Rei Ricardinho

O Patriarca não é particularmente fã de Futsal, não lhe vê a mesma emoção que no futebol.

No entanto, assim como o fez para Cristiano Ronaldo, não gostaria de deixar passar um feito épico de outro português de topo.

Não obstante ser um desporto menos divulgado, com o decréscimo de incentivos económicos e competitividade que isso acarreta, é de facto extraordinário um indivíduo conseguir ser o melhor do mundo durante 5 anos.

É também espantoso que um país com pouco mais de 10.000.000 de habitantes produza com assinalável frequência atletas de topo mundial.

Porque é que não somos mais como eles?

O Patriarca arrisca uma teoria. Num inconsciente colectivo dominado pelo comunismo/socialismo, só em áreas como o desporto, em que estes conceitos não têm qualquer hipótese de vingar, é que conseguimos dar o melhor de nós.

O socialismo é uma praga

E é bem fácil de vê-lo em pequenas coisas como esta.

Tu tens uma loja. Para teres coisas para vender, tens de as pagar aos fornecedores. O governo anuncia que vai financiar aos clientes a coisa que tu vendes. Tu dás de graça, e supostamente o governo paga-te. Mas 3 meses depois ainda não pagou, e não sabes quando vai pagar.

Repôr stocks? Pagar aos funcionários? Deus nos livre, TER LUCRO? Isso é peaners.

É muito complicado haver iniciativa privada num país socialista.

(E isto tudo é no intervalo de introduzir mouros para te passarem a família a ferro).


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(Alegado) Chauvinista do Mês #5 – Jorge de Sá Gouveia

Nota prévia: relembrando que O Patriarca considera o feminismo o maior flagelo que assola a sociedade actual, é importante realçar que não há nada de pejorativo neste prémio. O Chauvinista do Mês é um galardão de honra que O Patriarca (e outros membros da Távola que assim o entendam) atribui a quem vê a realidade em geral, os choques culturais e as dinâmicas intersexuais tal como elas são, e tem os tomates de ferro necessários para, por palavras ou acções, apregoá-lo em público.

Esta série vai dando a’O Patriarca alguns vislumbres de que se calhar em portugal ainda há uma quantidade saudável de tomates funcionantes, e de que talvez o futuro não seja assim tão negro como noutros locais.

Entra Jorge de Sá Gouveia, que alegadamente não gosta de “filmes de paneleiros, para paneleiros, financiados por paneleiros.”

Claro que os paneleiros de uma tal Botão de Rosa Filmes se mandaram ao ar, porque o seu filme de paneleiros para paneleiros não ganhou um concurso qualquer.

Joao_Pedro_Rodrigues
João Pedro Rodrigues – a fisiognomia é real

Dado que a maioria dos homens portugueses (ou melhor, os homens heterossexuais em geral) têm nojo de ver homens a beijar-se – mesmo que digam o contrário! – só faz sentido que alguém que represente essa opinião esteja presente num organismo público.

Já não estamos – e ainda bem – no tempo em que se perseguiam os gays com forquilhas e archotes. Não há necessidade nenhuma de encorajar paneleirices cinematográficas ainda por cima com apoio estatal.

Jorge de Sá Gouveia teve a reacção correcta – negou umas acusações, admitiu e desvalorizou outras, e manteve-se na sua sem desculpas. O IPA deve ter mais gente com tomates, porque mandou a Botão de Rosa Filmes tomar na peida.

O macho latino ainda vive.


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Brevemente na baixa lisboeta

Via Observador

(…) cidadão paquistanês em causa, proibido de circular no espaço Schengen como consequência de uma medida aplicada na Noruega.

(…) A inspetora da delegação de Alverca do SEF terá ignorado esse alerta e atribuído o visto de residência, abrindo, na prática, as portas do espaço comum de circulação a um homem que estava proibido de aceder a esse privilégio.

As mulheres não podem ser encarregues de guardar as fronteiras. Esta gaja ou teve pena ou tem fome de picha bárbara, seja qual for o móbil o resultado é o mesmo.

Entre os inspectores serem poucos e sabotarem o serviço, não deve tardar muito até termos um banho de sangue em Portugal.

refugees welcome

A voz do povo

(No Café)
– Eu gosto de o ter aqui, sabe?
– Julgava que era dos seus clientes mais dificeis
– Qual quê. Devia ver umas que apareceram cá hoje de manhã. Umas Brasileiras…
– Foi?
– Nem sei! Se eram Brasileiras ou Brasileiros ou lá o que aquilo é. Não é carne nem é peixe
– Ah eram desses?
– Sim, vinham com uns saltos com umas saias uma pintura… não é nada contra ninguém eu até sou um tipo aberto mas aquilo mete-me nojo! Nojo, sabe?

– Percebo.
– Mete-me nojo, queria era os tipos fora daqui. Não eram carne nem peixe…
– Eram legumes?
– Eram, nem sei, só sei que me faziam nojo.
– Vossemecê julgava que tinham pipinos mas na volta tinham era cenouras
– (Risos) Olha-me isto, oh zé, temos agricultor

ban trans

Feminismo: birra de adolescente

O ninho das harpias continua a não desiludir.

A inveja de pila é normal na infância. Assim como quase todos os meninos têm em alguma altura da vida inveja do tratamento preferencial que é dado às meninas, também as meninas sentem inveja da aparente falta de limitações que os meninos têm.

Geralmente com o amadurecimento isso passa. A testosterona dispensa paneleirices e abraça o desafio, e o estrogénio esbate a competitividade e traz um maior apreço pelo tratamento de princesa.

Sobram umas desadaptadas com cara de sapo que não são capazes (heh) de encontrar o seu caminho e, desprovidas de um par de gónadas penduliformes que lhes dêem a garra necessária para moldar o mundo à sua medida, recorrem à panaceia feminina: reclamar. Assim nasce a geração seguinte de feministas.

CHEGA MESMO, TÁ??

amansa miuda
Calma, querida…

Valha-nos o pasquim da Ferro Rodrigues para dar voz a diatribes ridículas como a birra desta pita tonta que admitidamente não sabe nada da vida. Só mostra o que são no fundo todas as feministas: umas garotas que precisam é de levar umas nalgadas.

 

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CARTA ABERTA A TODOS OS MACHISTAS

Caros machistas:

Esta carta é para todos vocês que de alguma forma acham que os homens são o sexo “forte”, que o lugar das mulheres é na cozinha, que as mulheres devem receber menos que os homens, que por defender os meus direitos sou lésbica ou que simplesmente “mulher ao volante, perigo constante” define todas nós. Estes são sé alguns exemplos, mas existem muitos mais. No entanto não me posso prender só aqui, tenho que chegar à mensagem que quero transmitir!

Tenho plena noção que esta carta vai ser lida por muitas Mulheres que de alguma forma já se sentiram discriminadas em pleno século XXI. Também sei que o público-alvo (as pessoas que referi em cima) não vão ler, e os que lerem, vão comentar algo do género “não se façam de vítimas”. Mas para mim CHEGA desta situação!

CHEGA MESMO.

Posso ter 17 anos, posso ainda não ter vivido muito, mas sei que não é este o caminho que quero seguir, não é nesta realidade que quero viver. Quero um mundo diferente, um mundo onde tenha as mesmas oportunidades que um homem, um mundo que não me diga que o rosa é para as meninas e o azul para os rapazes. Não quero um mundo que determina que as meninas usam saias e vestidos e só brincam com bonecas. E se eu não gostar de rosa, e se eu quiser brincar com carros ou jogar à bola na rua com os rapazes?

Quantas raparigas foram aprisionadas por estes estereótipos? E quantas ainda se vão sentir pressionadas até que se ultrapasse o problema? Quantas raparigas ouviram “deixa de ser maria-rapaz, larga esse desporto e sê como todas as outras”. “Deixa o teu cabelo crescer, não o cortes curto, senão pareces um rapaz!”. Quantas de nós foram infelizes e deixaram de fazer as coisas que mais gostavam por comentários como estes, que tornaram a sua infância e muitas vezes a sua adolescência mais tristes por medo de serem gozadas.

Posso ser jovem mas já tenho muita noção das coisas, muito mais noção que muitos adultos! Não é preciso ganhar nenhum “Prémio Nobel da Inteligência” para entender o mundo em que vivo e fico cada vez mais triste com as notícias que leio nos jornais, como a da violência doméstica deixar de ser crime num país dito civilizado! Porque é que as mulheres têm que servir como “moeda de troca” em guerras geradas por homens, sendo raptadas, violadas, mortas, sem que tenham qualquer culpa pelo que aconteceu? Quantas mulheres continuarão a ser obrigadas a casar com homens de quem não gostam? Quantas mais mulheres serão vendidas por meros trocos? Quantas tiveram de abandonar os seus empregos, muitas vezes melhor remuneradas do que os vossos, porque vocês se sentiam inferiores e as obrigaram a desistir dos seus sonhos?

Podemos superar tudo isto? Custa muito deixarem-nos ser livres e escolher o que realmente queremos, sem sermos julgadas e sem qualquer tipo de preconceito?

Acho que é um exercício bastante simples da vossa parte, é só tratarem-nos da mesma maneira que são tratados e como gostam de ser tratados!

Ah e BASTA, até este problema estar resolvido, não há ninguém que me cale! Porque enquanto cada uma de nós se levantar e lutar pelos seus direitos, indiretamente está a levantar-se e a lutar pelos direitos de todas nós!

Ana Beatriz Basílio, 17 anos.

O pénis de Bruno Maçães

O Patriarca sabia que não ia tardar muito que se importasse a Histeria Weinstein para terras lusas. Afinal de contas, ainda não se conseguiu erradicar os homens da política e implementar um governo 100% vagina pronto a vergar-se ao viril membro islâmico. Há muito homem para deitar abaixo a caminho da utopia feminista.

governo feminista

Mas tal como o gajo que não fode há um ano, quando finalmente deita a mão a uma gaja se arrisca a, de tanta ânsia, esporrar-se-lhe às bordas da cona, também os abutres cá do burgo tiveram um precoce orgasmo colectivo com um assunto que afinal era pouco mais que uma roçadela na glande.

Parece que um gajo com ar de choninhas mandou umas fotos do pífaro leiteiro a uma jornalista. Parece que as mensagens eram ameaçadoras. Parece que era Secretário de Estado dos Assuntos Europeus, na altura. Das “direitas”, ainda por cima. Um alvo perfeito, a esquerda em histeria.

Afinal a gaja em questão nem valoriza a questão por aí além e a história toda não passa de uns comentários com uns amigos que lhe explodiram na cara. E as mensagens “intimadatórias” afinal eram “creepy”, palavra para a qual não existe equivalente exacto em português (e ainda bem).

Falsa partida para a histeria do #metoo em Portugal, portanto. Aguardam-se cenas dos próximos capítulos.

Pára tudo, está um traveca a falar!

Aparentemente o grande assunto de hoje no Web Summit (conferência de tecnologia, comunicações, empreendedorismo etc, pelo que O Patriarca pôde entender) é que um tal Bruce Jenner que há uns anos ganhou umas medalhas olímpicas, se vestiu de mulher para se ir queixar do estado actual dos Jogos Olímpicos.

Jenner websummit

A grande questão é, será que só lhe pagaram 10% da comissão?