no início dos anos 90 sabe o significado da imagem que dá o mote a este post. Aliás, esta imagem é um perfeito resumo da podridão que era o futebol nacional nessa década. Mas não estamos aqui hoje para discutir o efeito nefasto que um clube corrupto que dá uma conotação asquerosa à cor azul teve nesses tempos.

O retrato da cobardia

Estamos aqui, sim, para falar do contrário do Cristiano Ronaldo. Assim como o CR7 é um exemplo do que todos os Portugueses deveriam ser para tirar o máximo partido das suas vidas e impulsionar o nosso país para a Glória, José Pratas é um exemplo do que todos os homens devem evitar na sua vida, se não querem ficar na memória colectiva de um país como um rafeiro a fugir com o rabo entre as pernas, enquanto contribuem para que isto continue a ser um lamaçal.

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É difícil encontrar uma imagem em que este gajo não pareça um pardal assustado

Curiosamente, nesta mesma semana, foi finalmente esclarecida uma outra situação, bem mais antiga e que demorou 18-anos-18 a ser explicada pelo seu protagonista, um outro árbitro, José Pratas, a quem coube dirigir em 1992 uma final da Supertaça entre o Benfica e o FC Porto, em Coimbra. O público nas bancadas e os espectadores que seguiram o jogo pela televisão ficaram com a ideia de que José Pratas foi perseguido ao longo do campo pela equipa do FC Porto depois de ter validado um golo ao Benfica, apontado por Isaías. Foi-nos explicado, há 18 anos, que a cena não passara de uma ilusão de óptica. Pratas nunca na vida andara a fugir da equipa do FC Porto e, por essa razão, não havia que advertir disciplinarmente nem expulsar ninguém.

José Pratas demorou, demorou mas veio, por fim, esclarecer-nos a todos. “Não foi uma fuga, foi uma reacção natural de quem se sente atacado e ameaçado. Devia ter acabado com o jogo por insubordinação da equipa do FC Porto”, disse a “A Bola” nesta quinta-feira. É capaz de ter razão. E o Benfica, se calhar, devia ter mais uma Supertaça no seu palmarés.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/desporto/detalhe/memorias-de-jose-pratas

“Não foi uma fuga, foi uma reacção natural de quem se sente atacado e ameaçado.”

O Patriarca ao ler isto só se recorda dos brilhantes Monty Python e a sua “História de Sir Robin”.

Caro Pratas, foi uma fuga. E ninguém condena que se sinta medo quando vêm 11 matulões com cara de poucos amigos na sua direcção. Mas o senhor não estava na rua, onde a reacção lógica e inteligente seria precisamente dar à sola. Tinha uma responsabilidade, uma posição de autoridade naquele lugar, reforçada pelo estatuto de árbitro internacional, e portanto REPRESENTANTE DE PORTUGAL NO MUNDO. E havia um corpo policial presente, pelo que o perigo era relativo. Portanto, na prática, manchou toda a sua carreira e a imagem do País por ter medo de ficar com um olho negro. O suficiente para lhe dar pesadelos.

“Numa vez nem preguei olho! Cada vez que fechava os olhos lá vinham o Couto e o Paulinho Santos direitos a mim…”

José Pratas

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Fonte: Carlos Laranjeira

O Patriarca sabe que é feio bater em mortos. Mas hoje a imprensa está cheia disto:

O presidente do CA, José Fontelas Gomes, falou ao site da FPF e descreveu José Pratas como “um árbitro de referência do futebol português, atual observador e formador dos quadros profissionais, além de uma pessoa afável e sempre disponível”.

Quem também reagiu foi Pedro Proença, presidente da Liga. “Hoje perdemos um dos árbitros que mais engrandeceu a classe. José Pratas representava uma geração de árbitros que teve grande relevância no desenvolvimento do futebol profissional. Sentimos todos a sua perda”, partilhou.

E isto não pode ser. A coragem é uma das maiores virtudes masculinas, e vem daí que a cobardia é um dos piores defeitos. Enaltecer um poltrão, que ainda por cima foi encarregue de espalhar a sua frouxidão às gerações vindouras, pode ser prática comum na nossa praça, mas não é aceitável na Távola Redonda.

Esperamos que o leitor, quando estiver a tomar uma decisão cobarde, pense em José Pratas e faça o contrário. Ninguém quer que quando se pesquisa o seu nome no Google apareça em primeiro lugar o vídeo da triste fuga.

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Deixamos então aqui um epitáfio mais adequado à criatura.

 

JOSÉ JOÃO MENDES PRATAS

06-10-1957 – 01-10-2017

JÁ NÃO FOGE MAIS

 

Em defesa do Macho Beta

Para melhor compreensão deste artigo, é melhor começar pelas definições. Do glossário:

Alfa – Homem que exibe as qualidades que levam as mulheres a querer fodê-lo e os homens a querer segui-lo ou ser como ele, incluindo mas não limitado a: espírito de liderança, confiança, independência, ousadia, força física ou boa forma em geral, dinheiro, fama.

Beta – Homem definido principalmente pela escassez ou ausência de qualidades Alfa.

Os leitores assíduos da Távola Redonda poderão pensar, pelo tom com que se refere aos mesmos, que O Patriarca odeia e/ou despreza os Betas. Isto está bastante longe da verdade. Aliás, aqui é importante abrir um pequeno parêntesis de vulnerabilidade que decerto dará lenha aos seus detractores. O Patriarca já foi beta. Felizmente melhorou. Adiante.

Há de facto um grupo de pessoas que não suportam betas, ao ponto de sentirem fisicamente nojo deles. Essas pessoas chamam-se mulheres. O Patriarca escreve como escreve sobre eles, um pouco para canalizar esta repulsão visceral do sexo oposto. Porque os textos sobre Betas são para Betas. São para educar, para mostrar em que sentido é que é o seu próprio comportamento que causa os problemas que têm com mulheres. O Patriarca tem noção de que este estilo poderá irritar e afastar alguns leitores. Francamente está-se nas tintas porque o seu público alvo não são as flores que não aguentam umas palavras mais ríspidas ou mesmo o ocasional insulto. Esses nunca vão mudar e vão directamente à caixa de comentários cuspir hate e portanto não vale a pena estarem a perder tempo com este blog.

Na verdade, o Beta é extremamente importante. O Beta é o pilar da sociedade, é o motivo pelo qual o mundo funciona e temos civilização. Um ditado frequentemente repetido nos círculos da Red Pill é que as prisões estão cheias de Alfas. As características do Alfa muitas vezes tornam-no egoísta e conflituoso. Não só nem toda a gente (por definição) pode ser Alfa – num grupo de alfas forma-se naturalmente uma hierarquia, e dentro desse grupo quem está no escalão mais baixo é contextualmente beta – como tal não seria desejável nem conducente a uma sociedade salutar. Alguém tem de fazer o trabalho de sapa, e o Beta, com a sua abnegação, espírito de missão, capacidade de trabalho de equipa e de sacrifício em prol de uma causa maior, está perfeitamente equipado para isso. O Patriarca arriscaria mesmo a teoria de que algumas sociedades menos civilizadas sofrem precisamente de excesso de Alfas e escassez de Betas.

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Não é fácil encontrar um beta aqui no meio

Mas então porquê tentar “curar” Betas?

O problema dos Betas é que aquilo que os torna bons para ser a espinha dorsal de uma sociedade, torna-os repelentes para as mulheres. A clássica conversa dos “nice guys”, no fundo, é sobre Betas. É por isso que o casamento monogâmico é um pilar fundamental de todas as sociedades bem sucedidas. Ao organizar toda a sexualidade em torno do pair bonding vitalício praticamente obrigatório, é possível contornar a hipergamia feminina e praticamente garantir que todo o homem, desde que tenha um mínimo de condições de subsistência, tem acesso a uma mulher.

Nos últimos 50 anos o feminismo deitou tudo isso abaixo. Por mais eloquência e criatividade que ponham nos seus motivos, no fundo a luta das feministas é por mais acesso a picha alfa. E por poder persegui-la a todo o custo, ser absolvida de todas as consequências dessa busca, e no fim ter um Beta à espera.

E os Betas encontram-se apanhados nesta encruzilhada, entre um mundo que já não existe onde o comportamento beta era quase invariavelmente recompensado com uma mulher, e o mundo actual que lhes continua a jurar que isso ainda é verdade, por mais que seja evidente que não é. Assim nascem os Elliot Rodgers desta vida e a comunidade Incel que os santifica.

O Game surge, assim, como uma ferramenta para os Betas contrariarem esta tendência. Aliás, os grandes responsáveis pelo Boom do Game, o Mystery e o Style, eram brutalmente betas. O Chateau Heartiste define Game como “carisma aprendido”. O que frequentemente acontece é que a aprendizagem de Game e o inerente sucesso com as mulheres acaba por ligar o modo alfa, que depois se estende a outras áreas da vida.

Quer isto dizer que os Betas não fodem? Claro que fodem. Simplesmente não têm consistência. Quando o fazem geralmente é um misto de sorte, ser o tipo dela, ser situacionalmente alfa, não haver mais opções, ou outras situações aleatórias e não reprodutíveis. E depois entram logo numa relação que em pouco tempo se transforma num quarto morto.

O Patriarca acredita que grande parte dos problemas que o mundo ocidental enfrenta actualmente é precisamente superavit de Betas, numa altura em que há praticamente zero recompensa por isso, tanto a nível económico como sexual. Simultaneamente, o estímulo para ser Beta é máximo, entre a explosão do divórcio e consequente remoção de figuras paternais, feminização de toda a sociedade, demonização das formas tradicionais de masculinidade, invenção de novos géneros, tentativa de esbatimento das naturais diferenças de comportamento entre os sexos, extinção de espaços masculinos e ataque aos poucos que sobram.

O Game, como gerador de Alfas, pode então ser uma solução para devolver a saúde à nossa cultura.

P.S. O islão, ao permitir a poligamia, teve de encontrar um meio diferente de canalizar as energias dos betas. Um beta islâmico frustrado tem uma saída bastante interessante – martirizar-se a massacrar infiéis, obtendo assim acesso umas quantas dezenas de virgens.