Text Game #1

 

Esta série serve para partilhar convosco, tanto eu como qualquer membro da Távola Redonda quando sinta que tem algo para dar,  pequenos e grandes truques da ciência por trás do text e net game.

Ela manda-te mensagem no instagram, no whatsapp ou no messenger. E tu pensas “vou fazer-me de dificil, não abro a janela para ler a mensagem e leio só na barra de notificações do smartphone”. NÃÃÃOOO! LÊ  NA JANELA PARA ELA SABER QUE LESTE E DEPOIS NÃO RESPONDAS!

Não há nada que me deixe mais fodido quando estou a falar com uma mulher que ver que ela leu e não respondeu. A minha cabeça começa às voltas, a pensar onde é que errei, se há outro tipo mais interessante que eu no jogo ou se pura e simplesmente não podia responder porque tinha o namorado ao lado – sim, já me envolvi com mulheres comprometidas e sinto um misto de emoções ao pensar nisso, mas essa conversa é outro texto.

Lê, ignora e responde mais tarde.

Tem atenção ao tempo que estás sem lhe falar que deve ser directamente proporcional à velocidade com que escrevem um para o outro. Se estão OS DOIS a responder imediatamente a seguir a receberem mensagem do outro, o que faz com que nao façam mais nada durante meia hora, uma pausa de cinco, dez minutos, para lerem um texto elucidativo na Távola é suficiente para lhe fintarem os neurónios e deixar-lhe as emoções ao rubro. Lês, cinco minutos no youtube, depois respondes. Se estás a trabalhar e estão a responder em quarenta e cinco minutos, demora três horas, foda-se, demora seis! Deixa-a fritar a pipoquinha a pensar que a ignoraste enquanto orientas o teu trabalho.

O mais giro disto é a forma como voltas para a conversa, que não é de uma forma seca e “too cool for school”, mas sim com todo o carinho com que já falavam antes, alias até aproveitas para dar mais um passo na escala. É um push pull brilhante e muito discreto porque quando voltas, fá-lo quase como um pedido de desculpa. Um truque que arrisco dizer que elas provavelmente usam de propósito, porque enquanto nós pensamos “não vou ler já porque preciso pensar na resposta e ela vai perceber que foi por isso que demorei”, elas ou estão ansiosas por saber o que disseste, ou pensam “deixa-o sofrer um bocado, os homens não gostam de mulheres fáceis”.

Portanto, de vez em quando, leiam, quebrem rapport ignorando e respondendo ao fim de uma pausa alongada. Lembrem-se que as pessoas que são mais rápidas a responder são as que estão a demonstrar que têm menos para fazer ou que estão a abdicar das suas tarefas para conversar com a outra pessoa. Não podes, a toda a hora estar agarrado ao telemóvel porque tens uma vida fora dele.

Chauvinista do Mês #2: Luís Aguiar-Conraria

Nota prévia: relembrando que O Patriarca considera o feminismo o maior flagelo que assola a sociedade actual, é importante realçar que não há nada de pejorativo neste prémio. O Chauvinista do Mês é um galardão de honra que O Patriarca (e outros membros da Távola que assim o entendam) atribui a quem vê a realidade em geral e as dinâmicas intersexuais tal como elas são, e tem os tomates de ferro necessários para, por palavras ou acções, apregoá-lo em público.

A busca de candidatos a Chauvinista do Mês levou O Patriarca a uma conclusão interessante: há muito mais procura de machismo em Portugal do que oferta. Felizmente o nosso Deus Cristiano, além de alegrias futebolísticas, ainda nos dá tema de conversa noutras áreas como os direitos do homem, que as sapatonas no governo tudo fazem para espezinhar.

(O Patriarca tem noção de que o CR7 provavelmente é gay, mas não quer saber. Só se manifesta contra gays heterofóbicos)

Aqui entra em jogo Luís Aguiar-Conraria, economista e professor da Universidade do Minho.

Ser-se pai sem uma mulher a tiracolo

O melhor é ler o artigo todo, que se transcreve abaixo para efeitos de preservação no tempo do mesmo (nunca se sabe quando estes artigos de crimethink serão purgados). O Patriarca Aprecia particularmente o modo como o colunista usa a retórica insana dos transgénicos para demonstrar a palhaçada legal que é a lei dos ventres de aluguer; e a seguinte tirada, que conclui logicamente que se uma criança não precisa de um pai, concerteza também poderá dispensar uma mãe.

Tanto quanto é público, o filho (mais velho) do Ronaldo é um puto feliz, que tem uma óptima relação de amor e carinho com o pai. Não há nada que nos leve a suspeitar que aquela relação familiar não é perfeitamente saudável. E, como todos sabemos, o que não falta por aí são famílias monoparentais. Basta lembrar que nada impede um solteiro de adoptar uma criança e, portanto, ser pai sem uma mulher a tiracolo. Assim, deixemos os nossos julgamentos morais de lado e aceitemos que o desejo de paternidade de Ronaldo deve ser tão respeitado como o desejo de maternidade de uma qualquer mulher. E não há nenhum motivo válido para ele não poder recorrer às mesmas técnicas de procriação assistida (mais concretamente recorrer a uma barriga de aluguer) que uma qualquer mulher.

Parabéns a Luís Aguiar-Conraria por esta distinção, um pouco branda mas relevante. O Patriarca teme que para atribuir o 3º galardão de Chauvinista do Mês tenha de publicar a história de um homem que uma vez olhou para uma mulher assim um bocado de lado de modos que a moça não gostou muito.

Mas pode ser que os machos ainda existentes neste país não nos desiludam e continuem a produzir tiradas chauvinistas de qualidade.


Ser-se pai sem uma mulher a tiracolo

Se uma mulher pode recorrer a um dador anónimo de esperma para ter um filho, porque não há-de um homem poder recorrer a um óvulo para ter também um filho?

Dizem-nos algumas “notícias” que Cristiano Ronaldo vai ser pai de mais duas crianças, um rapaz e uma rapariga. Antes de qualquer outra coisa, muitos parabéns a Ronaldo pela paternidade e desejo-lhe a maior das felicidades com esta família alargada. Dizem as mesmas notícias que Ronaldo terá recorrido a uma “barriga de aluguer”. Não me interessa muito se as “notícias” sobre a barriga de aluguer são verdadeiras ou falsas, mas interessam-me bastante as muitas reacções críticas que pudemos ler. Ronaldo é acusado de “encomendar filhos como quem faz compras na Amazon” e, principalmente, é vilipendiado por “negar uma mãe às crianças”. E de que tal é de um egoísmo extremo.

Há relativamente pouco tempo, legislou-se em Portugal sobre o acesso de mulheres solteiras à procriação medicamente assistida e também à maternidade de substituição, vulgo barriga de aluguer (sendo que a legislação portuguesa impõe que o aluguer seja feito a preço zero). Um dos argumentos que se ouviram, penso que por parte de Isabel Moreira num Prós e Contras — mas houve mais gente a repeti-lo nas redes sociais — foi o de que é necessário respeitar a autonomia das mulheres e que não se podia exigir que andassem com um homem a tiracolo para poderem ter um filho.

Toda esta discussão em Portugal foi bastante sexista, porque nunca teve em consideração os direitos dos homens. Se uma mulher pode recorrer a um dador anónimo de esperma para ter um filho, porque não há-de um homem poder recorrer a um óvulo para ter também um filho? Ficou definido na lei que uma mulher sem útero, ou que por qualquer motivo não possa levar a cabo uma gravidez até ao fim, pode ter acesso a uma barriga de aluguer (a preço zero, repito, que não gostamos cá de mercenárias). Bem, eu diria que um homem cumpre esses requisitos. Tanto quanto julgo saber, não têm útero e, exceptuando a personagem de Arnold Schwarzenegger num filme e do canadiano Thomas Beatie, não conseguem levar uma gravidez até ao fim.

Claro que se pode sempre argumentar que, como a lei actual facilita imenso a mudança de género, um homem pode facilmente mudar o seu registo civil, passando a ser mulher. Uma vez mulher, poderá então alegar a falta do útero para recorrer à maternidade de substituição e, uma vez mãe da linda criança que nasceu, deverá poder mudar o registo civil novamente, regressando ao estatuto masculino, conseguindo cumprir o sonho da sua vida de ser pai.

Mas para quê sujeitar os homens a este caminho tão tortuoso? Ou, falando mais a sério, por que motivo se legisla no sentido de as mulheres deixarem de necessitar de um homem a tiracolo para serem mães, mas nem se discute a possibilidade de os homens poderem recorrer aos mesmos instrumentos jurídicos e médicos? A razão, parece-me, é bastante simples. É que, como toda a gente sabe, uma mulher só se sente realizada se for mãe. Já o homem está-se nas tintas para isso, quer é sexo. Ser-se pai é uma consequência e não um objectivo. Ainda por cima, como as mulheres é que cuidam bem dos filhos, negar uma mãe a uma criança é um crime; já negar um pai não é problema, até pode ser bom.

O que Ronaldo nos mostra é que há homens que também querem ter filhos. E se, por qualquer motivo, não podem ou não querem engravidar uma mulher (seja por questões médicas, seja porque a namorada não quer engravidar, seja pelo que for), continuam a querer ter filhos. Também Ricky Martin recorreu à maternidade de substituição para poder ser pai. E também se gerou uma polémica semelhante. Mas, quando é uma mulher a fazer isto, não há grandes polémicas.

Tanto quanto é público, o filho (mais velho) do Ronaldo é um puto feliz, que tem uma óptima relação de amor e carinho com o pai. Não há nada que nos leve a suspeitar que aquela relação familiar não é perfeitamente saudável. E, como todos sabemos, o que não falta por aí são famílias monoparentais. Basta lembrar que nada impede um solteiro de adoptar uma criança e, portanto, ser pai sem uma mulher a tiracolo. Assim, deixemos os nossos julgamentos morais de lado e aceitemos que o desejo de paternidade de Ronaldo deve ser tão respeitado como o desejo de maternidade de uma qualquer mulher. E não há nenhum motivo válido para ele não poder recorrer às mesmas técnicas de procriação assistida (mais concretamente recorrer a uma barriga de aluguer) que uma qualquer mulher.

Em qualquer conversa com feministas, é-se constantemente recordado de que o feminismo não é o antónimo de machismo. Pelo contrário, o que o feminismo almeja é chegar a uma situação de igualdade. Assim, em coerência, tendo havido algumas feministas que se bateram pelo direito das solteiras e dos casais de lésbicas recorrerem à maternidade de substituição, em nome da igualdade, as feministas devem agora lutar para que os homens tenham precisamente os mesmos direitos.

Isto Choca-(me)

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Os meios de comunicação, os políticos trendy e as forças globalistas orquestraram uma campanha para sexualizar o debate público. Prejudicou-nos em todas as más decisões que nos impôs; prejudicou-nos em todas as boas decisões que nos recusou.

Um estudo norte-americano declara que, apesar de 11 % já ter passado por uma experiência física, psicológica ou emocional gay, apenas 3.8 % (menos 7.2) da população Americana se assume LGBT (e demais letras do alfabeto). Conscientes de que a extrapolação desta percentagem implica assumir que a homossexualidade decorre de factores endógenos ou não exclusivamente culturais – tese que n’A Távola Redonda rejeitamos liminarmente – Vamos assumir para efeitos contextuais que 3.8 % dos Portugueses são também homossexuais, bissexuais, transgénicos e esquisitices afim. Vamos também olvidar que a extensão destas originalidades a uma população indiscriminada implica atribuía-la às crianças, integrantes da população. Claro que ninguém quer associar a homossexualidade à pedófilia nem achamos que seja a mesma coisa; mas se o vosso homossexual diz que nasceu homossexual, cresceu homossexual e já era homossexual antes da idade de consentimento…

3.8 % de panascas, são 393 mil portugueses rabetas. Significa que os maricas representam menos de um quarto do que os Estudantes Portugueses. Significa  que os bichonas representam menos de um nono dos pensionistas Portugueses.  Em cada 14 pagadores de impostos, apenas um é boiola.

Dizem os liberais que existem demasiados funcionários públicos em Portugal. São duas vezes mais do que os mariconços.  Assim como os trabalhadores industriais, suplantados pelos trabalhadores comerciais. Há tantos empregados na construção como larilas mas, infelizmente, ligeiramente são mais os veados do que os agricultores- como poderia não o ser depois dos sucessivos governos terem destruído o sector?

Há quase cinco vezes mais cidadãos Portugueses a viver abaixo da linha da pobreza do que a atracar de popa. Quase três vezes mais cidadãos Portugueses incapazes de encontrar um emprego do que a embrulhar o palhacinho. Quase sete vezes mais Portugueses emigraram do que aqueles que mordem a almofada.

E se a Cristina quisesse realmente enfrentar um preconceito, em vez de ilustrar a paneleiragem na capa, exporia os 36 % de concidadãos que vivem no Portugal rural. Dez vezes mais do que os rabilós.

Esta capa choca a Cristina

Como chegámos a este ponto?

A comunidade LGBT dos dias contemporâneos tem direitos inéditos: Podem coadoptar, envolver-se numa mega estrutura colectiva de dimensão global, integrar associações e organismos com meios financeiros significativos, usufruir de tecnologia funcional para exercer a sua homossexualidade (Comparem lá o Grinder ao Tinder) e, claro, tem a representação política dum Lobby que, suplantando os 64 mortos de Pedrógão, consegue mandar Chefes do Estado Maior para a rua. Nos antípodas estão os heterossexuais que perdem os filhos nos tribunais, são incapazes de se organizar em torno da sua sexualidade, que se vêm enclausurados por um globalismo desinteressado das premissas da respectiva identidade colectiva, vítimas das ineficiências do mercado sexual e com cada vez menos força nas estruturas de representação. O estilo de vida debochado dos gay é endeusado na comunicação social mas quando optam antinomicamente por mimetizar a estabilidade hetero, o seu matrimónio é louvado como uma realização política, progressista e libertária; Paralelamente o livre conduto da heterossexualidade é vilanizado – Os homens sexuais são imaturos e as mulheres sexuais são galdérias – mas a sua opção casamenteira apresentada como bacoca e bafienta, despromovida pela instantaneidade do divórcio. A sociedade censura e repudia os tipos que confundem panascas e pedrastas mas quando uma mulher inicia um texto por equiparar heterossexuais a violadores, ninguém lhe dá resposta. Nunca ninguém defende os homens heterossexuais. Nem aqueles que foram violados.

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Quando desabafo o meu Verão dos quinze anos, há sempre alguém que comenta assim

Mas acima de tudo, a comunidade gay usufrui de um capital de atenção absolutamente inacessível a qualquer outro grupo minoritário, sub-representativo, excessivamente heterogéneo para deter relevância sociológica.

Economia de atenção

Quando me dedico a escrever um texto, ignoro a televisão. Quando me foco na televisão, não atento na janela. E se fixar nas movimentações na madrugada da minha rua, não posso escrever simultaneamente. A atenção é um bem-escasso. O movimento de atenção é pois passível de estudo económico, obedecendo às leis que governam o dinheiro ou os meios de produção.

À medida que a produção material expande os limites do seu alcance acima das necessidades de consumo, a atenção sobrepõe-se ao dinheiro enquanto moeda de troca. Instrumentos como o facebook permitem já a compra de atenção, remunerando a rede social pelo número de utilizadores aleatórios que atentam um post. Como numa transacção financeira, numa compra, o movimento individual do bem entre dois agentes económicos parece simples e displicente, mas para compreender a tendência de milhões de indivíduos em torno do mesmo bem, devemos empregar alguma atenção. E quando a tendência desses indivíduos ilustra o deslocamento de atenção? Mas enquanto o dinheiro se produz e os bens de consumo parecem não cessar, a nossa capacidade de foco, de concentração, vítimas dos milhões de chamarizes em nosso torno, está a diminuir. Colectivamente, estamos menos capazes de prestar atenção

Causas Fracturantes 

Os anos 90 viram o decrescer da participação política das massas. Talvez a explosão do capitalismo global tenha diminuído o ímpeto activista, satisfeitos que estavam os eleitores com a recém-adquirida capacidade aquisitiva. Mas esse capitalismo vem ladeado de Marketing, um instrumento desenhado para dispersar o consumidor. Os telefones moveis, a internet, a internet nos telefones móveis, alienou gradualmente esse eleitor, mentalmente perdido entre o Tinder e o instagram. Como encontrar tempo para analisar um projecto-lei se mal o encontra para conviver com pessoas de verdade?

Podem estes tipos fazer política?

A política – gestão colectiva da polis (cidade ou comunidade) – consome demasiada atenção para o cidadão médio. Passou assim a subsistir de casos, soundbytes e causas fracturantes pois todas as três, por alternativa à verdadeira política, requerem uma quantidade infinitésima de atenção.

Defendo/Oponho-me participativamente à legalização do aborto, da eutanásia ou da marijuana. Isso é um problema?

Provavelmente é. Independentemente da resposta.

Durante as últimas duas décadas estes temas foram sucessivamente impostos à agenda como politicamente relevantes, aliás, fulcrais, aliás, definidores da orientação dos eleitorados e centrais à tomada de decisões. Mas na verdade, a larguíssima maioria da sociedade, passa incólume às alterações políticas mencionadas, independentemente da direcção em que rumem. Estas disputas ficcionadas, encomendadas, pré-fabricadas, são irrelevantes para maioria dos cidadãos. São debates de consumo instantâneo, decisão bipartida, resposta superficial e imediata; carecem aprofundamento, pesquisa, cálculo orçamental, ponderação material; São de colagem fácil e nalguns permite-nos falar de sexo, coisa que somos ensinados a fazer a todo o tempo. Permitiram a agremiação em torno dos grandes blocos que representam os inúmeros “sins” e “nãos” bipartindo os votantes em posicionamentos unilaterais, espelhando uma coordenação dos protagonistas que é incompatível com a produção efectiva de material político. Participar nestas causas não correspondem à feitura política. São irrelevantes para a polis.

Bairro da Fonte da Pipa - Fetais
De que serve a adopção gay aos habitantes da Fonte da Pipa

Nestas décadas têm extrapolado e definido a orientação política com base nas respostas dicotómicas, como se o posicionamento individual se encontrasse como o de uma espécie na chave de Lineu. Incontáveis cidadãos, provavelmente jovens, se uniram a organizações e partidos com cujos princípios em nada concordava, movido apenas por uma cruz entre dois quadrados numa quezília respeitante a uma minoria desinteressante. Mas basta atentar em Milo, o activista ultraconservador cuja homossexualidade não o situou em nenhum combate liberal, ou em Jack Donnovan, um dos mais radicais altrighters Americanos declaradamente homossexual, ou numa assembleia geral da Associação Causa Real, com um rácio de roto per capita superior ao de qualquer noite no Trumps, incluindo o pretendente ao trono, Duarte Pio de Bragança, para compreender o alheamento dos próprios homossexuais face às peleias que lhes querem atribuir. Amantes da força, da virilidade, da autoridade, do patriarcado, os homens gay são antropologicamente de Direita – provem-no em políticos como Paulo Portas, Mesquita Nunes, Miguel Frasquilho, Poiares Maduro, Paulo Rangel, Nobre Guedes e (dizem) Marcelo.

Fracturados

A concentração de atenção mediática sobre as causas fracturantes prejudicou tremendamente a sociedade contemporânea, com a bipolarização dos eleitorados e a exclusão no debate público dos temas que interessam a todos. O efeito preverso dessa segmentação foi evidenciar o metâmero derrotado qual, politicamente sub-representado, socialmente sub-mobilizado, perde todas as batalhas “sociais” quer na Assembleia quer na rua. Mas essa derrota não fica por aí.

Por razões culturais, religiosas e tradicionais – é compreensível que uma parte significativa da população desdenhe a opção de ser gay. Entenda-se tradição segundo a definição de Hayek, enquanto a colectânea ancestral de conhecimento empírico agregado por incontáveis gerações antecessoras. Aos descendentes de uma aldeia carente de mão-de-obra, o índividuo que escolhe a infertilidade, que permuta a constituição de família pelo ludismo hedonista, é desconsiderado porque prejudica todos os circundantes, incapaz de outorgar descendência aos progenitores ou garantir apoio na velhice. Estas razões não são hoje rebatidas contra a construção de um Estado-Social, mas apelidadas por fascistas, homofóbicas, ultrapassadas. Entenda-se que a falência do Estado Social deve-se primeiramente ao decréscimo populacional, mas como querem que as populações contribuam para a natalidade Europeia se as empurram para a homossexualidade?

Este troço expressivo de cidadãos desconfortáveis com a minoria gay e o poder que alcançou, é hoje vítima de uma discriminação atroz – são  derrotadas da história e desprezadas como o último refúgio de velhos preconceitos, nomeadamente o racismo e a homofobia ainda que numérica (eleitoralmente) superior aos pretos e aos paneleiros. O pior é a recusa terminante de qualquer tendência política os representar: A Esquerda porque os vilanizou enquanto mesquinhos adversários do progresso e a Direita, imbuída pelo espírito neoliberal, acusa-os de inadaptados à era vigente, acomodados no tempo, pouco empreendedores e inovadores. Mas como podem inovar se o mercado global os recusa, se a alta finança os ignora e se, incapazes de desfrutar do internacionalismo de Shengen à Amazon, se ensimesmam em bolhas psico-geográficas apartadas do mundo?

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Preguiçosos para uns, reaccionários para outros. Como me disse o Prof. César das Neves, em Portugal, nenhum Partido defende os pobres.

Enganam-nos

O político habilidoso que era José Sócrates utilizava esta estratégia inúmeras vezes, lançando causas para o espaço mediático enquanto, nas costas, falia o nosso país. Por escassa, a atenção que os dirigentes dirigem à causa gay  é atenção que recusam ao país real, votado ao abandono. Mas nessa desatenção permitimos que inúmeros políticos ganhassem prestígio e protagonismo graças a um não-assunto, minoritário e com uma base de apoio irrisória e contestável. Continuam no parlamento, continuam porta-vozes da insignificância, inventando gradualmente mais insignificâncias, sequestrando a nossa atenção. Ignorando os eleitores.

No dia que se seguiu a Pedrógão, fez-se aprovar a imposição de quotas de género nas empresas públicas. No dia que se seguiu ao roubo de Tancos, o maricão Miguel Vale de Almeida iniciou uma campanha para instituir quotas de identidade sexual nos órgãos de poder. Não sabe o tolo que se houvesse uma repercussão parlamentar da população nacional, os gay teriam menos deputados do que detém hoje, nem que tornaria obrigatórias – para cada candidato parlamentar – declarações, não de rendimentos, mas de opção sexual. Já todos sabemos que o senhor Professor é orgulhosamente picolho. Mas não queremos saber – ninguém quer.

Mais de nove milhões e novecentos mil Portugueses estão apartados dos noticiários, dos colectivos, dos clubes, das associações, dos festivais, das aplicações, das cátedras sociológicas e antropológicas, dos bancos do parlamento e de uma identidade sexual reconhecida como válida, funcional, salutar e benéfica para a sociedade. Estão também distantes das capas da Cristina. Estão condenados à desatenção. Mas longe das das câmaras burguesas, das câmaras televisivas, perceberam o ludibrio a que foram sujeitos e querem opor-se-lhe. Desejam ser ouvidos. Não nos ignorarão para sempre

Francis: A Comunidade Portuguesa de Sedução [Entrevista]

 A comunidade de sedução portuguesa, desconhecida por muitos, mas transversal à sociedade portuguesa. Junta engenheiros, médicos, empregados de balcão, juristas, culturistas, entre outros, que com um objectivo comum de melhorar as suas competências sociais trocam ideias e combinam saídas para “sarjar”.  Na entrevista a Vlad Teach, o maior sedutor nacional indicou como elemento-chave na comunidade o PUA Francis Dias. A Távola Redonda traz-vos uma entrevista com um dos membros mais destacados, que entre festas de swing, boleias loucas em Miami e muitas outras aventuras,  eleva acima dos três dígitos o número de mulheres seduzidas.

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Apresentação 

Olá Francis, queria começar com uma pequena apresentação, podias dizer-nos como te chamas? quantos anos tens? o que fazes na vida?

Os nossos camaradas na comunidade chamam-me por Francis. Apesar desse nome ser mais uma das minhas muitas alcunhas que fui tendo ao longo da vida. Tenho 35 anos e dedico-me com o meu pai à construção de casas desde os 19 anos.

Como era a tua vida amorosa antes do PUA?

Tinha namorada. Apesar de ao longo da minha vida nunca ter sido fiel às minhas namoradas.

A novidade atrai-me e saturo-me com facilidade da mesma mulher. A minha irmã conhecendo este meu vício por mulheres ofereceu-me o meu primeiro livro de técnicas de sedução: “O Manual de Engate”, do Tony Clink. Esse livro levou-me numa espiral de completa obsessão pelos vários métodos de sedução e eventualmente descobri a nossa comunidade.

Tens sido ao longo dos anos um dos “líderes” da comunidade de sedução portuguesa, podes contar-nos, resumidamente, a história da comunidade? Qual é a opinião que tens sobre ela no presente?

Quando entrei para a comunidade Portuguesa ela já tinha à volta de 12 anos de funcionamento.

Basicamente o pessoal trocava muitas ideias no fórum. Quando se encontravam durante o dia, travavam amizade uns com os outros e falavam sobre o que tinham aprendido e como eram antes de terem conhecido a comunidade.

À noite grande parte dos nossos camaradas voltava-se a encontrar no Bairro Alto. Trocavam ideias e bebiam uns copos. Quando o álcool começava a arder-lhes pelas veias a fora, os mais corajosos faziam-se às febras e iam aplicar o que tinham aprendido.
Um ou outro lá se safava de vez em quando. Muitos ficavam só pelo assistir.

Quando cheguei, os encontros à luz do dia só com o intuito de trocarem ideias, transformaram-se em autênticas batalhas campais com uma missão bem definida: “aplicarmos o que tínhamos aprendido”. Os nossos troféus eram números, facebook, abordagens, encontros e lá pingava qualquer coisa quando o rei fazia anos.

Com as convenções pua anuais lá conseguimos atrair alguns dos melhores gurus de sedução do mundo. Isto fez explodir meteoricamente o crescimento da comunidade e muitos começaram a praticar activamente o que aprendiam nos fóruns, ebooks e cursos de sedução.

Enquanto estive em Portugal lancei várias iniciativas práticas como o Dia Nacional das Abordagens todos os sábados, desafios iron man e encontrava-me duas a três vezes por semana com os nossos camaradas para treinar. Estas iniciativas foram como um ombro amigo para a maioria dos nossos camaradas que tinham ansiedade de aproximação e social. Graças a Deus que muitos deles vieram e travaram amizade uns com os outros. O que permitiu que se entrosassem mais rapidamente neste mundo tão sedutor.

Para além disso criei um grupo chamado os Super Guerreiros onde só entra pessoal que treina. O Objectivo número 1 era evitar estar sempre a bater na mesma tecla nos fóruns, porque a prática era importantíssima. A maior parte destes homens foram seleccionados baseados nesse factor para que possam ajudar outros camaradas que estejam presos às amarras da sociedade e tenham medo de abordar.

Neste momento a comunidade atravessa uma fase calma e serena. Já não há tantas pessoas a lançar iniciativas práticas nos grupos, só que as amizades de longa data já estão estabelecidas, o que permite que continue activa e essas pessoas se ajudem uns aos outros e aos novos que chegam.

Sedução

Tens alguma maneira de fazer abordagens especial? E em que locais?

Sou como um camaleão e gosto de me adaptar às pessoas e ocasião.

Qual é o teu maior segredo de sedução?

Insistir, persistir e nunca desistir porque algum dia o nosso sonho se concretizará.

Um dos principais argumentos dos detractores do PUA é de que este apenas funciona com estrangeiras. Achas que de facto o game é difícil com portuguesas? As estrangeiras são mais fáceis?

Nunca tive dificuldades com as Portuguesas porque faço culturismo desde os 16 anos e isso ajuda bastante a chamar à atenção. Claro que com as portuguesas as coisas levavam mais tempo a acontecer até ao sexo. Isso nunca me desmotivou, só me fez aperfeiçoar ainda mais a arte.

Muitos homens queixam-se de não serem bem sucedidos com mulheres porque não são nem bonitos, nem ricos. Que mensagem é que deixarias a estes homens?

Só uma pessoa que não vive neste mundo negaria que isso não conta, ou algum guru de sedução tentando vender os seus cursos.

O que acontece é que quando começamos a praticar as técnicas de sedução que aprendemos, os resultados podem custar mais a vir. Só que acabam por vir porque as técnicas são baseadas em como funciona o cérebro e as dinâmicas sociais.

Tens um papel muito activo na motivação dos membros para irem para o terreno abordar. Que mensagem motivacional deixarias aos leitores da Távola Redonda?

Quando os ventos da amargura soprarem contra ti e duvidares se vais alcançar o que tu sonhaste, convido-te a visualizares a pessoa que mais te inspira e ouve a voz dele dizendo-te: “TU ÉS CAPAZ”

A prática de Daygame na Baixa Lisboeta, da qual foste um dos grandes percursores, é vista por algumas pessoas como algo fora do comum. Qual é a sua opinião sobre o assunto? Quais são as mais valias deste estilo de jogo?

Acima de tudo, o mais importante é o homem estar solto das amarras da sociedade e ter as competências para poder atacar quando se sente atraído por uma mulher seja em daygame, night game ou social circle.

As Rotinas e os padrões de NLP (Neuro-linguistic programming) são uma imagem de marca do teu jogo. No entanto, tanto na comunidade como fora dela, estas técnicas são olhadas com uma certa desconfiança. Elas trazem de facto mais resultados? Podias-nos explicar como é que a NLP pode ajudar na sedução?

Essa desconfiança é plausível tanto mais que me recordo de um almoço em que estava a falar com um director de campanhas de marketing de uma grande empresa do nosso país e ele revelou-me que as pessoas dessa área tinham tirado cursos de NLP. E que não havendo ética eles podiam levar as pessoas a comprar coisas que não precisam ou querem. As políticas de devolução são para evitar essas técnicas manipulativas.

Em sedução para que a NLP seja realmente poderosa, primeiro temos que gerar atracção, só depois é que avançamos com as técnicas para criar rapport e uma sensação de incrível conexão. Caso contrário, a mulher fica desconfiada e levanta resistência contra qualquer tentativa de sedução.

És conhecido como um homem corajoso e sem medos de sair da zona de conforto. Podes partilhar connosco alguma história com piada que tenhas vivido no âmbito da sedução?

Em Miami, depois de já ter tido sexo com uma mulher, fui abordado por uma afro-americana que me pediu informações. Chamou-me depois quando cheguei perto da porta do carro dela. Ela, abriu-a, puxou-me pelo cinto e começou a fazer uma chamada para Tokyo. Pedi-lhe boleia até casa e pelo caminho sempre que parávamos num sinal vermelho ela lançava-se ao mastro como se fosse uma botija de oxigénio.

Pensava que cenas destas só aconteciam em filmes.

pua portugal

Perguntas Rápidas

Com quantas mulheres já dormiste na vida?

Não me recordo ao certo porque a partir dos 26 anos deixei de contar. Só que foram mais de uma centena.

Qual foi o número máximo de mulheres que tiveste num só dia?

Tinha um amigo no ginásio que me levou a várias festas de swing e logo na primeira noite em que conheci esse mundo, graças ao meu corpo, dei por mim cercado por 6 mulheres. Pareciam abelhas à volta de mel. Obviamente que tiveram a oportunidade de provar o mel e levar com o ferrão.

comunidade de seducao

Um guru de pua que tenha influenciado a tua vida?

Sempre gostei muito do Ross Jeffries porque é alguém que apesar de ser feio e velho demonstra como é possível usar a NLP para seduzir lindas mulheres.

Um livro?

“Influência”, A Psicologia da Persuasão, de Robert.B.Cialdini.

É o melhor livro do mundo para compreender como é que somos influenciados e podemos persuadir os outros.

Mulheres: jogo de números ou jogo de valor?

O melhor mesmo é desenvolver um estilo de vida e interesses que nos possibilite tornarmo-nos no tipo de homem pelo qual as mulheres se sintam atraídas.

Rotinas ou jogo natural?

Quanto mais puderes planear o que vais dizer e fazer mais aumentas as tuas possibilidades.

Prática ou Teoria?

Um engenheiro primeiro tem que aprender a teoria e só depois começa a construir casas. A teoria é o projecto que nos orienta, sem ela levamos mais anos até alcançarmos o que desejamos. O problema em sedução é que as pessoas utilizam isso como justificação até terem certeza absoluta que quando começarem vai tudo correr bem. Vai sempre existir rejeição. Ninguém emocionalmente saudável gosta dela. É isso que nos faz progredir e querer descobrir novas formas de dar a volta à situação.

A maioria já sabe disto só que continua a procrastinar e com boas razões (porque dói e custa ser rejeitado), como tal inscrevam-se em cursos de sedução fidedignos como os do Vlad que é um homem que para além de estar a tirar uma licenciatura em psicologia também já tem muita experiência com mulheres.

Se não têm dinheiro, podem ir ao Bairro Alto ter com os nossos outros camaradas que com certeza vos ajudarão.

Daygame ou Nightgame?

Não sou nenhum vampiro, como tal o meu desejo não escolhe horas, assim sendo o melhor é desenvolvermos as competências para poder avançar quando o desejo sexual nos impele.

Se tivesses de escolher algum conhecimento que adquiriste como o mais importante, Qual seria?

Como o Bruce Lee costumava dizer: “ Sê como a água e adapta-te às pessoas e circunstâncias”

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Obrigado pela disponibilidade para esta entrevista, Francis Dias. Antes de nos despedirmos, como é que leitores da Távola Redonda podem acompanhar-te, ou mesmo entrar em contacto contigo?

Eles já ficam mais que bem servidos com as perguntas pertinentes e artigos que a Távola Redonda escreve. São perguntas que mexem em feridas sobre como possivelmente funcionam as coisas e que nos deixam a pensar sobre a matrix em que estamos inseridos.

Primeiro Encontro – 15 dicas para arrasar

Este guia é dirigido a homens. A versão feminina é: 1. Arranja-te; 2. Aparece (a horas); 3. Sorri.

1. Nada de muito elaborado. Um café ou um copo ao fim da tarde. Nada de jantares, cinemas, ou outras cenas do género.

2. Apresenta-te no teu melhor obviamente.

mau primeiro encontro
Não.

3. Não te ponhas a confirmar o date. A partir do momento que está combinado, está combinado até prova em contrário.

3a. Se estás preocupado que ela se possa cortar à última, manda-lhe uma mensagem algumas horas antes a dizer que vais estar um bocado apertado de tempo e poderás atrasar-te um pouco. Se ela não se cortar nesta altura, já não se vai cortar (a não ser que seja uma psicopata).

4. Leva-a a um sítio que já conheças, assim estás mais à vontade.

5. Escolhe um sítio onde te possas sentar numa mesa e ficar a 90º relativamente a ela. Assim estás mais próximo, podes tocar-lhe facilmente, e também assumir uma postura mais relaxada.

5a. Melhor ainda, vai a um sítio onde possam ficar lado a lado.

o bar ideal
Não, O Patriarca não vai dizer onde é este. Descubram.

6. Deixa-a sentar-se primeiro e depois escolhes onde te sentas, assim evitas que ela assuma uma postura defensiva e se ponha o mais longe possível de ti.

7. Toca-lhe. Nas mãos, nos antebraços, nos braços, brevemente. Comenta as unhas, anéis, algum pormenor da roupa, whatever, e aproveita isso para lhe tocar (e medir a receptividade dela ao dito toque). Escala, mas pouco.

8. Deixa-a falar. Pontua com algumas observações relevantes, alguns comentários e informações sobre ti, preenche um ou outro tempo morto mas idealmente ela falará aproximadamente 2/3 do tempo.

8a. Ao mesmo tempo não tenhas medo dos silêncios confrangedores, aproveita para criar tensão com o olhar

9. Por falar em olhar, olha-a nos olhos, ou para o infinito ocasionalmente. Não olhes para baixo – excepto para lhe mirares as mamas. Se ela se manifestar não peças desculpa, nem digas nada. Sorri e continua a conversa.

10. Qualifica-a.

11. Não discutas com ela. Não tens de (nem deves) concordar com tudo o que ela diz, mas também não tens de provar que tens razão.

12. Planeia um date de 60-90 min. Durante um momento alto, vai-te embora (já lhe terás dito antes que tens um compromisso a seguir).

12a. Podes beijar, mas O Patriarca prefere deixar a tensão no ar para o segundo date.

Primeiro Encontro
Esta é a linguagem corporal que queres dela. É também o momento para te pirares.

13. Tem efectivamente um compromisso a seguir. Assim obrigas-te a ficar pelos 60-90 minutos, és autêntico, e comunicas que tens vida e não andas há 2 semanas a pensar nisto.

14. Se gostaste dela, manda-lhe uma mensagem no dia a seguir a dizer que gostaste do date e há-de se repetir.

15. Alguns dias depois combina o segundo date.


O propósito deste guia é garantir que ela fica ansiosamente à espera de um segundo date, no qual vais tranquilamente escalar para o sexo sem grande resistência.

Se por preferência pessoal ou constrangimentos de tempo / logísticos / outros, queres avançar para sexo no primeiro date, o procedimento é naturalmente diferente.

A grande vantagem deste modelo é diminuir substancialmente a LMR. Se for uma tipa que está super acesa desde o início, mais vale escalar agressivamente e avançar logo para o sexo o quanto antes.

É um date barato, podes pagar-lhe ou não a conta conforme preferires, é irrelevante.