A fisiognomia é real #2.5

O curador do instagram da Távola, o excelentíssimo Lince, descobriu o instagram da criatura que quer moda sem género.

Entretanto O Patriarca já leu o artigo. Ainda tinha expectativa de encontrar algum argumento mais duro de roer, mas não. É mesmo só bosta. Talvez se dedique posteriormente uma análise mais profunda se estiver aborrecido, mas é duvidoso.

A fisiognomia é real. Poupa tempo. Assume que tudo o que sai da boca de uma aberração é aberrante.

A libélula tornou a sua conta privada assim que foi mencionado no nosso insta, mas O Patriarca ainda sacou umas imagens. Divirtam-se!

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Tens uns bonequinhos engraçados!
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Ainda podia passar só por um gajo de mau gosto e má linguagem corporal
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Mas não, é mesmo mariquita.
Mauro Goncalves 3
Já nem as pitas usam essa pose, meu!
Mauro Goncalves 5
Foge, foge, bandido

A fisiognomia é real #2 – moda sem género

Hoje O Patriarca vai correr um risco. Há umas semanas deparou-se com este artigo. Como os leitores regulares adivinharão, o título provocou-lhe logo um desagradável frisson. Mas ao ver a fisiognomia do autor, foi tomado de uma certeza: não vai sair nada de jeito daqui. Portanto tomou a decisão de guardar o escrito para ler mais tarde, e dedicar-se antes a escarnecer da Amelita Falóide que o debitou. Expõe-se a fazer figura de urso caso a diatribe tenha argumentos relevantes, mas tal é ainda mais improvável quando o autor se apresenta assim:

Quando escrever é uma necessidade quase fisiológica e o gosto por andar sempre em cima do acontecimento difícil de contornar, ir para jornalista é mesmo o melhor remédio. Nunca tive um blogue (até ver), mas a moda e os seus meandros foram sempre os temas que mais latim me fizeram gastar. Durante cinco anos não larguei as páginas da revista Time Out Lisboa. Entretanto, a cidade ficou pequena para tanta prosa. Agora, é discorrer para o país e para o mundo, sobre moda, design, estilo e gente criativa, e, tal como num desfile, sempre na primeira fila.

mauro goncalves
Quanto é que apostam que nessa boca só entra piça e só sai merda?

O Patriarca lamenta a qualidade da imagem, mas é a única que conseguiu encontrar da patética criatura. Se algum leitor tiver a gentileza de partilhar outra, será adicionada.

A moda nunca será sem género por um período significativo de tempo porque os seres humanos saudáveis exibem polaridade sexual, sempre a exibiram, e vão continuar a exibir. Se ocasionalmente surgem modas fugazes que buscam através de vestes andróginas amenizar este facto imutável, é essencialmente por dois motivos.

  1. A moda é maioritariamente criada por abafadores de cacete.
  2. A moda é maioritariamente consumida por mulheres, que são animais de rebanho frequentemente invejosas de pila. Ah, e por abafadores de cacete*.

Por isso, os desvios dessa normalidade são promovidos por degenerados e consumidos por harpias, mas logo o inexorável mercado sexual se encarrega de corrigir estas tendências.

Os leitores que num momento de fraqueza se sintam compelidos a alinhar em rabicharias que estão na moda poderão ser salvos por esta certeza.


*”Ah mas os homens elegantes!”, contestarão alguns. Não é preciso ser paneleiro para ser elegante. A diferença é que estes homens geralmente não andam a reboque da moda. Escolhem o seu estilo razoavelmente intemporal e vão-lhe fazendo pequenos ajustes.

Heróis do Nosso Tempo

A produção cultural é reagente e produto da conjuntura, em equilíbrio simbiótico com o meio circundante. Uma disrupção neste equilíbrio é sempre artificial, induzida, manietada por agentes terceiros; tem um objectivo, tem um propósito e uma agenda, tão tenebrosa que é nosso dever patriótico gerar-lhe uma resistência.

Foi na fila de espera de um bar alternativo que primeiramente o vi. Cabeleira loira, farta, saltos altos, decote. Mas a forma angular do queixo e a voz de falsete denunciava instantaneamente de quem se tratava, o tipo que nos passou à frente e entrou no espaço sem pagar. Um homem sem piça. Quando o voltei a ver ao balcão do bar, à pergunta “Boa noite. Têm algo que se coma?” respondeu-me com celeridade e no cumprimento das suas funções laborais: “Queres comer? Podes comer aqui o Dioguinho” e deu espaço a um rapaz que me atendeu – “Não, não temos tostas” – com um sorriso demasiado simpático para que eu próprio me sentisse confortável.

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Não

Este não era um espaço LGBT. Tampouco a tasca onde jantara e conhecera a prima da funcionária, vítima de uma cirurgia para escambar o sexo. A jovem – demasiado jovem – disse depois da 8ª cerveja tragada em velocidade recorde: “Os meus Pais sabem que eu sou alcoólica”. Depois de servir três águas aos meus amigos, Diogo retirara-se do balcão para consumir cocaína.

As redes sociais – ópio do povo – trouxeram-me a nova produção nacional, integralmente remunerada com o erário público. O governo da geringonça – quem mais – patrocina a promoção pública de degredo, toxicodependência, improficuidade, promiscuidade, homossexualidade, feminismo. Entre os cinco protagonistas há dois travecas, duas fufas e uma puta. Talvez me tenha confundido e estas designações sejam simultâneas, a fufa seja também traveca, o traveca seja também fufa e o elenco do show seja todo puta. O que não há em cinco personagens aleatórios, estatisticamente representativos da camada populacional a retratar? Um único heterossexual.

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Talvez o descritivo da série explique melhor. Diz “Ema vem para Lisboa e partilha casa com 4 amigos excêntricos. O seu dia-a-dia, e as noites, são marcadas por histórias divertidas, sem tabus, sobre ser jovem no novo milénio (o sexo, as drogas, a procura de emprego, a autodescoberta e o amadurecimento); Esta série é para quem acorda às 3 da tarde numa quarta-feira e designa o pacote de batatas fritas aberto, na mesa de cabeceira, como pequeno almoço. Para quem já comeu metade de Lisboa e quer expandir a sua “mercadoria” internacionalmente. Para quem está às 7h15 na cave do Lux, a gastar os sapatos, ao lado do João Botelho, enquanto se pergunta a que horas o supermercado abre, porque entra às 8h30 e precisa de comprar 2 latas de red bull. Para quem diz que hoje se vai deitar cedo para ir ao ginásio de manhã e está a ver a quarta temporada de Game of Thrones às 4 da manhã. Enfim, é uma série para quem é jovem, parvo e feliz na sua incoerência.

Os criadores de #CasaDoCais – assim mesmo, com hashtag – não são só um bando de paneleirões. São mentirosos. As múltiplas descrições da série repetem à exaustão o chavão “sem tabus” mas não exibe um único homem, não protagoniza um único Heterossexual, não exibe um único sénior ou, pior, alguém cuja idade extravase os vinte e cinco. Demonstra repúdio por vidas organizadas, famílias estruturadas e, nas palavras de um dos actores “pequeno-almoços gigantescos (…) a Matilde e o Tomé como personagens principais”. Despreza o pudor, desconsidera o resguardo e discrimina a isenção de estupefacientes. A televisão pública transformou-se no colega de liceu que nos chama “caretas” quando nos recusamos a fumar uma chinesa de heroína.

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Mentira ainda é a desta Fressureira quando declara “Não é a sexualidade que te define”. Se não quisesses ser definida pela tua sexualidade, não te “assumas” como sapatona. Não aparecias no jornal dos rotos. Não tinhas seguidores. Não tinhas público. Não tinhas série remunerada com os meus impostos.

Gay

Esta semana, o Arquitecto José António Saraiva foi novamente atacado pelos CIGanos e terá, uma vez mais, de ir a tribunal por essa razão. O assunto foi o mesmo e o mesmo que tratamos aqui. Mas tal como há uns meses, a perspectiva do jornalista não é de ataque mas de defesa: ele vê os homens a quem cortaram a piça como mártires duma cruzada diabólica e dispôs-se, pessoalmente, a defender os seus direitos – a história pessoal de David Reimer inspira a tal defesa. Tal como nos momentos das suas atuações anteriores, o colectivo CIGano não integra homens sem piça, ofendidos pelas palavras de Saraiva; É sim composto por mulheres heterossexuais que ambicionam ver os homens indesejáveis na secção de corte dum fumeiro em Lamego. Atacam Saraiva, como antes atacaram César das Neves, porque ele se dirige aos transgénicos com a verdade, não por ódio ou preconceito, mas por Amor. Por essa razão, estou solidário com o Arquitecto em cujas palavras me revejo na totalidade.

Vale a pena denotar que estes “jovens” já não o são: têm, no enredo, vintes e, com idades para terem licenciaturas e mestrados terminados, prestes a enveredar no mercado de trabalho ou numa carreira académica. As tropelias em que se envolvem são próprias dos adolescentes, uma versão toxicorrabolha de Morangos com Açúcar. Mas fora da adolescência, sem liceu ou uma ocupação fixa, deambulam pelo degradado Cais do Sodré – ancestralmente um local de prostituição e má rês – devotados à auto-degradação, ao vicio. Os personagens não se distinguirão dos farsantes, todos os cinco degradados, viciados. Com perfis aberrantes e nomes artísticos, apresentam-se perante a web como “youtubers”, “instagramers”, “artistas”, “freelancers”. Cortam a piça porque já não lhes chega serem homossexuais para se vitimizarem ou glamorizarem o seu capital sexual como o faziam os panilas nos anos 80 antes de a SIDA dizimar uma geração de homens “sexualmente liberados”. Enquanto que José Saraiva e eu próprio vemos neles as vítimas duma guerra perdida, perante a sociedade decadente e sobressexualizada, os protagonistas de #CasaDoCais são os heróis do nosso tempo.

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Heróis do Nosso Tempo

Abri a página de Facebook esperando ver centenas de milhar de likes, publicidade e fanáticos pela expressão cultural que a Rádio Televisão Portuguesa nos oferece. Pelo contrário, a totalidade dos seguidores não chega a um milhar e a maioria dos comentários são francamente depreciativos. Perante a geração Z prevista como a mais conservadora de sempre, tenho expectativas de que o nosso querido blog alcance um público mais abrangente do que o da série televisiva.


Nota post-scriptum: Dos cinco protagonistas há pelo menos uma puta rapariga que não é gay. Valerá a pena acompanhar a série para caracterizar os múltiplos parceiros com quem se envolverá ao longo das temporadas, os actores escolhidos e os sues perfis. Aí saberemos qual o tipo de homens o colectivo feminista aprova e qual o tipo de homens que os filhas da puta suprimem.

A voz do povo

(No Café)
– Eu gosto de o ter aqui, sabe?
– Julgava que era dos seus clientes mais dificeis
– Qual quê. Devia ver umas que apareceram cá hoje de manhã. Umas Brasileiras…
– Foi?
– Nem sei! Se eram Brasileiras ou Brasileiros ou lá o que aquilo é. Não é carne nem é peixe
– Ah eram desses?
– Sim, vinham com uns saltos com umas saias uma pintura… não é nada contra ninguém eu até sou um tipo aberto mas aquilo mete-me nojo! Nojo, sabe?

– Percebo.
– Mete-me nojo, queria era os tipos fora daqui. Não eram carne nem peixe…
– Eram legumes?
– Eram, nem sei, só sei que me faziam nojo.
– Vossemecê julgava que tinham pipinos mas na volta tinham era cenouras
– (Risos) Olha-me isto, oh zé, temos agricultor

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Pára tudo, está um traveca a falar!

Aparentemente o grande assunto de hoje no Web Summit (conferência de tecnologia, comunicações, empreendedorismo etc, pelo que O Patriarca pôde entender) é que um tal Bruce Jenner que há uns anos ganhou umas medalhas olímpicas, se vestiu de mulher para se ir queixar do estado actual dos Jogos Olímpicos.

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A grande questão é, será que só lhe pagaram 10% da comissão?

Os loucos mandam no manicómio (e o Público aplaude)

Que o jornal “Público” é um lamentável pasquim de esquerda, já O Patriarca sabe há algum tempo. O que ainda não se tinha apercebido é que já tinham dado o salto para marxismo descarado.

Não é de estranhar que um dos muitos jornais anti-Trump nos EUA faça uma “notícia” destas. Propaganda democrata num jornal português é que já é ir longe demais.

Depois de um ano de dúvidas, recriminações e falhas nas eleições especiais para o Congresso, os democratas finalmente obtiveram grandes vitórias nas eleições estaduais que desejavam tão ansiosamente, numa altura em que se completa um ano desde que Donald Trump ganhou a presidência.

A Virginia é o exemplo claro da recuperação azul (a cor do Partido Democrata)

A Virgínia votou sempre democrata desde 2008, quando os imigrantes panchitos finalmente ajudaram os afro-americanos a dar a volta à balança populacional. Portanto isto é mais ou menos o mesmo que dizer que a CDU ganhar Santiago do Cacém demonstra o ressurgimento do comunismo em Portugal.

Mais à frente tudo se torna claro – o autor não nomeado do artigo exulta com a nomeação de um doente mental para o Congresso Estadual.

A Virginia é o paradigma das vitórias democratas, também pelo facto de ali ter sido eleito, pela primeira vez, um deputado transgénero (para o Congresso estadual). Mas sobretudo pelo facto de o candidato republicano ter encarnado todas as bandeiras e tácticas de Donald Trump e mesmo assim ter falhado.

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O Patriarca pede desculpa pelos danos mentais que esta imagem possa causar aos leitores

É verdade, estes “exemplos da recuperação democrata” que querem mandar abaixo estátuas de figuras históricas significativas como bons comunistas, pegam num gajo de cabelos compridos (O Patriarca não se deu ao trabalho de investigar se a criatura cortou a picha ou não, e francamente está-se nas tintas), chamam-lhe mulher e exultam com a eleição para um cargo público relativamente importante de um indivíduo com elevada probabilidade de padecer de doenças psiquiátricas mais graves ou de se matar.

Cá pelo burgo, com a triste mania que temos de importar as insanidades amaricanas, a juntar à conjectura governativa favorável fornecida pela agremiação marxista “As Sapatonas” (Bloco de Esquerda), é só uma questão de tempo até a moda pegar.

Dantes os loucos iam para o Júlio de Matos para serem tratados. Agora vão para a política espalhar a doença.

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Brevemente numa Câmara perto de si?

Uma nota de respeito aos transsexuais

Cessarei toda a chalaça, escárnio ou achincalho dirigido a transsexuais – indivíduos que se submeteram a uma cirurgia de mudança de sexo. Serão substituídos, doravante, por empatia, solidariedade, compaixão – também partilho a sua dor, também combaterei a sua luta.

Foi nas primeiras palavras de Warren Farrell – porta-voz da segunda vaga feminista e pai do Movimento dos Direitos dos Homens (MRA) – que me apercebi do erro que cometera outrora ao perseguir os transsexuais. Diz o Professor: “Vamos começar pela nossa cegueira. Pensem quando ouvimos falar de um agente da polícia que alvejou um rapaz preto. Rapidamente protestamos, dizendo que “As vidas dos rapazes pretos importam” mas ninguém pensa em mencionar que “as vidas dos rapazes importam. “Rapaz” em “Rapaz preto” é invisível”. Transsexuais – indivíduos que se sujeitam a uma intervenção cirúrgica para trocar o sexo. Há surpresa em constatar que a grande maioria dos seus aderentes, é homem?

O que leva um individuo a proceder à sua própria castração? Em todas as partes do mundo, o procedimento era aplicado sobre prisioneiros de guerra, adversários derrotados. Está na mitologia grega (em representação do complexo de édipo, milénios antes de Freud, o senhor do Olimpo castra o próprio Pai) e era prática corrente na China onde eram confiadas, aos jovens capados, as esposas dos senhores feudais. Assim também se fazia nos haréns Otomanos e no médio Oriente. Num filme que vi sobre um império médio-oriental, o tutor da princesa (filha do imperador) deseja sexualmente a tutorada e é apanhado pelo todo-poderoso num desses desvaneios. É-lhe dado a escolher: “castração ou morte”. Um dos argumentos para viabilização da transsexualidade bate precisamente nesta tecla: a taxa de suicídios entre os homens a que não deixamos que cortem a piça. Estamos a dizer a esses homens “castração ou morte”

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Que surpresa (not)

Promoção

Há dez anos ninguém ouvia falar de transsexuais e a palavra “género” era usada em substituição de “sexo” quando se queria referir, sem enganos, à tipologia sócio/psicó/biológica de um individuo. A forma como hoje muitos de nós – inclusive redpillers – falam de género, foi desmontada pelo José Manuel Fernandes. É através destas pequenas invasões que as ideologias se instalam sendo depois muito difíceis de expurgar.

A ideologia de género apareceu depois da legalização do casamento homossexual. Serviu para ocupar as agendas reunidas, as carreiras construídas e os meios mobilizados em torno do contrato civil de união entre pessoas do mesmo sexo. Enquanto que muitos o apoiaram, convencidos de ser uma causa estanque – talvez estendida à polémica co-adopção – pensadores como César das Neves viram-no como um foot on the door, a primeira e mais aceitável de entre um turbilhão de causas gradualmente mais aberrantes, que não ia parar por ali. Hoje é praticamente omnipresente e os eventos gay  com cada vez mais letras do alfabeto, ignoram cabalmente os visados originais dedicando-se a públicos mais estrambólicos. No livro transiberic love Raquel Freire lança farpas permanentes aos homens a quem chama de gays ricos, prevendo a balcanização agressiva da malta bicha.

A sua entrada igualmente agressiva nos meandros educativos não serve apenas para gerar confusão ou inspirar o parricídio. Tem o propósito de pressionar os rapazes menos aptos a escambarem o sexo afim de serem aceites. É um desprezível ataque sobre a masculinidade, oferecendo a auto-mutilação como porta única de saída para uma vida de desprezo. O mais inaceitável é verificarmos a capacidade de alcance desta campanha atroz. Na wikipedia, podemos ler para trans-woman, “is a woman who was assigned male at birth” (uma mulher que foi registada macho aquando do nascimento). Ou seja, um gajo. Uma instituição em cuja credibilidade e validade cientifica confiávamos já está tão contaminada que diz aos homens que são mulheres. Que não são homens. Que deviam detestar o corpo e os genes com que nasceram e que esta condição, a dualidade discrepante corpo/espírito, é uma imutável condição de nascença. Devem perecer na maca dum cirurgião ou sumir.

Por esta monstruosidade vale também a pena apontar o dedo aos progenitores. todos os Pais que premeiam e incentivam comportamentos desta índole, que esperam atenção, reconhecimento e validação pela sua abertura de espírito. Ter um filho transsexual, em países como o Canadá, é o equivalente ao que era, na geração dos meus bisavós, ter um filho comunista – motivo de orgulho. Mas se um individuo interferir activamente com a genitália da prole, não lhe chamamos pedófilo? Não se a interferência em causa for no sentido da mutilação. Talvez tenha copiado a prática do médio-oriente onde as mulheres – tidas, por razões economicistas – como o sexo fraco, são submetidas. Mas do livro biográfico de Miguel Marujo e Octávio Lousada “António Costa”, fiquei a saber que Maria Antónia – mãe do primeiro-ministro – tentou pôr o filho a brincar com bonecas. Educação diversificada? Devia era estar presa

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Não leiam

Resistência

Como escrevi aqui, não sou um fanático das expressões de género. Pelo contrário: Nada me agrada mais do que ter mulheres a laborar e a despender como homens, ou não fosse o feminismo, uma estratégia capitalista. O problema é esta tese partir da antítese: que os papeis de género são fixos e fechados, que as preferências pessoais, gostos, opções estão tipificadas sobre a caixa estanque do género; que se um rapaz gosta de cozinhar ou tiver traços comportamentais femininos, não é um rapaz mas um candidato a ser operado numa salsicharia. Quer-se fazer esta avaliação o mais cedo possível para moldar a cabeça dos infantes o mais cedo possível e inspirar-se-á o medo nos que mais depressa se aperceberem do engodo: o miúdo que efectivamente gosta de bonecas mas não quer ficar sem a pichota vai viver até tarde o mais possível longe delas.

É esta ideologia que associa o gosto das bonecas – e eu gosto muito – à homossexualidade e às parafilias enquanto os seus opositores não vêem mais do que isso mesmo: um gosto, uma preferência, um detalhe que se esgota em si próprio. Dessa forma, a ideia revolucionária não está em permitir às pessoas trans (que não existem) a utilização da casa de banho alheia, mas em tornar todas as casas de banho mistas como acontece nos países nórdicos. Tudo o que diversifique géneros e atribua direitos excepcionais a indivíduos (frequentemente com problemas mentais) não é mais do que inconstitucional e as definições adjacentes deviam ser banidas da lei vigente. A legislação dos transsexuais espelha o mesmo que se viu com os panascas: a incapacidade de compreender que a realidade é sempre mais extensa e serena do que a caricatura legal.

Por brutalmente ditatorial, o conceito neomaoísta de género também não aceita a ideia de escolha. Recusa que um tipo opte por mudar de sexo e mudaram cirurgicamente o titulo da cirurgia “sex reassigment” como se a operação repusesse ou corrigisse algo erradamente definido. Perante a lei, esta ideia pretende forçar o estado a soltar fundos monetários extensos numa intervenção que não cura doenças nem salva vidas e não é mais do que um capricho pessoal; perante os doentes, indica-lhes que não têm escolha porque nasceram assim – diferentes, desencaixados, transgéneros. Dizê-lo a crianças pequenas, a adolescentes confusos, consistentemente aos mais influenciáveis e aos mais fracos, é criminoso e devia ser criminalizado. Temos de o impedir. Temos de lhes dizer que é mentira.

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Temos de lhes dizer que é mentira

À medida que vejo estrelas de Hollywood principescamente remuneradas para expandir esta fantochada, para contaminar os filhos do Ocidente com ideias auto-destrutivas, mais me convenço tratar-se de uma estratégia maquievélica, visando a nossa eliminação, telecomandada remotamente. Na China, a castração era uma estratégia de guerra: quando invadiam um território, os senhores feudais mandavam capar os inimigos conquistados para prevenir ataques futuros vindos de uma descendência vindoura. Enquanto vejo os meus semelhantes serem analogamente capados e lhes é roubada propositadamente a possibilidade de gerar descendência, só não discerni ainda, quem são os nossos inimigos.