A fisiognomia é real

O Patriarca desconhecia por completo a entidade que o nosso Merlin se dedicou a desancar ontem, mas mesmo antes de ler o texto ficou esclarecido apenas com uma foto da criatura.

Pedro Schacht Pereira
Retrato de um pusilânime

Não se vai dedicar a dissecar mais o texto, que é demasiado estúpido para merecer essa atenção. Este post permite apenas alertar os leitores para algo que um estimado mentor d’O Patriarca vem repetindo há anos: a fisiognomia é real.

Talvez Myrddin Emrys não se tenha apercebido, mas grande parte da sua raiva poderá nem sequer derivar da imbecilidade do texto – haverá algum homem que olhe para este mariconço emproado e não sinta um desejo ardente de lhe enfiar um soco no focinho?

A Fisiognomia, ou “a ciência que permite através dos traços físicos da pessoa, prever o seu carácter psicológico”, foi na realidade até recentemente uma pseudo-ciência com pouco mais credibilidade que qualquer preconceito. No entanto, técnicas mais modernas de análise estatística, de imagem, e a aplicação rigorosa do método científico, têm permitido algum revivalismo credível desta disciplina, com diversos estudos sólidos, muitos dos quais se encontram coleccionados nesta categoria do Chateau Heartiste.

As vantagens deste conhecimento são muito claras: qualquer tipo que se assemelhe a este dejecto humano é muito certamente um esquerdalha sem nenhum valor, com um não-emprego qualquer como Estudos Lusitanos, e é seguro ignorar todos os sons que lhe saiam da boca sem perder tempo e espaço mental a analisar o seu conteúdo. Poltrões destes só dizem merda.

Pedro Schacht Pereira 3
Vibrador não visível na foto.

Porque é que os meninos devem brincar com bonecas?

Há muito que os acompanhantes da Manosphere sabem da guerra aberta à masculinidade que se pratica nos países anglo-saxónicos. O Patriarca previa que eventualmente a corrente chegaria a Portugal, mas guardava secretamente uma leve esperança de que a elevada testosterona do famoso macho latino supostamente endémico em terras lusas permitisse manter o pernicioso movimento no reino das “maluquices amaricanas”.

Infelizmente, um gordo mulato com laivos de Querido Líder não se conformou com a derrota eleitoral que sofreu nas legislativas, e num conluio com sapatonas e comunas tomou de assalto o governo português. Para que o deixem saquear tranquilamente o país, tem naturalmente de permitir que esta gentalha faça o que bem lhes apetecer nas áreas que não lhe interessam. E assim entrou em força em portugal a ideologia de género.

Claro que para tretas como esta e esta vingarem na opinião pública sem serem alvo de violento escárnio, é preciso que a população masculina esteja subjugada, despojada da sua virilidade e agrilhoada à paneleirice do politicamente correcto.

Ora para que tal suceda há que espartilhar a masculinidade desde o berço. Um homem em contacto com a mesma, através da experiência de vida e das interacções com o sexo oposto não se deixa enganar tão facilmente. Não é possível tentar enfiar pela goela abaixo conceitos como os trangénicos a um homem cuja personalidade foi moldada pela realidade, sem uma reacção negativa. Na melhor das hipóteses uma gargalhada condescendente e um “faz-me mas é umas sandes”. Na pior, um soco nas trombas quando começam as invariáveis acusações de -ismos e -fobias.

Há, pois, que amaricá-los desde pequeninos.

gay unicorn

São artigos como este que mostram perfeitamente que a baixa fertilidade das feministas não é um bug mas sim um mecanismo de segurança. Quando a Paula Harpia Pinto deixar de se queixar que não tem homem nem filhos e arranjar um beta para a emprenhar das suas 1,36 crianças, com sorte talvez nenhum desgraçado com cromossoma Y será forçado a crescer enterrado em Barbies sob a alçada desta lunática.

Isto porque está mais que demonstrado que as preferências dos diferentes sexos são PELO MENOS PARCIALMENTE inatas e presentes desde tenra idade. [fun fact: um dos autores do artigo e sumidade mundial na matéria é primo do Borat]

O dimorfismo sexual na sociabilidade está documentado em humanos. O presente estudo pretende verificar se o dimorfismo sexual é o resultado de diferenças biológicas ou socio-culturais entre os dois sexos. Foram testados 102 recém-nascidos humanos, que por definição ainda não foram influenciados por factores sociais e culturais, para averiguar se havia diferença no tempo passado a olhar para uma face (objecto social) e um mecanismo (objecto físico-mecânico). Os resultados demonstraram que os bebés do sexo masculino mostravam mais interesse no mecanismo enquanto os do sexo feminino mostravam mais interesse na face. Os resultados desta investigação demonstram claramente que as diferenças entre os sexos são em parte de origem biológica.

Portanto a quezilenta badocha pode fazer o que bem lhe apetecer aos seus (cada vez mais improváveis) porquinhos da índia filhos, até aos limites do abuso ninguém tem nada com isso. Pode classificá-los como violadores como a sua congénere do Washington Post. Pode até transformá-los num arco-íris ou outras tontices do género.

O Patriarca pede encarecidamente é que deixe de espalhar estas ideologias imbecis totalmente baseadas em sentimentos de inferioridade e inveja do pénis, e não em factos. E ao Expresso e outros meios de comunicação que deixem de dar voz a esta gente. E aos Portugueses que não só não dêem ouvidos a estes degenerados, mas que os ridicularizem na praça pública como aberrações que são. Não que isso o afecte pessoalmente, dado que os seus futuros varões serão educados num ambiente familiar clássico, normal e saudável. Mas a sociedade em geral sofre com a feminização dos homens. Deixem os rapazes ser rapazes. Deixem as raparigas ser raparigas.

Os rapazes gostam de carrinhos e as meninas de bonecas porque os seus cérebros já estão programados para isso à nascença. Pode ser discutido qual o papel da sociedade em reforçar ou esbater estas tendências, mas a sua existência é inegável. É necessário acabar com esta cruzada contra a natureza humana. De contrário, corremos o risco de numa sociedade andrógina, os homens deixarem de saber relacionar-se com mulheres e acabarem todos a brincar com bonecas.

Dublin Brothel Sex Doll Dolly

3º movimento feminista: telenovelas

O terceiro movimento do feminismo é só a nova telenovela que as mulheres inventaram. Cansaram-se dos mesmos temas repetidos até à escassez, o homem que trai a mulher perfeita, a melhor amiga que o quer para ela e que tem a mente tão maldosa como a do próprio Lúcifer, e o mundo inteiro contra o casal maravilha. No fundo, precisam de um novo hobbie; hoje têm máquinas de lavar loiça, lavar roupa, secar, aspiradores que correm a casa sozinhos, bimbis. E os maridos ajudam hoje mais em casa do que nunca no passado (eu defendo a divisão de tarefas em casa, não me interpretem mal), fazem menos filhos que antes e as batatas e as cenouras compram-se no supermercado em vez de serem apanhadas no quintal. Juntamos a isto o facto de que mais que nunca, os maridos tentam agradá-las com jantares, prendas e orgasmos. Tudo isto seriam avanços na qualidade de vida, não fosse o facto de roubarem à mulher aquilo em que mais são viciadas: as mulheres gostam de viver no drama. O carrossel de emoções tem sempre picos negativos e positivos e se os positivos as fazem sentir bem, são os negativos que as fazem desejar encarecidamente as sensações boas e reconfortantes que definem os primeiros. Além de que os momentos negativos ajudam-nas a perceber que homem consegue lidar com situações reais da vida e à posteriori, saber qual será ideal para viver a vida a seu lado. E já não têm muito onde pegar, então decidiram inventar novos dramas e injustiças do mundo perante elas para se entreterem.

As lutas importantes que as mulheres tinham de ter, já tiveram lugar e foram ganhas. Todas as outras, as que são tidas hoje, são exageros e muitas delas nada têm haver com feminismo. Não conheço mulher nenhuma que a cumprir a mesma função que eu, recebesse menos. Mas conheci muitos casos de homens que não fizeram os melhores negócios e acabaram a ser enrabados por não negociarem bem os contratos. Porque quem tem o poder financeiro num contrato, vai sempre tentar poupar nos gastos, por isso vai aproveitar-se de qualquer fraqueza que tenhas, seja ela seres um conas/medricas, seja seres inexperiente – como fazem com os estagiários, acabados de sair da faculdade, capazes de cumprir quase todas as funções e cumprem-nas sem um pagamento. E vejo muito poucas lutas por eles -, seja seres deficiente e dependeres de qualquer proposta de trabalho que te façam ou seja seres mulher – sim, ser mulher é, em princípio, uma fraqueza. A mulher não tem corpo para se defender e dificilmente terá a postura corporal para intimidar com a mesma, algumas poderão ter e poderão muitas lutar por a ter, mas não é o que mais atrai um homem, portanto vão ter uma luta maior para arranjar um companheiro ou para manter a personalidade natural em casa e a persona no trabalho. – A todos os que se encaixam nestes casos, vocês sofrerão as tentativas de serem explorados e isso acontecerá sempre que deixarem, porque as pessoas são egoístas, não é uma ataque apenas às mulheres.

Na verdade não acredito que seja só um hobbie, mas também não acredito que seja uma luta a sério. São só uma data de princípios psicológicos activados ao mesmo tempo: aprovação social perante as outras mulheres, a necessidade de se valorizarem, a necessidade de emoções fortes e a condição humana de pisar os que são mais fracos, talvez para gerir a raiva, por exemplo. Não é bonito, mas é a nossa natureza e só a poderás controlar se a conheceres. No fundo, as feministas comportam-se como o qualquer pessoa que arranjou o primeiro trabalho e se queixa da falta de condições, até desesperadamente saltar para um outro onde prometem mundos e fundos e acabam no desemprego, a chorar por poderem voltar ao emprego antigo.

Não é culpa das mulheres. É a maneira como o cérebro humano funciona. No fim, casam-se com o homem que se dobra aos pés delas, se torna seu servente e lhes fazem as vontades todas como elas exigiram e continuam a trai-lo com o porco machista que as põe na linha quando se esticam, que lhes puxa os cabelos enquanto as comem e lhes dá palmadas nas nádegas, mesmo quando dizem que não gostam. Por causa do drama e do poder que ele tem.

O feminismo só chegou ao nível que chegou hoje porque as mulheres estão, por norma, em maior contacto com as suas emoções e por isso sabem manipulá-las bem melhor que os homens.

Anúncio aos Betas à espera

Um dos temas mais batidos da Red Pill é a chamada “Parede” e os seus efeitos na vida amorosa das mulheres.

O ninho das harpias teve recentemente a cortesia de partilhar os desvarios de uma mulher agudamente ciente da expiração, à beira dos 40 (pelas fotos podiam ser quase 50), do seu prazo de validade. Vem em código, naturalmente, como tudo o que as mulheres dizem sobre estes temas, mas a mensagem é clara para quem sabe ler as entrelinhas: a autora andou a vida toda no carrossel das piças, a dedicar o “coração” (leia-se, todos os orifícios do corpo) a Alfas com um SMV bem acima do seu, que não conseguiu nunca segurar e que a usaram e deitaram fora. Mas agora sim, já aprendeu a amar e está pronta para encontrar a pessoa certa (ou seja, já se conformou com a inevitabilidade de ter de tolerar um Beta se não quer acabar sozinha).

Serve este post não para humilhar a dita que, coitada, se limitou a seguir os seus instintos e uma narrativa que encoraja este tipo de comportamento – apenas como aviso à navegação para as jovens que pretendam seguir estas opções de vida, e para os Betas que ponderem ficar com estes restos humanos (e sem acesso a todos os orifícios, porque ela “já não faz essas coisas”).

mais um tijolo na parede
Mais um tijolo na parede

AOS (DES)AMORES

Não é fácil chegar à porta dos quarenta anos e ter de admitir – para mim, principalmente – que afinal não sei amar. Mas a realidade é mesmo esta. Eu não sei amar. Não o soube este tempo todo. Caramba. Afinal, eu – eu que sempre me achei a sensibilidade em pessoa – nunca percebi nada sobre o que é amar. Andei este tempo todo a fazer as coisas ao contrário. Eu, que me virava do avesso para que tudo estivesse direito; eu, cuja pele nunca se arrepiava só por fora; eu, que passei noites a fio à espera que chegasse o dia, na verdade, nunca soube amar. E digo isto porque, hoje, possuo o discernimento necessário que me permite perceber que aquilo que eu fazia era idolatrar, não era amar.

Nunca tive aulas sobre o amor, mas posso garantir que, se as houvesse, eu seria, com certeza, aquela aluna que se sentaria na primeira fila e que tinha sempre os cadernos imaculados e um estojo com canetas de todas as cores. Sempre fui atenta ao amor. Como se sentia, como crescia, como se vivia. Tinha sempre a lição estudada – mesmo não existindo aulas sobre o amor. Se era para sentir, eu sentia. Ai, se sentia. Se era para chorar, eu berrava. Se era para rir, eu gargalhava e, se era para gostar, eu amava. Sempre consumi o amor em dobro daquilo que era suposto. Nunca me chegava o normal. Nunca me chegava só gostar. Tinha de amar. Nunca me chegava um amor quente. Tinha de queimar. Nunca me chegava um amor para a vida. Tinha de ser para a vida e tinha de continuar para a morte. Era amor, caramba. E no amor não há medidas. Não há regras. Não há condições. Tão-pouco deve haver restrições. E, se era amor, era assim que se devia amar. Sempre.

Nunca fui de paixões fáceis, nunca me apaixonei facilmente, mas posso garantir que, sempre que me apaixonei, amei. Amei, sofregamente. Amei, a achar que estava a dar o meu melhor – e estava. Amei a acreditar que cada amor era o último. Amei para a vida. E também para a morte. Amei, cegamente. Dormi à pressa para que os dias chegassem mais rápido só para poder ouvir, novamente, «bom dia». E, tantas outras vezes, que me esqueci de dormir. Ficava deitada na cama a viajar nos projetos que íamos fazer a dois e na forma como os íamos tornar exequíveis. Amei, a achar que isso era saber amar. E assim foi com todos os meus amores. Todos, sem exceção. Não posso dizer que gostei mais ou menos, que foram amores mais ou menos ou que os amei mais ou menos. Não. Foram amores inteiros. Sentidos. Vividos. E sofridos. Amei a achar que isso era amar. Amei, a ter a certeza que sabia o que era amar. Mas, hoje, olhando para trás, chego à porta dos quarenta e concluo que, afinal, não soube amar. Sempre soube o que era o amor, sempre soube sentir o amor, mas depois não soube viver o amor. Não soube o que lhe fazer. Não soube consumi-lo. Não soube apreciá-lo.

Porquê? Porque estive sempre demasiado ocupada em tornar as coisas perfeitas. Estive sempre demasiado presente para os outros e demasiado ausente para mim. Esvaziei-me de mim para poder encher a outra parte do que eu achava que era saber amar. A minha vontade de amar era tanta que me esquecia – com muita facilidade – de me amar a mim também. Não achei que isso fosse importante. Nunca achei que fosse o mais importante. Sempre achei que o mais importante era demonstrar o quanto sabia amar. O quanto queria amar. O que podia fazer por saber amar. Andava tão ocupada em ser perfeita a amar que não me apercebia de que não podia amar a outra pessoa mais do que a mim própria. E foi, precisamente, aí que residiu o meu maior erro. Foi, precisamente, aí que deixei de saber amar. Quando deixei de me amar. Quando me esqueci de me amar. Quando achei que amar era só amar uma parte – a outra parte. Quando acreditei que o que importava era só a vontade da outra parte. O sorriso da outra parte. A outra parte.

Mas atenção. Que não se caia na tentação de atribuir culpa à outra parte. Isso seria um erro muito maior do que o de ter a certeza de que se soube amar. «Ele não me soube dar valor.» «Fiz tudo por ele.» «Ele nunca me amou.» É tão fácil cair neste engano. É tão mais confortável acreditar que a culpa foi da outra parte. É tão mais fácil assim. Esvaziamo-nos de culpa para podermos continuar a cometer exatamente os mesmos erros. E, convencidos de que estamos certos, lá continuamos a traçar o nosso caminho. E nunca chegamos a perceber porque é que as coisas continuam a dar errado. Porquê? Se nós amamos tanto porque é que não encontramos ninguém que seja merecedor do nosso amor?

A todos os meus (des)amores – aqueles que eu jurei que soube amar- a todos eles, atualmente, estou grata. Claro que nem sempre foi assim. Aliás, só é assim há pouco tempo. Também eu já incorri no erro de os culpar. Também eu já achei que foram eles que não souberem dar valor ao meu – tanto – amor. Mas, hoje, ironicamente, estou-lhes grata. A todos eles, sem excepção. Todos eles foram uma excelente fonte de aprendizagem. Com eles, vivi, insisti, errei e voltei a errar. Todos eles existiram para que eu pudesse aprender. E para que pudesse errar. Errei com eles, mas foi por causa deles que também aprendi. Fui colmatando falhas, limando arestas, aprendendo por ter errado. E, por isso, estou-lhes grata.

Há uns dias, uma grande amiga minha dizia-me que a vida é como a faculdade. Chumbamos tantas vezes quantas as necessárias até aprendermos a matéria. Até a sabermos na ponta da língua. E também aí, tantas vezes, achámos que estávamos a fazer tudo bem. O professor é que era injusto. Até que, um dia, surpreendentemente, voltamos a ir a exame e passamos. E aquela matéria, de tantas vezes a estudarmos, de tantas vezes errarmos, um dia percebemos que já a sabemos de cor. E, a partir desse momento, sabemos que não a voltamos a esquecer. Que não voltamos a errar. Assim é o saber amar. Primeiro, temos de errar. E vamos errar tantas quantas as vezes necessárias até aprendermos. Para nunca mais esquecermos. Assim é também o saber amar. Quando encontrarmos a pessoa certa; quando estivermos prontos para saber realmente amar, vamos perceber, finalmente, porque é que antes nunca tinha dado certo com mais ninguém. Mas isso só vai acontecer quando aprendermos que saber amar começa por nós. E eu já errei tantas vezes que arrisco dizer que, se existissem aulas sobre o amor, eu já estaria pronta para ir a exame.

Provocação Constante #2

Provocação Constante é uma série em que O Patriarca partilha algumas das pequenas provocações que vai fazendo à sua namorada. Estudiosos de Game e Red Pill sabem que o teasing (provocação) é essencial tanto para o jogo do engate como para a manutenção da tensão sexual dentro de uma relação. Os betas pensam erradamente que arreliar as miúdas lhes pode trazer problemas, quando é precisamente o contrário. Esta série pretende dar exemplos práticos disso mesmo. Always Be Teasing!

Contexto: O Patriarca tem um date com a namorada. Está a aperaltar-se todo, e decide pôr uma das suas camisas de manga curta favoritas, que tem um excelente fit especialmente nos braços.

Ela: Não gosto nada dessa camisa, veste outra…

SHIT TEST ALERT!!!

OP (exibindo os biceps): Tu não queres é que as outras olhem para isto!

Nessa noite houve forrobodó ao ar livre.

Sexo com o período

Para os homens com uma libido baixa, isto será um não-problema. Para os que vivem num “quarto morto” (dead bedroom – relação em que o sexo deixou de fazer parte do cardápio), é mais uma semana num deserto de meses ou anos. Para os que se contentam com uma vida sexual sub-óptima, é uma chatice inevitável.

O Patriarca não se contenta com pouco, e acha que um homem que se presta a uma relação monogâmica deve ter acesso ao corpo da sua mulher quando bem lhe apetecer. Isso inclui não andar a esgalhar o pessegueiro durante uma semana por mês só porque o Benfica joga em casa.

Pressupõe-se, claro, que o homem em questão não tem aversão a sangue. Dado que este blog não é dirigido a mariconços, não deverá ser um obstáculo. [Nota: O Patriarca não está a fazer pouco do respeito que se deve ter ao sangue como potencial veículo de doenças infecto-contagiosas, mas sim de reacções abichanadas à presença do mesmo] 

Supõe também este artigo que não estamos perante uma mulher com períodos complicados, com dores abdominais intensas, irritabilidade, sintomas depressivos, etc. [Nota: Foge. Arranja outra. Sexo com o período é o menor dos teus problemas. Queres mesmo aturar essa merda até à menopausa?]

Resta-nos então o maior e mais comum obstáculo: a moça não quer foder quando está com o período, porque tem vergonha / tem nojo / suja tudo / outra desculpa qualquer. Para desmontar isto, é preciso em primeiro lugar constatar o óbvio, que por alguma razão escapa à maioria dos homens.

A mulher que andas a foder sangra mensalmente da cona há qualquer coisa entre 4 e 40 anos. Para ela é algo absolutamente normal. O nojo do período já lhe passou há muito tempo. Ela quanto muito tem medo que tu tenhas nojo, ou que a vejas como uma badalhoca. O que nos leva ao sumo deste post.

O verdadeiro motivo para o tabu do sexo com o período

blood-stop-band-adulto-amp-cx-c500und

Na verdade, estamos perante um gigantesco híbrido de ASD e shit test.

Por um lado ela quer mostrar que não é uma rameira que gosta tanto de levar no pito que o faz mesmo que este esteja a jorrar sangue.

Por outro, e mais importante: ela está a indagar que tipo de homem és tu? És um mariquinhas que se impressiona com sangue e concorda que o sexo com o período é um nojo? És um quase-virgem com tão pouca experiência com mulheres que a menstruação te parece biologia extraterrestre? És um Beta que está tão grato por ter um buraco onde molhar a piça que se presta a suprimir os seus desejos durante 20% do mês, só para não melindrar a porteira?

Ou és um Homem, com uma dose saudável de testosterona a circular nas veias, que se aceitou dar a exclusividade do seu membro viril a uma moça, se sente no direito de ter acesso não restrito ao corpo da mesma, e não é uma objecção mal parida e pouco convicta que o vai convencer do contrário?

É isto, na realidade, que está em jogo quando surge a questão do sexo durante o período. E só se manifesta numa relação já estabelecida, porque numa fase mais casual elas pura e simplesmente não deixam que se proporcione. Aqueles dias em que ela está muito atarefada e só tem tempo de tomar um café? Ou aquele fim-de-semana em que há uma desculpa esfarrapada para não se encontrarem, ou um programa que não deixa o mínimo espaço para intimidade? Provavelmente há tons de vermelho na sua origem.

Claramente, então, o sexo com o período é desejável numa relação, tanto pelo bem estar do homem como pela dinâmica do casal.

Como ultrapassar os bloqueios?

É preciso ter bem presente que todas as mulheres vão pôr entraves. A relação vai muito bem, fodem que nem coelhos quando estão juntos, começam a fazer planos mais alargados… E há um dia em que um fim-de-semana fora já há muito planeado a apanha com o período.

Este primeiro impacto frontal com o tabu é muito importante. Não é depois de meses ou anos a respeitar a “semana proibida” que se vai reverter a frame. Esta tem de ser imposta bem cedo.

Em primeiro lugar, há que deixar bem claro que o problema só existe na cabeça dela. Não pode haver qualquer dúvida de que és um homem a quem o sangue não impressiona. Idealmente já é essa a frame que passaste desde o início da relação. Ser uma espécie de “troglodita refinado” ajuda (ou simplesmente troglodita – a falta de educação só não é perdoada aos betas).

Em segundo lugar, embora o cerne da questão seja emocional e subconsciente, ela vai ter argumentos racionais para não o fazer. Esses sim têm de ser desmontados racionalmente.

  • Suja tudo – põe-se uma toalha por baixo, que depois vai para lavar
  • Tem nojo – bullshit, andas a sangrar daí há x anos, achas mesmo que eu acredito nisso? Não te preocupes, eu não julgo
  • O que é que o pessoal do hotel vai pensar? – acredita que já viram bem pior que umas manchinhas de sangue
  • DSTs – para uma relação esporádica… sim, aumenta um bocadinho o risco de transmissão de coisas. Para uma relação continuada, o aumento de risco é irrisório – e além disso já se testaram certo?
  • Perigoso para a saúde – absolutamente falso.

Antes que os betas na audiência vão a correr buscar o portátil para fazer um Powerpoint… Calma! Isto tudo é, naturalmente, feito num clima de sedução, de preferência com uma garrafinha de vinho ou champanhe, e a escalar fisicamente ignorando completamente as objecções dela como se de um novo engate se tratasse. A mulher deve ser seduzida como se nunca lhe tivéssemos desbravado as partes pudendas, e estivéssemos a enfrentar LMR. Se tudo correr bem, atingirão um tal estado de tensão sexual que ela vai mandar os obstáculos às urtigas e talvez até implorar-te que metas de vez o tarolo!

Colhendo os benefícios

conan2-1490820679003

Parabéns! Desbloqueaste um dos grandes entraves a uma vida sexual masculina plena. Já não há cá aquelas semanas a tocar ao bicho ou a pensar que aquela gorda da contabilidade até se fazia. Mas há outras vantagens secundárias.

  • Aferição de status – se a tua fêmea não te deixa fodê-la sem restrições… cuidado, podes ser um beta! Trabalha nessa frame.
  • Contraste – é muito improvável que sejas o seu primeiro homem, mas é muito provável que sejas o primeiro a fazer isto. Distinção automática de todos os betas com quem ela andou, e talvez comparação positiva com outros alfas.
  • Banhar a espada em sangue – Nem todos os homens conhecem o sublime prazer de olhar para baixo e ver a sua espada de carne pintada com sangue de fêmea.

Boas estocadas!