Incomensurável

Cometi o erro de me tornar seguidor do panão antropólogo Miguel Vale de Almeida, o que me leva a descobrir enormidades como a que se segue. Ao que parece, um amigo do lelé, escreveu o monte de merda abaixo. Já me enoja suficientemente haverem tipos a viver de fundos públicos para inventar historietas de condenação nacional e racial, de menorização do património lusitano, alicerçado em mentiras redondas, interpretações parciais e no recurso a autoridades falseadas – clones do esterco elencado, que sobrevivem porque nenhum governo teve a coragem de proceder com as ciências sociais da forma que se exige, a absoluta extinção. Mais para mais, tratando-se de gentalha que se organiza contra a democracia e os resultados nela expressos, consideramos-los terroristas anti-democratas. Façam o favor de os abater.

Mas há mais. Há isto

Stre

Portanto, para este filha da puta, se um maluquinho lança um carro contra a multidão, sai de cutelo em riste pronto a assassinar e gera feridos ou (porque não) mortos, a culpa é obviamente do Trump! E se alguém o defende porque, pobrezinho, não encontrava lunáticos com quem se relacionar, é injusto que seja subsequentemente ameaçado – sei lá – pelos tipos quem, à sorte, não levaram uma navalhada na figadeira.

Havia muitas coisas que dar a este gajo. Um par de estalos era uma delas. Outra era um tiro nos cornos. Mas, além da carta que lhe escreverei em breve para lhe explicar as razões quais justificam, na minha óptica, o respectivo fuzilamento, vou apenas outorgar-lhe duas palavras que sumarizam os meus sentimentos em torno da sua repugnante dissertação.

Ora cá vão.

Eliot Rodgers

Putas

O Patriarca não sabe se a culpa é do feiticeiro de serviço, mas de entre os termos de pesquisa que trazem gente a este blog, por algum motivo um dos mais frequentes é… putas.

termos de pesquisa

Posto isto, O Patriarca achou por bem revelar a sua posição relativamente ao uso de putedo.

O Patriarca não tem qualquer problema moral ou ético quer com as putas quer com os homens que recorrem aos seus serviços.

As mais lógicas e válidas objecções, como o tráfico humano e a exploração de menores, seriam facilmente resolvidas com a legalização e regulamentação da profissão.

As rameiras profissionais não só são impossíveis de erradicar, como tal seria indesejável, pois constituem um importante mecanismo de escape na sociedade. Por um lado mantêm a estabilidade mental de muitos homens que de outra maneira não têm acesso a sexo, por outro mantém em cheque os devaneios da população feminina em geral – não podem tornar tão difícil a vida aos homens que mais valha ir às putas.

Tendo em conta que até no Tinder há quengas a pedir dinheiro por nada, travecos e transgénicos, putas declaradas e gajas a pedir pizza, entre outras aberrações, não é de estranhar que para alguns homens a perspectiva de uma troca directa e sem espinhas de dinheiro por sexo não pareça assim tão mau.

Dito isto, O Patriarca aconselha qualquer homem que se veja impelido a ir às putas que dedique algum tempo a aprender Game. A sensação da caça bem sucedida é algo que todo o homem deveria vivenciar. Além disso, um utilizador regular de putas pode apresentar uma atitude de abundância que outros não terão. Pensar que se a gaja que tens à frente não quiser, as notas no bolso arranjam uma que queira, pode não ser um pensamento bonito, mas é um passo na direcção de uma frame forte.

Num mundo de betas, quem tem Game é rei.

 

Joseph

A religião foi criada pelo Homem, sobre o Homem, para o Homem.

Não sou religioso mas respeito todas as formas de confissão, nomeadamente aquelas que foram capazes de cativar biliões de adeptos ao longo dos séculos. Tenho um desdém profundo pelo anti-clericalismo das burguesas Câncio e Co. mais para mais quando não entendem que a religião proporciona ensinamentos extraordinários acerca do mundo e viver ignorando-a é viver sem esses ensinamentos, como querer escrever artigos jornalísticos sem dar importância aos fundamentos da linguagem (o que ela faz).

Nela encontramos a prova de que a humanidade, apesar dos apetrechos tecnológicos, pouco ou nada evoluiu e que milhares de anos existiam as mesmas características que hoje definem a humanidade: A mesma ousadia, a mesma esperança, a mesma generosidade mas também a mesma ganância, cobiça e avareza, perjúrio.images.jpg

No antigo testamento (livro do Génesis) e também no Corão, vem mencionada a história do profeta Joseph (Yousef, Yusuf e outras adaptações). Filho de Jacob e o preferido do progenitor entre os 12 irmãos, foi trapaceado pelos mesmos e vendido como escravo, terminando no Egipto politeísta em casa de Potiphar, o chefe da segurança do Faraó. Judeu, o tratamento teria sido tenebroso se não caísse nas boas graças de Potiphar quem o nomeou governante da sua casa onde tinha espaço de circulação e manobra. Alimentou-o e acomodou-o resgatando a sua existência; Sem Potiphar, o profeta, teria seguramente definhado.

A casa do guarda era bem guardada. O quarto do casal estava protegido por 7 corredores sucessivos que perfaziam o perímetro da habitação. Corredores intercalados por paredes espessas e portas inquebráveis. O acesso era assim, virtualmente impossível: Ninguém podia entrar, mas também, ninguém podia sair.

Como servente, Joseph tinha de obedecer a todas as ordens provenientes do segurança ou de outro membro da respectiva família. Isso incluía a mulher de Potiphar, chamada de Zuleikah na Tora Judaica mas apenas de “a mulher de Potiphar” na Bíblia e “a esposa de Azis” no Corão (Azis significa em Árabe poder, força e “algo cuidado”, podendo referir-se a um segurança). Os livros sagrados dos Cristãos e dos Muçulmanos recusam-lhe (e bem) um nome próprio.

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Joseph era detentor de uma beleza incomparável, dizendo o Corão que de toda a beleza entregue aos homens do mundo, Joseph teria 50 % nele concentrada. Era também como um homem bom, devoto aos seus objectivos e valores. Por essa razão, desde o primeiro contacto entre ambos, a esposa do seu mestre, desejaria dormir com o escravo. Por cada vez que se cruzavam, ela comandava “deita-te comigo” mas a fidelidade ao homem que o acolhera e os valores princípios judeus/cristãos/muçulmanos não o deixavam cair em tentação.

Num dia em que todos haviam saído excepto Joseph, Zuleikah terá chamado o escravo ao interior  dos seus aposentos. Como bom servente, obedeceu. E de cada vez que cruzava uma das sete portas, a esposa de Potiphar trancava-a com uma fechadura inquebrável. Chegando ao quarto, comandou novamente que o escravo se deitasse com ela. E enquanto a recusava, ela tentou forçá-lo a penetrá-la.

Sem outra possibilidade de fuga, dirigiu-se à porta em corrida, pedindo a Eloah/Deus/Alá que o permitisse escapar. E uma por uma as portas foram magicamente abertas, enquanto que o profeta fugia da megera. Esta, numa última tentativa, agarra a sua veste mas mais uma vez, miraculosamente, o tecido rasgou-se num instante, permitindo a fuga de Joseph.  Foi assim capaz de fugir à violação.

Então a esposa de Potiphar, acusou o servo de violação.

Quadro de Van Rijin

A mulher despeitada é o animal mais perigoso do mundo. Traiçoeira, não lhe bastava procurar desrespeitar o esposo através do adultério, mentiu também sobre a idoneidade de um homem que nunca falhou para com os seus princípios. Assim que Joseph saiu do palácio, gritou em plenos pulmões que sofrera uma tentativa de violação por parte do Judeu. Rapidamente a palavra se espalhou e trouxeram o desgraçado à presença da mentirosa, assim como do marido que lhe prometia a morte.

Na sua versão dos factos, explica a forma como fora perseguido pela harpia desaustinada. E recorda-lhe “vede a minha camisola, mestre. Se a sua mulher a agarrasse para proteger, teria um buraco na parte da frente; Mas se ela me agarrasse porque me perseguia, o buraco estaria na parte de trás”. Noutra versão, foi na reacção da esposa face à ameaça de matar Joseph (“Não!”) que o segurança se apercebeu da mentira da esposa.

No fim, Joseph foi mandado para a prisão (e não para o cadafalso) para esconder a vergonha de Potiphar. Mas, mais adiante, tornar-se-ia o braço direito do faraó. Essa é outra história. Esta conta 3561 anos. Mas podia ter acontecido ontem, não?

 

Porque é que os meninos devem brincar com bonecas?

Há muito que os acompanhantes da Manosphere sabem da guerra aberta à masculinidade que se pratica nos países anglo-saxónicos. O Patriarca previa que eventualmente a corrente chegaria a Portugal, mas guardava secretamente uma leve esperança de que a elevada testosterona do famoso macho latino supostamente endémico em terras lusas permitisse manter o pernicioso movimento no reino das “maluquices amaricanas”.

Infelizmente, um gordo mulato com laivos de Querido Líder não se conformou com a derrota eleitoral que sofreu nas legislativas, e num conluio com sapatonas e comunas tomou de assalto o governo português. Para que o deixem saquear tranquilamente o país, tem naturalmente de permitir que esta gentalha faça o que bem lhes apetecer nas áreas que não lhe interessam. E assim entrou em força em portugal a ideologia de género.

Claro que para tretas como esta e esta vingarem na opinião pública sem serem alvo de violento escárnio, é preciso que a população masculina esteja subjugada, despojada da sua virilidade e agrilhoada à paneleirice do politicamente correcto.

Ora para que tal suceda há que espartilhar a masculinidade desde o berço. Um homem em contacto com a mesma, através da experiência de vida e das interacções com o sexo oposto não se deixa enganar tão facilmente. Não é possível tentar enfiar pela goela abaixo conceitos como os trangénicos a um homem cuja personalidade foi moldada pela realidade, sem uma reacção negativa. Na melhor das hipóteses uma gargalhada condescendente e um “faz-me mas é umas sandes”. Na pior, um soco nas trombas quando começam as invariáveis acusações de -ismos e -fobias.

Há, pois, que amaricá-los desde pequeninos.

gay unicorn

São artigos como este que mostram perfeitamente que a baixa fertilidade das feministas não é um bug mas sim um mecanismo de segurança. Quando a Paula Harpia Pinto deixar de se queixar que não tem homem nem filhos e arranjar um beta para a emprenhar das suas 1,36 crianças, com sorte talvez nenhum desgraçado com cromossoma Y será forçado a crescer enterrado em Barbies sob a alçada desta lunática.

Isto porque está mais que demonstrado que as preferências dos diferentes sexos são PELO MENOS PARCIALMENTE inatas e presentes desde tenra idade. [fun fact: um dos autores do artigo e sumidade mundial na matéria é primo do Borat]

O dimorfismo sexual na sociabilidade está documentado em humanos. O presente estudo pretende verificar se o dimorfismo sexual é o resultado de diferenças biológicas ou socio-culturais entre os dois sexos. Foram testados 102 recém-nascidos humanos, que por definição ainda não foram influenciados por factores sociais e culturais, para averiguar se havia diferença no tempo passado a olhar para uma face (objecto social) e um mecanismo (objecto físico-mecânico). Os resultados demonstraram que os bebés do sexo masculino mostravam mais interesse no mecanismo enquanto os do sexo feminino mostravam mais interesse na face. Os resultados desta investigação demonstram claramente que as diferenças entre os sexos são em parte de origem biológica.

Portanto a quezilenta badocha pode fazer o que bem lhe apetecer aos seus (cada vez mais improváveis) porquinhos da índia filhos, até aos limites do abuso ninguém tem nada com isso. Pode classificá-los como violadores como a sua congénere do Washington Post. Pode até transformá-los num arco-íris ou outras tontices do género.

O Patriarca pede encarecidamente é que deixe de espalhar estas ideologias imbecis totalmente baseadas em sentimentos de inferioridade e inveja do pénis, e não em factos. E ao Expresso e outros meios de comunicação que deixem de dar voz a esta gente. E aos Portugueses que não só não dêem ouvidos a estes degenerados, mas que os ridicularizem na praça pública como aberrações que são. Não que isso o afecte pessoalmente, dado que os seus futuros varões serão educados num ambiente familiar clássico, normal e saudável. Mas a sociedade em geral sofre com a feminização dos homens. Deixem os rapazes ser rapazes. Deixem as raparigas ser raparigas.

Os rapazes gostam de carrinhos e as meninas de bonecas porque os seus cérebros já estão programados para isso à nascença. Pode ser discutido qual o papel da sociedade em reforçar ou esbater estas tendências, mas a sua existência é inegável. É necessário acabar com esta cruzada contra a natureza humana. De contrário, corremos o risco de numa sociedade andrógina, os homens deixarem de saber relacionar-se com mulheres e acabarem todos a brincar com bonecas.

Dublin Brothel Sex Doll Dolly

Chauvinista do Mês #3: António Gentil Martins [Extra!]

Nota prévia: relembrando que O Patriarca considera o feminismo o maior flagelo que assola a sociedade actual, é importante realçar que não há nada de pejorativo neste prémio. O Chauvinista do Mês é um galardão de honra que O Patriarca (e outros membros da Távola que assim o entendam) atribui a quem vê a realidade em geral e as dinâmicas intersexuais tal como elas são, e tem os tomates de ferro necessários para, por palavras ou acções, apregoá-lo em público.

Num caso gritante de infelicidade temporal, o Dr. Gentil Martins lançou uma bomba digna de galardão 2 dias depois da publicação do último. Infelizmente o original só está disponível para assinantes mas as citações não são difíceis de encontrar.

As afirmações da polémica:

Como é que vê a hipótese de um homem solteiro ter filhos recorrendo a uma barriga de aluguer, como alegadamente foi o caso de Cristiano Ronaldo?
Considero um crime grave. É degradante, uma tristeza. O Ronaldo é um excelente atleta, tem imenso mérito, mas é um estupor moral, não pode ser exemplo para ninguém. Toda a criança tem direito a ter mãe. Mais: penso que uma das grandes culpadas disto é a mãe dele. Aquela senhora não lhe deu educação nenhuma.

O anterior galardão, apesar de defender precisamente o contário, não exclui este. Não foi referida a oprinião d’O Patriarca relativamente a este assunto, mas aqui vai ela:

A reprodução medicamente assistida, por outros motivos que não a infertilidade de um dos membros de um casal heterossexual, é uma aberração. À afirmação do Dr. Gentil Martins, reformularia apenas: toda a criança tem direito a ter pai e mãe. A negação deste direito, apenas para satisfazer transgénicos doidos, sapatonas ressabiadas, e gente que pode mas não quer recorrer à velha fórmula de depósito directo de leite de piça num útero receptivo (ou não arranja quem o faça), é moralmente condenável. Agora, se as mulheres o podem fazer, porque raio não hão de os homens poder?

Duas pessoas do mesmo sexo não podem amar-se?
Ouçam, é uma coisa simples: o mundo tinha acabado. Para que o mundo exista tem de haver homens e mulheres. Trato-os como a qualquer doente e estou-me nas tintas se são isto ou aquilo… Não vou tratar mal uma pessoa porque é homossexual, mas não aceito promovê-la. Se me perguntam se é correto? Acho que não. É uma anomalia, é um desvio da personalidade. Como os sadomasoquistas ou as pessoas que se mutilam.

O que há de errado nesta afirmação? Absolutamente nada! O doutor aceita, mas não promove. Isso hoje em dia não basta, como muito bem expôs o nosso mago de serviço. É preciso rezar ao altar de Sodoma (preferencialmente de gatas).

O Patriarca, como já disse anteriormente, não tem nada contra homossexuais não heterofóbicos. Simplesmente acha que não se deve promover e glorificar estilos de vida desviantes. Live and let live.

Naturalmente, uma das Harpias-Mor apressou-se a pedir a cabeça do octagenário.

Face à polémica e como bom Shitlord, Gentil Martins emitiu uma não-desculpa ao melhor estilo de Trump:

Face à minha entrevista ao Jornal Expresso e dada a celeuma, que nunca desejaria que tivesse acontecido, gostaria desde já esclarecer que me limitei a responder a perguntas directas dos entrevistadores do Expresso.

Quanto a Ronaldo não ser exemplo, referia-me exclusivamente à escolha por “Barrigas de Aluguer”, permitidas por lei, mas das quais discordo totalmente, quer como Pediatra quer como Ser Humano. Isso nada tem a ver com os excepcionais méritos desportivos de Ronaldo, nem com a sua generosidade para com Instituições Sociais e crianças com dificuldades.

Por outro lado nunca foi minha intenção ofender a Mãe de Ronaldo, pessoa que não conheço pessoalmente.

Quanto à homossexualidade, lamento quem sofra com essa questão, que continuo a considerar anómala, sem no entanto deixar de respeitar os Seres Humanos que são.

Note-se a ausência da palavra “desculpa”. O excelso senhor sabe que expôr o ventre às facadas é a pior coisa que se pode fazer numa situação destas. Betas tomem nota e extrapolem para o vosso Game.


O distinto doutor teve uma carreira longa e este será certamente um galardão de somenos importância no meio de todos os que terá coleccionado. É todavia com enorme prazer que A Távola Redonda lhe estende o seu apoio e lhe presta homenagem no meio da tormenta do politicamente correcto.