Cassie Jaye e o documentário “The Red Pill”

É uma falha quase imperdoável de um blog sobre Red Pill ainda não ter mencionado este documentário, bem como as declarações da autora.

Falha corrigida.

Aguarda-se a sua exibição em Portugal…

Clare Hollingworth – Carreira brilhante, obliteração genética

Hoje celebra-se o que seria o 106º aniversário da mulher que reportou o “Furo do Século”, o início da II Guerra Mundial.

O Patriarca acha muito bem que se celebrem estas heroínas, porque as pessoas realmente extraordinárias devem sempre ser selebradas. Mas deve ser contada a história toda. Clare é exaltada por ter feito muitas coisas que na altura as mulheres não podiam fazer. Ironicamente acabou por não fazer aquilo que só as mulheres podem fazer: ter filhos.

Casou duas vezes, a primeira em 1936 com um desgraçado que terá andado a ver navios durante toda a WWII, e a segunda em 1951 com outro correspondente de guerra.

Clare Hollingworth

São escolhas, e O Patriarca é um feroz defensor da liberdade individual e crê que todo o ser humano deve ter o total direito de escolher o rumo da sua vida sem coacções.

Mas a total liberdade implica informação o mais completa possível. Não é o que se passa hoje em dia – todas as referências a Clare omitem o elevado preço que pagou pela sua excelência. Do ponto de vista biológico, a não reprodução é um destino pior que a morte. Os genes que ajudaram a torná-la uma figura de destaque não terão continuidade. Para ela pode ter sido aceitável. Pode até ter sido um alívio.

O que as jovens que lêem a sua história e se sentem inspiradas para seguir um percurso semelhante devem pensar é, estão dispostas a pagar o mesmo preço?

P.S. O Patriarca tem noção de que há pessoas inférteis. A ser o caso, poderá o seu brilhantismo ter vindo de uma fuga para a frente, para compensar uma cruel partida do destino?

#BemVindasGatasRefugiadas

O Patriarca não pretende de maneira nenhuma tornar-se um papagaio do Chateau Heartiste. Mas há de facto boas ideias por ali que merecem ser propagadas.

Ora bem, um dos argumentos para importar hordas de bárbaros do sexo masculinohordas de bárbaros do sexo masculino é a baixa taxa de natalidade dos Portugueses (e do restante mundo ocidental).

Alguns dos motivos mais importantes para essa baixa natalidade são facilmente identificáveis: gordas alucinadas que não percebem que são intragáveis, harpias pedofóbicas, feminização dos homens e a estratégia de montar o carrocel das piças e pensar que no fim encontram um Beta à espera (spoiler: muitas não encontram).

Seguindo esta linha de pensamento, introduzir em barda homens provenientes de culturas misóginas poderá não ser a melhor opção, dado que o principal método de cortejo destes é a violação (o argumento de que é precisamente isto que as feministas desejam, nem que seja subliminarmente, será guardado para outro post).

Um caminho diferente

Mas importar mulheres destes países… Como poderão as harpias negar as vantagens desta estratégia? Por um lado são umas analfabetas subservientes, e como tal não são competição para mulheres fortes, independentes e educadas. Ficarão com os Betas que elas não querem. Por outro como estão habituadas a ser oprimidas, podem dedicar-se à procriação deixando as restantes livres para se dedicar à carreira até à esterilidade. E estão a salvar membros da irmandade venusiana das garras do pior patriarcado de todos, a Sharia! É só vantagens!

E para os homens, tantas possibilidades de escolha!

hot syrian 1
Um olhar doce e feminino?
Mariana Mortagua e Catarina Martins.jpg
Ou umas cabras rezingonas mulheres fortes e independentes?
refugiadas
Mulheres que se esforçam para agradar oprimidas?

(Até a gorda da imagem acima ao menos esforça-se)

galderias.png
Ou galdérias?
Hot refugee
Iletradas subservientes?
paula cosme pinto
Ou mulheres fortes e independentes?

O mundo está escandalizado! Os instagrams são apagados! Mas não há como calar esta ideia!

gatas sirias.png
#BemVindasGatasRefugiadas