A fisiognomia é real

O Patriarca desconhecia por completo a entidade que o nosso Merlin se dedicou a desancar ontem, mas mesmo antes de ler o texto ficou esclarecido apenas com uma foto da criatura.

Pedro Schacht Pereira
Retrato de um pusilânime

Não se vai dedicar a dissecar mais o texto, que é demasiado estúpido para merecer essa atenção. Este post permite apenas alertar os leitores para algo que um estimado mentor d’O Patriarca vem repetindo há anos: a fisiognomia é real.

Talvez Myrddin Emrys não se tenha apercebido, mas grande parte da sua raiva poderá nem sequer derivar da imbecilidade do texto – haverá algum homem que olhe para este mariconço emproado e não sinta um desejo ardente de lhe enfiar um soco no focinho?

A Fisiognomia, ou “a ciência que permite através dos traços físicos da pessoa, prever o seu carácter psicológico”, foi na realidade até recentemente uma pseudo-ciência com pouco mais credibilidade que qualquer preconceito. No entanto, técnicas mais modernas de análise estatística, de imagem, e a aplicação rigorosa do método científico, têm permitido algum revivalismo credível desta disciplina, com diversos estudos sólidos, muitos dos quais se encontram coleccionados nesta categoria do Chateau Heartiste.

As vantagens deste conhecimento são muito claras: qualquer tipo que se assemelhe a este dejecto humano é muito certamente um esquerdalha sem nenhum valor, com um não-emprego qualquer como Estudos Lusitanos, e é seguro ignorar todos os sons que lhe saiam da boca sem perder tempo e espaço mental a analisar o seu conteúdo. Poltrões destes só dizem merda.

Pedro Schacht Pereira 3
Vibrador não visível na foto.

A hipergamia mata (1)

O clube estava meio cheio, sobretudo de 25-anistas o que preencheu as modestas hipóteses de Tisserand. Muitas mini-saias, decotes curtos, em poucas palavras, carne-fresca. Vi os seus olhos arregalarem-se ao aproximar-se da pista de dança e saí para um burbon no bar. (…)

No ínicio parecia interessado numa morena de vinte e tantos, secretária provavelmente. Estava inclinado a aprovar a sua escollha. Por um lado não era rapariga de grande beleza e seria, seguramente, influenciável; os seus peitos, apesar de bem-dimensionados, já estavam descaídos e as suas nádegas flácidas; dentro de alguns anos, tudo isto a arrebataria. Por outro lado, havia algo ousado na sua tentativa frontal de encontrar um parceiro sexual (…) esta seria uma rapariga com preservativos na mala.  Durante alguns minutos, Tisserand dançou não longe dela, impulsionando os seus braços energeticamente na sua direcção, para indicar o entusiasmo que a música nele causava. Em duas ou três ocasiões até batia palmas ao ritmo do beat; mas a rapariga não parecia reparar nele, no mínimo. Beneficiando de uma pequena pausa entre discos, ele tomou e dirigiu-lhe algumas palavras. Ela virou-se, lançou-lhe um olhar desdenhoso e atravessou a pista de dança para fugir dele. Tudo estava a correr como planeado.

Uma rapariga, sentada na mesa perto da minha, sozinha. Era muito mais nova do que a Verónique, devia ter 17; Fora isso, era horrivelmente parecida. O seu vestido extremamente simples, amplo, não revelava os contornos do seu corpo – escassamente precisariam de tal. As suas ancas largas, firmes e suaves nádegas, a maleabilidade da sua cintura que conduziria as mãos em direcção a um par de amplos, redondos e suaves peitos; as mãos que descansavam confiantemente na cintura, expondo a nobre circularidade das ancas. (…) A cara, plena e cândida, expressando a sedução calma das mulheres naturais, confiantes da sua beleza. A serenidade calma da pilhagem jovial, ainda fresca, desejosa de tentar os seus membros num curto galope. A tranquilidade calma de Eva, apaixonada pela sua própria nudez, sabendo-se óbvia e eternamente desejável.

(…). Foi aqui que Tisserand escolheu regressar; ele estava a transpirar ligeiramente; ele falou comigo; eu acho que ele queria saber se eu pensava em tentar algo com a rapariga. Não respondi; Começava a sentir como que vomitando e tinha tesão; As coisas estavam num bom ponto de passagem. Disse “dá-me um momento” e atravessei a discoteca em direcção aos lavabos. Uma vez lá dentro, pus dois dedos na garganta, mas a quantidade de vomito provou-se fraca e desapontante. Depois masturbei-me com grande sucesso: Comecei a pensar na Verónique ao inicio, mas aí concentre-me em vaginas e foi o suficiente. A ejaculação veio em minutos; trouxe-me um sentimento de confiança e certeza. Ao regressar vi que Tisserand tinha iniciado uma conversa com a pseudo-Verónique; Ela fitava-o calma e sem desprezo.

Eu sabia que no fundo, esta jovem rapariga era uma maravilha; mas não importava, já me masturbara. Do ponto de vista amoroso, Verónique pertencia, como todos, a uma geração sacrificada. Ela fora certamente capaz de amar; ela desejava ainda o ser, posso-o garantir, mas já não é possível. Como fenómeno escasso, artificial e atrasado, o Amor pode apenas florescer sob certas condições mentais, raramente conjuntas, e totalmente opostas à liberdade moral que caracteriza a época moderna. Verónique conhecera demasiadas discotecas, demasiados Amantes; esse tipo de vida empobrece o ser humano, infringe por vezes danos sérios e quase sempre irreversíveis. O Amor como um tipo de inocência e como a capacidade para a ilusão, como a aptidão para cingir todo o outro sexo num único ser Amado, raramente resiste a um ano de imoralidade sexual e nunca a dois. Na realidade, as sucessivas experiências sexuais acumuladas durante a adolescência, minam e rapidamente destroem toda a possibilidade de projectar um intento emocional e romântico; progressivamente e, de facto, extremamente rápido, um torna-se tão capaz de Amar como um velho escória. Por isso leva, obviamente, a vida dum escória; No envelhecimento torna-se menos sedutor, logo, mais amargo. Torna-se invejoso dos jovens e por isso odeia-os. Condenado a tornar-se indestrutível, torna-se este amontoado de ódio ferveroso; depois morre e desaparece, como tudo desaparece. O que remanesce é o ressentimento e o repúdio, o enjoo e a antecipação da morte.

No Bar, negociei uma garrafa de bourbon com o bartender por 700 francos. Ao regressar esbarrei com um jovem de metro e oitenta. “Hey, qual é o teu problema?” disse num tom amigável; olhando para ele, respondi “o leite da simpatia humana”. Vi a minha cara no espelho, preenchida com um sorriso desagradável. O jovem abanou a cabeça em resignação; negociei atravessar a pista com a garrafa na mão; mesmo antes de chegar, fui de encontro à rapariga da caixa, e caí no chão. Ninguém me ajudou. Estava a ver pernas dos dançantes bambaleando-se na minha frente; quis ceifá-las com um machado. Os efeitos da luz eram de uma violência intolerável; Estava no inferno.

Um grupo de rapazes e raparigas estavam sentados na nossa mesa; provavelmente os colegas de turma da pseudo-Verónique. O Tisserand não desistira; apesar de começar a afastar-se, estava-se a deixar ser posto fora da conversa progressivamente à medida que se tornava demasiado óbvio, e quando um dos rapaz propôs comprar uma rodada no bar, já ele estava implicitamente excluído. Ainda assim fez um vago gesto de se levantar tentando apanhar o olhar da pseudo-Verónique; em vão. Pensando melhor, deixou-se cair no sofá, completamente embrenhado em si mesmo, nem reparara na minha presença; despejei outra bebida no copo.

A imobilidade de Tissrand foi mantida por um minuto ou assim; deu um súbito arranque, sem dúvida imputável àquilo que geralmente é chamado de “energia do desespero”. Erguendo-se abruptamente, passou por mim e alcançou a pista de dança; a sua face estava sorridente e determinada; estava mais feio do que nunca.

Sem hesitação, plantou-se diante de uma rapariga de quinze anos. Ela usava um vestido curto de um branco imaculado; a transpiração colara-o ao seu corpo e era bem visível que não usava nada por debaixo; as suas pequenas e redondas nádegas estavam moldadas com precisão perfeita; um podia claramente reconhecer as aureolas castanhas dos seus peitos, engrossados pela excitação; O DJ anunciara quinze minutos de oldies. Tisserand convidou-a para dançar; contra as expectativas, ela aceitou. Dos primeiros acordes de “Come on Everybody” senti que ele ia dar cabo de tudo. Ele abanava-se em torno da rapariga com brutalidade, dentes cerrados, um olhar vicioso; de cada vez que a puxava para si, tomava oportunidade para colocar as suas mãos nas nádegas dela. Assim que as últimas notas tocaram, a jovem pisgou-se para junto de um grupo de raparigas da sua idade. Tisserand permaneceu resolutamente no centro da pista de dança; ele estava-se a a babar. A rapariga apontava para ele enquanto falava com as suas comparsas; gargalhava enquanto olhava para ele. Neste momento a pseudo-Verónique regressa do bar com o seu grupo de amigos; estava numa conversa densa com um jovem rapaz preto, ou talvez meio-preto. Ele era ligeiramente mais velho do que ela; creio que podia ter uns 20. Eles vieram e sentaram-se na nossa mesa. Quando passaram acenei a mão ligeiramente na sua direcção. Ela olhou para mim surpreendida mas não reagiu.

Depois do segundo acto de Rock, o disc-jokey pôs um slow. Era Le Sud por Nino Ferrer, um excelente disco, tinha de o dizer. O mulato tocou no ombro da pseudó-Verónique ligeiramente; Eles chegaram a um acordo comum. Neste momento, Tisserand virou-se para ele. Abriu as mãos, abriu a boca, mas creio que não teve tempo para falar. O mulato amansou-o calmamente, com gentileza e, nalguns segundos, ambos se encontravam na pista de dança. Faziam um casal magnífico.

A pseudo-Verónique era alta, talvez um metro e setenta e cinco, mas ele era bem mais alto. Ela confiantemente pressionou o corpo contra o deste gajo. Tisserand sentou-se ao meu lado; tremia de cada membro. Olhava o casal, hipnotizado. Esperei um minuto ou mais; esta dança lenta, durou para sempre. Depois agarrei-o gentilmente pelo ombro, repetindo “Rafael” uma e outra vez.

– O que posso fazer?

– Vai bater uma punheta

– Reconheces que não tem solução?

– Claro. Não tem solução desde há muito tempo, desde o inicio. Tu, Rafael Tisserand, nunca representarás o sonho erótico de uma jovem rapariga. Tens de te resignar ao inevitável; tais coisas não são para ti. Já é demasiado tarde, de qualquer das formas. O fracasso sexual que conheces desde a tua adolescência, Rafael, a frustração que te persegue desde a idade de 13 anos, deixará uma marca indelével. Mesmo supondo que tu  venhas a ter mulheres no futuro – coisa de que francamente dúvido – isto não será o suficiente; nada será o suficiente. Serás sempre um órfão dos amores adolescentes que nunca conheceste. Em ti a ferida é demasiado profunda. Uma amargura atroz, irreversível, acabará preenchendo o teu coração. Para ti não há redempção nem salvação. Assim é. Ainda assim, não significa contudo, que toda a possibilidade de vingança esteja cerrada para ti. Estas mulheres que desejas tanto, podes possuí-las. Podes até possuir o que de mais precioso existe para elas. Sabes o que é o mais precioso para elas?

– A sua Beleza? sugeriu

– Não é a sua beleza, isso posso-te garantir. Tampouco é a sua vagina, ou o Amor pois todos esses desaparecem com a vida. E, daqui em diante, podes possuir a sua vida. Lança-te numa carreira de homicidio desta noite em diante; Acredita, meu amigo, é a única hipótese aberta para ti. Quando sentires estas mulheres tremendo na ponta da tua faca e implorando pelas suas jovens vidas, então aí serás o seu verdadeiro mestre; Só aí possuíras o seu corpo e alma. Talvez até consigas, antes de as sacrificares, obter vários favores suculentos da sua parte; Uma faca, Rafael, é um aliado poderoso.

Ele fitava longa e dolorosamente o casal que estava embrulhado enquanto torneavam a pista; Uma das mãos da pseudo-Verónique abraçava a cintura do mulato, a outra descansava no seu ombro. Suavemente, quase com timidez, disse-me

– Preferia matar o gajo.

Aí, soube que tinha ganho. Subitamente relaxei e enchi de novo os nossos copos.

– Pois bem, exclamei, do que estás à espera? Pois sim! Mata então o jovem preto! De qualquer das formas, eles vão sair juntos, as coisas parecem lineares. E tu tens de matar o tipo antes de conseguires qualquer coisa da miúda. Por acaso tenho uma faca no carro.

Eles de facto saíram dez minutos depois. Agarrei a garrafa, Tisserand seguiu-me docilmente. Cá fora, na noite, havia um aroma prazenteiro, quase quente. (…) Abri a frente do carro, tirei a faca do saco; A sua serrilha brilhava resplandecentemente com o luar.

Montaram numa Scooter. Ao meu lado, Tisserand tremia incessantemente. Conseguia sentir o fedor do seu esperma putrido a trepar pelo respectivo pau. Carregando nervosamente nos botões, ligou as luzes sem querer; A rapariga reparou. Decidiram sair, o nosso carro moveu-se ligeiramente atrás. “Onde irão dormir?”. “Provavelmente na casa da miúda, é uma coisa certa. Mas temos de os parar primeiro. Assim que regressarmos à estrada, batemos na Scooter. Ficarão atordoados e não terás problemas em dominar o gajo.” À luz dos farois, a rapariga podia ser vista a agarar a cintura do companheiro. Depois de uns minutos de silêncio recomecei “Podíamos sempre fazê-los despistar, só para jogar pelo seguro.” “Eles não parecem estar preocupados com nada” reparou Rafael numa voz sonhadora.

Subitamente, a scooter virou para a costa, em direcção ao mar. “Não era este o plano”. Disse ao Tisserand para abrandar; Mais adiante o casal estacionou e encaminharam-se para a praia. Ao primeiro vislumbre das dunas,compreendi melhor. Com uma maré alta que formava uma imensa curva, o mar extendia-se aos nossos pés; A luz da lua cheia brilhava ligeiramente sob a sua superficie. O casal dirigia-se a sul, para a beira da água. A temperatura do ar estava gradualmente mais prazenteira, anormalmente prazenteira; julgar-se-ia estarmos em Junho. Nestas condições, de certeza, compreendia: Fazer Amor ao lado do oceano, por debaixo do esplendor das estrelas, compreendia demasiado bem, era aquilo que eu teria feito caso estivesse no seu lugar.

Dei a faca ao Tisserand, ele saiu sem uma palavra. Regressei ao carro, suportando-me no capô, deixei-me escorregar para a areia. Beberiquei o burbon e depois regressei atrás do volante, conduzindo para o mar. Era arriscado mas o som do motor era apagado, imperceptível; a noite estava acolhedora, terna. Tive uma tentação terrível de guiar em direcção ao mar.

A ausência de Tisserand tornara-se prolongada. Quando regressou não disse uma palavra. Segurava a faca na sua mão; a lâmina brilhava suavemente; Não detectei manchas de sangue na sua superficie. Subitamente senti uma onda de tristeza. Finalmente falou.

– Quando cheguei, eles estavam deitados entre as dunas. Ele já tirara o seu vestido e soutien; Os seus peitos eram tão belos, tão redondos, no luar. Aí ela virou-o, foi para cima dele. Desabotoou-lhe as calças. Quando o começou a chupar eu não aguentei mais – silenciou-se. Eu esperei – Voltei para trás, caminhei entre as dunas. Podia tê-los morto aos dois; eles encontravam-se alheios a tudo e não sabiam que eu estava ali. Masturbei-me. Não tinha desejo de os matar; o sangue não muda nada.

– O sangue está em todo o lado

– Eu sei. Também há esperma por todo o lado. Neste momento já tive demasiado. Vou voltar para Paris.

Nem sugeriu que o acompanhasse. Fui adiante, caminhei em torno do mar. A garrafa de burbon estava quase vazia; Engoli o que restava. Quando regressei, a praia estava deserta. Nem ouvira o carro a arrancar.

Nunca mais voltaria a ver Tisserand de novo; morreu no carro, nessa noite, na viagem de regresso a Paris. Havia muito nevoeiro nos arredores de Angers; Ele conduzira à bruta, como sempre. O seu GTI 205 colidiu de frente com um camião; Morreu instantaneamente, mesmo antes da alvorada. No dia seguinte houve um feriado para celebrar o nascimento de Cristo; só três dias mais tarde a sua família ouviria sobre o sucedido. Já o enterro ocorrera, de acordo com o ritual, coisa que afastou a ideia de lamentos ou carpideiras. Algumas palavras se disseram sobre a tristeza de tal morte e a dificuldade de conduzir em pleno nevoeiro; as pessoas regressaram ao trabalho e foi isso.

Putas

O Patriarca não sabe se a culpa é do feiticeiro de serviço, mas de entre os termos de pesquisa que trazem gente a este blog, por algum motivo um dos mais frequentes é… putas.

termos de pesquisa

Posto isto, O Patriarca achou por bem revelar a sua posição relativamente ao uso de putedo.

O Patriarca não tem qualquer problema moral ou ético quer com as putas quer com os homens que recorrem aos seus serviços.

As mais lógicas e válidas objecções, como o tráfico humano e a exploração de menores, seriam facilmente resolvidas com a legalização e regulamentação da profissão.

As rameiras profissionais não só são impossíveis de erradicar, como tal seria indesejável, pois constituem um importante mecanismo de escape na sociedade. Por um lado mantêm a estabilidade mental de muitos homens que de outra maneira não têm acesso a sexo, por outro mantém em cheque os devaneios da população feminina em geral – não podem tornar tão difícil a vida aos homens que mais valha ir às putas.

Tendo em conta que até no Tinder há quengas a pedir dinheiro por nada, travecos e transgénicos, putas declaradas e gajas a pedir pizza, entre outras aberrações, não é de estranhar que para alguns homens a perspectiva de uma troca directa e sem espinhas de dinheiro por sexo não pareça assim tão mau.

Dito isto, O Patriarca aconselha qualquer homem que se veja impelido a ir às putas que dedique algum tempo a aprender Game. A sensação da caça bem sucedida é algo que todo o homem deveria vivenciar. Além disso, um utilizador regular de putas pode apresentar uma atitude de abundância que outros não terão. Pensar que se a gaja que tens à frente não quiser, as notas no bolso arranjam uma que queira, pode não ser um pensamento bonito, mas é um passo na direcção de uma frame forte.

Num mundo de betas, quem tem Game é rei.

 

Pérolas d'O Patriarca #3 – Respeito

O respeito é dos mais eficientes agentes secadores de cona conhecidos pelo homem.

Segue daqui uma conclusão lógica. Respeita as mulheres cuja passarinha pretendes que esteja seca na tua presença. A tua mãe, a tua irmã, as outras mulheres da tua família. Ok, talvez não as primas. As colegas de trabalho. As clientes.

As que queres comer… Não!

 

Não!

Nota prévia: O Patriarca repudia totalmente qualquer tipo de abuso sexual. Tudo o que se descreve aqui passa-se no contexto de uma relação consensual.

O almoço estava pronto, e ela veio chamar O Patriarca. Este, sentindo o pau feito da tesão de mijo, puxa-a para a cama, levanta-lhe o vestido, tira-lhe as cuecas.

“Está quieto, vamos almoçar!”

Bom, vai ter de ser à força então. Vira para cima, vira para baixo, ela fecha e estica as pernas com todas as forças que tem, gritos, risota… Ainda chega a meter a pontinha. Ela está encharcada mas resiste.

É incrivelmente difícil “violar” uma mulher se estiveres a tentar não a magoar.

O Patriarca atira a toalha ao chão. Levanta-se. “Ok, ganhaste. Vamos almoçar”

Ela agarra-lhe o braço. “NÃO!”

Quem não acredita que as mulheres têm fantasias secretas de submissão e/ou violação, não tem a cabeça no planeta Terra.