O Respeito não existe

O respeito não existe. Não como o apresentamos. Talvez em relações – amorosas, de amizade ou familiares – que existam há anos, onde o outro chateado já não incomoda o nosso sossego, talvez aí ele exista. De resto, aquilo que ordinariamente apelidamos de respeito, na verdade é só medo.

Nós somos seres humanos e a nossa natureza diz-nos que, enquanto indivíduos, somos prioridade. O respeito, no seu sentido mais puro, é um acto egocêntrico, o que significa que assumi-lo é ir contra a nossa natureza. No entanto, demonstramos aquilo que se aparenta com respeito todos os dias. Porquê?

A nossa linhagem enquanto seres vivos criou no nosso cérebro um padrão de sobrevivência baseado em emoçes, o que faz com que as nossas decisões sejam tomadas através das emoções que sentimos.

Explicados este dois pontos, podemos concluir que se agimos tanta vez contra a nossa natureza é porque temos outra regra a dirigir as decisões: as emoções, neste caso o medo. O medo de ao tomar qualquer outra decisão, causarmos incómodo na outra pessoa e por consequência, perdê-la. No fundo, respeitar alguem significa saber o valor que o outro tem e ter medo de perder essa pessoa.

É por esse motivo que o respeito tem de ser ganho, porque não é verdadeiramente um gesto altruísta, é um gesto de medo. Por isso é tão importante marcares desde cedo os teus limites e chateares-te com quem os pisa, para saberem que há uma recompensa negativa em voltar a pisá-los. Porque sem o medo não há respeito.

P.S.: quando dizem “não é medo, é respeito” é medo.

José Pratas, a morte de um pusilânime

Embora não estejamos num blog sobre futebol, O Patriarca é um apreciador da modalidade apesar de todos os factores negativos que a rodeiam. Uma das vantagens do futebol é que põe o grosso dos homens portugueses em pé de igualdade e a falar a mesma língua, pelo que é de aproveitar quando nos apresenta um tema que pode ser relacionado com a masculinidade.

Qualquer adepto que já prestasse atenção à bola indígena no início dos anos 90 sabe o significado da imagem que dá o mote a este post. Aliás, esta imagem é um perfeito resumo da podridão que era o futebol nacional nessa década. Mas não estamos aqui hoje para discutir o efeito nefasto que um clube corrupto que dá uma conotação asquerosa à cor azul teve nesses tempos.

O retrato da cobardia

Estamos aqui, sim, para falar do contrário do Cristiano Ronaldo. Assim como o CR7 é um exemplo do que todos os Portugueses deveriam ser para tirar o máximo partido das suas vidas e impulsionar o nosso país para a Glória, José Pratas é um exemplo do que todos os homens devem evitar na sua vida, se não querem ficar na memória colectiva de um país como um rafeiro a fugir com o rabo entre as pernas, enquanto contribuem para que isto continue a ser um lamaçal.

jose pratas borrado
É difícil encontrar uma imagem em que este gajo não pareça um pardal assustado

Curiosamente, nesta mesma semana, foi finalmente esclarecida uma outra situação, bem mais antiga e que demorou 18-anos-18 a ser explicada pelo seu protagonista, um outro árbitro, José Pratas, a quem coube dirigir em 1992 uma final da Supertaça entre o Benfica e o FC Porto, em Coimbra. O público nas bancadas e os espectadores que seguiram o jogo pela televisão ficaram com a ideia de que José Pratas foi perseguido ao longo do campo pela equipa do FC Porto depois de ter validado um golo ao Benfica, apontado por Isaías. Foi-nos explicado, há 18 anos, que a cena não passara de uma ilusão de óptica. Pratas nunca na vida andara a fugir da equipa do FC Porto e, por essa razão, não havia que advertir disciplinarmente nem expulsar ninguém.

José Pratas demorou, demorou mas veio, por fim, esclarecer-nos a todos. “Não foi uma fuga, foi uma reacção natural de quem se sente atacado e ameaçado. Devia ter acabado com o jogo por insubordinação da equipa do FC Porto”, disse a “A Bola” nesta quinta-feira. É capaz de ter razão. E o Benfica, se calhar, devia ter mais uma Supertaça no seu palmarés.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/desporto/detalhe/memorias-de-jose-pratas

“Não foi uma fuga, foi uma reacção natural de quem se sente atacado e ameaçado.”

O Patriarca ao ler isto só se recorda dos brilhantes Monty Python e a sua “História de Sir Robin”.

Caro Pratas, foi uma fuga. E ninguém condena que se sinta medo quando vêm 11 matulões com cara de poucos amigos na sua direcção. Mas o senhor não estava na rua, onde a reacção lógica e inteligente seria precisamente dar à sola. Tinha uma responsabilidade, uma posição de autoridade naquele lugar, reforçada pelo estatuto de árbitro internacional, e portanto REPRESENTANTE DE PORTUGAL NO MUNDO. E havia um corpo policial presente, pelo que o perigo era relativo. Portanto, na prática, manchou toda a sua carreira e a imagem do País por ter medo de ficar com um olho negro. O suficiente para lhe dar pesadelos.

“Numa vez nem preguei olho! Cada vez que fechava os olhos lá vinham o Couto e o Paulinho Santos direitos a mim…”

José Pratas

jose pratas cartoon
Fonte: Carlos Laranjeira

O Patriarca sabe que é feio bater em mortos. Mas hoje a imprensa está cheia disto:

O presidente do CA, José Fontelas Gomes, falou ao site da FPF e descreveu José Pratas como “um árbitro de referência do futebol português, atual observador e formador dos quadros profissionais, além de uma pessoa afável e sempre disponível”.

Quem também reagiu foi Pedro Proença, presidente da Liga. “Hoje perdemos um dos árbitros que mais engrandeceu a classe. José Pratas representava uma geração de árbitros que teve grande relevância no desenvolvimento do futebol profissional. Sentimos todos a sua perda”, partilhou.

E isto não pode ser. A coragem é uma das maiores virtudes masculinas, e vem daí que a cobardia é um dos piores defeitos. Enaltecer um poltrão, que ainda por cima foi encarregue de espalhar a sua frouxidão às gerações vindouras, pode ser prática comum na nossa praça, mas não é aceitável na Távola Redonda.

Esperamos que o leitor, quando estiver a tomar uma decisão cobarde, pense em José Pratas e faça o contrário. Ninguém quer que quando se pesquisa o seu nome no Google apareça em primeiro lugar o vídeo da triste fuga.

jose pratas google

Deixamos então aqui um epitáfio mais adequado à criatura.

 

JOSÉ JOÃO MENDES PRATAS

06-10-1957 – 01-10-2017

JÁ NÃO FOGE MAIS

 

Em defesa do Macho Beta

Para melhor compreensão deste artigo, é melhor começar pelas definições. Do glossário:

Alfa – Homem que exibe as qualidades que levam as mulheres a querer fodê-lo e os homens a querer segui-lo ou ser como ele, incluindo mas não limitado a: espírito de liderança, confiança, independência, ousadia, força física ou boa forma em geral, dinheiro, fama.

Beta – Homem definido principalmente pela escassez ou ausência de qualidades Alfa.

Os leitores assíduos da Távola Redonda poderão pensar, pelo tom com que se refere aos mesmos, que O Patriarca odeia e/ou despreza os Betas. Isto está bastante longe da verdade. Aliás, aqui é importante abrir um pequeno parêntesis de vulnerabilidade que decerto dará lenha aos seus detractores. O Patriarca já foi beta. Felizmente melhorou. Adiante.

Há de facto um grupo de pessoas que não suportam betas, ao ponto de sentirem fisicamente nojo deles. Essas pessoas chamam-se mulheres. O Patriarca escreve como escreve sobre eles, um pouco para canalizar esta repulsão visceral do sexo oposto. Porque os textos sobre Betas são para Betas. São para educar, para mostrar em que sentido é que é o seu próprio comportamento que causa os problemas que têm com mulheres. O Patriarca tem noção de que este estilo poderá irritar e afastar alguns leitores. Francamente está-se nas tintas porque o seu público alvo não são as flores que não aguentam umas palavras mais ríspidas ou mesmo o ocasional insulto. Esses nunca vão mudar e vão directamente à caixa de comentários cuspir hate e portanto não vale a pena estarem a perder tempo com este blog.

Na verdade, o Beta é extremamente importante. O Beta é o pilar da sociedade, é o motivo pelo qual o mundo funciona e temos civilização. Um ditado frequentemente repetido nos círculos da Red Pill é que as prisões estão cheias de Alfas. As características do Alfa muitas vezes tornam-no egoísta e conflituoso. Não só nem toda a gente (por definição) pode ser Alfa – num grupo de alfas forma-se naturalmente uma hierarquia, e dentro desse grupo quem está no escalão mais baixo é contextualmente beta – como tal não seria desejável nem conducente a uma sociedade salutar. Alguém tem de fazer o trabalho de sapa, e o Beta, com a sua abnegação, espírito de missão, capacidade de trabalho de equipa e de sacrifício em prol de uma causa maior, está perfeitamente equipado para isso. O Patriarca arriscaria mesmo a teoria de que algumas sociedades menos civilizadas sofrem precisamente de excesso de Alfas e escassez de Betas.

turba
Não é fácil encontrar um beta aqui no meio

Mas então porquê tentar “curar” Betas?

O problema dos Betas é que aquilo que os torna bons para ser a espinha dorsal de uma sociedade, torna-os repelentes para as mulheres. A clássica conversa dos “nice guys”, no fundo, é sobre Betas. É por isso que o casamento monogâmico é um pilar fundamental de todas as sociedades bem sucedidas. Ao organizar toda a sexualidade em torno do pair bonding vitalício praticamente obrigatório, é possível contornar a hipergamia feminina e praticamente garantir que todo o homem, desde que tenha um mínimo de condições de subsistência, tem acesso a uma mulher.

Nos últimos 50 anos o feminismo deitou tudo isso abaixo. Por mais eloquência e criatividade que ponham nos seus motivos, no fundo a luta das feministas é por mais acesso a picha alfa. E por poder persegui-la a todo o custo, ser absolvida de todas as consequências dessa busca, e no fim ter um Beta à espera.

E os Betas encontram-se apanhados nesta encruzilhada, entre um mundo que já não existe onde o comportamento beta era quase invariavelmente recompensado com uma mulher, e o mundo actual que lhes continua a jurar que isso ainda é verdade, por mais que seja evidente que não é. Assim nascem os Elliot Rodgers desta vida.

O Game surge, assim, como uma ferramenta para os Betas contrariarem esta tendência. Aliás, os grandes responsáveis pelo Boom do Game, o Mystery e o Style, eram brutalmente betas. O Chateau Heartiste define Game como “carisma aprendido”. O que frequentemente acontece é que a aprendizagem de Game e o inerente sucesso com as mulheres acaba por ligar o modo alfa, que depois se estende a outras áreas da vida.

Quer isto dizer que os Betas não fodem? Claro que fodem. Simplesmente não têm consistência. Quando o fazem geralmente é um misto de sorte, ser o tipo dela, ser situacionalmente alfa, não haver mais opções, ou outras situações aleatórias e não reprodutíveis. E depois entram logo numa relação que em pouco tempo se transforma num quarto morto.

O Patriarca acredita que grande parte dos problemas que o mundo ocidental enfrenta actualmente é precisamente superavit de Betas, numa altura em que há praticamente zero recompensa por isso, tanto a nível económico como sexual. Simultaneamente, o estímulo para ser Beta é máximo, entre a explosão do divórcio e consequente remoção de figuras paternais, feminização de toda a sociedade, demonização das formas tradicionais de masculinidade, invenção de novos géneros, tentativa de esbatimento das naturais diferenças de comportamento entre os sexos, extinção de espaços masculinos e ataque aos poucos que sobram.

O Game, como gerador de Alfas, pode então ser uma solução para devolver a saúde à nossa cultura.

P.S. O islão, ao permitir a poligamia, teve de encontrar um meio diferente de canalizar as energias dos betas. Um beta islâmico frustrado tem uma saída bastante interessante – martirizar-se a massacrar infiéis, obtendo assim acesso umas quantas dezenas de virgens.

A fisiognomia é real

O Patriarca desconhecia por completo a entidade que o nosso Merlin se dedicou a desancar ontem, mas mesmo antes de ler o texto ficou esclarecido apenas com uma foto da criatura.

Pedro Schacht Pereira
Retrato de um pusilânime

Não se vai dedicar a dissecar mais o texto, que é demasiado estúpido para merecer essa atenção. Este post permite apenas alertar os leitores para algo que um estimado mentor d’O Patriarca vem repetindo há anos: a fisiognomia é real.

Talvez Myrddin Emrys não se tenha apercebido, mas grande parte da sua raiva poderá nem sequer derivar da imbecilidade do texto – haverá algum homem que olhe para este mariconço emproado e não sinta um desejo ardente de lhe enfiar um soco no focinho?

A Fisiognomia, ou “a ciência que permite através dos traços físicos da pessoa, prever o seu carácter psicológico”, foi na realidade até recentemente uma pseudo-ciência com pouco mais credibilidade que qualquer preconceito. No entanto, técnicas mais modernas de análise estatística, de imagem, e a aplicação rigorosa do método científico, têm permitido algum revivalismo credível desta disciplina, com diversos estudos sólidos, muitos dos quais se encontram coleccionados nesta categoria do Chateau Heartiste.

As vantagens deste conhecimento são muito claras: qualquer tipo que se assemelhe a este dejecto humano é muito certamente um esquerdalha sem nenhum valor, com um não-emprego qualquer como Estudos Lusitanos, e é seguro ignorar todos os sons que lhe saiam da boca sem perder tempo e espaço mental a analisar o seu conteúdo. Poltrões destes só dizem merda.

Pedro Schacht Pereira 3
Vibrador não visível na foto.

Porque é que os meninos devem brincar com bonecas?

Há muito que os acompanhantes da Manosphere sabem da guerra aberta à masculinidade que se pratica nos países anglo-saxónicos. O Patriarca previa que eventualmente a corrente chegaria a Portugal, mas guardava secretamente uma leve esperança de que a elevada testosterona do famoso macho latino supostamente endémico em terras lusas permitisse manter o pernicioso movimento no reino das “maluquices amaricanas”.

Infelizmente, um gordo mulato com laivos de Querido Líder não se conformou com a derrota eleitoral que sofreu nas legislativas, e num conluio com sapatonas e comunas tomou de assalto o governo português. Para que o deixem saquear tranquilamente o país, tem naturalmente de permitir que esta gentalha faça o que bem lhes apetecer nas áreas que não lhe interessam. E assim entrou em força em portugal a ideologia de género.

Claro que para tretas como esta e esta vingarem na opinião pública sem serem alvo de violento escárnio, é preciso que a população masculina esteja subjugada, despojada da sua virilidade e agrilhoada à paneleirice do politicamente correcto.

Ora para que tal suceda há que espartilhar a masculinidade desde o berço. Um homem em contacto com a mesma, através da experiência de vida e das interacções com o sexo oposto não se deixa enganar tão facilmente. Não é possível tentar enfiar pela goela abaixo conceitos como os trangénicos a um homem cuja personalidade foi moldada pela realidade, sem uma reacção negativa. Na melhor das hipóteses uma gargalhada condescendente e um “faz-me mas é umas sandes”. Na pior, um soco nas trombas quando começam as invariáveis acusações de -ismos e -fobias.

Há, pois, que amaricá-los desde pequeninos.

gay unicorn

São artigos como este que mostram perfeitamente que a baixa fertilidade das feministas não é um bug mas sim um mecanismo de segurança. Quando a Paula Harpia Pinto deixar de se queixar que não tem homem nem filhos e arranjar um beta para a emprenhar das suas 1,36 crianças, com sorte talvez nenhum desgraçado com cromossoma Y será forçado a crescer enterrado em Barbies sob a alçada desta lunática.

Isto porque está mais que demonstrado que as preferências dos diferentes sexos são PELO MENOS PARCIALMENTE inatas e presentes desde tenra idade. [fun fact: um dos autores do artigo e sumidade mundial na matéria é primo do Borat]

O dimorfismo sexual na sociabilidade está documentado em humanos. O presente estudo pretende verificar se o dimorfismo sexual é o resultado de diferenças biológicas ou socio-culturais entre os dois sexos. Foram testados 102 recém-nascidos humanos, que por definição ainda não foram influenciados por factores sociais e culturais, para averiguar se havia diferença no tempo passado a olhar para uma face (objecto social) e um mecanismo (objecto físico-mecânico). Os resultados demonstraram que os bebés do sexo masculino mostravam mais interesse no mecanismo enquanto os do sexo feminino mostravam mais interesse na face. Os resultados desta investigação demonstram claramente que as diferenças entre os sexos são em parte de origem biológica.

Portanto a quezilenta badocha pode fazer o que bem lhe apetecer aos seus (cada vez mais improváveis) porquinhos da índia filhos, até aos limites do abuso ninguém tem nada com isso. Pode classificá-los como violadores como a sua congénere do Washington Post. Pode até transformá-los num arco-íris ou outras tontices do género.

O Patriarca pede encarecidamente é que deixe de espalhar estas ideologias imbecis totalmente baseadas em sentimentos de inferioridade e inveja do pénis, e não em factos. E ao Expresso e outros meios de comunicação que deixem de dar voz a esta gente. E aos Portugueses que não só não dêem ouvidos a estes degenerados, mas que os ridicularizem na praça pública como aberrações que são. Não que isso o afecte pessoalmente, dado que os seus futuros varões serão educados num ambiente familiar clássico, normal e saudável. Mas a sociedade em geral sofre com a feminização dos homens. Deixem os rapazes ser rapazes. Deixem as raparigas ser raparigas.

Os rapazes gostam de carrinhos e as meninas de bonecas porque os seus cérebros já estão programados para isso à nascença. Pode ser discutido qual o papel da sociedade em reforçar ou esbater estas tendências, mas a sua existência é inegável. É necessário acabar com esta cruzada contra a natureza humana. De contrário, corremos o risco de numa sociedade andrógina, os homens deixarem de saber relacionar-se com mulheres e acabarem todos a brincar com bonecas.

Dublin Brothel Sex Doll Dolly

3º movimento feminista: telenovelas

O terceiro movimento do feminismo é só a nova telenovela que as mulheres inventaram. Cansaram-se dos mesmos temas repetidos até à escassez, o homem que trai a mulher perfeita, a melhor amiga que o quer para ela e que tem a mente tão maldosa como a do próprio Lúcifer, e o mundo inteiro contra o casal maravilha. No fundo, precisam de um novo hobbie; hoje têm máquinas de lavar loiça, lavar roupa, secar, aspiradores que correm a casa sozinhos, bimbis. E os maridos ajudam hoje mais em casa do que nunca no passado (eu defendo a divisão de tarefas em casa, não me interpretem mal), fazem menos filhos que antes e as batatas e as cenouras compram-se no supermercado em vez de serem apanhadas no quintal. Juntamos a isto o facto de que mais que nunca, os maridos tentam agradá-las com jantares, prendas e orgasmos. Tudo isto seriam avanços na qualidade de vida, não fosse o facto de roubarem à mulher aquilo em que mais são viciadas: as mulheres gostam de viver no drama. O carrossel de emoções tem sempre picos negativos e positivos e se os positivos as fazem sentir bem, são os negativos que as fazem desejar encarecidamente as sensações boas e reconfortantes que definem os primeiros. Além de que os momentos negativos ajudam-nas a perceber que homem consegue lidar com situações reais da vida e à posteriori, saber qual será ideal para viver a vida a seu lado. E já não têm muito onde pegar, então decidiram inventar novos dramas e injustiças do mundo perante elas para se entreterem.

As lutas importantes que as mulheres tinham de ter, já tiveram lugar e foram ganhas. Todas as outras, as que são tidas hoje, são exageros e muitas delas nada têm haver com feminismo. Não conheço mulher nenhuma que a cumprir a mesma função que eu, recebesse menos. Mas conheci muitos casos de homens que não fizeram os melhores negócios e acabaram a ser enrabados por não negociarem bem os contratos. Porque quem tem o poder financeiro num contrato, vai sempre tentar poupar nos gastos, por isso vai aproveitar-se de qualquer fraqueza que tenhas, seja ela seres um conas/medricas, seja seres inexperiente – como fazem com os estagiários, acabados de sair da faculdade, capazes de cumprir quase todas as funções e cumprem-nas sem um pagamento. E vejo muito poucas lutas por eles -, seja seres deficiente e dependeres de qualquer proposta de trabalho que te façam ou seja seres mulher – sim, ser mulher é, em princípio, uma fraqueza. A mulher não tem corpo para se defender e dificilmente terá a postura corporal para intimidar com a mesma, algumas poderão ter e poderão muitas lutar por a ter, mas não é o que mais atrai um homem, portanto vão ter uma luta maior para arranjar um companheiro ou para manter a personalidade natural em casa e a persona no trabalho. – A todos os que se encaixam nestes casos, vocês sofrerão as tentativas de serem explorados e isso acontecerá sempre que deixarem, porque as pessoas são egoístas, não é uma ataque apenas às mulheres.

Na verdade não acredito que seja só um hobbie, mas também não acredito que seja uma luta a sério. São só uma data de princípios psicológicos activados ao mesmo tempo: aprovação social perante as outras mulheres, a necessidade de se valorizarem, a necessidade de emoções fortes e a condição humana de pisar os que são mais fracos, talvez para gerir a raiva, por exemplo. Não é bonito, mas é a nossa natureza e só a poderás controlar se a conheceres. No fundo, as feministas comportam-se como o qualquer pessoa que arranjou o primeiro trabalho e se queixa da falta de condições, até desesperadamente saltar para um outro onde prometem mundos e fundos e acabam no desemprego, a chorar por poderem voltar ao emprego antigo.

Não é culpa das mulheres. É a maneira como o cérebro humano funciona. No fim, casam-se com o homem que se dobra aos pés delas, se torna seu servente e lhes fazem as vontades todas como elas exigiram e continuam a trai-lo com o porco machista que as põe na linha quando se esticam, que lhes puxa os cabelos enquanto as comem e lhes dá palmadas nas nádegas, mesmo quando dizem que não gostam. Por causa do drama e do poder que ele tem.

O feminismo só chegou ao nível que chegou hoje porque as mulheres estão, por norma, em maior contacto com as suas emoções e por isso sabem manipulá-las bem melhor que os homens.