Eles querem-te cortar a piça

“‘Vem por aqui’ – dizem-me alguns com os olhos doces/Estendendo-me os braços, e seguros/De que seria bom que eu os ouvisse/Quando me dizem: “vem por aqui!” 
Eu olho-os com olhos lassos/(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)/E cruzo os braços, /E nunca vou por ali…” (Cântico Negro, José Régio) 

Fui fã de Harry Potter como todos os da minha geração, mesmo percebendo como a narrativa, nos seus vários desenvolvimentos, é uma repetição infinita de clichés arquétipos semi-plagiados a tantas outras histórias da sabedoria popular. Não darei exemplos. Mas sim, a coerência ao longo de quatro mil páginas é valorosa, as personagens estão bem caracterizadas e quase todas elas trazem muita mas muita RedPill: Merope Gaunt (de onde vêm as mães solteiras/Quem faz abortos?) Tonks (degeneração convoca degeneração), Hermione (quando se divorciar do Beta Ron e ele se tornar um monge, Hermione escreverá um livro sobre Viktor Krum) ou as opções românticas de Harry (antes uma HB8 virgem e mais nova do que uma Roastie HB10). Mas o personagem central nesta análise metafísica à saga fantasiosa é obviamente Severus Snape.

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Mais Beta do que o Markl

Snape lembra-me um informático meu amigo que, casando com uma mãe solteira, tem de dar a sua vida para proteger os filhos dela. Com a diferença que o Professor Severus, nunca foi à cona de Lily Potter. Aliás, não há registo de que alguma vez haja praticado o coito, desprovido de descendência ou família. Passava as férias sozinho num apartamento sombrio que herdou da mãe, numa localidade hostil. A escolha de carreira em preparar jovens para o seu futuro, já lhe granjeou o epíteto de pedófilo online. Afinal, não é só o Henrique Raposo quem quer excluir os homens do sistema educativo e garantir que os rapazes e as raparigas crescem sem um único homem em seu torno.

Nós, n’A Távola Redonda, achamos que Snape é um homem beta. Um tipo sofredor e submisso a quem faltam as capacidades adequadas para seduzir uma mulher. Pode transformar-se num homem alfa e virtudes para isso não lhe faltam: Tem a coragem, a resiliência, a ousadia e a destreza necessária. Sob a nossa filosofia, um par de anos seriam mais do que necessário para que conseguisse enfiar a varinha onde desejasse. Mas o que lhes chama o mesmo pós-modernismo que retira a um docente as facilidades que devia ter no mercado sexual? Uma mulher transgénero (homem sem piça).

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Está por toda a internet. Nalguns posts tratam o professor fictício por she (ela). Mas com a saga finalizada há mais de uma década, porquê o surgimento de leituras secundárias que nem sequer são suportadas pela autora, extremamente sensata para os dias que correm? Porque o revisionismo histórico dos dias que correm obriga a que se rescreva tudo quanto foi realizado e redigido, nem que seja para apagar.

A invasão dos transgénicos

Até há uns anos os travecos eram uma raridade, uma curiosidade académica, uma excepção demonstrada em shows exuberantes em cabarets alternativos apresentada como um passatempo excêntrico, não como uma identidade. Um preto zuka que trabalhava no cabeleireiro onde a minha mãe vai, “fazia drag” – Cortava cabelos seis dias por semana e vivia como homem mas à (?) sexta-feira vestia-se de mulher, cantava, recebia. Chegou a ganhar um prémio excêntrico num concurso marado; Não sei se cortou a piça (nem quero saber) mas sei que não interiorizava ou reproduzia a ideia de mulher presa num corpo de homem. Esse conceito foi explorado recentemente (depois de legalizado o casamento gay) e serviu para pressionar os betas à auto-castração. Hoje, estão por todo o lado.

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Hoje os travecas estão por todo o lado

A mudança de sexo é mais do que uma moda. É uma indústria. Na mais antiga clínica inglesa que possibilita as mudanças de sexo, o número de pacientes triplicou em 10 anos. Na Austrália, o número de pacientes decuplicou desde 2012. Em Exeter esse número foi multiplicado por 20; Em Norrington, por 28 . Na Suécia, as operações requisitadas para crianças duplicaram por ano em todos os anos, tendo sido realizadas 197 cirurgias em 2016. São já tantas que se abrem escolas para crianças transgénicas, apartando-as das demais.

Quando um dia a tecnologia permitir a transformação cromossomática, seremos confrontados com a verdadeira possibilidade de um homem se poder transformar em mulher e o contrário. Porquanto, essa decisão já pode ser tomada no útero, pelos Pais, que estatisticamente preferem meninas. Mas durante a vida adulta, não podemos considerar que alguém cujo corpo funciona integralmente como o de um homem deixou de o ser só porque foi capado; Ou como o diz o Ben Shapiro, “se um gajo tiver um acidente e ficar sem pénis, não podemos considerar que se transformou magicamente numa mulher”. Mesmo as feministas radicais como Robin Morgan ou Gloria Steinem se recusam a tratar homens transvestidos de mulheres.

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A segunda, chamou à questão “uma instância assustadora daquilo a que o feminismo nos pode conduzir” e “a prova viva de que o feminismo não é necessário”. Pensava ela que não valia a pena às mulheres da segunda geração de feministas lutarem por igualdade salarial e laboral; Bastava-lhes mudarem de sexo para granjearem as condições de empregabilidade masculinas. Porque são hoje os homens quem maioritariamente pede para trocar de sexo? Como já referimos antes, porque as condições de vida masculinas são tão más, que muitos preferem deixar de ser homens para adquirir por automatismo, os direitos que a sociedade renega aos portadores de pénis. A propaganda transgénica é equiparável a deixar uma corda de nó pendurada no quarto de alguém que tenha pensamentos suicidas e se os vitimados pela disforia de género têm tendências exponenciais para o suicídio, a operação conducente potencia-as em vez de as minorar.,   Foi a razão de o prevenir que os ataques terroristas foram retirados da imprensa, e não a defesa irracional dos terroristas.

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A consequência de não tratar adequadamente a doença mental

Eventualmente, muitos se arrependerão e em dez anos existirá uma avalanche de processos judiciais preenchidos por miúdos que foram pressionados a escambar a genitália durante a infância/adolescência e se encontrarão, à altura, eunucos – Algo semelhante, aconteceu na Suécia que até ’79 castrou milhões de pessoas e foi obrigada a desculpar-se. Ademais, um estudo sobre crianças com problemas de desenvolvimento de identidade de género (sexo), declara que metade os ultrapassa entre os 16 e os 17 anos. Aí têm a resposta sobre a pressão da Geringonça para reduzir a idade mínima de transição dos 18 para os 16 anos, antes que os catraios mudem de opinião.

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A Única Saída

Um aforismo de Oscar Wilde dizia que tudo na vida era sobre sexo menos o sexo; O sexo era sobre poder. No mundo distópico do feminismo o InCel, incapaz de ter sexo está no fundo da pirâmide hierárquica. Alguns tentam manobras loucas para a escalar. Veja-se um amigo de infância meu de infância, beta, com excesso de peso e falta de skils sociais que beijava ostensivamente duas HB10 numa discoteca em 2008. Poucos meses antes, ele decidira assumir-se paneleiro. Elas riam-se com ele e ignoravam-me. “Já viste como é bom ser gay?” perguntava-me. Talvez pensasse que tinha optado por um mal menor, que podia açambarcar prebendas por ser o primeiro a assumir a derrota. Eu percebi que era uma luta fodida: O meu amigo estava a render-se.

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O aforismo de Oscar Wilde

Ou Tina, um InCel que encontrei nas minhas deambulações nessa comunidade. Depois de a abandonar, Tina cortou a piça. O baitola dirige-se de forma muito agressiva aos “rapazes suaves e tipos simpáticos” que afirma “serem os primeiros a virarem-se contra ti”. Uma descrição de si próprio: “O catalizador que o colocou no caminho para o incel (antes da transição) foi o que descreveu como solidão e depressão crónicas”.

A sua opção é consistente com a análise de que os gays e trans são mulheres honorárias “A explosiva popularidade dos homens ocidentais vivendo as suas vidas como “mulheres trans” é indicativo do seu desejo de viver sob os privilégios, protecções e prestígio da sua raça mestra. Não admira porque é que as mulheres Ocidentais são as maiores defensoras das ‘mulheres trans’ porque a imitação continua a ser a maior forma de elogio. Basta-nos olhar para a era anterior à dos direitos civis quando os mulatos se faziam passar por brancos para evitar a posição não invejável de serem cidadãos de segunda classe (…) Vamos admiti-lo. Os mais reconhecidos e celebrados homens no mundo Ocidental são gay ou parecem gay porque a sua própria existência valida o estatuto das mulheres Ocidentais como raça mestra que deve ser emulada e respeitada a todo o custo (…) cada novo homem gay representa um novo seguidor das mulheres como raça mestra”.

Vejam a necessidade dos Polypalhaços em associar-se à narrativa vitimada dos gay sem terem, necessariamente, de tomar no befe.

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A supremacia da comunidade transgénica põe-na num patamar muito mais confortável. Agora, como o meu amigo gay, Tina já não é InCel porque já pode ter sexo. Pior, pode forçar outros homens a ter sexo com ele já que Laverne Cox afirma que “os homens que têm vergonha em sair (ergo, foder) com mulheres trans (homens sem piça) são inseguros pa caralho” porque, “como humanos, a nossa atracção e os nossos preconceitos não vivem em bolhas separadas” ,  porque “se não saíres com mulheres transgénero és transfóbico” e porque  a propaganda de hoje equipara a recusa em meter a gaita na peida dum transformista ao racismo. Lá vou eu ter de enrabar o DanielA para não me compararem ao Hitler. Estou proibido de não querer comer alguém cujo sexo foi estropiado após haver sido “arbitrariamente definido no parto”.

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Estamos entregues aos bichas

A estratégia do meu amigo, de outros amigos, de Tina, revelam a perversão do sistema. Também o transgenderismo de Severus Snape implica um jogo etimológico perverso. Assumi-lo serve para perdoar, para desresponsabilizar miss Evans das suas más decisões. Pressupõe: Entre Potter, o herdeiro de uma família elitista, um tipo arrogante, pesporrente e fanfarrão, e o dócil Príncipe Snape, que – a par de Lily (com taaanto em comum =) )- compensa a carência da pureza de sangue com trabalho árduo e dedicação ao labor (como também se devotaria ao Amor, ainda que platónico) a progenitora de Harry opta pelo Alfa primeiro; parece injusto, parece que a tipa é uma putéfia, mas como todas as escolhas femininas têm de ser desculpadas e aceites a explicação afinal é muito simples:  Lily, legitimamente heterossexual (leia-se, frequentadora do carrossel) tem todo o direito do mundo a escolher um homem com quem se queira deitar; Se recusou alguém, o ónus da escolha recai naturalmente sobre o recusado quem, provavelmente, nem um homem seria.

Está assim justificada a rejeição com a culpabilidade posta em cima do rejeitado: no seu âmago, no seu intimo, é uma mulher e por isso, naturalmente incapaz de atrair o Amor da sua vida. Por determinação de Lily Evans Poter, em virtude da sua falta de atracção, toca de lhe serrar o mangalho (até porque se pode tornar perigoso, ou não fossem os betas violadores em potência).

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A devoção platónica de Snape a Lily hoje faria com que lhe cindissem o nabo

Fazendo zapping por um concurso internacional vi um retracto do futuro, onde todos os apresentadores eram homossexuais bem parecidos, belas mulheres e travecas. Também haviam homens alfas, sobretudo entre os participantes vencedores. Mas o average Joe não tem lugar à frente das câmaras, no palco, independentemente do seu esforço ou talento. Caparem-se é a melhor forma (única?) para atalharem o seu caminho para a ribalta. Ou para combaterem a solidão, como Tina.

O palco do bar alternativo de onde escrevo não tem a exuberância nem a projecção do concurso de que falava. Mas também é exclusivo a eunucos. Do empregado mais vistoso aos tipos que nos passaram à frente, são incontáveis os transvestidos em meu torno. Já dois amigos meus, foram proibidos de entrar. Na casa de banho das mulheres (mas não na dos homens) está um aviso sobre a técnica do Angel Shot, a forma de o bar avisar declarar que pressupõe os seus clientes machos como violadores. Na parede central, encontra.se um aviso com um qr code para um grupo de mulheres (Frente – Nós Todas) que denuncia abusos sexuais que não aconteceram. Os olhares que se me incidem não são afáveis. Talvez fosse mais sensato haver trazido a cabeleira.

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Na recente entrevista a Paul Joseph Watson, Roosh conta como muitos homens heterossexuais preferem fazer-se passar por paneleiros para não sofrerem processos por assédio

Já escrevi que se fosse mais novo provavelmente faria a alteração no registo civil pelo puro deboche. Mas não posso ceder aos caprichos da elite e manter-me firme na luta a que corresponde cada dia no corpo de um homem. Em muitos aspectos, implica manter a sanidade. Recentemente, li o capítulo de um livro em que uma adolescente conta como sacou um broche no wc e fotografou/filmou para a net para chocar, para fracturar e para chamar a atenção de todos quantos vissem o registo multimédia da cena: um broche no wc. Ponham-se no lugar do tipo que vai ser atentado, foco de todas as luzes, reconhecido pela web fora duma geração concebida na web, viciado pelo reconhecimento e na atenção providenciadas por ter, publicamente, uma tipa desejável a mamar-lhe a picha em público. Mas esse lugar não é nem pode ser o vosso, cambada de betas. Quanto muito, podem ocupar o lugar dela – basta que cortem a picha. Ou preferem ser anónimos?

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Num mundo que vive de choque e atenção, os homens betas que não podem tomar o lugar dos alfas são convidados a tomar o lugar das gajas

Ser beta costumava implicar uma posição subalterna na hierarquia masculina, ser condenado a obedecer ou a tomar iniciativas que não rasgassem radicalmente o status quo duma sociedade estável e hierarquizada. Mas os betas tinham direito a essa estabilidade, a um ganha pão, à participação cívica e à reprodução. Gradualmente, com o feminismo, tirámos-lhes o direito de constituir família, depois de trabalhar ou de conservar direitos cívicos e agora de conservarem os seus próprios genitais. Enquanto os desistentes, os perdedores, os feministas, os veganos, os Soyboys, se preparam a entregar a linguiça para ser fatiada, muitos serão socialmente persuadidos à castração. Cabe-nos protegê-los

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Aqueles que não obedecem ao critério feminino arriscam-se hoje a ficar atrás das grades
A serem enforcados
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Seguir-se-á a castração; Cabe-nos defendê-los

Ser Beta mata (e ninguém quer saber)

Um homem patético que foi para o seu próprio casamento com um olho negro causado pela mulher foi assassinado por ela dois meses depois.

Uma vítima daquela tendência masculina de ignorar os defeitos de personalidade dela porque ela fisicamente é algo como isto?

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Claro que não. Uma gaja destas por mais louca que seja não se deixa comer por um beta, pelo menos até à parede. Mete-se com Alfas, com resultados previsíveis:

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O prémio de um beta é mais pontiagudo e menos agradável esteticamente:

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Obviamente, como a violência feminina não existe, o gajo foi ignorado de cacetada em cacetada até à facada final.

Lições a retirar? Não atures malucas. Não sejas a bóia de salvação de uma gorda pós parede. O prémio do Capitão SalvaQuenga é na melhor das hipóteses uma poia na cara. E acima de tudo não sejas beta. Se vais levar uma facada no coração, que seja de uma gaja por quem a maioria dos homens arriscaria a vida para foder.


LINKS ARQUIVADOS

https://web.archive.org/web/20180824103137/https://www.bbc.co.uk/news/uk-england-lancashire-45277554

 

O Respeito não existe

O respeito não existe. Não como o apresentamos. Talvez em relações – amorosas, de amizade ou familiares – que existam há anos, onde o outro chateado já não incomoda o nosso sossego, talvez aí ele exista. De resto, aquilo que ordinariamente apelidamos de respeito, na verdade é só medo.

Nós somos seres humanos e a nossa natureza diz-nos que, enquanto indivíduos, somos prioridade. O respeito, no seu sentido mais puro, é um acto egocêntrico, o que significa que assumi-lo é ir contra a nossa natureza. No entanto, demonstramos aquilo que se aparenta com respeito todos os dias. Porquê?

A nossa linhagem enquanto seres vivos criou no nosso cérebro um padrão de sobrevivência baseado em emoçes, o que faz com que as nossas decisões sejam tomadas através das emoções que sentimos.

Explicados este dois pontos, podemos concluir que se agimos tanta vez contra a nossa natureza é porque temos outra regra a dirigir as decisões: as emoções, neste caso o medo. O medo de ao tomar qualquer outra decisão, causarmos incómodo na outra pessoa e por consequência, perdê-la. No fundo, respeitar alguem significa saber o valor que o outro tem e ter medo de perder essa pessoa.

É por esse motivo que o respeito tem de ser ganho, porque não é verdadeiramente um gesto altruísta, é um gesto de medo. Por isso é tão importante marcares desde cedo os teus limites e chateares-te com quem os pisa, para saberem que há uma recompensa negativa em voltar a pisá-los. Porque sem o medo não há respeito.

P.S.: quando dizem “não é medo, é respeito” é medo.

Provocação Constante #3

Provocação Constante é uma série em que O Patriarca partilha algumas das pequenas provocações que vai fazendo à sua namorada. Estudiosos de Game e Red Pill sabem que o teasing (provocação) é essencial tanto para o jogo do engate como para a manutenção da tensão sexual dentro de uma relação. Os betas pensam erradamente que arreliar as miúdas lhes pode trazer problemas, quando é precisamente o contrário. Esta série pretende dar exemplos práticos disso mesmo. Always Be Teasing!

Cenário: O Patriarca e a querida a comer milho frito do mesmo (pequeno) pacote. Há um momento em que ambas as mãos se tentam meter no pacote ao mesmo tempo.

Beta, retirando rapidamente a mão: Por favor, por quem sois! Comei à vontade minha dama, aguardarei pacientemente a minha vez!

Resposta: Que gentil! [seca a passarinha]

O Patriarca: dá uma bofetada (suave) na mão da querida e serve-se.

Resposta: Riso indignado e palmada no rabo [molha a passarinha]

Isto serve também como resposta a quem diz que Game e Red Pill matam o “ser eu mesmo”. Passa-se em décimos de segundo, sem pensar, porque está integrado; só é analisado a posteriori porque dá um bom post. É um novo “eu mesmo”.

Chauvinista do Mês #3: António Gentil Martins [Extra!]

Nota prévia: relembrando que O Patriarca considera o feminismo o maior flagelo que assola a sociedade actual, é importante realçar que não há nada de pejorativo neste prémio. O Chauvinista do Mês é um galardão de honra que O Patriarca (e outros membros da Távola que assim o entendam) atribui a quem vê a realidade em geral e as dinâmicas intersexuais tal como elas são, e tem os tomates de ferro necessários para, por palavras ou acções, apregoá-lo em público.

Num caso gritante de infelicidade temporal, o Dr. Gentil Martins lançou uma bomba digna de galardão 2 dias depois da publicação do último. Infelizmente o original só está disponível para assinantes mas as citações não são difíceis de encontrar.

As afirmações da polémica:

Como é que vê a hipótese de um homem solteiro ter filhos recorrendo a uma barriga de aluguer, como alegadamente foi o caso de Cristiano Ronaldo?
Considero um crime grave. É degradante, uma tristeza. O Ronaldo é um excelente atleta, tem imenso mérito, mas é um estupor moral, não pode ser exemplo para ninguém. Toda a criança tem direito a ter mãe. Mais: penso que uma das grandes culpadas disto é a mãe dele. Aquela senhora não lhe deu educação nenhuma.

O anterior galardão, apesar de defender precisamente o contário, não exclui este. Não foi referida a oprinião d’O Patriarca relativamente a este assunto, mas aqui vai ela:

A reprodução medicamente assistida, por outros motivos que não a infertilidade de um dos membros de um casal heterossexual, é uma aberração. À afirmação do Dr. Gentil Martins, reformularia apenas: toda a criança tem direito a ter pai e mãe. A negação deste direito, apenas para satisfazer transgénicos doidos, sapatonas ressabiadas, e gente que pode mas não quer recorrer à velha fórmula de depósito directo de leite de piça num útero receptivo (ou não arranja quem o faça), é moralmente condenável. Agora, se as mulheres o podem fazer, porque raio não hão de os homens poder?

Duas pessoas do mesmo sexo não podem amar-se?
Ouçam, é uma coisa simples: o mundo tinha acabado. Para que o mundo exista tem de haver homens e mulheres. Trato-os como a qualquer doente e estou-me nas tintas se são isto ou aquilo… Não vou tratar mal uma pessoa porque é homossexual, mas não aceito promovê-la. Se me perguntam se é correto? Acho que não. É uma anomalia, é um desvio da personalidade. Como os sadomasoquistas ou as pessoas que se mutilam.

O que há de errado nesta afirmação? Absolutamente nada! O doutor aceita, mas não promove. Isso hoje em dia não basta, como muito bem expôs o nosso mago de serviço. É preciso rezar ao altar de Sodoma (preferencialmente de gatas).

O Patriarca, como já disse anteriormente, não tem nada contra homossexuais não heterofóbicos. Simplesmente acha que não se deve promover e glorificar estilos de vida desviantes. Live and let live.

Naturalmente, uma das Harpias-Mor apressou-se a pedir a cabeça do octagenário.

Face à polémica e como bom Shitlord, Gentil Martins emitiu uma não-desculpa ao melhor estilo de Trump:

Face à minha entrevista ao Jornal Expresso e dada a celeuma, que nunca desejaria que tivesse acontecido, gostaria desde já esclarecer que me limitei a responder a perguntas directas dos entrevistadores do Expresso.

Quanto a Ronaldo não ser exemplo, referia-me exclusivamente à escolha por “Barrigas de Aluguer”, permitidas por lei, mas das quais discordo totalmente, quer como Pediatra quer como Ser Humano. Isso nada tem a ver com os excepcionais méritos desportivos de Ronaldo, nem com a sua generosidade para com Instituições Sociais e crianças com dificuldades.

Por outro lado nunca foi minha intenção ofender a Mãe de Ronaldo, pessoa que não conheço pessoalmente.

Quanto à homossexualidade, lamento quem sofra com essa questão, que continuo a considerar anómala, sem no entanto deixar de respeitar os Seres Humanos que são.

Note-se a ausência da palavra “desculpa”. O excelso senhor sabe que expôr o ventre às facadas é a pior coisa que se pode fazer numa situação destas. Betas tomem nota e extrapolem para o vosso Game.


O distinto doutor teve uma carreira longa e este será certamente um galardão de somenos importância no meio de todos os que terá coleccionado. É todavia com enorme prazer que A Távola Redonda lhe estende o seu apoio e lhe presta homenagem no meio da tormenta do politicamente correcto.

Primeiro Encontro – 15 dicas para arrasar

Este guia é dirigido a homens. A versão feminina é: 1. Arranja-te; 2. Aparece (a horas); 3. Sorri.

1. Nada de muito elaborado. Um café ou um copo ao fim da tarde. Nada de jantares, cinemas, ou outras cenas do género.

2. Apresenta-te no teu melhor obviamente.

mau primeiro encontro
Não.

3. Não te ponhas a confirmar o date. A partir do momento que está combinado, está combinado até prova em contrário.

3a. Se estás preocupado que ela se possa cortar à última, manda-lhe uma mensagem algumas horas antes a dizer que vais estar um bocado apertado de tempo e poderás atrasar-te um pouco. Se ela não se cortar nesta altura, já não se vai cortar (a não ser que seja uma psicopata).

4. Leva-a a um sítio que já conheças, assim estás mais à vontade.

5. Escolhe um sítio onde te possas sentar numa mesa e ficar a 90º relativamente a ela. Assim estás mais próximo, podes tocar-lhe facilmente, e também assumir uma postura mais relaxada.

5a. Melhor ainda, vai a um sítio onde possam ficar lado a lado.

o bar ideal
Não, O Patriarca não vai dizer onde é este. Descubram.

6. Deixa-a sentar-se primeiro e depois escolhes onde te sentas, assim evitas que ela assuma uma postura defensiva e se ponha o mais longe possível de ti.

7. Toca-lhe. Nas mãos, nos antebraços, nos braços, brevemente. Comenta as unhas, anéis, algum pormenor da roupa, whatever, e aproveita isso para lhe tocar (e medir a receptividade dela ao dito toque). Escala, mas pouco.

8. Deixa-a falar. Pontua com algumas observações relevantes, alguns comentários e informações sobre ti, preenche um ou outro tempo morto mas idealmente ela falará aproximadamente 2/3 do tempo.

8a. Ao mesmo tempo não tenhas medo dos silêncios confrangedores, aproveita para criar tensão com o olhar

9. Por falar em olhar, olha-a nos olhos, ou para o infinito ocasionalmente. Não olhes para baixo – excepto para lhe mirares as mamas. Se ela se manifestar não peças desculpa, nem digas nada. Sorri e continua a conversa.

10. Qualifica-a.

11. Não discutas com ela. Não tens de (nem deves) concordar com tudo o que ela diz, mas também não tens de provar que tens razão.

12. Planeia um date de 60-90 min. Durante um momento alto, vai-te embora (já lhe terás dito antes que tens um compromisso a seguir).

12a. Podes beijar, mas O Patriarca prefere deixar a tensão no ar para o segundo date.

Primeiro Encontro
Esta é a linguagem corporal que queres dela. É também o momento para te pirares.

13. Tem efectivamente um compromisso a seguir. Assim obrigas-te a ficar pelos 60-90 minutos, és autêntico, e comunicas que tens vida e não andas há 2 semanas a pensar nisto.

14. Se gostaste dela, manda-lhe uma mensagem no dia a seguir a dizer que gostaste do date e há-de se repetir.

15. Alguns dias depois combina o segundo date.


O propósito deste guia é garantir que ela fica ansiosamente à espera de um segundo date, no qual vais tranquilamente escalar para o sexo sem grande resistência.

Se por preferência pessoal ou constrangimentos de tempo / logísticos / outros, queres avançar para sexo no primeiro date, o procedimento é naturalmente diferente.

A grande vantagem deste modelo é diminuir substancialmente a LMR. Se for uma tipa que está super acesa desde o início, mais vale escalar agressivamente e avançar logo para o sexo o quanto antes.

É um date barato, podes pagar-lhe ou não a conta conforme preferires, é irrelevante.

Provocação Constante #2

Provocação Constante é uma série em que O Patriarca partilha algumas das pequenas provocações que vai fazendo à sua namorada. Estudiosos de Game e Red Pill sabem que o teasing (provocação) é essencial tanto para o jogo do engate como para a manutenção da tensão sexual dentro de uma relação. Os betas pensam erradamente que arreliar as miúdas lhes pode trazer problemas, quando é precisamente o contrário. Esta série pretende dar exemplos práticos disso mesmo. Always Be Teasing!

Contexto: O Patriarca tem um date com a namorada. Está a aperaltar-se todo, e decide pôr uma das suas camisas de manga curta favoritas, que tem um excelente fit especialmente nos braços.

Ela: Não gosto nada dessa camisa, veste outra…

SHIT TEST ALERT!!!

OP (exibindo os biceps): Tu não queres é que as outras olhem para isto!

Nessa noite houve forrobodó ao ar livre.

Chauvinista do Mês #1: Prof. Dr. José Luís Pio Abreu

Nota prévia: relembrando que O Patriarca considera o feminismo o maior flagelo que assola a sociedade actual, é importante realçar que não há nada de pejorativo neste prémio. O Chauvinista do Mês é um galardão de honra que O Patriarca (e outros membros da Távola que assim o entendam) atribui a quem vê a realidade em geral e as dinâmicas intersexuais tal como elas são, e tem os tomates de ferro necessários para, por palavras ou acções, apregoá-lo em público.

Esta entrevista já tem alguns meses, precedendo mesmo a estreia deste blog. No entanto chegou recentemente via Facebook aos olhos d’O Patriarca, que ficou espantado com a quantidade de verdade por parágrafo debitada pelo senhor.

“Elas não encontram homens que lhes despertem a líbido”

                                                                                                Prof. J.L. Pio Abreu

72 anos de vida, grande parte dos quais a ouvir pessoas desvendar os seus sentimentos mais íntimos darão certamente uma visão sobre o lado oculto do ser humano que poucos terão. Apesar dos paninhos quentes com que fala (uma necessidade para quem não quer ser publicamente linchado ao tocar nestes assuntos), é notório que o senhor engoliu a pílula vermelha.

afirma que não promove o machismo – que, aliás, passou a ser uma “palavra proibida” – mas acha que vivemos tempos de um feminismo exacerbado, em que a tendência de acabar com os géneros é absurda

Garantimos que o prof. não é um dos autores da Távola Redonda!

Porque é que decidiu escrever este livro assim, em cartas às suas amigas?
Foi talvez a forma mais directa de escrever e também para amenizar um pouco as constatações que faço. Amenizar no sentido de não dizer mal do feminismo. Este é o modo como eu me dirijo às mulheres e tem a ver com o facto de muitas vezes ter de lhes dizer “cuidado com os homens” porque elas não os entendem, não os conhecem e não os tratam bem.

Depois de amenizar a questão, começa a disparar – as mulheres não tratam bem os homens!

As mulheres não tratam bem os homens?

Terá a entrevistadora molhado um pouco a cueca?

Em geral, não. Há uma grande diferença de entendimento – é muito difícil para uma mulher compreender um homem, tal como para um homem compreender uma mulher. É um facto antigo. As relações humanas são muito paradoxais, não são simples e muito menos naturais. E posso dizer que quem está em maiores dificuldades são as gerações mais novas.

 As gerações mais novas estão a ser cada vez mais bombardeadas com a negação daquilo que se sabe desde a antiguidade. As dificuldades são propositadas.

Porquê?
Por causa das dificuldades de relacionamento. E porquê? Porque os homens desistem de estudar, da leitura, de se cultivar. Isso acontece logo na escola. Repare que são elas que entram nas universidades.

E porque é que eles desistem?
Porque o ensino secundário não está preparado para eles. Por exemplo, os homens que chegam a Medicina passam o tempo todo a estudar e conhecem muito pouco da vida. Já as mulheres aprendem muito facilmente. O ensino está feito para elas.

Já se vai tocando no tema de forma tímida, mas indo contra a agenda instituída dificilmente o assunto tem muita visibilidade. Com as Catarinas e Mortáguas desta vida à frente dos destinos do país, o que interessa é perceber se os transgénicos estão satisfeitos com as casas de banho.

E acha que isso é mau?

Como se atreve, seu chauvinista??? IGUALDADE É AS MULHERES PASSAREM À FRENTE PORQUE RAZÕES!!!!!

É. Porque devia haver uma paridade como noutras áreas, como na política. O ensino secundário deveria ser preparado adequadamente para os homens, sem ser este ensino massificado de papel e lápis. No meu tempo existia actividade, trabalhos manuais, desporto, música. A falta de investimento no ensino reduziu-o ao papel e lápis e para isso as raparigas estão muito mais bem preparadas. Estamos numa época em que ninguém raciocina profundamente porque só lêem no Facebook, apanham tudo de ouvido. Raciocínio, escrita, pensamento crítico, isso não há.

Este homem precisa de um guarda-costas. Uma das capazes ainda lhe crava uma faca ferrugenta entre as omoplatas.

O que é que as mulheres têm dificuldade em digerir, como diz?

COMO DIZ????

O facto de os homens às vezes olharem para outras mulheres ou até se envolverem. As mais inteligentes percebem que eles precisam disso. Todos os dias vemos dramas de homens que matam mulheres, mas não se sabe o que é que aconteceu antes disso. Normalmente, o homem está controlado, depois bebe e explode porque não aguenta mais. É extremamente difícil para eles quando elas os mandam embora e lhes ficam com os filhos. Isso é trágico.

E em Portugal ainda não é assim tão mau, mas se continuamos a importar feminismo do estrangeiro, vai piorar.

Em que é que o papel homem-mulher precisa de ser alterado?
Começa logo pelo facto de as mulheres serem muito mais resistentes, perfeitas e durarem muito mais tempo do que os homens. Antigamente, eles tinham um papel importante – guardavam o território e as mulheres tomavam conta das crianças. O homem é uma versão incompleta da mulher por causa do cromossoma Y, elas têm dois cromossomas X e eles têm XY, ou seja têm um cromossoma atrofiado, o que lhes provoca alterações anatómicas. A vantagem é que eles têm mais força e estão mais preparados para a luta. Mas o trabalho pela força está a ser substituído por máquinas e o que é que resta aos homens?

O Patriarca já não se lembra muito bem desta parte das aulas de biologia e não tem paciência para investigar. Fica-se pelo contentamento de alguém ter massa testicular suficiente para afirmar publicamente que os homens e as mulheres têm tendencialmente papéis distintos.

As mulheres hoje são menos felizes?
A felicidade é uma coisa que não se mede. O que eu sei é que as minhas amigas, que são da geração da emancipação das mulheres, hoje têm filhos e netos e estão na melhor fase das suas vidas, sobretudo se não tiverem homens. Se falarmos em termos de desejo sexual, antes as mulheres eram muito inibidas, mas actualmente também não estão satisfeitas nessa matéria, na maior parte dos casos. Acho até que existe pouco desejo sexual.

Sim, todos os dados apontam nesse sentido!

Porquê?
Porque as mulheres são todas notáveis, inteligentes, têm cursos superiores e não encontram homens à altura, capazes de lhes despertarem a líbido. Podem até ter relações efémeras, que não passam disso. A não ser que eles comecem a acompanhá-las, estudando.

Hipergamia, já dizia O Patriarca.

Qual é o principal problema dos homens?
Talvez seja o álcool. O álcool é a pior droga actualmente e está a destruir os homens, sobretudo os que têm problemas com as mulheres. E são muitos.

Aqui tenho de discordar do professor. Como psiquiatra, é natural que pense isso, dado que trabalha certamente com alcoólicos. No entanto, O Patriarca apontaria a desadequação que sentem muitos homens, provocada pela obliteração dos papéis de género, como um estímulo importante para a busca da fuga nessas substâncias.

Diz que os avanços da Medicina aumentaram a esperança de vida, o que leva a que as pessoas tenham relacionamentos depois dos 50 anos.
Sim, e isso é óptimo! As pessoas depois dos 50 já não têm filhos pequenos e têm disponibilidade para se relacionarem sentimentalmente. Antes eram poucos os que chegavam a velhos e agora, como existe mais tempo de vida, têm de se entender com outras pessoas que não sejam os filhos. Até nos lares há histórias de amor muito engraçadas aos 80, 90 anos. As mulheres então têm muita necessidade de conversar, já os homens falam muito pouco, não contam a sua vida, não abrem a sua privacidade.

O que não foi dito: Os homens depois dos 50 continuam a ter mercado entre as mulheres abaixo dos 40 (e dos 30!), embora muitos não o saibam. O que deixa as mulheres não emparelhadas acima dos 50 numa situação complicada.

Não será uma questão cultural?
Não é só uma questão cultural. Há diferenças cerebrais, não são só físicas, anatómicas. É aí que as feministas me atacam. Dizem que é igual. Não é! Por exemplo, a linguagem nos homens está muito dependente do hemisfério esquerdo, se tiverem uma lesão não conseguem falar. Já as mulheres se tiverem o hemisfério esquerdo afectado continuam a conseguir falar. O modo de conversar também é diferente. Eles são mais teóricos, falam de futebol e automóveis, e elas atiram-se mais à vida privada, aos filhos, à casa, apesar da emancipação. Claro que a cultura evoluiu muito, mais do que a cultura as tecnologias de comunicação, com a qual não sabemos lidar. Só que os nossos genes não mudaram nada, são os mesmos que adquirimos há milhares de anos.

Quando as fantasias feministas chocam com os factos, nascem os trigger warnings, as acusações de misoginia, e a cultura de couve-nabiça.

rape culture is real
O Patriarca não garante que A Távola Redonda alguma vez se canse desta chalaça

Numa das cartas, refere que os telemóveis e as redes sociais nos trazem graves problemas. Que problemas são esses?
Isso é uma desgraça. O problema é os homens e as mulheres descobrirem que são traídos, ou pelo menos interpretarem assim as mensagens que o outro tem no telemóvel ou no Facebook, que por vezes são inócuas. Se lerem uma coisa do género: ‘Olá como estás, tenho tantas saudades tuas. Se estiver desconfiado é certo que vai pensar que está a ser traído. As mulheres se forem aos telemóveis dos homens, encontram sempre um motivo para os mandar embora. E eles a mesma coisa. Só que eles entram em desespero porque fere a sua condição masculina. Sempre foi assim.

Claro. Um par de cornos num homem é um golpe no âmago da condição masculina – a confiança de que os seus filhos são seus (O Patriarca defende que todos os homens deviam fazer testes de paternidade aos seus filhos, independentemente do grau de confiança que tenham na mulher). Já numa mulher, um par de cornos é também um golpe duro, mas brutalmente mitigado por carregar fortemente num dos maiores mecanismos de atracção feminina – a pré-selecção.

Eles traem mais do que elas?
Os homens até não se importam que as mulheres tenham admiração por outros desde que não vão para a cama com eles. Só que elas quando se envolvem, apaixonam-se. Já os homens aproveitam as oportunidades, mas fazem o possível para não se apaixonarem. Aí elas também não se importam que eles tenham relações ocasionais. Só se chateiam se eles se apaixonarem. E isto é uma coisa muito paradoxal. Cada um impede o outro de fazer aquilo que mais faz.

Boa fuga, professor. Evita responder a uma pergunta sobre a qual não há dados fiáveis, e desvia a conversa para outro motivo pelo qual a traição feminina é muito mais grave – uma mulher quando trai é porque tem sentimentos por outro homem, ou então já não sente nada pelo seu. Um homem trai porque havia um buraco novo e excitante onde ele queria experimentar meter a picha.

Então considera que o regresso de uma pequena dose de machismo não seria mau?
Machismo? Essa é uma palavra proibida. Já viu que toda a gente pode falar em feminismo, mas em machismo, não? Há 50 anos, mesmo os homens mais progressistas não deixavam as mulheres estudar, metiam-nas em casa a aprender lavores, o máximo que elas podiam chegar era a assistentes sociais. Eles tinham medo delas e metiam-nas em casa, mas eles podiam andar com todas. Era uma sociedade extremamente machista, em que as esposas, puras, eram para ficar em casa a tratar dos filhos. Claro que hoje este machismo não está adequado. Mas o que eu acho é que vivemos uma fase de feminismo exacerbado, estas novas tendências de acabar com o género são absurdas. O individualismo não existe.

O Professor poderá ser uma alma gémea d’O Patriarca.

Ou seja, os homens precisam das mulheres e as mulheres dos homens?
Sem dúvida. Claro que as mulheres fizeram muito bem em emancipar-se. Encheram as universidades, mas têm um ressentimento, mesmo sem o assumir, contra os homens que não olham para elas. Eles muitas vezes têm medo de uma mulher muito inteligente.

O Professor sabe que as mulheres odeiam o facto de os homens não quererem enfiar o pénis no canudo delas. Coitado, tem de meter aqui um pouco de politicamente correcto. Mas não é medo. É simplesmente porque ninguém as atura se não forem boas, e a conjugação é rara.

cindy crawford IQ 154
Era o QI de 154 da Cindy que nos punha loucos

O que acha da exibição nas redes sociais, das selfies e de publicações desenfreadas?
No Facebook passam-se grandes coisas. As pessoas escrevem demais e lêem de menos. Estamos numa época de narcisismo, como se nos estivéssemos permanentemente a ver ao espelho, homens e mulheres, então elas se forem bonitas… as redes sociais servem para isso. Contam os gostos, as pessoas que concordam com eles, é como se se estivessem a ver ao espelho. Todos temos o direito
de nos sentirmos grandes nalguma coisa, mas isto é tudo muito exagerado.

As redes sociais são um amplificador da natural propensão das mulheres para tentar ser o centro das atenções. E uma lembrança constante (ainda que geralmente ilusória) de que se largarem o seu Beta há 30 Alfas ao virar da esquina com quem se poderiam envolver.

Esta obsessão com as redes sociais é outro factor que prejudica a relação homem/mulher?
Sim, a relação virtual prejudica muito, sobretudo a quem vive só disso. Mais vale ir apanhar pokémons. Há uma outra coisa importante: as redes sociais substituíram a imprensa, que acaba por seguir aquilo que é discutido no Facebook.

Fun fact: o Pokemon Go é uma boa desculpa para engatar mulheres.


Muitos parabéns ao Prof. José Luís Pio Fernandes pela primeira distinção “Chauvinista do Mês” na Távola Redonda. Esperamos que se mantenha uma voz da verdade por muitos anos, e que haja outras vozes a juntar-se à sua na cruzada pela sanidade.