Aeroporto Cristiano Ronaldo

Uma das bases da Red Pill é a busca da excelência. Qualquer pessoa com um mínimo de ambição sabe como não é fácil estar constantemente a melhorar, e manter a perseverança nos momentos difíceis. O Patriarca tem uma profunda admiração por aqueles que conseguem atingir patamares impensáveis para a maioria dos mortais, qualquer que seja a disciplina em que se notabilizam. Por isso, é com alguma amargura que vê esta polémica sobre a rebaptização do Aeroporto da Madeira – “afinal de contas ele só dá uns pontapés numa bola”.

CR7 é um Português ímpar. Conseguiu ser durante muitos anos o melhor do mundo na sua área, e quem sabe se não voltará a ser. Está até na discussão para os melhores de sempre.

Portugueses que tenham atingido alturas semelhantes? Assim de repente, só Egas Moniz e José Saramago, melhores do mundo nas repectivas áreas.

Até podem ter uma certa razão os que dizem que se dá demasiada importância ao futebol, mas a verdade é que se todos os portugueses tivessem a ética de trabalho nas suas áreas que o Ronaldo tem no futebol, talvez Portugal fosse um dos países mais desenvolvidos do mundo.

Não merece o nome na porra do aeroporto da terra onde nasceu?

Capazes confirmam: Feminismo esgotou-se há quase 30 anos!

Como já foi referido anteriormente, O Patriarca é leitor assíduo das Capazes, pois tem um interesse mórbido em saber quais as últimas insanidades que aquela gaiola de loucas anda a tentar importar para o nosso querido jardim à beira mar plantado.

Qual não é o seu espanto quando encontra um artigo da autoria da Srª Dª Isabel “#estousozinhaporqueoshomenstemmedodemim” Moreira, confirmando o que a maioria das pessoas com uma mente razoavelmente equilibrada sabem: o feminismo esgotou-se há cerca de 30 anos, e desde então não é mais que um movimento de supremacia de género liderado por gajas mal paridas e mal fodidas a tentar tornar toda a gente tão infeliz quanto elas e sacar umas regalias extra pelo caminho.

O artigo fala por si, pelo que o melhor é mesmo ler. Quem não quiser dar tráfego ao ninho de harpias maldito, pode encontrá-lo transcrito na íntegra abaixo. Até porque se a criatura se aperceber do que escreveu ainda o apaga, portanto é melhor guardar as provas.

Resumindo: a megera, confrontada com a existência de mulheres que percebem a malignidade da ideologia em causa, faz uma lista de conquistas importantes que o feminismo fez em Portugal entre 1974 e 1990. Depois, talvez tendo um laivo de consciência, acrescenta dois itens que não têm nada a ver com o feminismo – a lei do pré-escolar em 97 e a lei da adopção e do casamento gay em 2010 – para ver se o deserto dos últimos 27 anos não se torna tão evidente.

Termina com uns conceitos vagos e/ou falsos como a desigualdade salarial, demonstrando assim o exposto acima: O FEMINISMO É CANCRO DESDE 1990. Podem fechar a porta.

*******************************************

CARTA ABERTA ÀS MULHERES QUE REJEITAM O FEMINISMO

No dia internacional das mulheres, ouvi várias mulheres na televisão, incluindo jornalistas, rejeitarem o dia em si e o feminismo. Dizia uma jornalista que tudo o que acaba em “ismo” lhe cheira a “extremismo”.

Não me surpreendem. Infelizmente, sabemos que falta identidade ao movimento feminista, sabemos que o sexismo não é exclusivo dos homens. Mas é evidente que se a falta de perceção da desigualdade de género nos afeta, ela afeta-nos com mais força quando é manifestada por mulheres.

Sempre que levo com uma mulher horrorizada com o feminismo tenho vontade de fazer uma lista dos direitos de que essa mesma mulher goza, desde os primeiros dos primeiros, conquistados por sufragistas e operárias, as “histéricas” que deram causa à instituição do “dia das mulheres”, já agora um dia político e não um dia dos namorados “versão dois”, carregado de flores.

Foi de facto um “extremismo” lutar-se para que em 1974 as mulheres pudessem finalmente aceder à magistratura.

Foi de facto um “extremismo” lutar-se para que em 1974 as mulheres pudessem finalmente aceder à diplomacia.

Foi de facto um “extremismo” lutar-se para que em 1974 se alterasse o Código Administrativo legalizando o acesso das mulheres a todos os cargos.

Foi de facto um “extremismo” lutar-se para que em 1976, fruto do trabalho da Comissão Feminina se concedesse a todas as trabalhadoras o direito a licença de 90 dias no período de maternidade (matéria que vem sendo sucessivamente aperfeiçoada).

Foi de facto um “extremismo” lutar-se para que em 1976 fosse aprovada a Constituição democrática, consagrando a igualdade entre homens e mulheres, passando por vários domínios, como o domínio laboral ou o da maternidade.

Foi de facto um “extremismo” lutar-se para que em 1977 entrassem em vigor as alterações ao Código Civil, acabando-se, por exemplo, com a abjeta “autorização” do marido para exercermos as nossas profissões.

Foi de facto um “extremismo” lutar-se para que fosse criada em 1979 a Comissão para a Igualdade e para o Emprego (CITE) junto do Ministério do Trabalho, que até hoje zela pelo cumprimento da obrigação constitucional e legal de igualdade de oportunidades entre homens e mulheres no emprego.

Foi de facto um “extremismo” lutar-se para que em 1980 as mulheres pudessem concorrer à PSP.

Foi de facto um “extremismo” lutar-se para que na revisão constitucional de 1982 se consagrasse o conceito (e as consequências dele) de paternidade.

Foi de facto um “extremismo” lutar-se para que em 1984 fossem aprovadas as leis sobre a proteção da maternidade e da paternidade e a lei de bases da segurança social, matérias em que fomos evoluindo e assumindo compromissos internacionais, nomeadamente os decorrentes da OIT.

Foi de facto um “extremismo” lutar-se para que em 1990 as mulheres pudessem prestar serviço nos quadros de qualquer modalidade de armas e serviços do Exército.

Foi de facto um “extremismo” lutar-se para que em 1990 fosse criada a Comissão para a Igualdade de Género.

Foi de facto um “extremismo” lutar-se para que em 1990 começassem a surgir as resoluções concretas estabelecendo medidas concretas e ações prioritárias de promoção de igualdade de oportunidades entre homens e mulheres.

Foi de facto um “extremismo” lutar-se para que em 1997 fosse aprovada a lei quadro da educação pré-escolar.

Tem sido de facto um “extremismo” ver as evoluções legislativas, administrativas e práticas em todas estas matérias.

O “extremismo” denunciado por mulheres horrorizadas com o feminismo tem-lhes permitido beneficiar destas conquistas e de outras, como a lei da paridade ou, imagine-se, com a legalização da interrupção voluntária da gravidez. Essa conquista extremista permite às negadoras do feminismo (e bem) deixarem de ter de arriscar a vida se não desejarem continuar uma gravidez.

Entretanto, também podemos, todas e todos, adotar os filhos dos nossos companheiros ou companheiras, havendo ou não casamento (que é igualitário desde 2010), seja a relação heterossexual ou homossexual, podemos adotar uma criança com uma pessoa do mesmo sexo e podemos ser mães sem a tutela de um homem.

Não sei por onde andam estas mulheres, porque para além da falta de noção da história, não devem dar conta das disparidades e desigualdades salariais que persistem arrogantemente entre homens e mulheres; não devem dar conta de como as mulheres são sempre o elo mais fraco em épocas de crise económica e financeira; não devem dar conta de como os direitos laborais das mulheres continuam a ser pisados, de como nós somos sujeitas a entrevistas de emprego ilegais, de como nos perguntam acerca dos nossos planos de vida, de maternidade; não devem dar conta de como o assédio laboral é um cancro; não devem dar conta de como o assédio de rua é a prova (mesmo sendo crime) de como a sociedade ainda não interiorizou que o espaço público nos pertence; não devem dar conta de como somos violentamente escrutinadas e sujeitas a um padrão moral violento ao qual os homens são imunes; não devem dar conta de como os números relativos à violência no namoro e à violência doméstica são prova do modelo patriarcal enraizado contra o qual muitas de nós, feministas com memória e orgulho na palavra, lutamos.

Já se deram conta?

Ou andam pela vida a exercer os direitos que as feministas conquistaram (em nome do lema simples “igualdade de direitos”) sem dar mesmo, mas mesmo, por nada?

Agora parem e pensem: que seria de vocês sem o feminismo?

Os preliminares são para frouxos

Nota prévia: O Patriarca gosta muito de chupar cona. Este artigo não é um ataque à nobre arte do cunnilingus.

Qualquer pessoa que não tenha vivido debaixo de uma pedra nos últimos 30 anos sabe como os preliminares são absolutamente imprescindíveis para que uma mulher desfrute totalmente do acto sexual. O Patriarca cresceu bombardeado por esta narrativa, e ainda hoje basta passar os olhos pelos escaparates de revistas para encontrar um qualquer título de capa papagueando sobre o assunto.

Uma pesquisa rápida no Google não é menos fértil. Ainda este mês, a nossa querida Bárbara revelou que Carrilho falhava neste ponto (não será analisada com mais profundidade a vilificação que sofreria o ex-ministro se referisse que a ex não lhe lubrificava a ogiva com a regularidade desejada). Uma sex coacher (não podemos chamar-lhe treinadora sexual? Ou isso podia ser confundido com puta?) afirma que são o prato principal e não uma entrada. O leitor seguramente estará ciente de muito mais exemplos.

O Patriarca, em tempos longínquos, quando a sua experiência com mulheres era limitada ao plano teórico, acreditava nesta narrativa. Claro que, como é frequente em semelhantes assuntos, a exposição à realidade (sob a forma da prática frequente das artes fodengas com um número apreciável de parceiras) encarregou-se de desfazer a ilusão.

Os preliminares, na verdade, são absolutamente desnecessários para a satisfação sexual de qualquer uma das partes. Agradáveis, sem dúvida, até porque o adiar do coito propriamente dito pode potenciar a excitação e levar a sessões verdadeiramente épicas. Mas – chegando finalmente ao ponto de partida deste artigo – só são “exigidos” a frouxos. Por outras palavras, os preliminares são o dever do beta.

A palavra delas

Mas como O Patriarca é um troglodita misógino, se calhar não devia ter a última palavra sobre o assunto. Nada como perguntar às mulheres, certo?

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

Ok, já deu para parar de rir. As mulheres são uma fonte de informação valiosa sobre a sua própria sexualidade, mas qualquer pergunta directa leva a respostas que não passam de um misto de racionalizações, cortinas de fumo e clichês socialmente aprovados que não servem absolutamente para nada. As pérolas de verdade obtêm-se através de perguntas tangenciais – por exemplo, como é a sensação de excitação sexual? Algumas citações seleccionadas:

Yeah, a penis around here would be pretty great

Ahh…for me, it’s the feeling of wanting to be filled so badly that it hurts. Like, it physically aches from how badly I need it.

I’ve gone from goose bumps all over my body to trying to press myself deeper into my partner

I have trouble thinking about anything other than my complete desire to be filled.

Something that always happens is the need to be filled, I can’t describe it but I just feel empty and want something in me; sliding.

it’s more like this achy, throbbing desire for pressure on the outside parts, and the feeling of needing something in me to grip on.

Imagine having a meat cave in between your legs that really likes the thought of having something inside of it, stretching it out and pounding it repeatedly.

I’ve now reached the persistent fantasy of having my face shoved into the pillow, hair in hand, and a big, thick cock pushing inside of me agonizingly slow before pounding the shit out of my eager pussy until I’m spent. To the point I can almost feel it now.

The whole area feels warm and all you can think about is getting fucked in the most depraved, primordial manner.

E por aí fora, mas torna-se repetitivo. A sensação mais frequentemente e graficamente mencionada é o desejo de ser preenchida. Praticamente ausentes estão os famosamente imprescindíveis preliminares – seja beijos, amassos, sexo oral – ou então perfeitamente secundarizados frente à urgência de levar com um tarolo entre as pernas.

Os preliminares não são então mais que a versão sexual das bebidas à borla, flores, jantares românticos e jóias: instrumentos com os quais os betas acreditam que podem negociar/induzir o resultado que desejam. Respectivamente, excitação sexual e atracção. E quem está familiarizado com a Red Pill sabe que ambas as estratégias estão condenadas ao fracasso, pois tanto a atracção como a excitação não podem ser negociadas.

Toda a gente conhece o clássico exemplo da gaja que fodia desconhecidos na casa de banho da discoteca, mas depois de uns anos com o namorado que a adora e lhe lambe o pito horas a fio não tem vontade de ter sexo. Os “quartos mortos” são um problema extremamente frequente, como pode atestar a imagem abaixo:


O Patriarca garante que os milhões de homens que tornaram estas pesquisas nas principais sugestões do Google já fizeram ou vão fazer todos os preliminares conhecidos pela espécie humana. Se calhar ainda inventam mais alguns. E vão continuar na mesma. O problema não está nas partes baixas.

Mas então fazer minetes (ou outros preliminares) é beta?

Mais uma vez, o contexto e a atitude são a chave. Fazer um minete não é beta. Fazer um minete porque se não o fizeres a vagina dela mais parece o Sahara, ou porque tens medo que ela te deixe, ou ela não quer foder sem uma sessão de 1h de língua antes e mesmo assim se calhar no fim já está cansada e não lhe apetece, é BETA.

Muitos homens nunca terão tido essa experiência, mas uma mulher excitada só pensa em arrancar a roupa e sentar-se num chouriço da marca Metello. Mesmo que não esteja a pensar em sexo, quando há atracção genuína, ser atirada de ventre, para cima de uma cama (ou contra uma parede), e sentir um bafo de homem no pescoço é o suficiente para produzir mais lubrificação num minuto do que muitos gajos vêem na vida inteira. Mais do que uma vez O Patriarca foi interrompido na sua apreciação oral de coninha asseada porque “quero pila JÁ!”.

O preliminar com desejo prévio é redundante. É um amplificador, um tempero. É o molho de natas em cima daquele bife que só grelhado na chapa já estaria magnífico. Memorável, digno de menção na TimeOut e se calhar voltas lá todos os meses e nos intervalos lembras-te dele de vez em quando. Mas na verdade, comer aquela bomba todos os dias até se tornava enjoativo, para além de ir tudo parar à coxa.

O preliminar sem desejo é um nado-morto. É uma tentativa de activar fisicamente um evento que ocorre dentro da cabeça. É o típico método beta de buscar uma resolução lógica para um processo emocional (estimular clítoris – activar desejo). É a tortura da alma de milhões de frouxos que dão voltas e voltas à cabeça e à língua a tentar encontrar a fórmula mágica para incendiar as virilhas da cara-metade, enquanto bestas como O Patriarca ignoram protestos mal-amanhados das queridas que não querem foder porque estão de birra, e sem tirar as cuecas as levam ao clímax só com estocadas de piça.

O melhor preliminar, no fim de contas, é ser alfa. Ser o gajo que lhes dá a volta à cabeça, que elas desejam visceralmente, com quem passam os dias a fantasiar sobre o momento em que finalmente ele as vai tomar como suas e aplicar o martelo pneumático que lhes deixa as pernas a tremer.

Milo

A idade de consentimento é um conceito estritamente legal, fluido e variável com os tempos, modas, culturas e regiões. Repudiamos a pedofilia mas mais veementemente repudiamos a histeria. E defendemos o Milo

Para um auto-intitulado extremista, Milo Yannopoulos – figura que prezo – revolve permanentemente e salvo pontuais arrojadas actuações cómicas, no senso comum. Desta vez não foi excepção. As plateias que se deixam impressionar pela sexualidade dos trezeanistas ou estão esquecidos dos seus treze anos ou tiveram uma puberdade bastante aborrecida. Como os anos não me tiraram uma memória exímia limito-me a subscrever a observação: a actividade sexual nestas idades é ocorrente, nalguns meios, recorrente mas apenas raramente decorrente de violação. Constate-se aliás que a variabilidade da idade de consentimento (na Tailândia e na Coreia do Sul, um homem adulto pode legalmente dormir com uma rapariga de doze anos; Na China, uma mulher, pode-se envolver com uma criança de dez) demonstra como se o conceito de pedofilia varia de acordo com a legislação em vigor no território em que ocorre (à semelhança do que acontece com a violação cuja amplitude sueca levaria a que os nossos daygamers estivessem todos no chilindró), então a prática – considerada tema tabu mesmo quando praticada no nosso território (um antigo e respeitadíssimo bastonário da ordem dos advogados iniciou a sua relação com a companheira de quase 4 décadas quando esta tinha apenas 14 anos e ele 21 – é crime!) – é passível de discussão, ainda que para ser firmemente rejeitada. Afinal Milo fez apenas aquilo que pautou toda a sua carreira – promover as discussões que outros tentaram silenciar.
Image result for milo yiannopoulos

Milo começou a ter sexo aos 13 anos: O drama, o horror (a inveja?!). Mencionou, à semelhança do biográfico romance de Vladimir Nabokov, a factualidade da pederastia. Na Grécia antiga, existia essencialmente entre homens e rapazes novos numa lógica dinástica, iniciática, sucessória. É ver o percurso do pedófilo Português Carlos Silvino, o menino abusado que cresceu e abusou meninos, recordar Padre António Vieira quando escreveu “não só vos comeis uns aos outros, senão que os grandes comem os pequenos” ou ainda o músico Sam the Kid em Realidade UrbanaÉ um ciclo, o do boss e do discípulo”. Quando de tempos a tempos um jornalista desocupado dedica páginas a reportagens sobre a média etária noctívaga Lisboeta aquém da legislada, não se dedica a investigar a noite gay, onde de facto os mais novos são demasiado novos. O controlo é impossível mas a sua ausência produz Yannopoulos’.

Image result for trumps discoteca gay
Há mais miúdos de 13 anos neste espaço do que em muitas turmas do 8º ano

Abel Matos Santos, Professor de Sexologia Clínica na universidade Católica Portuguesa, tem defendido que a homossexualidade se tornou ritual de aceitação e integração entre as gerações influenciadas pela legislação queer, equivalente ao cigarro doutros dias. Não se trata dos mais novos se apresentarem estatisticamente mais afim à homossexualidade, trata-se de emularem o comportamento gay a fim de se inserirem num grupo de pares ou numa posição moralmente superior na alucinada escala de privilégio popularizada nos States. De se gingarem no meio para altear o ego e terem, sem as dificuldades inerentes aos congéneres que optaram pelo caminho das pedras, sexo. Trata-se de uma escola, um sistema político, uma sociedade que lhes enaltece a coragem por se ajoelharem diante dos caprichos sexuais dos homens mais velhos. E trata-se de muitos adultos cenagosos, longe das incertezas púberes ou da necessidade de aprovação adolescente, se aproveitarem dos miúdos.

Isto é insano

Junto dos conservadores tradicionalistas que se recusam a fazer representar por um homossexual assumido ou procurado atacar indirectamente Donald Trump, em concertação com a iniciativa do cuckservative John Mccain, as reacções foram abjectas. Matt Lewis sente-se repugnado pela homossexualidade do britânico e a organização do CPAC desconvidou-o da palestra introdutória que daria no evento deste ano. Até em Portugal, Maria João Marques se apressou a condenar a “boçalidade” do poster-boy porque também se sente intimidada com uma Direita  espalhafatosa, ao invés de comedida e silenciosa como aquela que a jornalista aprova. Por sua vez, a Esquerda hypersexualizada pareceu com Milo regressar a 1961, quando Júlio Fogaça foi removido da liderança do PCP por conduta homossexual. No The Guardian cavalgaram a onda persecutória  “bem vos avisámos que quem denuncia a transsexualidade não pode ser boa gente” e Jason Wilson, autor de Burst your Bubble, abre brechas no consenso conservador em torno de Millo.  A discrepância de tratamento para com George Takei, esquerdista, quem proferiu palavras idênticas, é confrangedora.

Mesmo depois de anos difundindo a superioridade moral de vários fetichismos: o role-play (homens que dizem que são mulheres), o exibicionismo (nudismo é um eufemismo), a poligamia (poliamor é um eufemismo), a sodomia e de outras parafilias. Crianças? Não seria inédito. Daniel Cohn-Bendit defendeu-a abertamente durante o Maio de ’68, movimento que utilizava “Jouissez sans entraves” – desfrutar sem entraves – como slogan político (Nota: Jouissez vem do verbo Jouier que significa “gozar”, sexualmente). Enquanto mayor de Burlington, Bernie Sanders promoveu a nudez infantil na via pública e o toque genital (no próprio? na criança?) como cura para a pornografia. Em nove regiões Alemãs, o livro Körper, Liebe, Doktorspiele – Ein Ratgeber für Eltern zur kindlichen Sexualentwicklung (Corpo, Amor, Jogos de Doutor – Guia de Pais para filhos sobre desenvolvimento sexual) difundido pelo Bundeszentrale für gesundheitliche Aufklärung (Centro federal para o ensino da saúde) na Alemanha e na Suíça, incentiva os Pais a tocarem na genitália das filhas como forma de estreitar os laços parentais.

7902f9efd7ea85073c95acc4e2c66ce2
A verdadeira face do Maio de ’68

Não será de estranhar que a questão venha a surgir num futuro próximo em seguimento à aceitação das relações homossexuais, visto que alguns países (Índia, Tajiquistão, Uzbequistão, China), provavelmente em atendimento à questão que mencionei dois parágrafos acima, diferenciam a idade de consentimento mediante a orientação sexual, considerando-se ser necessário uma idade superior para consentir sexo homossexual face à contraparte. Por outro lado, já se difundem relatos sobre bons pedófilos, pessoas cuja circunstância nata, deverá ser compreendida, aceite e depois auxiliada. Depois de pedir que as idades de consentimento para as relações homossexuais sejam niveladas pelo valor das heteró – por baixo – a Esquerda, face aos indivíduos que não conseguem deixar de desejar estuprar crianças, pedirá a redução de todas as idades de consentimento. Um congresso de especialistas em Cambridge concluiu que a pedofilia é normal para a maioria dos homens. Em França, um conjunto de autores, gay e activistas de Esquerda (Jean Danet, Michel Foucault, Guy Hocquenghem) organizaram uma petição nos anos 80 para reduzir a idade legal para a cópula. Para isso serve a educação sexual, imposta sem escutar as famílias ou, mais importante, os alunos.

Image result for foucaults dialogue with Guy Hocquenghem and Jean Danet

Há ainda um lado algo infantil, básico, em torno do caso que me perturba. Nos dias da Casa Pia, a resposta da esquerda às acusações pendentes sobre Paulo Pedroso (Ferro, Gama e outros) foi a de acusar os ministros Valente de Oliveira, Luís Filipe Pereira e Paulo Portas de crimes semelhantes. Durante a campanha presidencial americana, o pizzagate apresentou dois membros do staff democrata (os irmãos Podestra) como pedófilos satânicos ao que este parece ser um contra-ataque já que Milo foi um fervoroso apoiante de Trump. Mas porque razão se fala tanto em pedofilia por entre os interstícios da política, em vez de se discutirem – ideia radical – políticas? (também existem políticas pedófilas, mas não abordaremos essas). Apesar de ser um crime hediondo, esta reacção intestinal impulsiona que a temática venha ao de cima porque destrói adversários eleitorais ao esforço de um clique e a infantohisteria impede qualquer discussão racional do tema. No seu espaço de comentário, Alex Jones refere “será assim que os poderes nos irão silenciar, acusando-nos de sermos pedófilos quando não o somos”.

PNVDlogo without text.png
Salvo se apoiarmos políticas pedófilas, devíamos tirar a pedofilia da política

Vítima de pedofilia em negação ou talvez sofrendo o síndrome de Estocolmo – a sua relação com o padre aos 13 anos definiu mais da sua sexualidade do que qualquer gene –  o que é certo é que em momento algum Milo defendeu a prática pedófila.  Porque está a ser condenado? Porque está a ser profissionalmente prejudicado, com o contracto do seu último livro cancelado pela editora Simon & Schuster e porque razão se demitiu do Breitbart News? Talvez seja pelas ideias que defende – Rush Limbaught graceja em como, na barricada oposta e congregadas boas razões para a vitimização, Milo estaria sendo convidado para apresentar os óscares. Se a perseguição fosse política, assemelhar-se-ia a um remake do encerramento do alternativeright, assustadora, com os inimigos de Milo quem fracassaram ao tentarem silenciá-lo em Berkley , recorrendo ao mais baixo dos truques para o denegrir, a pura calúnia. A associação de Milo à pedofilia é indiscutivelmente uma FakeNew. Deve ser silenciada?

Mas talvez esta perseguição advenha precisamente da conotação leviana, despreocupada, indiferente à pedofilia que o vitimou. São apresentadas diariamente milhões de queixas por assédio, micro-assédio, colocados trigger warnings para proteger uma geração quem pensa que ser cortejado na rua é uma invasão do espaço pessoal.  Mulheres que nunca foram vítimas de violação nem sofrem o risco, perseguem a rape culture em que dizem viver imbuídas. Inventaram o crime de assédio, cuja subjectividade galardoa ao queixoso a suficiência da prova. Só que este homem, este rapaz, foi sexualmente abusado aos 13 anos por alguém em quem tinha a maior confiança e em vez de o alardear para promover complexos de culpa e sobressair à conta do seu próprio sofrimento, prefere brincar com o assunto, como se o horror a que foi submetido nada o afectasse. Não exigiu um safe-space, não perseguiu o malfeitor, não destruiu a vida a ninguém. Não levantou debates públicos nem exigiu legislação persecutória. Projectos-lei como o da criminalização do Piropo caem por terra face à confissão de Milo: O rapaz que sobreviveu. Podemos parar de sobrevalorizar as consequências de uma violação?

07-quote-1414086949.gif
Uma geração de vítimas

Eu admiro o polémico, provocativo, degenerado, insultuoso, irónico, o judeu nazi, o gay homofóbico, o fascista que exige liberdade de expressão, o racista que dorme com pretos, o anti-feminista que acredita na igualdade de género, o conservador que convoca a juventude e é repudiado pelos mais velhos, o islamofóbico que namorou um muçulmano, o insolente, carismático, convicto, humorístico, e certeiro Milo Yannopoulos. E depois de ouvir dezenas de horas de locuções suas, não consigo encontrar uma única ideia errada nas suas palavras. Enquanto fenómeno, pôs a descoberto inúmeras ideias preconcebidas, do male privillege à urgência feminista.  Subscrevo a autora – Este rapaz fala a verdade e é perseguido. Estaremos mesmo do lado certo?

Mantenho o mote que utilizei há semanas. A seu lado, #FreeMilo

5 Factos sobre o Daygame em Portugal

Daygamer João Tomé
Daygamer João do canal Los Bitchachos

 O Daygame apresenta uma resposta pragmática a um grande problema do homem actual, para quem, muito devido ao condicionamento social feminista a que fomos sujeitos nas últimas décadas, algo tão natural como dizer olá à rapariga gira do comboio é uma impossibilidade.

O homem médio frustrado (AFC) da actualidade tem medo de agir e acaba por revelar a sua frustração nos grupos do estilo: “vi-te no comboio”, “vi-te na baixa”, “vi-te no metro”. Em suma, páginas para quem se “apaixonou” pelo passageiro do lado e nada fez.

“Sentou-se ao meu lado, puxou de um livro e ao fazer esse gesto, encostou-se a mim e eu gostei deste toque. Não é comum, tratando-se de um acidente, nem a pessoa manter-se encostada nem eu gostar tanto… Sentia a respiração dela quase coordenada com a minha, como uma carícia com o braço. De vez em quando entrávamos numa estação, eu tirava os óculos de sol e olhava discretamente para os pés dela e depois para as pernas e subia para os olhos. De uma das vezes tenho a certeza que ela olhou para mim ao mesmo tempo. Adorei a sensação de mais ninguém saber o que se passava entre nós dois. Quase a chegar ao Porto as nossas pernas tocaram e mais uma vez aquilo soube bem e ela não fugiu. Nem eu…

Quando estava para sair, toquei inadvertidamente na perna dela de raspão e foi demais. Saí em Campanhã e ela ficou. Esperei que toda a gente saísse à minha frente e ela só olhou uma vez para mim, mas esse olhar deixou-me a tremer. Ainda estou a tremer.” –  Típica reacção masculina nas interacções diárias com fêmeas  

Quase nada pode ser um maior indicador de beta do que:

1) revelar publicamente que não conseguem ultrapassar inseguranças;

2) não conseguir cumprir  requisitos mínimos de masculinidade como iniciar uma conversa com alguém do sexo oposto;

3) revelar uma extraordinária mentalidade de escassez quando admitem que basta um momento de troca de olhares com uma estranha para acabaram perdidamente  apaixonados.

Seguindo a linha de temas da manosphere levantados nos últimos dias pelo Patriarca e pelo Merlin: a importância de manter a frame, hipergamia, o valor reprodutivo (R) e providencial (P), apresento-vos 5 factos essenciais sobre Daygame:

1  O que é o daygame?

 O daygame é de entre as fonte de mulheres (nightgame, online game, circulo social) a mais abundante a que qualquer homem tem acesso. Na prática estão incluídos todos os locais onde durante o dia se podem conhecer mulheres, tais como: os transportes, cafés, bibliotecas, a rua, supermercado etc…

 2 Directo vs Indirecto:

A eterna discussão da abordagem. Revelar imediatamente as intenções, ou começar a conversa com uma pergunta inócua de direções “sabes onde fica o Starbucks?”. Ambos os métodos têm as suas valências. O primeiro demonstra uma certa coragem, no entanto o efeito de abrir o jogo logo de início leva, muitas vezes, a que hajam bastantes rejeições no primeiro minuto. O que não é necessariamente mau. Evita algumas perdas de tempo, filtrando muitas raparigas que à partida por terem namorado, entre outras razões não estariam disponíveis.

  • Directo / London Daygame Model

daygame-blueprint-diagram-1024x845.jpg

O popular Yad Stop é de longe o método de abordagem mais apreciado pelos daygamers. Consiste em deixar uma rapariga na rua passar por nós, para depois se voltar atrás e aborda-la.

“Olá, posso-te dizer uma coisa muito rápido” attention snap

“vinha a descer a rua quando passei por ti e tive de voltar atrás” prehistory

“tinhas um ar giro/interessante/misterioso” observational statement

O ponto forte desta abertura é ser relativamente automática e servir para todas as mulheres (numa situação de nervosismo, não ter de inventar a roda sempre que vamos meter conversa ajuda a evitar casos de bloqueio).

A transição para uma conversa corrente passa por fazer imediatamente um assumption stacking, que se baseia em transformar perguntas em suposições.

Trocar perguntas como: de onde és? O que fazes na vida? Quais são os teus hobbys/personalidade?

Por suposições como: “tu pareces/tens ar de ser/aposto que és do porto/ estudante de artes/ uma pessoa aventureira”.

Procura no sotaque, fisionomia, roupa/acessórios de moda, tatuagens/piercings, maneira de andar, ideias para que juntamente com estereótipos e cultura geral possas desenvolver a conversa.

Não se preocupem com os casos em que a suposição passa completamente ao lado e não tem nada a ver com ela. As respostas prováveis vão ser algo do género: “não, porque achas que sou assim?”; “por acaso sou, como é que adivinhaste?” e um terceiro caso, uma resposta seca/tímida, sim, não, ou mesmo não resposta. Nos dois primeiros a interacção já encaminhou para uma conversa, no último é preciso voltar a insistir com mais suposições até se atingir um “hook point”.

  • Indirecto / Daybang

Como alternativa, Roosh V, apelidado de  “o violador mais famoso do mundo”  pelos média mainstream, além de nós trazer manuais de sedução aplicados a cada país do mundo, tem na sua obra Daybang um refinado conjunto de estratégias indiretas que são bem aplicadas em ambientes/lugares fechados de “maior pressão”.

Starbucks/Metro/biblioteca: 1) pergunta sobre se o lugar está livre 2) se o livro que estão a ler é interessante 3) qual é a marca do computador e se funciona bem 4) Onde fica a paragem x

Prós:  É uma abordagem com relativamente pouca pressão e as mulheres estão programadas socialmente para responder de forma simpática a este tipo de questões.

Contra: Necessidade de algum “rambling” que nem sempre é fácil. Fazer a ligação entre frases de modo a levar a conversa para o lado pessoal e introduzir “baits” de forma a facilitar que a rapariga faça perguntas.

3) Venues/ Locais

O daygame funciona melhor em cidades grandes, onde o número de mulheres disponíveis para abordar é superior e ser-se rejeitado por uma não tem qualquer impacto a nível social.

  • Lisboa: Centros comerciais como o Colombo, Vasco da gama e Baixa 

A Baixa lisboeta, especialmente a rua Augusta, é a zona mais frequentada por PUAs. A principal razão é estar cheia de turistas e Erasmus. Elas, devido ao efeito “férias”, estão mais abertas a serem abordadas e permitem que os resultados sejam mais rápidos do que com portuguesas. Em contrapartida, nos centros comercias a concorrência é bastante mais baixa, mas a pressão  nas abordagens é relativamente maior.

  • Porto: Rua de Santa Catarina/Avenida dos Aliados

Sempre que fui ao Porto encontrei uma mistura de locais e estrangeiras nestas zonas, mas em geral um menor número de mulheres (principalmente turistas) do que na baixa lisboeta. Igualmente não se encontram tantos PUAs.

4 Daygamers em Portugal:

Em lisboa, temos os Los Bitchatchos que lançaram um grupo de youtube onde fazem “experiências sociais”. Tudo vale para nós mostrarem que praticamente qualquer coisa serve para iniciar uma conversa com uma rapariga atraente na rua.

No Porto, tivemos o exemplo do Eddie da Street Attraction a fazer coaching de Daygame pelo Centro e a analisar o nosso mercado.

5 Até onde podem chegar

O melhor Daygamer português da atualidade, Vlad Teach, é creditado por fazer mais de 100 FC/ano (Fuck close).

Muito embora, numa perspectiva realista, os resultados deste coach de sedução dificilmente sejam replicáveis. Trata-se de alguém que pratica já há bastantes anos daygame e a um ritmo quase profissional.

Para a maioria que não dispõe das horas necessárias para jogar a esse nível, o daygame vai permitir abordar a rapariga do metro, do comboio, do café e mesmo a rapariga que passou por nós na rua, sem a menor ansiedade e com um padrão de comportamentos estruturados para maximizar a probabilidade de sucesso.

 

Discriminação

Uma amiga conseguiu um arranjinho para que a Pastelaria Benard no Chiado lhe fornecesse gratuitamente os bolos sobrantes do dia para um evento. Combinaram à hora de fecho, ela foi primeiro, eu fui estacionar o carro. Cheguei á entrada, vi-a no balcão e aprontei-me a juntar-me até porque precisava dum WC. Rapidamente fui interpelado.
– Oh amigo estamos fechados – Diz o empregado A.
– O que é que você quer daqui, não viu que estamos fechados? – Diz o empregado B
– Peço desculpa, posso por favor utilizar o WC? – Questionei
– Não pode nada que já fechámos! – Responde com brusquidão e do balcão um empregado C  que parecia ser mais velho e talvez hierarquicamente superior.
Um empregado D toca-me nas costas “- Sorry, what is it that you need?” questionou. Respondi em Português recebendo um – “Tivesse vindo mais cedo”. A minha amiga continuava fitando-me com olhar de pena enquanto recebia pastelaria à borla.
– Vá à Brasileia – recomenda o empregado mais velho e um “Deixe-me passar” proveniente dum quinto elemento carregado com mesas, coloca-me definitivamente fora da soleira. Aborrecido, segui o conselho do último e dirigi-me ao café vizinho.


Ao regressar, tive uma surpresa

– Então meu amigo! Não me avisou que vinha com aquela menina – diz o empregado A. O empregado B estende-me a mão.
– Como está, tudo bem? Nós não sabíamos que estava com a menina, peço imensa desculpa.
– Ainda quer ir à casa de banho? Coma qualquer coisa – Oferece o empregado mais velho
– Pedimos imensa desculpa, mas nós não podemos aceitar clientes depois da hora de fecho. Mas se soubéssemos que estava com a menina tinhamo-lo deixado ir e até podia ir à borla que geralmente cobramos um euro – Informa-me o empregado D. Esse, e o cavalheiro que antes carregara as cadeiras, pegam nas duas grandes caixas de ofertas outorgadas à minha jovem amiga (que não levava nenhuma) e carregaram-nas até ao meu carro.

Ainda existe muita discriminação em Portugal