O Engenheiro e o sapo

Um engenheiro estava a passear quando um sapo se dirigiu a ele e disse “Se me beijares, transformo-me numa linda princesa”.

Ele pegou no sapo e meteu-o no bolso.

O sapo falou novamente e disse, “Se me beijares e me transformares novamente numa princesa, serei tua namorada”

O engenheiro tirou o sapo do bolso, sorriu-lhe e voltou a metê-lo (heh) no bolso.

O sapo voltou a falar e disse, “Se me beijares e me transformares novamente numa princesa, caso-me contigo”

O engenheiro tirou novamente o sapo do bolso, tornou a sorrir-lhe e a metê-lo no bolso.

Finalmente o sapo disse, “Qual é o teu problema? Sou uma linda princesa! Porque é que não me beijas???”

O engenheiro respondeu, “Pá, sou um engenheiro muito ocupado. Não tenho tempo para namoradas nem esposas, mas um sapo que fala é fixe p’ra caraças!”


Comentários d’O Patriarca:

  1. Esta história tem uma importante lição de frame para todos os homens
  2. A parte geralmente não contada da anedota: o engenheiro finalmente acede a beijá-la quando ela promete fodê-lo quando ele quiser sem lhe chatear o juízo.

À porta da loja

Na publicidade, na televisão, na rádio, nos cafés, nos bares, nas discos, nos bordéis, na internet nos telefones, na música, nas escolas, nas Universidades, nas ruas, nas casas, aqui, agora. Nunca se pensou tanto em sexo. Não é bom para ninguém. Não é bom para mim.

Eram dez da noite, segunda-feira, quando entrei num bar da zona habitacional. Não diria um bar, mas um café com horário prolongado. Não diria zona habitacional, quer dizer, era mesmo ao lado de casa. Nem eram bem dez, eram aí umas nove e pouco, hora de jantar para quem não janta cedo. Mas o ecrã central do espaço, geralmente votado à bola, revelava mulheres semi-nuas, corpos, no canal VH1, outrora exclusivo para música. Aumentando as horas aumentava a cadência de sensualidade, a decadência de moralidade, decrescia o gradiente de pudor, aumentava o furor, sem censor. No aproximar ao centro da cidade, seria pior.

O videoclip de que falo teria bolinha vermelha há quinze anos, estaria interditado há 30, seria alvo de uma comissão reguladora que aglomerasse Pais, educadores e responsáveis políticos. Os miúdos à minha volta, muitos menores, absorviam-no indiferentes. Estão habituados. Eu não estou: perco a concentração no ritmo da canção, sinto o desejo a fervilhar. Vai piorar? Oiço na letra, “estoy muy duro, si si”, mais pele, mais corpos, FREEZE, mais sexo. Mais pinturas tribais, mais músculos definidos, mais nádegas tremidas, mais crianças (crianças!) em movimentos pélvicos sensuais. Mais mulheres de pernas abertas, olhares orgásmicos, pernas, posses. Mais à frente oiço a verdadeira mentira da canção “Mi musica no discrimina a nadie”. Falso.

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Figura 1 – Discriminado por J Balvin, o autor de Mi Gente

Podemos imputar ao cantor colombiano as responsabilidades pela degradação moral da sociedade? Ou aos danos que infligiu à vida de todos os solitários, dos masturbadores compulsivos, dos frequentadores insistentes de serviços sexuais, os peregrinos à sacra-Tailândia apenas com bilhete de ida… para não falar das putas? Como pode não o ser se fomos saturados ad nausean pela propaganda obsessiva com o sexo e as temáticas sexuais. Não há como conduzir uma vida sadia sem permanecer em busca incessante pela próxima parceira, desejoso pela próxima penetração, ansioso pelo próximo coito, prometido pela publicidade do Tinder, recusado pelo swipe left. É essa propaganda a responsável pelo estado de hypersexualidade em que eu e todos os que me rodeiam se encontram. Endoidece-nos. Um psicologo Norte-americano, começou recentemente a estudar os danos psicológicos causados pelo grinder entre homens gay.  Como subsistirão emocionalmente quando perderem, por força do tempo, acesso à sua fonte primordial de estabilidade mental?

Vivemos na cultura mais sexualizada da história e também a mais infeliz. A forma como interpretamos o sexo –  simultânea e paradoxalmente, como a expressão mais profunda da personalidade, e como um divertimento inconsequente – Está muito para além da nossa natureza. De excessiva, transbordante, a minha líbido assemelha-se anómala, como que hetero-imposta por forças exógenas, obscuras. E se da nossa natureza fosse, solucionar-se-ia com a monogamia, brutalmente discriminada em terras do burgo  sobretudo entre as mulheres (It takes a village to keep a woman monogamous). Percorri a árvore genealógica da família por cinco séculos e encontrei não mais do que junções profícuas, duradoras, funcionais e jovens (quem, ainda jovens, procriavam). As pessoas costumavam casar e prosseguir as suas vidas, em vez de permanecerem eternamente neste estádio degradante de pós-adolescência, na senda, à espera que a sorte mude na próxima noite ou na próxima mensagem. Um familiar por afinidade, mantém três namoradas aos 58 anos. Será feito ou fracasso?

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Figura 2 – A forma como interpretamos o sexo tem consequências directas na demografia e na sociedade

Três rapazes juntam-se em casa de um quarto, 25, 26 e 27 anos, licenciados com notas brilhantes, mas também com um bom currículo em boémia, actividades académicas, associações e palanques. Habituados aos últimos, a discursar, a colocar a voz e as ideias no coração das multidões, junta os rapazes a particularidade de serem oradores exímios. A conversa adensa-se e com os copos em cima, chega-se à hora da verdade: Inversamente proporcional à destreza oratória, a experiência com mulheres é tão escassa, que quando um dos visados declara ter, em toda a vida, malhado cinco (CINCO?!), os amigos acusam-no de estar a exagerar o número (por cinco). O mais ousado do trio teria a sua quarta desposa nessa mesma noite, e a situação global deixou-me na dúvida sobre a quais expedientes recorreriam os rapazes dentro de quinze ou vinte anos.

O desfasamento entre a minha experiência de vida e a dos amigos mencionados, parte apenas da quantidade de tempo que gastei na inglória demanda por calor húmido feminino. Na senda. Um esforço que investido de forma profícua e construtiva teria vertido em várias obras literárias publicadas e um par de doutoramentos. Foi inútil? Não sei. Na escola PUA chamam-lhes – às tardes e noites em que deambulei transviado pelas ruelas do meu desconforto – “experiência” e “valor” incapazes de compreender que é na zona de conforto que se produz o portefólio material a que costumávamos valorizar. Sempre que conheço uma mulher, pergunto-me se nessa avaliação global e inultrapassável que faz da minha pessoa nos primeiros segundos, ela toma em consideração essa despesa improfícua, ou se não serviu mesmo para nada.

Nesta fase da minha vida, sinto que o custo por foda ultrapassou as minhas possibilidades. O mercado, determinado pelo número de pretendentes e tipologia de pretensões que cada individuo tem em órbita, põe-me no lado de baixo, incapaz de encontrar uma mulher congénere com menores possibilidades do que o investimento que tenho a fazer. É impossível achar raparigas que não me requeiram tempo, dinheiro ou compromissos que não estou disposto a oferecer.

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Figura 3 – Marie Antoinnete, meses antes de perder a cabeça

 

Houellebecq chamou-lhe a extensão do domínio da luta. À senda. Os amigos que citei, estão quais os camponeses derreados pelas políticas desastrosas de Louis XVI, as políticas do feminismo que condenaram milhões à fome; Políticas que elevam artificialmente o preço por foda, criando o excesso de procura e falta de oferta, que juntam a fome à falta de comer. Famélicos da terra diante de Marie Antoinette, ouvem José Alvaro Osório dizer-lhes Qu’ils mangent de la brioche; infelizmente, quase duas décadas desde que a senda começou, estão cansados de saber que para eles não haverão broches.

Existirão raparigas em situação idêntica mas são escassas. Sobretudo depois de anos de vida numa capital Europeia, com aplicações informáticas e smartphones à disposição. Mesmo essas, continuam a ser presenteadas com incontáveis alternativas à que envolve um relacionamento com os rapazes mencionados: Uma amiga polaca, gorda, que ganha o salário mínimo e fez um aborto recentemente, recebeu 350 matches no Tinder (e 48 super matches) aquando da sua primeira noite em Portugal. A solidão, no caso dela, será sempre uma escolha e não uma imposição.

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Figura 4 – “Game is gaining popularity because men see that disparity and want to increase their odds”

Porventura será essa disparidade o maior inimigo de quem frequenta as lides do Pick-up. Por compreendê-la bem – demasiado bem – sou mais solidário com os PUA’s do que o foi o nosso Roossh V. Não acho que seja o celibato involuntário, o avolumamento testicular, o isolamento compulsivo, sejam questiúncula de somenos. Pelo contrário, creio ser a maior epidemia – a par da queda da natalidade – a que o Ocidente esteve sujeito desde a gripe Espanhola. O problema é que todas as tentativas de o vencer são tentadas dentro do sistema: o nightgamer que aborda na discoteca para a qual pagou duas vezes mais do que a gaja para entrar, o daygamer que se resigna e anui à vox poppulli inventar o conceito de assédio em seu torno, o netgamer que  informa a gorda de que ela é interessante e desejável mesmo que esteja de pijama e sem maquilhagem no hotel de um canto degradado da cidade e até o putanheiro, disposto a gastar suor do seu trabalho, a prazentear uma vadia desconhecida. Todos contribuem para validar a narrativa de que as mulheres são seres superiores, encantados e únicos. Todos são culpados. E todos estão enganados.

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Figura 5 – O caralho

O pior é que muitos destes cavalheiros falham redondamente no seu propósito sedutor. As comunidades PUA’s estão preenchidas de tipos virgens e sozinhos ou escassamente acompanhados quem, a cada dia que passam, estão mais longe dos seus intentos. Na noite, na net, nos cafés, estão a lutar uma guerra e a perdê-la. São os combatentes alemães no cerco de Leninegrado. Perecendo gaseados nas trincheiras francesas, a caminho de Abbeville onde os inimigos se banqueteiam despreocupados. Bombardeados com a percepção de insuficiência a que o celibato involuntário incute. A percepção de que toda a gente o tem excepto nós.

Estamos entrincheirados na nossa própria solidão, na soleira da festa para a qual não fomos convidados, à porta da loja de doces à qual nunca tivemos acesso. E para além da legião adversária, sabemos dos demais em manjares sumptuosos. Queremos-los. Vale a pena recordar como terminou Marie Antoinnette, depois do mesmo povo faminto se recusar a recusar forçar o acesso aos produtos de luxo que a corte real não partilhava. Em Doullens, já depois dos combates terrestres terminarem e prontos a assinar a paz, os homens que passaram quatro anos à fome não se coibiram em lançar uma bomba na cidade que nunca conseguiram invadir. Houve sempre um castigo para quem esfaimou o seu semelhante, no século XVIII e no século XX. Este século não será excepção

 

Porque é que todo o homem deve ter um espanca-mulher

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Nota prévia: O Patriarca opõe-se a todo o tipo de violência doméstica*. Dada a aversão das redes sociais a blogs anónimos, um título mais escandaloso pode ajudar a promover-nos. A tradução literal de wifebeater, um nome dado às t-shirts de alças, é feita com esse objectivo. Explicado o clickbait, vamos ao artigo.

Ah, as camisas de manga cava. Ou regatas, como O Patriarca aprendeu ao estudar este tema. Ainda dizem que os blogs não dão cultura. Vindo de um meio em que este tipo de vestuário é desdenhado por ser praticamente sinónimo de guna, a Red Pill e o ferro têm vindo a fazer O Patriarca ganhar-lhe algum respeito e apreço.

Para além dos óbvios benefícios em termos de leveza e conforto, principalmente em dias de calor ou ao realizar actividade física, os espanca-mulheres têm algumas vantagens menos evidentes numa sociedade envolta num manto de fumo que tenta ocultar as realidades animalescas da natureza humana, principalmente a nível sexual.

Nas últimas décadas conseguiu-se que a exibição do corpo passasse praticamente a ser exclusividade das mulheres. Habituados a esconder a sua estrutura anémica debaixo de roupas pouco reveladoras, demasiados homens compraram a mentira de que elas acham a inteligência mais sexy do que os músculos. E que ser musculado é ser parolo. Por mais que a crescente legião de nerds gostasse que isso fosse verdade, não se mudam largos milénios de evolução em meia dúzia de anos.

Executivos

Numa época em que se exalta a androginia, frequentemente sob a forma de mariconços alimentados a soja e power bitches cheias de chumaços, uma peça de roupa que realça a polaridade sexual é uma lufada de ar fresco.

wifebeater casal

Por outro lado, o próprio nome pode dar à tua mulher algumas imagens mentais naturalmente conducentes ao humedecimento do berbigão. Se ela não conhecer o termo, podes explicar-lhe.

palmadas
Com exemplo prático.

Por fim, a manga cava expõe o teu corpo não só aos os outros, mas a ti mesmo. Se ainda não aderiste ao ferro, ver os teus bracinhos enfezados pode ser a motivação de que precisavas. Se já aderiste, facilita a admiração dos frutos do teu trabalho.

Se não tens um espanca-mulher, devias comprar um ainda hoje.


*Não consensual.

Sobre objectificação, escrito por um homem

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Acabei de ler um artigo que me deixou revoltado. Fala sobre a evolução das normas da sociedade e das medidas que se tiveram de tomar em conformidade com essas mesmas na F1, retirando de cena as mulheres que entregavam a taça ao vencedor.

O que os homens às vezes parecem esquecer é que não é fácil ser mulher. Não é fácil estar num bar e no caminho entre a casa de banho e os amigos ser abordada dez vezes por uma diversidade de homens que vai desde a besta até ao principe encantado dos contos de fadas. Não é fácil ser chamada de puta por terminar cada fim de semana com um homem diferente. E definitivamente não é fácil não serem vistas com respeito e capazes de liderar uma equipa.

O que as mulheres ignoram é que também não é fácil para os homens terem de andar meses atrás de mulheres até conseguirem provar-lhes que merecem um relacionamento com elas porque antes dela acabavam todos os fins de semana com uma mulher diferente. E quantas mulheres já se roçaram em mim e nos meus amigos, já trocaram olhares comigo, escreveram o numero de telemóvel em baton num papelinho?

E em relação aos cargos de chefia, também nem todos os homens lá chegam. São poucos os que assumem esse cargo, porque só os que têm capacidade de liderança podem ocupar um cargo de liderança. Algumas mulheres chegam lá, mas têm de ter uma luta muito maior, porque é dificil compatibilizar uma imagem social e também biológica do que é a mulher com uma imagem forte e de liderança característica de um líder. Em regra, os homens mostram mais estas características que as mulheres. Mas nem todos as mostram e por isso não é qualquer um que assume tais cargos.

Esta é uma das razões pelas quais me enervo com estas ideias morais que vão surgindo no dia-a-dia que representam lutas pequenas, insignificantes e pura e simplesmente estúpidas. Lutar contra a objectificação das mulheres. As lutas sob esta desculpa têm uma tendência a serem mesquinhas e egoístas, claramente vindo de um ponto de raiva interno da pessoa que faz o protesto. Se analisarmos os anos de história, uma das grandes motivações para sequer termos um sonho é a validação, ainda mais a validação do sexo oposto. É normal que um corredor de fórmula 1 sonhe desde miúdo atingir o primeiro lugar do pódio e ver chegar duas belas mulheres para lhe entregarem a taça, uma coroa de flores e uma garrafa de champagne para despejar sobre todos aqueles que comemoram consigo a vitória, por todos os estímulos que são oferecidos naquele momento. Porque é que haveremos de lhe tirar um dos estímulos? Não é uma tradição que magoe ninguém, porque ao contrário do que muitas vezes acontece na prostituição, estes trabalhos que se baseiam em dar a cara – não dar o corpo, que essa é uma expressão utilizada mais na outra área laboral referida nesta frase – não obrigam as mulheres a participarem: é contratada uma empresa que lança a proposta às suas funcionárias que trabalham a prestações de serviços – ou assim deveria ser, aposto que muitas pagam por baixo da mesa – e as eleitas são escolhidas daquelas que mostraram interesse. Portanto estas sabem sempre ao que vão antes de sequer concorrerem. Inclusive as empresas mostram uniformes que normalmente são selecionados para esse determinado tipo de evento. Portanto, se elas estão a objectificar-se a si mesmas, é inteiramente um problema delas. Se as feministas se quiserem revoltar contra a objectificação das mulheres, então aí levanta-se uma questão muito maior: onde é que elas estão quando passa na televisão o anúncio do perfume Invictus e o do gajo a barrar manteiga flora no pão? Em ambos os dois estão em tronco nú e não vejo ninguém revoltar-se contra isso.

Porque a objectificação não é das mulheres: é da espécie humana. Nós estamos cada vez mais confortáveis com o sexo e a prova disso é que já o usamos para vender, já o usamos e abusamos dele na arte, já o usamos para fechar negócios. São factos: a música tanto cantada por homens como por mulheres está cada vez mais carregada de teor sexual, existem dezenas de fotógrafos a fotografar mulheres despidas e existem instagrams cheios de fotos de homens de cabelo comprido, ou de barba, ou dilfs (daddy i would like to fuck), a versão masculina das milfs. E centenas de negócios são fechados em casas de strip e outra centena são fechados quando a mulher decide lançar charme para o homem para que ele sonhe que tem hipóteses com ela caso o negócio se feche.

Como é que estamos a julgar a objectificação das mulheres se muitas delas tomam medidas conscientes nesse sentido e se a separamos da objectificação dos homens? Não. De onde é que vêm estes double standards? Não podemos ser preto ou branco, a maior parte da vida é vivida no cinzento.

Estes são os padrões da sociedade com que vivemos hoje: o que vende são os bebés, os gatinhos e o sexo. Quer gostes ou não, se vives em sociedade tens de te adaptar a ela, não podes alterar só as pedras que tu achas que te estão a atrapalhar a ti.

Sobre o Respeito

Na sequência deste post e de uma discussão relacionada, O Patriarca chegou a uma conclusão interessante.

Uma sedução bem sucedida é uma série de desrespeitos tacitamente aceites.

Primeiro, em caso de uma abordagem a frio, o desrespeito de ires falar com uma mulher que não conheces de lado nenhum.

O desrespeito de a qualificares. O desrespeito de uma neg. O desrespeito de um toque não autorizado. O desrespeito pelo namorado dela (real ou fictício). O desrespeito de fazeres um bounce sem sequer lhe dizeres onde vão a seguir. O desrespeito de te convidares para casa dela, ou de a meteres na tua.

Por fim, o desrespeito de a foderes apesar de ela a determinada altura dizer não (embora todas as suas acções até aí digam “sim”). E quiçá o desrespeito de correres com ela ou te pôres a andar, sem certezas de se voltarão a falar.

O principal obstáculo a que um homem tenha uma vida sexual gratificante é o respeito pelas mulheres.

respect is the key
… mas não da maneira que a maioria dos homens pensa.

Angelika: Sexo vs. Validação

Em primeiro lugar, O Patriarca gostaria de parabenizar o nosso Myrddin Emrys por um dos melhores artigos d’A Távlola Redonda.

O Myrddin destaca o medo que a jovem tem dos seus clientes, mas vamos lá, isso é natural mesmo sem a vilificação actual dos homens. O porquê vai para além do âmbito deste post, mas resumidamente, o acto de uma mulher se encontrar a sós com um completo estranho para se despir e não só, é uma vulnerabilização enorme.

O Patriarca acha mais interessante o seguinte facto – a miúda tem um fascínio por poledance e quer ser stripper, mas tem nojo de sexo. Há aqui um exemplo prático de uma “regra” da RedPill. As validação que as mulheres sentem por ser o alvo do desejo masculino é um substituto perfeitamente aceitável do acto sexual, sendo que para algumas mulheres é mesmo mais prazenteira a validação que o sexo.

Moral da história: nunca dês validação a uma mulher que tencionas foder.