Não se pode meter a picha num diploma universitário

As mulheres vão cada vez mais descobrir às suas custas a sabedoria que O Patriarca partilha neste blog. Infelizmente para muitas delas, vai restar-lhes enfiar o canudo na patareca.

Robin Dunbar, professor of evolutionary psychology at Oxford University, says women looking for equally-educated male partners, “will be forced to compete, I guess, and those that lose will have to downgrade their expectations and are likely to marry later as a result.”

Clube das Encalhadas


LINKS GUARDADOS

https://web.archive.org/web/20190317032420/https://www.theguardian.com/lifeandstyle/2015/nov/10/dating-gap-hook-up-culture-female-graduates?fbclid=IwAR1nbaEkhW9SNSS284bkYR-aayFiIXGAc_0p8lLWh2uqZzQTxO4-hfK-b8s

Aquilo que toda a gente pensa sobre a violência doméstica mas ninguém tem coragem para assumir

“Nem todas as mulheres gostam de apanhar, apenas as normais” – Nelson Rodrigues

A fotografia acima exibida pertence ao casal noticiado pelo Observador, exibido no vídeo da TVI24 (parcialmente censurado) e também no Correio da Manhã (sem censura). Na caixa de comentários, considerada a localização onde a gravação amadora foi realizada, um leitor assume tratar-se  do “típico subsidiodependente”. Na verdade, o rapaz que tentou asfixiar a mãe de dois dos seus três filhos grávida de 9 meses do 4º por estar embriagado à hora de almoço, é ex-aluno do Colégio Valsassina, corredor de karts, proprietário de um Ferrari desde os 18 anos e filho de um multimilionário com segurança particular quem se diz ter enriquecido a vender cocaína. Mas não é esse o ponto.

Acabada de parir pela 3ª vez em virtude da agressão, a psicóloga clínica do Hospital de Santa Maria já apresentara várias queixas no passado por violência doméstica e maus tratos contra o companheiro com quem vive e que, desde novo, era afamado por afiambrar na cara das múltiplas parceiras que nunca lhe faltaram. Sou o primeiro a declarar que me horroriza a violência e o tratamento a que esta senhora (sim, eu vejo rugas) tem sido sujeita. Acho desumano que alguém seja tratado deste modo, sobretudo ao longo de um período delicado como o da gravidez nas suas fases finais*. É obviamente necessário combater a violência doméstica e apurar e estigmatizar os culpados pela mesma. E de quem é a culpa das várias agressões de que a Drª foi alvo e a podem mesmo vitimar, caso não recupere dos danos que lhe foram infligidos? Obviamente, é dela.

O Sócrates é um conas

Na sua primeira encarnação governativa quando quis ser o Justin Trudeau Europeu, o presidiário nº 44 do estabelecimento prisional de Évora criminalizou a violência doméstica na revisão do código penal que realizou sob a forma da lei 59 de 2007. Inédito, no artigo 152º, o governante determina ” Quem, de modo reiterado ou não, infligir maus tratos físicos ou psíquicos, incluindo castigos corporais, privações da liberdade e ofensas sexuais a) Ao cônjuge ou ex-cônjuge; b) A pessoa de outro ou do mesmo sexo com quem o agente mantenha ou tenha mantido uma relação análoga à dos cônjuges, ainda que sem coabitação;” está metido num molho de brócolos. Desde então, dos dias em que eu podia ter sexo e não genero, a lei foi atualizada para contemplar a “relação de namoro”, uma “pena acessória de proibição de contacto com a vítima (que) deve incluir o afastamento da residência ou do local de trabalho desta e o seu cumprimento deve ser fiscalizado por meios técnicos de controlo à distância” e a difusão “através da Internet ou de outros meios de difusão pública generalizada, dados pessoais, designadamente imagem ou som, relativos à intimidade da vida privada de uma das vítimas sem o seu consentimento”; Transformaram-se ainda os procedimentos para garantir especial “celeridade processual”, outorgar “medidas de protecção à vítima”, aplicar “medidas de coacção urgentes” que incluem não permitir o suspeito de “permanecer na residência onde o crime tenha sido cometido ou onde habite a vítima” e registo em “Base de dados da violência doméstica

O Código de Processo Penal recomenda inclusive ao Ministério Público que promova  a nível de Distrito Judicial, DIAP, círculo judicial ou comarca, o desenvolvimento de parcerias, formas de articulação e canais de comunicação (…) com a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, (…) e as instituições de solidariedade social cuja atividade incida sobre agressores ou vítimas ou sobre qualquer vertente relevante para a compreensão e intervenção nas situações de violência doméstica, tendo em vista o apoio à definição e à execução das injunções e regras de conduta. Nas fichas entregues às forças de segurança, encontramos questões mui imparciais como “Acredita que o ofensor a seja capaz de matar ou mandar matar (está convictA – homens não podem ser vítimas – de que ele seja mesmo capaz?) ou “A Vítima está grávida ou teve um bebé nos últimos 18 meses“.

Dois anos depois,fez-se aprovar a lei 112/2009 que cria a «Rede nacional de apoio às vítimas de violência doméstica» e aplica “medidas de coacção urgentes”, no prazo de 48 horas, expulsando nomeadamente os “agressores” das suas próprias residências e impedindo-os de “contactar com a vítima, com determinadas pessoas ou frequentar certos lugares ou certos meios”, “mesmo nos casos em que a vítima tenha abandonado a residência”. À vítima, a lei presta “Apoio Financeiro”, força a “Cooperação das entidades empregadoras”, para efeitos de transferência, “suspensão do contracto de trabalho” ou justificação de faltas; Ao “apoio ao arrendamento”, “atribuição de fogo social”, “Rendimento Social de Inserção”, “Abono de família”, “Tratamento clínico”, “Isenção de taxas moderadoras”, “assegurada prioridade no acesso às ofertas de emprego, à integração em programas de formação profissional ou em qualquer outra medida ativa de emprego”, ” prioridade no atendimento nos centros de emprego e centros de emprego e formação profissional do Instituto do Emprego e Formação Profissional, I. P. (IEFP, I. P.,)” e gratuitidade de tudo isto. Além de uma infinidade de estruturas apoio todas pagas pelo Zé povinho, o documento também cria os CIGanos**

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O Patriarca é um génio

Paralela aos trabalhos legislativos, a magistratura – liderada por uma especialista nestas merdas – coordenou-se para auto-atribuir, a alguns magistrados, a especialização na temática. Movida pela convenção de Istambul, congregação de juristas dedicada às temáticas da “Violência Doméstica, maus-tratos e contra a autodeterminação sexual” num país onde há algumas semanas as autoridades desmembraram um jornalista, a PGR “impõe que na investigação de tais ilícitos, o ministério público adopte na sua estrutura organizativa por forma a responder adequada e cabalmente às aludidas exigências”. Assim, contrariando o estipulado pelas normas judiciais em qualquer país civilizado no mundo, ao invés de sorteados, “os inquéritos referentes aos fenómenos criminais de violência doméstica, maus-tratos e/ou contra a autodeterminação sexual devem ser atribuídos a secções especializadas ou a magistrados específicos”.

Entretanto o crime evoluiu para Violência de Género, um termo onde a única palavra que existe no mundo real é a conjunção. Tem um observatório e um centro de Estudos na FCSH. Mas ignora duas informações tremendamente importantes sobre esta tipologia criminosa: mais de um terço se resume a maus tratos psíquicos*** (seja isso o que quer que seja) e  que a violência relacional é estatisticamente muito mais prevalente (alcançando os 26 %) na comunidade homossexual. Ou seja, quando a sua modalidade relacional foi liberada, na verdade, permitimos que um quarto da comunidade fosse violentada por membros da própria comunidade, nomeadamente através do Outing que pode ter como objectivo garantir o despedimento ou a remoção da custódia parental. Se tudo isto não bastasse, face a mais de 30 abrigos em todo o país para acolher mulheres, existe apenas um para acolher homens.

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As condições podiam ser melhores

Um crime que não existe

Agrada-me viver num país seguro onde as estatísticas criminais são francamente reduzidas (porque ainda não começamos a importar criminosos). O Estudo Avaliativo sobre o Grau de Satisfação de Utentes da Rede Nacional de Apoio a Vítimas de Violência Doméstica é uma irrelevância estatística, com 1.4 queixas a cada mil pessoas em seis meses no distrito mais problemático (Lisboa). Piora se pensarmos que as queixas podem ter a mesma protagonista tal como a jovem do texto (que se queixa várias vezes) , ou que algumas destas queixas podem ter na sua origem (segundo relatam os sociólogos do ISCTE) “o sentir medo pela sua vida e segurança pessoal” – a percepção,  feeling, aquilo que alimenta as capas de revistas cor-de-rosa e tem muito pouca substância.

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Continuamos consigo Excelentíssimo Senhor Professor

Mas desde que estas leis foram aprovadas, o país tornou-se mais perigoso. Para mim. Ou para um ciclista nos quarentas com quem travei amizade recente e que me contara como num dos seus treinos, na margem sul, se cruzara com uma ex-namorada a quem dera um soft next cordial por estar farto dela. A miúda estava acompanhada pela procuradora distrital de Setúbal de quem é amiga. Nenhuma das mulheres lhe falou e um par de quilómetros adiante foi detido pela GNR, sob o pretexto da violência doméstica. Resultado: multa, cadastro, e a proibição de continuar a realizar os seus treinos naquele circuito.

Uma lei que menoriza as mulheres

Os crimes de agressão, ameaça ou injúria são crimes privados. Significa que se eu bater nalguém, intimido alguém ou insulto, posso ser posto em tribunal se a vítima apresentar uma queixa, nomear um advogado e me colocar um processo. Enquadrados sob a bitola da Violência Doméstica, estes crimes cometidos contra uma entidade tipidificada (é mulher) passam a ser julgados pelo ministério público, sem que as agredidas (ameaçadas, injuriadas) se constituam noutro papel que não o de assistente. São observadoras passivas num processo que é montado não no sentido de fazer prevalecer a justiça, mas para agredir o agressor.

Não lhes é dada qualquer escolha sobre um processo que gira em seu torno. Não lhe dão inicio nem lhes é permitido terminar. A sua vontade, numa matéria desenhada por feministas radicais, é radicalmente ignorada. Aos olhos da justiça, mesmo num contexto factual, as mulheres, vítimas, o seu depoimento e intenção, são um pequeno pormenor face à prioridade de inculpar os homens com tanta agressividade quanto possível. Não têm voto na matéria.

Já sei que estas agressões, apreciadas à luz do crime privado, jamais seriam julgadas. A justiça jamais interviria no caso de um furto sem denuncia, ou de um dano patrimonial sem reporte. E então? Mais: Dizem os “especialistas” que as mulheres como a agredida não se emancipam por causa do wage gap. Mas o wage gap é a última das mentiras usadas para justificar o injustificável. Alvos de violência doméstica e de violação matrimonial mulheres sem educação nem autonomia financeira sujeitavam-se aos maus tratos onde a alternativa era a miséria. O mundo mudou e evoluiu. Há mais mulheres no Ensino Superior do que homens, há mais mulheres jovens no mercado laboral e a ganhar mais (Ben Shapiro e Milo têm-no demonstrado, googlem). Aqui, temos uma mulher formada numa das melhores escolas do país, a trabalhar no melhor hospital do país, com mais formação académica e meios de fortuna pessoal do que o conjugue. Porque é que leva na cara****? Porque quer.

É do entender público que a mão do estado existe para fazer cumprir a vontade dos cidadãos. E a das cidadãs?

Nem todos os homens batem em mulheres, só os anormais

Nunca conheci um homem agressivo, com propensão para agredir mulheres mas carente de mulheres a quem agredir. Conheço todavia centenas de homens, preenchidos por desejos sexuais e demasiado solitários para encontrar quem os satisfaça. Como qualquer pessoa civilizada, respeito o desejo sexual alheio e repúdio o desejo de violência. As mulheres que se recusam a dormir com rapazes pacatos mas aceitam ser violentadas por homens agressivos, não são responsáveis pela sua situação? Não são elas cúmplices da fenomenologia estrutural da violência doméstica?

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Se o Luís tivesse sido rejeitado e deixado pela primeira mulher a quem levantou a mão, teria cambiado o seu comportamento. Assim não foi. Essa primeira mulher – e as muitas (muitas) que se seguiram – também são responsáveis pela situação reportada. E a inevitável atracção por este tipo de homens tem de ser responsabilizada, como as mulheres que regressam inevitavelmente para os seus agressores, têm de ser responsabilizadas pelas suas escolhas – Não só pela escolha de permanecer sob maus tratos, mas como de optar por um tratante em vez de um tipo educado e amável. Lamentando profundamente a ocorrência, não deixo de denotar o ímpeto karmico na entrada desta rapariga no Hospital de Vila Franca, de placenta deslocada, depois de passar uma vida a ignorar qualquer um dos meus amigos virgens que nunca a trataria assim. Não tenho pena nenhuma.

Uma megera psiquiatra estrebuchou numa discussão comigo, que estas vítimas desenvolvem Síndrome de Estocolmo e se tornam clinicamente inimputáveis; O termo, cunhado por Jan Erik Olsson, foi estabelecido no assalto ao banco de  Norrmalmstorg Square onde quatro raptados fizeram a defesa cerrada dos raptores. Dos quatro, 3 (Birgitta Lundblad, Elisabeth Oldgren, Kristin Ehnmark) eram mulheres e todos os quatro exemplos de casos famosos que a wikipedia escolhe para exemplificar o fenomeno (Colleen Stan, Patty Hearst, Natascha Kampusch e Mary McElroy) também. A última cometeu suicídio acreditando que “Os meus quatro raptores são provavelmente as únicas pessoas que não me consideram uma tola”.

Podem-me falar que os InCels albergam ambas as situações: São carentes e violentos. Mas a sua violência parte da carência e não da abundância em que o Luís sempre viveu. É difícil, no entanto, determinar se a abundância do Luís lhe permitiu ser violento ou se o seu perfil violento lhe trouxe muitas mulheres. São discussões complexas e cheias de risco. O que sei é que podendo o rapaz pagar fianças, quedando-se em liberdade, acontecerá como nos raps que ouvíamos na adolescência, quando nos conhecemos.

É uma nasty bitch

Mas comigo não faz batota

Diz que me vai abandonar

Mas eu sei que ela volta

 

 

 

* Se a gravidez estivesse no inicio e a mulher abortasse espontaneamente por causa da agressão, podemos considerá-lo de facto um criminoso e não um clínico homeopata ao serviço do SNS?

** Existem ainda os artigos 77º a 80 º que são, no mínimo, assustadores

*** Há mais queixas por “Violação da obrigação de alimentos” do que por “Assédio”

**** Tecnicamente levou na barriga, mas vocês perceberam

 

As mulheres desejam Patriarcas

Fonte: Feminists Think Sexist Men Are Sexier than “Woke” Men

Women like bad boys. At least, that’s the story. And there’s lots of writing and anecdotal experience to back that up. Men frequently complain about being “friendzoned,” the idea being that men who are respectful toward their female interests get placed into the role of friend, rather than potential boyfriend. The “pickup artist” community has embraced this concept, teaching men how to behave in assertive, dominant ways that, allegedly, are more successful with women. Many of these concepts and dynamics themselves have been called sexist and misogynistic, reflecting underlying beliefs that women “owe” men sex. The “incel” community, a group of online males who complain bitterly, violently, and angrily about being “involuntary celibates” attack women for choosing “Alpha males” rather than softer, kinder men. . . like themselves.

Women who admit to liking bad boys—being attracted to men who are assertive or dominant—are sometimes criticized as having “internalized” misogynistic attitudes, or simply as naïve and foolish, failing to recognize or admit that sexism is damaging. During the 2016 presidential campaign, female fans of then-candidate Trump proudly invited their candidate to grab them, following release of tapes of Trump discussing grabbing women without consent. These women were proclaimed traitors to other women, or decried as simply deluded. Others have suggested that women may choose bad boy types in order to acquire protection from other, more aggressive and hostile men, a theory referred to as the “protection racket.” Some simply suggest that sexism is insidious, and that these dynamics infiltrate our choices without us noticing.

These are complex, highly politicized dynamics that foster conflicts and finger pointing between the genders. Unfortunately, research suggests that women do in fact find sexist men attractive. Gul and Kupfer recently published research where they conducted multiple experiments, testing women’s attraction to different types of men, and teasing out women’s motivations.

Past research has suggested that evolutionary biology explains these dynamics, pointing to findings that women reportedly prefer men with more masculine features and more indicators of “fitness.” However, many of those sensational findings are in question, with failed replications leading to doubt that these effects can be reliably predicted or measured.

Gul and Kupfer take a related tack, but head in a slightly different direction. They suggest that female interest in sexist men, specifically men who display “benevolent sexism” may be seen by women as being more interested in investing resources in a woman.

Benevolent sexism is a concept describing a form of sexism which is overtly less hostile and misogynistic, and are beliefs that I was taught, as a man from the US South. Benevolent sexism includes beliefs that:

  • Women should be “put on a pedestal”
  • Women should be cherished and protected by men
  • Men should be willing to sacrifice to provide for women
  • Women are more virtuous than men
  • Women are more refined and pure, compared to men.

Os leitores mais assíduos terão notado que isto são características algo Beta. Calma. O ouro vem a seguir.

Despite aspects of benevolent sexism appearing chivalrous and romantic, previous research has found that women who endorse these beliefs often demonstrate approval of restrictions on women’s freedoms, independence and autonomy, and may impact women’s support for gender egalitarianism.

O Patriarca suspeita que as mulheres que lutam contra a burka são as que não conseguiram arranjar um homem que as faça desejar a burka.

Gul and Kupfer used several different related experiments in order to test why women find men with these types of beliefs to be more sexy and appealing. They found that women who saw these types of men as more attractive also saw the men as being more willing to protect and care for them, and to commit to a relationship. Interestingly though, these women weren’t love-struck fools, but had their eyes open about these men. Despite being attracted to them, and seeing them as good mates and partners, the women saw these males as being undermining and patronizing men who were more likely to place restrictions on the women.

Tradução: as mulheres só querem ser fortes e independentes até arranjarem um Patriarca.

Gul and Kupfer conducted several separate experiments, showing that their results did replicate in different samples and using different methods (an important strategy in today’s replication crisis), and that the effect was apparent both potential mates, AND in work colleagues. Even in men who were not being scoped out as potential intimate partners, women were more likely to see sexist men as more attractive. Women who were both more and less feminist displayed similar levels of attraction to sexist men, so this effect isn’t the result of women not being “woke” enough.

One of the experiments tested whether women’s ratings of sexist men varied depending on cues about there being more hostile men around from whom the woman might need protection. But here again, women’s attraction towards sexist men wasn’t influenced by her potential need for safety from more hostile men.

O sexismo está para as mulheres como umas mamas boas estão para os homens. São apetitosas em qualquer contexto.

Gul and Kupfer’s research offers a new way to approach these complex dynamics of attraction, integrating the role of evolutionary influences, with culturally-influenced social role expectations. It also challenges some of the misleading beliefs that blame both women and men for the persistence of sexism in our society. It’s important to note that sexism and misogyny are not identical concepts. Kate Manne suggests that misogyny is more about control of women than about hatred, and argues that sexism is more of an ideology that supports the reasons why we treat women differently.

“Dating male feminists turned out to be one of the least empowering decisions I’ve ever made.” —Kate Iselin

Women who find sexist men attractive are not being traitors to other women, nor are they naïve women who don’t understand their choices. Instead, they are women who are making rational decisions, accepting tradeoffs. They are women who recognize that it may be more beneficial to have a partner who is committed to them and willing to sacrifice for them and their family, than it is to have a “woke” feminist man who wants them to be independent.

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I look forward to future research which might explore men’s own perceptions of their attitudes towards women. Do men who hold benevolent sexist beliefs recognize that they may increase their attractiveness, while also potentially being seen as patronizing? But for now, perhaps this research can help us to stop attacking sexist men as being misogynistic tools of the patriarchy, and recognize that these social dynamics exist due to the choices of both men and women, for reasons other than power, hatred, or control.

O mundo é dos Patriarcas, os outros só vivem nele.

A Parede em imagens #4: Diana Chaves

Diana Chaves nao casa.png
29 anos

 

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37 anos

Pelo menos o gajo é o mesmo. Mas andou à espera de melhor…


P.S. A série “A parede em imagens” não serve para denegrir as visadas. A idade é o que é e passa para todos. Pretende apenas ilustrar a diferença de valor sexual e atitudes que a parede condiciona nas mulheres. O Patriarca encara estes posts como um antídoto à mentirosa narrativa de que as mulheres melhoram com os anos, para avisar os betas de que o plano é mantê-los à espera.



LINKS GUARDADOS

https://web.archive.org/web/20181107135429/http://caras.sapo.pt/famosos/2010-12-29-diana-chaves-casar-me-nao-faz-parte-dos-meus-planos

https://web.archive.org/web/20181107135226/http://caras.sapo.pt/famosos/2018-10-31-Na-CARAS-desta-semana-Diana-Chaves-confessa-Ja-sinto-vontade-de-me-casar

A armadilha do Tinder

O Patriarca andava para comentar o caso da vaca que embarretou 1000 gajos no Tinder, e do quão patéticos eram os próprios. No entanto, às vezes alguém expõe os teus argumentos de uma forma tão clara e completa, que não vale a pena estar a reinventar a roda e mais vale postar o link.

Os Betas podem ser a espinha dorsal da civilização, mas quando passam determinados limites de subserviência também são a causa do fim.

Uma proposta política para extinguir os InCels

Hoje a Maria João Marques dirige-se erradamente à questão InCel cheia de preconceito e veneno, incapaz de se aperceber que para suprimir um InCel, basta que a jornalista lhe empreste a cona. É o cúmulo da cobardia, culpar a condição alheia, com uma cura nas mãos (entre as pernas) e recusar-se a entregá-la pela necessidade de conservar a existência de InCels como um alvo doméstico, uma ameaça omnipresente que – à semelhança do jargão fascista – permite que uma série de gente de merda continue a ter um poder tremendo num país com medo de discutir o que de facto aconteceu em Abril de ’74, ou de um saco de pancada.

Porque não desejo tão mal aos jovens InCels nem tão bem à genitália da opinadora, prefiro transcrever a proposta do fenomenal Roosh. O Microbiólogo e brilhante escritor conseguiu mais do que todas as câmaras legislativas atentas ao fenómeno supracitado; Deviam substituir o congresso Americano pela redacção do ROK.

  1. Ao contrário de quase todos os demais, Roosh caracteriza correctamente o Incel
    “Os Incels estão a matar somente porque estão a falhar em ligarem-se romanticamente ou sexualmente num mercado sexual intensamente competitivo que constantemente te esfrega na cara sexo e nudez. (…) É primeiro útil determinar o perfil básico de um InCel. Tipicamente ele não teve as mãos de um pai masculino ensinando-lhe os caminhos da vida e das mulheres. Ele foi provocado na escola, apesar de não agressivamente vítima de bullying, e tem poucos amigos. Ele não é bom em desporto ou em qualquer actividade que ajudasse a dar-lhe uma estética sexy. Ele não tem habilidades além de programar ou jogar jogos de vídeo. A sua educação lectiva ensinou-lhe que qualquer exibição de comportamento masculino é prejudicial às fêmeas, coisa que ele interiorizou em seu próprio detrimento. Mais severamente, ele é introvertido e não tem praticamente nenhuma habilidade a falar com raparigas ou atraí-las. Há uma década atrás, este tipo de macho herbívoro tornou-se num fenómeno cultural no Japão. Na América, este está-se agora a tornar no homem mediano. Dentro de alguns anos, mais de 50 % de todos os homens caíram no espectro incel.” 
  2. O Roosh identificou correctamente o que pretendem os InCels
    “Um Incel quer primeiramente uma relação amorosa com uma mulher atractiva. Segundo, ele quer sexo com qualquer mulher. Um macho que apenas se consiga deitar mas não experiêncie Amor pode ficar deprimido ou infeliz, mas é improvável que possua uma pulsão para matar. Aqueles quem acabam matando não receberam nem relações nem sexo. Sentem-se derradeiramente esquecidos pela sociedade. Para recordar a sociedade que eles de fato existem, eles recorre, a obter atenção da única maneira que conhecem: Matando. Alvejar pessoas é o mesmo para um InCel o que é para uma mulher fazer upload à Selfie (texto instagram) perfeita. É uma forma de dizerem por favor reconhece a minha existência e valida-a para mim.”
  3. Um InCel deixa de ser InCel se conseguir foder e por isso, para extinguir o InCel, têm de lhe arranjar foda*
    “Os InCels devem ser providenciados com prostitutas gratuitas. Aos InCels será dado um código QR móvel para ter sessões sexuais legalizadas complementares a cada seis meses, o intervalo de tempo que eliminaria imediatamente a sua necessidade de matar. Às putas que fizessem parte deste programa seria dado um treino especial para fazerem os InCels sentirem-se especiais chamando-lhes “bonitos”, “poderosos” e “confiantes”, elogios que nunca ouviram nas suas vidas. As putas arrasarão o seu mundo a uma extensão tal que os InCels esperariam pacientemente para viver em liberdade mais seis meses para poderem fornicar de novo. (…) Depois da experiência sexual, o InCel daria à sua puta governamental uma classificação num sistema de 1 – 5 estrelas. Putas que ficassem aquém das três estrelas, seriam eliminadas do programa, garantindo que o governo apenas contrataria as melhores putas para os InCels visto que esta é uma matéria literalmente de vida ou morte.”
  4. Não só os homens devem ser artificialmente abonados por culpa das suas vantagens naturais no mercado sexual como as mulheres devem ser prejudicadas
    “As mulheres solteiras vão pagar pelas putas dos InCels. Vão ser recordadas que as suas escolhas em parceiros sexuais têm ambas consequências financeiras e mortais.(…) Quem comprar um iPhone terá de providenciar identificação pessoal que revele o seu sexo. Se o comprador for mulher e não casada, um imposto de 100 % será adicionado. As mulheres também serão taxadas em 5 Dolares por cada match que receberem no Tinder e cada pílula contraceptiva comprada por uma mulher solteira virá com um dólar extra de impostos que irá directamente para financiar o programa. (…) Sempre que uma rapariga utilizar o seu telemóvel para conseguir a atenção de um homem atraente, obtenha um novo match no Tinder com um tipo bom, ou meta uma pílula de controlo de natalidade que a deixe ter sexo sem se querer reproduzir, a sua mente irá exibir a percepção de que o seu dinheiro facilmente ganho está a ir para os InCels que ela se recusa a comer. Se uma mulher escolher InCels simpáticos para ter sexo, esses InCels não precisaram das putas e assim, os impostos serão reduzidos.”
  5. Apesar de ter sido tratado pelos média como um activista de extrema-direita, as políticas que Roosh propõe são profundamente Socialistas
    “O programa vai ser integralmente financiado por impostos nos Productos que permitem às mulheres terem sexo casual com homens atractivos: a pílula, as aplicações de encontros e os Smarthphones. É aceitável que as mulheres queiram esquecer os 50 % do fundo da população masculina para relações sexuais, mas terão de pagar para que estes homens não matem outros cidadãos. Temos de impedir que os requisitos elevados das mulheres modernas causem mortes.”
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Eu votava nele

* Nos anos ’70, provavelmente como consequência da revolução sexual e do abandono definitivo da Igreja, polvilhavam as seitas e os cultos de entre os quais o de Manson, não era o mais marado. Associado, surgiu a figura do desprogramador, popularizada pelo autor Ted Patrick, um teso que resgatou o seu próprio filho Michael da seita “As Crianças de Deus”. O complexo e tortuoso processo de desprogramação, envolvia abdução, sequestro, privação de sono, violência e até violação, por forma a persuadir o individuo a abdicar da sua identificação grupal prévia, renunciar à sua ideologia ou fé. Era exercido essencialmente sobre jovens cujos Pais remuneravam os desprogramadores para retirarem os filhos da influência dos cultos e uma sessão podia custar até 25.000 dólares. Podia a mesma técnica servir para dissuadir membros de organizações terroristas, islâmicas ou comunistas? Provavelmente, mas fechem os cordões à bolsa quando chegarem aos InCels, já que não têm ideologia nem fé nem são um grupo. Basta darem-lhes coninha para extinguir o critério de pertença. Do que estão à espera? Que mais alguém morra?