Governo das Esquerdas promove a Escola da Direita

O projecto de analfabetização nacional e desqualificação da mão-de-obra Portuguesa congeminado por Tiago Brandão Rodrigues e congéneres tem o propósito abjecto de desabilitar profissionalmente uma geração de Portugueses. Mas apenas pobres.

Um amigo jornalista considerava que o ministério mais ideológico de um governo era o Educação. Reflecte o presente, projecta o futuro. A tutela de Maria de Lurdes Rodrigues, por exemplo, é exemplificativa da época profundamente despesista e irresponsável em que se enquadrou, cumprindo a premissa Marxista de que a qualidade de vida era materialmente quantificável – O governo injectou dinheiro em tudo quanto mexia e o país faliu. E, embora luxuosamente equipado, o ensino faliu com ele: os estudantes liceais usufruíram de facilidades ímpar, as boas notas nos exames foram oferecidas, as escolas perderam diferenciação, os alunos competentes (e as suas competências) foram desvalorizadas perdendo peso no mercado de trabalho, na penetração no ensino superior. O governo atiçou o poderoso sindicato dos Professores quem se mobilizou contra a aferição docente pondo a cobro o seu objectivo de beneficiar a clique em prejuízo da instrução. Hoje, o lobby cogoverna o 107 da 5 de Outubro.

Veio Crato, o 26º ministro desde o 25 de Abril, cheio de promessas de mudança. E resistências. Os jargões acusam “só desinveste no ensino quem não aposta no futuro”. Mas até o desinvestimento é uma opção política, válida como as outras. Mais importante do que outorgar edifícios sumptuosos (e destruir os traços clássicos dos antigos e belíssimos liceus porque a fúria marxista exige permanente revolução), urgia corrigir ineficiências curriculares, otimizando os conteúdos rigorosamente. Crato fez essa promessa, de multiplicar os momentos de avaliação, de acabar com o ensino artístico, de focar a escola no seu exclusivo propósito tutor. O governo vigente pretende reverter tudo.

A escola enquanto justificação salarial dos sindicados pela FENPROF, a escola “aberta ao mundo e à vida” do Bloco de Esquerda, em nada se coaduna com a escola do Nuno Crato. As primeiras são intrinsecamente piores e por isso repudiáveis. Mas para satisfazer as necessidades coligativas ou para cumprir o projecto educativo de Adão e Silva et al dos quais Brandão Rodrigues não passa de um mero lacaio, a escola pública perde a unicidade de transmissão de conhecimentos às classes desfavorecidas e torna-se num laboratório de experiências Marxistas patrocinado pelo departamento de sociologia da Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa. Fará tudo menos ensinar.
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Nos próximos anos os alunos pouco aprenderão sobre a língua mãe (canibalizada pelo acordo ortográfico) e muito menos sobre a ciência ou a matemática. Pelo contrário, terão “aulas” sobre factos sociológicos, sobre participação cívica e sessões de doutrinação política. Também aprenderão sobre o feminismo, a história do feminismo, o contributo do feminismo, os benefícios do feminismo, as novas fronteiras do feminismo… Cinco títulos de cadeiras que tanto prepararão os nossos jovens para o sucesso profissional. Virão as culpas pós-colonialistas e o valor de movimentos como o Black Lives Matter, a discriminação: simples, múltipla e por associação. Virão aulas teológicas sobre o papel do Islão no mundo actual. Virão aulas historiográficas sobre Mao, Trotsky, Hoxha, Sandino. Virão colóquios sobre a violência doméstica, o assédio, as agressões, as micro-agressões, o micro-assédio, a necessidade de safe spaces e demais importações tresloucadas que a América Obamista produziu.

Virão debates intensivos sobre opções sexuais, opções de transformação sexual, transgenderismo, fluidez de género, fluidez do sexo, iniciação ao estudo do sexo, à valência do sexo, à importância do sexo, sexo sexo e mais sexo e qualquer palavra de decoro resultará em excomunhão e expulsão já que “A Abstinência pode matar”. Se, nas palavras do Prof. José Martinho Simões, “Ciência significa previsão” posso não ser tão preciso como os supracitados sociólogos mas prevejo que os alunos, habituados à sexologia nos intervalos e hoje muito mais púdicos do que no passado, desdenharão profundamente as apetências ministeriais.

As Capazes mais a Raquel Varela substituirão os manuais escolares e, remuneradas condignamente, farão muitos jantares no 100 maneiras. As raparigas de 11 anos estarão aptas a responder a provas detalhando o aborto enquanto os colegas adquirirão “consciência e domínio do corpo” leccionados pelo Professor Paulo Pedroso, instrução que ministra no Colégio Pina Manique há décadas.

À semelhança destes seus antigos alunos, as únicas vítimas desse aborto, serão as crianças pobres. Todos aqueles que puderem pagar colocarão a prole nas escolas privadas onde, entre os pingos da fiscalização, os filhos dos ricos continuarão a ser preparados para o mundo real. Mais, o decaimento da escola pública garantirá a ausência de concorrência nos universos que estes tarados não tutelam, quer no mercado de trabalho, quer nas candidaturas ao ensino superior. Faculdades de Ciência, Medicina, Engenharia e Economia nas Universidades prestigiadas voltarão a ser propriedade dos filhos dos ricos, um regresso aos dias académicos de Eduardo Ferro Rodrigues.

Em resposta a uma questão sobre se se declarava como “supremacista branco” Milo Yannopoulos assumiu que os Estados Unidos apresentavam uma sociedade desigual, injusta para os estadounidenses pretos. Mas que a solução para resolver as vigentes desigualdades, ao invés do BLM, era criar uma alternativa onde os miúdos espertos, estudiosos, dedicados e trabalhadores pudessem chegar a Harvard em igualdade de circunstâncias. Para tal era necessário construir uma escola inclusora, igualitária e, claro, com meios, mas também que fosse uma escola qual nivelasse por cima, estrita, rigorosa e muito exigente. Todo o desvio beneficia aqueles que podem pagar explicações, formações paralelas, entrada em IES privadas ou para quem o mundo do trabalho será sempre um corpo estranho pois herdaram empresas, acções, créditos, propriedades e poderão viver de rendas toda a vida. Pelo contrário, a bipartição entre uma escola privada gerida com seriedade e primazia, e uma escola pública abandalhada, desprovida de matérias e com orientação ideológica, vai sempre prejudicar quem se resigna ao público por falta de meios. A escola boa é a escola exigente. A escola exigente é a escola de Esquerda.

No fim da conferência, Milo Yannopoulos foi chamado de racista.
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Promovemos um país que beneficia os filhos da elite e castra os filhos da plebe. Chamamos-lhe igualitário?

Carrilho, Guimarães e Nós

Após acérrimo debate e muita ponderação, A Távola Redonda coloca-se solidariamente ao lado do Professor Manuel Maria Carrilho a quem deseja a melhor fortuna no processo que enfrenta. Excelentíssimo Senhor Professor, estamos consigo.

Os tabloides propagandearam a relação entre o antigo ministro da cultura de António Guterres e uma miúda da televisão, consumada em 2001. Apoiante da filosofia RedPill A Távola Redonda aplaude as escolhas pessoais do filósofo ao selecionar – após uma divertida e abonada vivência pré-matrimonial – uma fêmea intelectual e profissionalmente nula mas que obedecia estritamente a critérios estritos de beleza, idade e fertilidade. A escolha recaiu sobre Bárbara dos Santos Guimarães mas qualquer outra que cumprisse os supracitados requisitos serviria ao deputado e vereador e também filho de um deputado, governador e Edil de Viseu. A relação era, aos olhos do mundo, uma permuta comercial entre o valor reprodutivo (R) de Barbara e providencial (P) do Professor Doutor.
Image result for barbara e carrilho 2001Como ocorre frequentemente, ambos decresceram mas apenas um dos dois se esgotou. Ainda em funções, o membro do governo promoveu a esposa no meio cultural onde a mencionada, sem formação superior e muito provavelmente analfabeta, jamais poderia ter lugar. Com os anos e em resultado ao envilecimento que ocupara a sua existência antes de conhecer o esposo, o valor R decresceu acentuadamente. Por sua vez, o docente, apercebeu-se que o seu brilhantismo académico ou a extraordinária competência demonstrada na edificação do departamento estatal (inexistente antes da sua iniciativa) representavam competências inadequadas ao sucesso político e sub-valorizadas junto do eleitorado. Por essa razão afastou-se da ribalta retomando à cátedra na Universidade Nova de Lisboa, provavelmente uma das melhores do mundo na sua área de Estudos.


Os holofotes regressaram à vida do Doutor mas desta vez sem o brilhantismo merecido. Amargurada, ressequida e rancorosa ao invés de devota e leal, a (então muito menos) jovem Bárbara, lançou um conjunto vergonhoso de acusações sobre o homem que a amparara, apoiara e alimentara. Professoral, Manuel Maria Carrilho reconhece a inexistência de qualquer valor na ora desempregada, bastantes anos depois desta ter atingido a Wall, e sem qualquer complacência, aprontou-se a recolher qualquer um dos milhares de clones da ex-esposa que polvilham pelo país fora (mas dentro do prazo de validade). Preocupou-se – como qualquer Homem de valor – apenas com a sua prole qual deveria ser imediatamente afastada dos devaneios maternais. E aí começaram os seus problemas.


Para os Homens que gastaram muitos dos seus melhores anos satisfazendo desejos libidinosos, são notórios certos padrões em torno de Bárbara Guimarães. A mentira, a vitimização, o recurso a argumentos da ordem emocional e a convocatória de preconceitos imaginários sobre as diferenças reais entre a facilidade de existência masculina e feminina no século XXI. Mas também os excessos, a libertinagem (“A minha mãe bebe muito”), a irresponsabilidade, a necessidade de atenção, a manipulação de agentes terceiros para defesa própria, são típicos da sua condição. Durante os anos em que o antigo parceiro estudava com afinco, leccionava e prosseguia investigação para a Instituição de Ensino Superior, Bárbara desfrutava o cock carroussel alheia aos danos que este acarretava. Sendo consabidamente inapta para desempenhar qualquer função com utilidade societária, perdeu com a idade a sua última valência e encontra-se horrorizada pela condição a que foi acometida, mordendo – vingativa e tresloucadamente – a mão que lhe deu de comer. Hoje, não serve para ser conjugue. Não serve para nada.

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Aquilo que me deixa profundamente incrédulo é a apreciação que o caso recebe da vox poppuli. Não obstante as suas incompetências, a legião de fãs da antiga apresentadora – provavelmente minados pela reinante ideologia androfóbica e gerontofóbica – dispõe-se a tudo para defender a mulher, inclusive a agredir um Catedrático quem produziu mais em qualquer ano da sua vida do que Bárbara no somatório desses todos. A turba, impreparada e ignorante, estará disposta a suportar uma esposa infiel, uma mãe ausente, uma má profissional em nome do ideário vigente. Estará disposta a entregar-lhe os filhos, mesmo conhecendo a sua displiscência e a preferência declarada dos mesmos em permanecerem com o Pai, ou até sendo do conhecimento público que – aquando de um divórcio – os filhos têm maior sucesso profissional e académico se permanecerem na esfera educativa providenciada pelo progenitor. Estará, alternativamente, disposta apenas a condenar um homem com alguma idade, apenas por o ser.

Assim, o país maltrata um Professor Universitário, oprime um Homem de Valor, submete um servidor público a todo o tipo de vexames, enquanto promove a dondoca, a aproveitadora, a debochada.

Chamem-lhe igualdade.

O Adolfo contra-ataca

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Os nazis estão de volta! Aparentemente tomaram conta da Universidade do Minho! Felizmente Portugal é um país democrático, e a universidade reagiu prontamente à ameaça ariana. O Reitor condena a acção e o presidente da associação académica vai reunir com os representantes do curso de Biologia Aplicada, que protagonizaram a situação. Ufff! Ainda podemos contar com as estruturas directivas para proteger os jovens universitários, principalmente as minorias, de perigosos skinheads de correntes e barrotes em punho, que andam a espalhar suásticas pela universidade e a espancar quem se lhes oponha.

Ou então está só tudo parvo.

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Quem já andou na universidade (excepto os hippies do MATA que se aplicavam mais em ficar ofendidos e estragar a diversão dos outros do que em curtir a vida) olha para esta foto e percebe imediatamente o que se passa aqui.

Um veterano (de negro, aparentemente trajado) passa visita qual sargento perante um pelotão de caloiros (de batas brancas) cabisbaixos em pose de submissão. Um deles tem a tal braçadeira suástica que é o centro da histeria.

Ora, está bom de ver que o rapaz não leva o dito ícone por sua iniciativa. Obviamente que foi lá posto por um dos praxantes. Talvez gratuitamente, ou talvez por alguma coisa que o rapaz disse. Terá feito algum comentário islamofóbico? Será fã de Donald Trump? Será contra os transgénicos? Terá dito algo tão terrível como que se calhar um homem devia ter uma palavra a dizer quando uma mulher quer abortar o seu filho? Não sabemos, mas O Patriarca aposta que não é abonatório para o mancebo que carrega a dita.

Ad Hitlerum

Aqui jaz precisamente o problema. A esquerda tem-se dedicado de tal forma a chamar Nazi e Hitler a todos os opositores, que o rótulo perdeu o seu impacto. Se qualquer desvio da cartilha marxista leva com uma suástica metafórica na testa, é só uma questão de tempo  até as suásticas literais começarem a aparecer por todo o lado, em contextos de simples brincadeiras.

Quando começarem a surgir suásticas irónicas por todo o lado, a banalização estará completa. Talvez haja até pessoas, que em nada partilham dos ideais nazis, que decidam usar a suástica como símbolo de desafio ou rejeição da insanidade esquerdista. E aí será difícil identificar os verdadeiros nazis.

Mas isso é um problema para a esquerda resolver. Nós no mundo real vamo-nos rindo com a ironia.

Dia de São Valentim

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Ontem foi dia de São Valentim. O Patriarca é Benfiquista, e tem namorada. Marcou jantar para as 22h. Saiu do trabalho, sentou-se num café perto do local onde a cara-metade tem aulas, a beber tranquilamente umas imperiais enquanto via o inapropriadamente calendarizado embate entre Benfica e Borussia Dortmund. A querida juntou-se a ele pouco depois. Não aprecia particularmente futebol mas o entusiasmo contagia-se. São Ederson salvou a noite desportiva.

Mas O Patriarca não tinha nada para oferecer à querida (para além do jantar). Para ser honesto, até tinha intenção de comprar uma flor ou um cartãozito lamechas, mas uma semana de loucos não o permitiu. Foi com algum alívio que constatou que não estava numa relação com um transgénico particularmente bem conseguido, pois como boa mulher não perdeu a oportunidade de comentar “Então e não me compraste nada??”

“Pensava que a partir de um certo grau de ser DO CARALHO um gajo estava dispensado dessas coisas”

Seguiu-se uma tentativa de resposta indignada que fez um péssimo trabalho em disfarçar um brilho de luxúria nos olhos. Não se tocou mais no assunto, o jantar foi excelente. O garçon ainda providenciou uma rosa. Desnecessário, mas perfeito.

O Patriarca foi furiosamente cavalgado nessa noite. Os vizinhos não devem ter gostado. Ao preparar-se para adormecer, não pôde deixar de esboçar um sorriso maldoso ao imaginar a quantidade de Benfiquistas por esse país fora que não viram o jogo e ainda lidaram com uma “dor de cabeça”.

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Um homem confiante na sua frame dá presentes à namorada quando quer e quando pode, pelo prazer de o fazer e não pelos resultados que isso lhe possa trazer. Ela vai respeitá-lo  e desejá-lo quer venha com um ramo enorme de rosas quer venha com as mãos a abanar – desde que ele não se ponha a tentar arranjar justificações e desculpas como um beta.

E em caso de dúvida, sê um homem Skittles. (tl;dr – duas amigas descobrem que tinham andado a ser comidas pelo mesmo gajo, que mantinha uma espécie de harém e lhes oferecia Skittles no aniversário)

I Can’t Put My Penis In Your College Degree

Há muitos anos, mesmo no tempo em que comprava a narrativa feminista, que O Patriarca acha piada ao hit de Jon LaJoie, “Show Me Your Genitals”. Na altura com um certo peso na consciência, porque aquilo de facto está feito para ser ofensivo e nada correcto (politicamente ou não). Anos mais tarde apercebe-se sem pudor da realidade – é engraçado porque é verdade!

Nomeadamente, este trecho:

I can’t have sex with your personality

And I can’t put my penis in your college degree

And I can’t shove my fist in your childhood dreams

So why r’ you sharing all this information with me?

tinha postulado anteriormente que a formação académica e sucesso profissional das mulheres tem pouca influência no seu sucesso sentimental, podendo até mesmo ser deletério para o mesmo. Vamos então hoje expandir esse tema.

Hipergamia

“A palavra ‘hipergamia’ aplica-se, em geral, a uma tendência observada em várias culturas nas quais as mulheres procuram por pretendentes do sexo masculino que possuam status social mais elevado que os seus, o que normalmente se manifesta em uma atração por indivíduos comparativamente mais velhos, ricos ou mais educados do que elas mesmas.” – Wikipedia

A estratégia sexual feminina é baseada na hipergamia, que as impele instintivamente a procurar acasalar (de preferência no contexto de uma relação de longo prazo a culminar em casamento e procriação) com um homem que entendam ter maior valor que elas.

Um estudo muito interessante debruça-se a fundo sobre este tema, e dele se retiram dois gráficos extremamente curiosos.

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A figura 5 mostra-nos que para além da conclusão da educação básica (12 anos), quanto mais educação tem a mulher, menor a probabilidade de alguma vez casar. O Patriarca arrisca também que as mulheres com menos de 12 anos de escolaridade casam menos, não tanto pela falta de escolaridade em si, mas por os factores que as retiram precocemente da escola muitas vezes prejudicarem também a “casabilidade” (mães adolescentes, famílias disfuncionais, etc).

A figura 12 pode parecer um pouco desconcertante à partida – quanto mais estudos têm as mulheres, menos hipergâmicas se tornam. Mas não é difícil perceber porquê: quanto mais perto do topo está uma mulher, menor o número de parceiros disponíveis para cumprir o seu preceito hipergâmico. Acaba por ser inevitável algum grau de compromisso.

Portanto, o sucesso académico prejudica não só as hipóteses de uma mulher se casar (o sonho de quase todas, por mais que as feministas esperneiem e afirmem o contrário), como de cumprir a sua directiva primária de fazê-lo com um homem melhor que elas.

Canudos não são sexy

Agora a parte masculina da equação. Não é que o sucesso académico seja um factor negativo para a atractividade de uma mulher. Provavelmente tem absolutamente ZERO influência na mesma. Uma mulher boa é uma mulher boa, independentemente de só conseguir grunhir duas palavras ou saber discutir teoria de cordas. Por mais que a sociedade tente convencer os homens de que a inteligência é sexy, que ter uma mulher com formação superior é bom por isto ou por aquilo, a realidade vai ser sempre só uma: os homens (ainda que por pressão social não o admitam), antes de todas as outras considerações, querem uma cara bonita em cima de um corpo de ampulheta.

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O Patriarca nunca viu um artigo a tentar explicar ao mundo porque é que esta mulher é uma bomba

Não quer isto dizer que as mulheres se esgotam no físico. Afinal de contas, O Patriarca gosta de mulheres, não de bonecas de plástico. E os outros homens também. A grande maioria dos homens tem um crivo físico, com uma malha mais ou menos apertada conforme os gostos pessoais e as possibilidades de cada um. Passado esse primeiro filtro, entram em jogo as outras qualidades. Aqui, de facto a educação poderia aportar alguma vantagem extra às mulheres, mas esbarra noutro problema. Essa educação tirou-lhes tempo para se dedicarem a outras actividades com muito mais retorno em termos de valor para um homem, como por exemplo:

  • cozinhar
  • cuidar de uma casa (que não é o mesmo que limpar – um homem de valor tem uma empregada para isso)
  • tocar (bem) um instrumento
  • tratar do corpo, nomeadamente ginásio
  • começar efectivamente a parir e a formar uma família em vez de esperar pelo fim da janela fértil

Muitos dos homens de hoje podem estar condicionados para dizerem que querem uma mulher “igual a eles”, ou seja que tenha uma actividade que permita dividir igualmente as despesas familiares (e esperar o mesmo da lida da casa). Podem até procurar activamente essas mulheres, contra os seus instintos. Esses são também os homens que as mulheres ignoram e as fazem perguntar “onde andam os homens de jeito?”, pelo menos até os 30’s chegarem e elas estarem dispostas a baixar a sua fasquia hipergâmica para assentar e parir 1.2 crianças.

Já os tais “homens de jeito” estão mais preocupados em buscar o que realmente querem, o que em termos de parceria feminina, para além dos já referidos atributos físicos, se traduz em: sexo entusiástico, companhia agradável, capacidade e vontade de cuidar uma família, e não chatear demasiado. O canudo não aporta nenhuma destas virtudes, e o mercado de trabalho não raramente drena-as.

Mulheres: fora da escola, dentro da cozinha?

O Patriarca sabe que vai ter de repetir isto sempre que tocar semelhantes assuntos, portanto vamos a isto. As mulheres (e todas as pessoas em geral) devem ser livres de escolher fazer com as suas vidas o que bem entenderem. Se isso incluir 20 anos de estudos e uma carreira esgotante mas recompensadora, nada a opôr. Se pelo contrário quiserem acabar o liceu, casar, ter filhos e dedicar-se à família, idem. Outras opções algures no meio destes extremos, ou totalmente noutra órbita, perfeitamente de acordo.

O que é cansativo é ouvir permanentemente (geralmente da boca de mulheres depois dos 30) que “os homens se sentem intimidados por mulheres inteligentes”. Não, querida. Em primeiro lugar, nem um curso superior é sinónimo de inteligência, nem a ausência de um impede uma mulher inteligente de se cultivar e poder ter uma conversa interessante. Em segundo lugar, o que afasta os homens das mulheres carreiristas não é a inteligência, mas sim as características que a vida profissional acaba por lhes inculcar – stress permanente, conflitualidade, egocentrismo, corpo menos cuidado, e talvez o pior, uma incapacidade de avaliação do seu valor no mercado sexual e a que tipo de homens podem almejar.

Finalmente, uma ressalva para aquela que é talvez a maior vantagem pessoal para a mulher típica ao ingressar no ensino superior: a potencial inserção em círculos com homens de maior valor do que o seu background normalmente lhes daria acesso. Seria aconselhável que todas as jovens que concluam que a sua carreira académica não as apaixona e que dificilmente encontrarão aí a sua realização pessoal, aproveitem para agarrar aí o homem dos seus sonhos e conseguir a vida amorosa que deseja. Sim, é um lamentável desperdício de recursos reduzir as universidades a substitutos de bailes de debutantes, mas devemos jogar com as cartas que nos são dadas.

Realismo e Felicidade

No fundo, o que O Patriarca pretende é que deixem de enganar as mulheres (e de tentar convencer os homens a mudar os seus impulsos biológicos de atracção, inatos e imutáveis).

Que se deixe de diabolizar a dona de casa, de meter na cabeça das meninas que são umas parasitas se optarem por esse rumo de vida, e que os homens que as escolhem são uns falhados, ou pior, machistas!

Que se informe as jovens que ingressam no ensino superior e no mercado de trabalho, que se abandonarem a sua feminilidade, de pouco lhes servirão os restantes atributos na busca de um parceiro.

Que se deixe de culpar os homens pelas suas preferências sexuais e românticas.

Que não se tente ocultar a realidade em nome de ideologias fantasistas, e que as pessoas possam tomar as suas opções de vida com os pés assentes na terra, para não descobrirem demasiado tarde que o mundo que lhes venderam não existe e que o Sr. Certo não vai necessariamente estar à espera.

 

Submissão e Liberdade, da Abstinência à Eutanásia

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“Você pode viver com dignidade, mas não pode morrer com ela” nas palavras do fictício Dr. House. Porque nas palavras do factual Michel de Montaigne, “A morte é de facto o fim”

Tenho em relação à Eutanásia o receio que a homossexualidade inspirava ao avô homofóbico de um amigo do popular romancista Hugo Gonçalves: “Já foi proibido, já foi permitido e ainda há-de ser obrigatório”. Opositores à legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo eram troçados por argumentarem como a alteração legislativa incentivaria à homossexualidade. Certamente ninguém permutou a sua orientação em função dum despacho governativo mas na batalha demográfica – aquela de que nos olvidamos quando viabilizamos a entrada indiscriminada de emigrantes férteis no Ocidente – observaremos como a percentagem de homossexuais entre as camadas mais jovens disparou nestes anos em resposta à escandalosa propagação do homo-erotismo, promovido antes de mais pelo poder político. Não tenho dúvidas de que o crescimento em número dos colectivos afim (cada vez mais abastados, dinâmicos e com um peso escandaloso na comunicação socia) cresceu graças à penetração nas camadas jovens. E ainda que se possa discutir a perversão de incentivar os mais influenciáveis a uma escolha dificilmente sua, os dois exemplos análogos possuem uma diferença abissal: é que da morte não há retorno.

A obra “O Mapa e o Território” – vencedor do prémio Goncourt em 2010 – fez-me, numa questão qual julgava remeter-se exclusivamente ao âmbito da liberdade individual, mudar radicalmente de opinião. No livro, o Pai do protagonista sente-se continuamente pressionado a optar por este suicídio – homicídio? – limpo, asséptico, indolor, “digno”, cedendo por fim a fazê-lo numa clínica Suíça. Também o Pai de um engenheiro com quem me cruzei se suicidou aos 70 anos, deixando em carta aos filhos a declaração “não compreender o mundo em que vivia”. Receio que a legalização da eutanásia tornará este fenómeno corriqueiro.

Para além do salto tecnológico e das transformações sociais terem tornado o mundo num local mais inóspido para os menos jovens, sofrem com a obsessão que a cultura popular devota à Juventude. Na obra “Youth” do argumentista Paolo Sorrentino, o lendário realizador “Mick” apercebendo-se da sua obsolescência, lança-se da janela incapaz de aceitação ou da adaptação à velhice. Essa obsessão, propalada por uma geração de políticos exclusivamente provenientes das jotas (como o fora pelos seus antecessores e padrinhos políticos, filhos do Maio de ’68), restringiu o debate público às suas ditas causas sobre-representadas na imprensa e no debate público, alheando os mais velhos mesmo que sejam os mais velhos quem mais depende da Política – de um serviço funcional de saúde ou de um fundo nacional de pensões. Assim, não é o conservadorismo que os aparta da legalização do IVG, mas a incapacidade etária de procriar. Não é a homofobia que aliena o eleitorado sénior da extensão aos direitos matrimoniais, é o perceptível desinteresse pelas temáticas do baixo ventre. Não é a relação moralizante com o prazer que os inibe à aceitação do consumo de estupefacientes, é o respeito que um corpo mais gasto convoca, o suficiente para recusarem degradá-lo voluntariamente .

A confissão que recentemente uma jovem socialista me fez quanto às dificuldades das lutas da organização advirem do envelhecimento da população Portuguesa (note-se que exceptuando o risível desconto para jovens em museus, esta organização não produz conteúdo fora do trâmite das “fracturantes” há quase uma década), fica demarcado, à semelhança do sucedido na revolução cultural chinesa, o inimigo figadal da JS – A idade!

A gerontofobia desta frente (que não se esgota à Esquerda como o revelou o episódio da“Peste Grisalha”) vai ao ponto de, no rescaldo do Brexit, ser solicitada a inclusão de uma idade máxima de voto porque, os cidadãos seniores, deviam estar desprovidos de direitos eleitorais. E ainda há relativamente pouco tempo o jornalista Rui Tavares exigiu mais jovens nas redacções. Ou seja, menos idosos.

Mas o distrate que o Francisco Rodrigues dos Santos recebeu da imprensa com uma proposta inócua, ou por outra, sensata, pôs a nu um critério de anuência que não se esgota na idade. Não somos livres de optar pela abstinência, uma escolha que – às palavras da deputada Isabel Moreira – “pode matar”. Religiões bem aceites pela esquerda folclórica como o Budismo (que é de Esquerda) ou o Islamismo (que não é) pregam a abstinência e a figura de Staline que, segundo Marcelo Duarte Mathias, nutria uma curiosidade académica pela prostituição londrina pois crescera imbuído pela moralidade Georgiana cuja tradição casta perdura aos dias de hoje, é retratada pelo historiador Martin Amis como púdica e assexuada. A única consistência desta trupe é a dissonância cognitiva. E o ódio aos velhos.

Sendo infinitos os perigos da legalização da Eutanásia, sobretudo na era da automação computorizada (quantos acabarão eutanaziados por erro informático?) e não consistir necessariamente num suicídio mas sim num homicídio legalizado como bem assinalou o Victor Cunha, existe na retaguarda desta opção, o estabelecimento de uma cultura de morte. Com antecedentes no folclore nórdico, na Alemanha 800 AC. Na ilha de grega de Keos, a população referendou democraticamente o assassinato de todos os ilhéus com mais de 60 anos através da ingestão de cicuta. A história parece condenada a repetir-se.

Os eugenistas do século XX de igual modo assumiram uma cultura de morte. O aborto na Alemanha Nazi era legal até às 13 semanas e apenas interditado caso o Schwangerschaftskonfliktberatung  (Comité da gravidez indesejada) aferi-se tratar-se de uma criança saudável, isenta de malefícios para a parturiente e, claro, ariana – todos os demais eram encorajados. O decreto Aktion T4 (curiosamente redigido por Adolf Hitler no mesmo dia em que a Alemanha invadiu a Polónia) previa a morte misericordiosa de todos aqueles quem fossem considerados pelas autoridades médicas competentes como incuráveis. Interessante ainda que uma boa parte dos quase 71 mil assassinados pelo programa até Agosto de ’41 (com tecnologia depois replicada para o holocausto), tenham provindo de abrigos geridos pela igreja Católica. Tal como a palavra “vida” se revelou sujeita a várias interpretações também a palavra misericórdia

Para quem tenta datar os temas atente no premonitório Extension du Domaine de La Lutte: uma enfermeira toma a decisão de eliminar uma paciente considerada a urgência de vagar cama e a ausência de familiares, copiando uma prática contemporânea da Índia subdesenvolvida. Pouco falta para que as escolas de medicina e a ordem dos médicos eliminem o juramento de Hipócrates.

Mas mesmo longe das 5000 crianças exterminadas pelo programa Nazi porque “Os recém-nascidos alemães devem provocar um aumento do poder da nação e não enfraquecê-lo” segundo Hitler num discurso em Nuremberga, o protocolo holandês de Groningen – o conjunto de directivas que viabiliza, desde 2004, que uma criança possa ser assassinada até aos 12 anos com consentimento parental – oferece tenebrosos paralelismos. Por essa mesma razão o governo francês interditou a campanha“Dear Future Mom” por supremo respeito às mães que abortaram crianças deficientes eugenicamente erradicadas – falta apenas atribuir-lhes a Ehrenkreuz der Deutschen Mutter.

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Na Bélgica, um adolescente de 17 anos foi morto em 2016 pelas autoridades que prometeram cuidá-lo. Uma rapariga de 14 anos, submeteu-se ao procedimento, não sem antes se organizar uma grande festa pela celebração da sua partida. Retorno ao exemplo inicial e pergunto-me, como me perguntei face aos homossexuais que desabrocharam num mundo pós-legalização do casamento, se todas estas pessoas – na ausência da possibilidade de recorrerem à eutanásia – investiriam, per si, tantos esforços na morte.

Não valia mais a pena investir na vida?

A degeneração da Esquerda

Tal como o feminismo, a Esquerda moderna descambou num cômputo de causinhas, pelejas, excentricidades e controvérsias, que serve todos os gostos e feitios (e clientelas). Só não alberga uma: a da Igualdade

Um dos alvos preferenciais da Esquerda Portuguesa – Isabel Jonet – dirige uma instituição que apoia cem mil Portugueses carenciados. Outro desses alvos, António Pinheiro Torres, fundou e dirigiu a Ajuda de Berço cuja actividade apoiou dezenas de milhares de crianças (e famílias) ao longo dos anos de actividade. O mais recente saco de pancada, José Diogo Quintela, investiu os vencimentos de uma década e meia de entretenimento para empregar para cima de mil conterrâneos. Deram mais ao povo do que os os líderes da geringonça, mas não o têm sempre na boca.

A hipocrisia não termina aí. No texto “O complexo de esquerda” João Luís César das Neves denota como, enquanto garante proteger os mais fracos, a Esquerda apela à morte de recém-nascidos e incentiva o suicídio dos idosos, quem condenou à miséria depois de esbanjar os fundos da segurança social com tratantes e indigentes. A Esquerda diz-se progressista, mas não há nada mais estático, antiquado e conservador, do que a sua visão para a economia ou para o funcionamento do mercado de trabalho; Aquando da liberalização do respectivo código nos anos da Troika, aliás, o PCP era sempre mencionado como a ala conservadora do parlamento, longe da sua popular fundação vanguardista. O que pode ser inovador numa revolução permanente?

Apesar de ter sido fundada, como contraponto ao imperialismo e nacionalismo dos séculos XIX e XX sob o pomposo cunho de “I Internacional” (sucedendo-lhe a II, a III e a IV de Trotsky), abundam apelos patrióticos entre os nossos MRPP, PCP, BE, movimento Que-se-lixe-a Troika (Passe-se a rednudância) e mais recentemente até PS, como abundaram na Albânia de Enver Hoxha ou na Rússia de Iossib Stalin, os apelos ao passado perdido, à saudade imperial. Rivalizariam com o saudosismo de Giulio Cogni, Charles Maurras, Rolão Preto ou António Ferro. A Esquerda que recusou a integração Europeia, a adesão à NATO, a formalização de acordos pontuais de comércio livre, tem o descaramento de bradar como a sua luta é internacional. E a sua necessidade de regular o trading, honrado e funcional é tão mais ostensivo quando exigem a desregulação da prostituição ou da venda de marijuana. Para que um capitalista obtenha o beneplácito de um esquerdista, urge que seja concomitantemente um meliante.

O seu supremo egoísmo está na cruzada pelo veganismo, demandando um grande salto em frente nos hábitos alimentares, dedicado certamente a repetir o feito de 58-60. Não traria só a fome mas também a destruição dos milhões de postos de trabalho que a pecuária providencia. Conhece-lhes pelo menos o respeito pela discordância, quem na porta do campo pequeno os ouviu gritar preferências sobre ver estripados toureiros a touros . Quo humanismo?

Nos últimos anos em que as crises económicas se sucederam e o fosso social e remuneratório alargou, a Esquerda cambiou os necessitados pela comunidade LGBT. E quanto esta adquiriu dimensão e influencia e se constituiu como lobby transversal ao poder político, a Esquerda arquitectou o transgenderismo para que, em seu nome, pudesse travar imprescindíveis batalhas sociais. Revolviam as vítimas do capitalismo, os pequenos agricultures a quem as quotas condenaram, os operários cujos postos de trabalho soçobraram face à sino-concorrência, mas de costas voltadas para as fábricas e, claro, para os campos, a Esquerda priorizou essa classe uber-desfavorecida que são os homens que queriam ser mulheres ou o contrário. Quando estes não foram suficientes, forjaram uma panóplia de  géneros e tendências novas aos quais urge adesão para minorar o belzebútico privilégio. Não passa de uma estratégia para nos inferiorizarem colectivamente.

Aceito, claro, a opção médica, respeitável e perfeitamente válida de escambar o sexo – tão válida como a opção de ser homossexual. Mas a lógica incutida aos activistas do género, é que os LGBTQXPTO nasceram nessa infeliz condição, que lhes outorga primazia, quotas e direitos. O determinismo, outrora propriedade da Direita – monárquica, nobiliárquica e patriarcal – pertence hoje aos filhos da revolução de inverno. Procurarão quiçá formar um exército côr-de-rosa.

Como os senhores feudais do Ancien Régime, usufrutuários por prerrogativa berçária da colecta fiscal, esta minoria prepotente exige, em razões da sua condição de nascença, apropriar-se do erário colectivo para satisfazer caprichos onerosos. À mesma semelhança, julgam ter o direito. E ainda nessa semelhança, atacam impiedosamente os contestatários. Mas, a sua não-existência – There is no such thing as trans-people – põe a desnudo a essência da Esquerda actual que se dedica a fantasiar minorias extravagantes enquanto ignora a massa crítica cujo poder de compra e qualidade de vida não acompanhou o das elites cosmopolitas. Os grupelhos queer , indiscutivelmente urbanos, maioritariamente litorais e burgueses, representados por académicos bem assalariados, são o último refugo do simulacro da luta de classes realizada integralmente à revelia dos populares. A Esquerda do Século XXI prefere inventar oprimidos a ter de lidar com os pobres.

PS – Corrigido a 6/2/17 quanto ao tipo participação do Dr. António Pinheiro Torres na meritória Ajuda de Berço, com agradecimentos ao reparo e calorosas saudações de boas-vindas ao blog.