Discriminação

Uma amiga conseguiu um arranjinho para que a Pastelaria Benard no Chiado lhe fornecesse gratuitamente os bolos sobrantes do dia para um evento. Combinaram à hora de fecho, ela foi primeiro, eu fui estacionar o carro. Cheguei á entrada, vi-a no balcão e aprontei-me a juntar-me até porque precisava dum WC. Rapidamente fui interpelado.
– Oh amigo estamos fechados – Diz o empregado A.
– O que é que você quer daqui, não viu que estamos fechados? – Diz o empregado B
– Peço desculpa, posso por favor utilizar o WC? – Questionei
– Não pode nada que já fechámos! – Responde com brusquidão e do balcão um empregado C  que parecia ser mais velho e talvez hierarquicamente superior.
Um empregado D toca-me nas costas “- Sorry, what is it that you need?” questionou. Respondi em Português recebendo um – “Tivesse vindo mais cedo”. A minha amiga continuava fitando-me com olhar de pena enquanto recebia pastelaria à borla.
– Vá à Brasileia – recomenda o empregado mais velho e um “Deixe-me passar” proveniente dum quinto elemento carregado com mesas, coloca-me definitivamente fora da soleira. Aborrecido, segui o conselho do último e dirigi-me ao café vizinho.


Ao regressar, tive uma surpresa

– Então meu amigo! Não me avisou que vinha com aquela menina – diz o empregado A. O empregado B estende-me a mão.
– Como está, tudo bem? Nós não sabíamos que estava com a menina, peço imensa desculpa.
– Ainda quer ir à casa de banho? Coma qualquer coisa – Oferece o empregado mais velho
– Pedimos imensa desculpa, mas nós não podemos aceitar clientes depois da hora de fecho. Mas se soubéssemos que estava com a menina tinhamo-lo deixado ir e até podia ir à borla que geralmente cobramos um euro – Informa-me o empregado D. Esse, e o cavalheiro que antes carregara as cadeiras, pegam nas duas grandes caixas de ofertas outorgadas à minha jovem amiga (que não levava nenhuma) e carregaram-nas até ao meu carro.

Ainda existe muita discriminação em Portugal

Carrilho, Guimarães e Nós

Após acérrimo debate e muita ponderação, A Távola Redonda coloca-se solidariamente ao lado do Professor Manuel Maria Carrilho a quem deseja a melhor fortuna no processo que enfrenta. Excelentíssimo Senhor Professor, estamos consigo.

Os tabloides propagandearam a relação entre o antigo ministro da cultura de António Guterres e uma miúda da televisão, consumada em 2001. Apoiante da filosofia RedPill A Távola Redonda aplaude as escolhas pessoais do filósofo ao selecionar – após uma divertida e abonada vivência pré-matrimonial – uma fêmea intelectual e profissionalmente nula mas que obedecia estritamente a critérios estritos de beleza, idade e fertilidade. A escolha recaiu sobre Bárbara dos Santos Guimarães mas qualquer outra que cumprisse os supracitados requisitos serviria ao deputado e vereador e também filho de um deputado, governador e Edil de Viseu. A relação era, aos olhos do mundo, uma permuta comercial entre o valor reprodutivo (R) de Barbara e providencial (P) do Professor Doutor.
Image result for barbara e carrilho 2001Como ocorre frequentemente, ambos decresceram mas apenas um dos dois se esgotou. Ainda em funções, o membro do governo promoveu a esposa no meio cultural onde a mencionada, sem formação superior e muito provavelmente analfabeta, jamais poderia ter lugar. Com os anos e em resultado ao envilecimento que ocupara a sua existência antes de conhecer o esposo, o valor R decresceu acentuadamente. Por sua vez, o docente, apercebeu-se que o seu brilhantismo académico ou a extraordinária competência demonstrada na edificação do departamento estatal (inexistente antes da sua iniciativa) representavam competências inadequadas ao sucesso político e sub-valorizadas junto do eleitorado. Por essa razão afastou-se da ribalta retomando à cátedra na Universidade Nova de Lisboa, provavelmente uma das melhores do mundo na sua área de Estudos.


Os holofotes regressaram à vida do Doutor mas desta vez sem o brilhantismo merecido. Amargurada, ressequida e rancorosa ao invés de devota e leal, a (então muito menos) jovem Bárbara, lançou um conjunto vergonhoso de acusações sobre o homem que a amparara, apoiara e alimentara. Professoral, Manuel Maria Carrilho reconhece a inexistência de qualquer valor na ora desempregada, bastantes anos depois desta ter atingido a Wall, e sem qualquer complacência, aprontou-se a recolher qualquer um dos milhares de clones da ex-esposa que polvilham pelo país fora (mas dentro do prazo de validade). Preocupou-se – como qualquer Homem de valor – apenas com a sua prole qual deveria ser imediatamente afastada dos devaneios maternais. E aí começaram os seus problemas.


Para os Homens que gastaram muitos dos seus melhores anos satisfazendo desejos libidinosos, são notórios certos padrões em torno de Bárbara Guimarães. A mentira, a vitimização, o recurso a argumentos da ordem emocional e a convocatória de preconceitos imaginários sobre as diferenças reais entre a facilidade de existência masculina e feminina no século XXI. Mas também os excessos, a libertinagem (“A minha mãe bebe muito”), a irresponsabilidade, a necessidade de atenção, a manipulação de agentes terceiros para defesa própria, são típicos da sua condição. Durante os anos em que o antigo parceiro estudava com afinco, leccionava e prosseguia investigação para a Instituição de Ensino Superior, Bárbara desfrutava o cock carroussel alheia aos danos que este acarretava. Sendo consabidamente inapta para desempenhar qualquer função com utilidade societária, perdeu com a idade a sua última valência e encontra-se horrorizada pela condição a que foi acometida, mordendo – vingativa e tresloucadamente – a mão que lhe deu de comer. Hoje, não serve para ser conjugue. Não serve para nada.

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Aquilo que me deixa profundamente incrédulo é a apreciação que o caso recebe da vox poppuli. Não obstante as suas incompetências, a legião de fãs da antiga apresentadora – provavelmente minados pela reinante ideologia androfóbica e gerontofóbica – dispõe-se a tudo para defender a mulher, inclusive a agredir um Catedrático quem produziu mais em qualquer ano da sua vida do que Bárbara no somatório desses todos. A turba, impreparada e ignorante, estará disposta a suportar uma esposa infiel, uma mãe ausente, uma má profissional em nome do ideário vigente. Estará disposta a entregar-lhe os filhos, mesmo conhecendo a sua displiscência e a preferência declarada dos mesmos em permanecerem com o Pai, ou até sendo do conhecimento público que – aquando de um divórcio – os filhos têm maior sucesso profissional e académico se permanecerem na esfera educativa providenciada pelo progenitor. Estará, alternativamente, disposta apenas a condenar um homem com alguma idade, apenas por o ser.

Assim, o país maltrata um Professor Universitário, oprime um Homem de Valor, submete um servidor público a todo o tipo de vexames, enquanto promove a dondoca, a aproveitadora, a debochada.

Chamem-lhe igualdade.

Aborto: Devem as mulheres ser punidas?

aborto homicidio

Devido ao regresso da lei da mordaça global imposta por Donald Trump, a questão do aborto volta a ocupar um lugar de destaque na esfera pública.

Em primeiro lugar, quero salientar que enquanto defensor de uma vertente libertária de pensamento, prefiro dar o poder de decisão a cada cidadão sobre a maioria dos assuntos, incluindo o aborto, em detrimento do Estado.

Não pretendo entrar no debate de quando começa uma vida, ou se um embrião/feto deve ter os mesmos direito à vida que um ser humano “pós-nascimento”. O que desejo mostrar é como as leis do aborto actuais desrespeitam e oprimem os direitos de um grupo de pessoas, grupo esse que representa sensivelmente metade da população, os homens.

“A woman can legally deprive a man of his right to become a parent or force him to become one against his will” – Armin Brott

O Aborto na actualidade: uma forma de opressão do homem:

Vamos começar por analisar o “outcome” dos casos em que existe uma discórdia entre o homem e a mulher acerca do nascimento ou não de uma criança:

Caso A – Mulher é pro aborto + Homem é contra

= Mulher aborta

Caso B – Homem é pro aborto + Mulher é contra

= A mulher não só guarda a criança, como o homem é obrigado a pagar uma pensão durante 18 anos (em Portugal podendo chegar aos 25).

Um Win Win para as mulheres em ambos os casos, um “have your cake and eat it”. Verifica-se um completo desprezo em termos jurídicos pela vontade do homem.

Claro que esta situação, que é semelhante na maioria dos países ocidentais, leva de maneira recorrente à exploração do homem por diversas mulheres:

-Exemplo do Caso A: O Dr. Ostreicher, um ortodontista norte-americano, viu a sua mulher abortar o seu filho porque este rejeitara  rasgar o acordo pré-nupcial que tinham assinado anos antes.

-Exemplo do Caso B:  Situações de mulheres no Reino Unido que engravidam enganado os parceiros: deixando de tomar contraceptivos ou mesmo  transferindo esperma de preservativos usados.

Nem sequer podemos ter uma ideia precisa da quantidade de vitimas que existem actualmente no nosso país e no resto do mundo, pois os mainstream media silenciam e optam por não dar voz às situações de opressão do homem.

O que pode um homem fazer para impedir o aborto, ou o nascimento de um bebe indesejado?

Nada, a lei portuguesa confere o direito à  autodeterminação da mulher no caso do aborto, e o tribunal constitucional veio também confirmar que os homens têm de assumir os seus filhos contra a sua vontade. 

“My body My choice”

direitos dos homens

A falácia feminista “my body, my choice”. O corpo pode ser da mulher, mas o ser que se encontra no interior é geneticamente tanto da mãe como do pai. Alias, no caso de uma barriga de aluguer, o feto pode inclusivo ser de uma mulher diferente, funcionando o corpo apenas como local de alojamento.

Analisando o caso A, se o homem for, por exemplo, um cristão que não concorda com o aborto e decida opor-se, caso a mulher proceda na mesma, ela estará para todos os efeitos a matar o futuro filho do seu parceiro.

Consentimento Masculino uma questão vital:

Quando um homem se envolve com uma mulher, mesmo nos casos de sexo desprotegido, não está a dar o consentimento, nem ao nascimento de uma criança, nem à sua morte. Na realidade está simplesmente a dizer sim a um momento de prazer mutuo entre duas pessoas.

É portanto premente que se procure a obtenção do consentimento. Vejamos os casos revisitados tendo em consideração a busca pelo consentimento masculino:

Caso A – Mulher é pro aborto + Homem é contra

= Se a mulher não conseguir o consentimento do homem (um documento legal assinado e reconhecido pelo poder jurídico) deverá ficar para todos os efeitos proibida de abortar, e se o fizer devera ser punida pelo homicídio do futuro filho. Como corolário, se uma mulher não souber quem é o pai e/ou prestar um falso testemunho sobre quem é o pai biológico de modo a poder abortar deverá também ser punida.

No entanto, caso a mulher decida que só vai ter o filho porque é proibida de abortar, deverá poder optar por não ter quaisquer responsabilidades futuras com a criança, uma vez que uma oposição ao aborto por parte de um dos pais terá de ser necessariamente também uma garantia de estar disponível para ser 100% responsável pela criança.

Caso B – Homem é pro aborto + Mulher é contra

= Se a mulher não conseguir o consentimento do homem para o nascimento da criança, e mesmo assim o decidir ter, deverá ficar para todos os efeitos a responsável pela criança, sendo obrigada a providenciar todas as condições financeiras, isentando o homem de qualquer responsabilidade.

Uma solução justa para a questão do aborto passa por preservar ao máximo a liberdade individual e garantir uma igualdade de direitos entre homens e mulheres 

Em caso de oposição de ideias entre os pais, a lei deve optar sempre por proteger a preservação da vida, em detrimento de a tirar.

Mas ao mesmo tempo, devemos respeitar o direito de quem não quer consentir o nascimento de filhos, isentando-os(as) assim de ter responsabilidades futuras sobre o mesmo.

Escola de Etiqueta

O Patriarca tem constatado, nos últimos anos, que aquilo de que as feministas se queixam são geralmente coisas que seria importante preservar ou até mesmo estimular activamente o seu crescimento.

Assim, a apaixonada indignação com que a Paula Cosme Pinto analisou uma “Escola de Princesas” no Brasil (http://expresso.sapo.pt/blogues/bloguet_lifestyle/Avidadesaltosaltos/2016-10-17-As-aulas-de-etiqueta-para-meninas-sao-ridiculas) criou-lhe a necessidade de reflectir sobre um assunto que de outra maneira nunca lhe ocorreria.

Regra geral, nas sociedades ocidentais, as meninas são criadas sob o pressuposto de que são especiais pelo simples facto de terem nascido com uma vagina, e que o mundo se encarregará de lhes proporcionar aquilo que almejam e merecem, nomeadamente o homem dos seus sonhos e uma família feliz, pelo simples facto de existirem.

Este ponto de vista não está absolutamente errado. Qualquer pessoa com conhecimentos básicos de biologia percebe que a fêmea é mais valiosa que o macho em termos reprodutivos, e como tal é muito difícil que uma mulher, por pouco atraente que seja, não consiga arranjar um homem que a queira.

O problema, que ninguém explica a estas meninas, é que existe uma diferença abissal entre “um homem” e “um homem desejável”. Todas as mulheres desejam um homem bem acima da média, mas umas simples contas de aritmética permitem concluir que menos de metade terá acesso a um.

Infelizmente para as mulheres, 90% da sua atractividade para o sexo oposto vem do físico, sobre o qual têm pouco controlo para além da simples regra “não sejas uma porca gorda” (que mesmo assim escapa a uma quantidade alarmante de moças).

Felizmente para as pretendentes a esposas de um homem de valor, quando o assunto é estabelecer uma relação estável com o intuito de criar família, a atracção física, embora se mantenha um critério importante, cede algum território a outras considerações como a agradabilidade do espécimen e a sua propensão para tarefas relacionadas com as lides caseiras e a criação da prole. É neste espaço que as mulheres podem ganhar o jogo, e que mais podem beneficiar as que foram menos favorecidas pela beleza.

“O problema é as mulheres trabalharem”, diz Paula. E acertou na mouche, mas não pelas razões que julga. Atenção, O Patriarca não é de modo algum contra a igualdade de direitos das mulheres, nomeadamente no acesso ao mercado de trabalho. É, sim, contra a mentira vendida a jovens inocentes de que o sucesso na carreira é o que lhes vai trazer felicidade.

O que realmente traz realização pessoal à esmagadora maioria das mulheres é cuidar da sua família, com um homem de valor e filhos (atenção ao plural) integrados e bem sucedidos. Ora uma carreira de sucesso não só não ajuda absolutamente nada no objectivo de conseguir um homem que verdadeiramente deseja (por razões demasiado longas para expôr aqui e que justificarão por si só um artigo futuro), como prejudica activamente o objectivo de cuidar da família.

Não, as aulas de etiqueta para meninas não são ridículas. Dado estarmos a falar de uma iniciativa privada, em que os pais das crianças, de sua livre vontade, pagam para as terem lá, são sim a resposta a uma clara necessidade de mercado. Pais que acham que a sociedade abriu guerra à feminilidade e que se deixarem as suas filhas entregues exclusivamente aos sistemas públicos, acabarão como mulheres que têm medo ou vergonha de ser “belas, recatadas e do lar” ainda que o desejem.

A aberração de querer meter meninos numa “Escola de Princesas” (repito, de iniciativa privada) foge também ao âmbito deste artigo.

Sim, muitas meninas sonham ser princesas, arriscaria mesmo a grande maioria. Mas nem todas podem ter o príncipe que querem, especialmente se forem ensindadas a entrar em relações com uma atitude de competitividade. Os príncipes não aparecem num cavalo branco para resgatar mulheres que acham uma desonra fritar um bife. Têm de ser cativados, até porque têm bastante saída.

Talvez um dia O Patriarca considere investir num negócio semelhante, que proporcione às jovens portuguesas um refúgio do feminismo galopante que começa a infectar o país, desde as mais altas esferas do governo, e lhes permita desenvolver características propícias à felicidade que lhes querem sabotar.