Pára tudo, está um traveca a falar!

Aparentemente o grande assunto de hoje no Web Summit (conferência de tecnologia, comunicações, empreendedorismo etc, pelo que O Patriarca pôde entender) é que um tal Bruce Jenner que há uns anos ganhou umas medalhas olímpicas, se vestiu de mulher para se ir queixar do estado actual dos Jogos Olímpicos.

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A grande questão é, será que só lhe pagaram 90% da comissão?

Os loucos mandam no manicómio (e o Público aplaude)

Que o jornal “Público” é um lamentável pasquim de esquerda, já O Patriarca sabe há algum tempo. O que ainda não se tinha apercebido é que já tinham dado o salto para marxismo descarado.

Não é de estranhar que um dos muitos jornais anti-Trump nos EUA faça uma “notícia” destas. Propaganda democrata num jornal português é que já é ir longe demais.

Depois de um ano de dúvidas, recriminações e falhas nas eleições especiais para o Congresso, os democratas finalmente obtiveram grandes vitórias nas eleições estaduais que desejavam tão ansiosamente, numa altura em que se completa um ano desde que Donald Trump ganhou a presidência.

A Virginia é o exemplo claro da recuperação azul (a cor do Partido Democrata)

A Virgínia votou sempre democrata desde 2008, quando os imigrantes panchitos finalmente ajudaram os afro-americanos a dar a volta à balança populacional. Portanto isto é mais ou menos o mesmo que dizer que a CDU ganhar Santiago do Cacém demonstra o ressurgimento do comunismo em Portugal.

Mais à frente tudo se torna claro – o autor não nomeado do artigo exulta com a nomeação de um doente mental para o Congresso Estadual.

A Virginia é o paradigma das vitórias democratas, também pelo facto de ali ter sido eleito, pela primeira vez, um deputado transgénero (para o Congresso estadual). Mas sobretudo pelo facto de o candidato republicano ter encarnado todas as bandeiras e tácticas de Donald Trump e mesmo assim ter falhado.

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O Patriarca pede desculpa pelos danos mentais que esta imagem possa causar aos leitores

É verdade, estes “exemplos da recuperação democrata” que querem mandar abaixo estátuas de figuras históricas significativas como bons comunistas, pegam num gajo de cabelos compridos (O Patriarca não se deu ao trabalho de investigar se a criatura cortou a picha ou não, e francamente está-se nas tintas), chamam-lhe mulher e exultam com a eleição para um cargo público relativamente importante de um indivíduo com elevada probabilidade de padecer de doenças psiquiátricas mais graves ou de se matar.

Cá pelo burgo, com a triste mania que temos de importar as insanidades amaricanas, a juntar à conjectura governativa favorável fornecida pela agremiação marxista “As Sapatonas” (Bloco de Esquerda), é só uma questão de tempo até a moda pegar.

Dantes os loucos iam para o Júlio de Matos para serem tratados. Agora vão para a política espalhar a doença.

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Brevemente numa Câmara perto de si?

Uma nota de respeito aos transsexuais

Cessarei toda a chalaça, escárnio ou achincalho dirigido a transsexuais – indivíduos que se submeteram a uma cirurgia de mudança de sexo. Serão substituídos, doravante, por empatia, solidariedade, compaixão – também partilho a sua dor, também combaterei a sua luta.

Foi nas primeiras palavras de Warren Farrell – porta-voz da segunda vaga feminista e pai do Movimento dos Direitos dos Homens (MRA) – que me apercebi do erro que cometera outrora ao perseguir os transsexuais. Diz o Professor: “Vamos começar pela nossa cegueira. Pensem quando ouvimos falar de um agente da polícia que alvejou um rapaz preto. Rapidamente protestamos, dizendo que “As vidas dos rapazes pretos importam” mas ninguém pensa em mencionar que “as vidas dos rapazes importam. “Rapaz” em “Rapaz preto” é invisível”. Transsexuais – indivíduos que se sujeitam a uma intervenção cirúrgica para trocar o sexo. Há surpresa em constatar que a grande maioria dos seus aderentes, é homem?

O que leva um individuo a proceder à sua própria castração? Em todas as partes do mundo, o procedimento era aplicado sobre prisioneiros de guerra, adversários derrotados. Está na mitologia grega (em representação do complexo de édipo, milénios antes de Freud, o senhor do Olimpo castra o próprio Pai) e era prática corrente na China onde eram confiadas, aos jovens capados, as esposas dos senhores feudais. Assim também se fazia nos haréns Otomanos e no médio Oriente. Num filme que vi sobre um império médio-oriental, o tutor da princesa (filha do imperador) deseja sexualmente a tutorada e é apanhado pelo todo-poderoso num desses desvaneios. É-lhe dado a escolher: “castração ou morte”. Um dos argumentos para viabilização da transsexualidade bate precisamente nesta tecla: a taxa de suicídios entre os homens a que não deixamos que cortem a piça. Estamos a dizer a esses homens “castração ou morte”

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Que surpresa (not)

Promoção

Há dez anos ninguém ouvia falar de transsexuais e a palavra “género” era usada em substituição de “sexo” quando se queria referir, sem enganos, à tipologia sócio/psicó/biológica de um individuo. A forma como hoje muitos de nós – inclusive redpillers – falam de género, foi desmontada pelo José Manuel Fernandes. É através destas pequenas invasões que as ideologias se instalam sendo depois muito difíceis de expurgar.

A ideologia de género apareceu depois da legalização do casamento homossexual. Serviu para ocupar as agendas reunidas, as carreiras construídas e os meios mobilizados em torno do contrato civil de união entre pessoas do mesmo sexo. Enquanto que muitos o apoiaram, convencidos de ser uma causa estanque – talvez estendida à polémica co-adopção – pensadores como César das Neves viram-no como um foot on the door, a primeira e mais aceitável de entre um turbilhão de causas gradualmente mais aberrantes, que não ia parar por ali. Hoje é praticamente omnipresente e os eventos gay  com cada vez mais letras do alfabeto, ignoram cabalmente os visados originais dedicando-se a públicos mais estrambólicos. No livro transiberic love Raquel Freire lança farpas permanentes aos homens a quem chama de gays ricos, prevendo a balcanização agressiva da malta bicha.

A sua entrada igualmente agressiva nos meandros educativos não serve apenas para gerar confusão ou inspirar o parricídio. Tem o propósito de pressionar os rapazes menos aptos a escambarem o sexo afim de serem aceites. É um desprezível ataque sobre a masculinidade, oferecendo a auto-mutilação como porta única de saída para uma vida de desprezo. O mais inaceitável é verificarmos a capacidade de alcance desta campanha atroz. Na wikipedia, podemos ler para trans-woman, “is a woman who was assigned male at birth” (uma mulher que foi registada macho aquando do nascimento). Ou seja, um gajo. Uma instituição em cuja credibilidade e validade cientifica confiávamos já está tão contaminada que diz aos homens que são mulheres. Que não são homens. Que deviam detestar o corpo e os genes com que nasceram e que esta condição, a dualidade discrepante corpo/espírito, é uma imutável condição de nascença. Devem perecer na maca dum cirurgião ou sumir.

Por esta monstruosidade vale também a pena apontar o dedo aos progenitores. todos os Pais que premeiam e incentivam comportamentos desta índole, que esperam atenção, reconhecimento e validação pela sua abertura de espírito. Ter um filho transsexual, em países como o Canadá, é o equivalente ao que era, na geração dos meus bisavós, ter um filho comunista – motivo de orgulho. Mas se um individuo interferir activamente com a genitália da prole, não lhe chamamos pedófilo? Não se a interferência em causa for no sentido da mutilação. Talvez tenha copiado a prática do médio-oriente onde as mulheres – tidas, por razões economicistas – como o sexo fraco, são submetidas. Mas do livro biográfico de Miguel Marujo e Octávio Lousada “António Costa”, fiquei a saber que Maria Antónia – mãe do primeiro-ministro – tentou pôr o filho a brincar com bonecas. Educação diversificada? Devia era estar presa

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Não leiam

Resistência

Como escrevi aqui, não sou um fanático das expressões de género. Pelo contrário: Nada me agrada mais do que ter mulheres a laborar e a despender como homens, ou não fosse o feminismo, uma estratégia capitalista. O problema é esta tese partir da antítese: que os papeis de género são fixos e fechados, que as preferências pessoais, gostos, opções estão tipificadas sobre a caixa estanque do género; que se um rapaz gosta de cozinhar ou tiver traços comportamentais femininos, não é um rapaz mas um candidato a ser operado numa salsicharia. Quer-se fazer esta avaliação o mais cedo possível para moldar a cabeça dos infantes o mais cedo possível e inspirar-se-á o medo nos que mais depressa se aperceberem do engodo: o miúdo que efectivamente gosta de bonecas mas não quer ficar sem a pichota vai viver até tarde o mais possível longe delas.

É esta ideologia que associa o gosto das bonecas – e eu gosto muito – à homossexualidade e às parafilias enquanto os seus opositores não vêem mais do que isso mesmo: um gosto, uma preferência, um detalhe que se esgota em si próprio. Dessa forma, a ideia revolucionária não está em permitir às pessoas trans (que não existem) a utilização da casa de banho alheia, mas em tornar todas as casas de banho mistas como acontece nos países nórdicos. Tudo o que diversifique géneros e atribua direitos excepcionais a indivíduos (frequentemente com problemas mentais) não é mais do que inconstitucional e as definições adjacentes deviam ser banidas da lei vigente. A legislação dos transsexuais espelha o mesmo que se viu com os panascas: a incapacidade de compreender que a realidade é sempre mais extensa e serena do que a caricatura legal.

Por brutalmente ditatorial, o conceito neomaoísta de género também não aceita a ideia de escolha. Recusa que um tipo opte por mudar de sexo e mudaram cirurgicamente o titulo da cirurgia “sex reassigment” como se a operação repusesse ou corrigisse algo erradamente definido. Perante a lei, esta ideia pretende forçar o estado a soltar fundos monetários extensos numa intervenção que não cura doenças nem salva vidas e não é mais do que um capricho pessoal; perante os doentes, indica-lhes que não têm escolha porque nasceram assim – diferentes, desencaixados, transgéneros. Dizê-lo a crianças pequenas, a adolescentes confusos, consistentemente aos mais influenciáveis e aos mais fracos, é criminoso e devia ser criminalizado. Temos de o impedir. Temos de lhes dizer que é mentira.

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Temos de lhes dizer que é mentira

À medida que vejo estrelas de Hollywood principescamente remuneradas para expandir esta fantochada, para contaminar os filhos do Ocidente com ideias auto-destrutivas, mais me convenço tratar-se de uma estratégia maquievélica, visando a nossa eliminação, telecomandada remotamente. Na China, a castração era uma estratégia de guerra: quando invadiam um território, os senhores feudais mandavam capar os inimigos conquistados para prevenir ataques futuros vindos de uma descendência vindoura. Enquanto vejo os meus semelhantes serem analogamente capados e lhes é roubada propositadamente a possibilidade de gerar descendência, só não discerni ainda, quem são os nossos inimigos.

Porque é que os meninos devem brincar com bonecas?

Há muito que os acompanhantes da Manosphere sabem da guerra aberta à masculinidade que se pratica nos países anglo-saxónicos. O Patriarca previa que eventualmente a corrente chegaria a Portugal, mas guardava secretamente uma leve esperança de que a elevada testosterona do famoso macho latino supostamente endémico em terras lusas permitisse manter o pernicioso movimento no reino das “maluquices amaricanas”.

Infelizmente, um gordo mulato com laivos de Querido Líder não se conformou com a derrota eleitoral que sofreu nas legislativas, e num conluio com sapatonas e comunas tomou de assalto o governo português. Para que o deixem saquear tranquilamente o país, tem naturalmente de permitir que esta gentalha faça o que bem lhes apetecer nas áreas que não lhe interessam. E assim entrou em força em portugal a ideologia de género.

Claro que para tretas como esta e esta vingarem na opinião pública sem serem alvo de violento escárnio, é preciso que a população masculina esteja subjugada, despojada da sua virilidade e agrilhoada à paneleirice do politicamente correcto.

Ora para que tal suceda há que espartilhar a masculinidade desde o berço. Um homem em contacto com a mesma, através da experiência de vida e das interacções com o sexo oposto não se deixa enganar tão facilmente. Não é possível tentar enfiar pela goela abaixo conceitos como os trangénicos a um homem cuja personalidade foi moldada pela realidade, sem uma reacção negativa. Na melhor das hipóteses uma gargalhada condescendente e um “faz-me mas é umas sandes”. Na pior, um soco nas trombas quando começam as invariáveis acusações de -ismos e -fobias.

Há, pois, que amaricá-los desde pequeninos.

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São artigos como este que mostram perfeitamente que a baixa fertilidade das feministas não é um bug mas sim um mecanismo de segurança. Quando a Paula Harpia Pinto deixar de se queixar que não tem homem nem filhos e arranjar um beta para a emprenhar das suas 1,36 crianças, com sorte talvez nenhum desgraçado com cromossoma Y será forçado a crescer enterrado em Barbies sob a alçada desta lunática.

Isto porque está mais que demonstrado que as preferências dos diferentes sexos são PELO MENOS PARCIALMENTE inatas e presentes desde tenra idade. [fun fact: um dos autores do artigo e sumidade mundial na matéria é primo do Borat]

O dimorfismo sexual na sociabilidade está documentado em humanos. O presente estudo pretende verificar se o dimorfismo sexual é o resultado de diferenças biológicas ou socio-culturais entre os dois sexos. Foram testados 102 recém-nascidos humanos, que por definição ainda não foram influenciados por factores sociais e culturais, para averiguar se havia diferença no tempo passado a olhar para uma face (objecto social) e um mecanismo (objecto físico-mecânico). Os resultados demonstraram que os bebés do sexo masculino mostravam mais interesse no mecanismo enquanto os do sexo feminino mostravam mais interesse na face. Os resultados desta investigação demonstram claramente que as diferenças entre os sexos são em parte de origem biológica.

Portanto a quezilenta badocha pode fazer o que bem lhe apetecer aos seus (cada vez mais improváveis) porquinhos da índia filhos, até aos limites do abuso ninguém tem nada com isso. Pode classificá-los como violadores como a sua congénere do Washington Post. Pode até transformá-los num arco-íris ou outras tontices do género.

O Patriarca pede encarecidamente é que deixe de espalhar estas ideologias imbecis totalmente baseadas em sentimentos de inferioridade e inveja do pénis, e não em factos. E ao Expresso e outros meios de comunicação que deixem de dar voz a esta gente. E aos Portugueses que não só não dêem ouvidos a estes degenerados, mas que os ridicularizem na praça pública como aberrações que são. Não que isso o afecte pessoalmente, dado que os seus futuros varões serão educados num ambiente familiar clássico, normal e saudável. Mas a sociedade em geral sofre com a feminização dos homens. Deixem os rapazes ser rapazes. Deixem as raparigas ser raparigas.

Os rapazes gostam de carrinhos e as meninas de bonecas porque os seus cérebros já estão programados para isso à nascença. Pode ser discutido qual o papel da sociedade em reforçar ou esbater estas tendências, mas a sua existência é inegável. É necessário acabar com esta cruzada contra a natureza humana. De contrário, corremos o risco de numa sociedade andrógina, os homens deixarem de saber relacionar-se com mulheres e acabarem todos a brincar com bonecas.

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Chauvinista do Mês #3: António Gentil Martins [Extra!]

Nota prévia: relembrando que O Patriarca considera o feminismo o maior flagelo que assola a sociedade actual, é importante realçar que não há nada de pejorativo neste prémio. O Chauvinista do Mês é um galardão de honra que O Patriarca (e outros membros da Távola que assim o entendam) atribui a quem vê a realidade em geral e as dinâmicas intersexuais tal como elas são, e tem os tomates de ferro necessários para, por palavras ou acções, apregoá-lo em público.

Num caso gritante de infelicidade temporal, o Dr. Gentil Martins lançou uma bomba digna de galardão 2 dias depois da publicação do último. Infelizmente o original só está disponível para assinantes mas as citações não são difíceis de encontrar.

As afirmações da polémica:

Como é que vê a hipótese de um homem solteiro ter filhos recorrendo a uma barriga de aluguer, como alegadamente foi o caso de Cristiano Ronaldo?
Considero um crime grave. É degradante, uma tristeza. O Ronaldo é um excelente atleta, tem imenso mérito, mas é um estupor moral, não pode ser exemplo para ninguém. Toda a criança tem direito a ter mãe. Mais: penso que uma das grandes culpadas disto é a mãe dele. Aquela senhora não lhe deu educação nenhuma.

O anterior galardão, apesar de defender precisamente o contário, não exclui este. Não foi referida a oprinião d’O Patriarca relativamente a este assunto, mas aqui vai ela:

A reprodução medicamente assistida, por outros motivos que não a infertilidade de um dos membros de um casal heterossexual, é uma aberração. À afirmação do Dr. Gentil Martins, reformularia apenas: toda a criança tem direito a ter pai e mãe. A negação deste direito, apenas para satisfazer transgénicos doidos, sapatonas ressabiadas, e gente que pode mas não quer recorrer à velha fórmula de depósito directo de leite de piça num útero receptivo (ou não arranja quem o faça), é moralmente condenável. Agora, se as mulheres o podem fazer, porque raio não hão de os homens poder?

Duas pessoas do mesmo sexo não podem amar-se?
Ouçam, é uma coisa simples: o mundo tinha acabado. Para que o mundo exista tem de haver homens e mulheres. Trato-os como a qualquer doente e estou-me nas tintas se são isto ou aquilo… Não vou tratar mal uma pessoa porque é homossexual, mas não aceito promovê-la. Se me perguntam se é correto? Acho que não. É uma anomalia, é um desvio da personalidade. Como os sadomasoquistas ou as pessoas que se mutilam.

O que há de errado nesta afirmação? Absolutamente nada! O doutor aceita, mas não promove. Isso hoje em dia não basta, como muito bem expôs o nosso mago de serviço. É preciso rezar ao altar de Sodoma (preferencialmente de gatas).

O Patriarca, como já disse anteriormente, não tem nada contra homossexuais não heterofóbicos. Simplesmente acha que não se deve promover e glorificar estilos de vida desviantes. Live and let live.

Naturalmente, uma das Harpias-Mor apressou-se a pedir a cabeça do octagenário.

Face à polémica e como bom Shitlord, Gentil Martins emitiu uma não-desculpa ao melhor estilo de Trump:

Face à minha entrevista ao Jornal Expresso e dada a celeuma, que nunca desejaria que tivesse acontecido, gostaria desde já esclarecer que me limitei a responder a perguntas directas dos entrevistadores do Expresso.

Quanto a Ronaldo não ser exemplo, referia-me exclusivamente à escolha por “Barrigas de Aluguer”, permitidas por lei, mas das quais discordo totalmente, quer como Pediatra quer como Ser Humano. Isso nada tem a ver com os excepcionais méritos desportivos de Ronaldo, nem com a sua generosidade para com Instituições Sociais e crianças com dificuldades.

Por outro lado nunca foi minha intenção ofender a Mãe de Ronaldo, pessoa que não conheço pessoalmente.

Quanto à homossexualidade, lamento quem sofra com essa questão, que continuo a considerar anómala, sem no entanto deixar de respeitar os Seres Humanos que são.

Note-se a ausência da palavra “desculpa”. O excelso senhor sabe que expôr o ventre às facadas é a pior coisa que se pode fazer numa situação destas. Betas tomem nota e extrapolem para o vosso Game.


O distinto doutor teve uma carreira longa e este será certamente um galardão de somenos importância no meio de todos os que terá coleccionado. É todavia com enorme prazer que A Távola Redonda lhe estende o seu apoio e lhe presta homenagem no meio da tormenta do politicamente correcto.