Quão descabido é a chuPaula Cospe (po) Pinto não ter perdido um membro?

Sou repudiado, humilhado e sanificado todos os dias por causa da minha sexualidade, por facínoras da laia maldita desta e outras jornalistas de sarjeta. O mundo cheio de rótulos proíbe a asserção, demonstração e experimentação da minha sexualidade; Proibir-me-ão tudo menos de erguer a voz e dizer-lhes ao que tenho direito.

A defesa

Se alguma vez existiu homofobia, há muito tempo que se tornou residual, excepção, estatisticamente irrelevante. Mas ainda esta semana, no metro de londres, duas camionas levaram um par de estalos por ser armarem em espertas. Foi, não foi? Foi. Mas são duas camionas num Ocidente com mais de mil milhões de cidadãos que me provam, nas contas internacionais, a irrelevância do fenômeno. São pa cima de 38 milhões de lesbianas, 2 das quais, comendo no trombil fessureiro. 0.00000526315 %. Não são nada. A javarda diz que ‘Tal como já escrevi por aqui antes, são mais de 70 os países que ainda criminalizam o facto de uma pessoa ser homossexual, lésbica, bissexual, transgénero ou intersexos’. Mas em Portugal, bichas algumas serão ‘diariamente privadas do direito à sua individualidade. Internadas em alas psiquiátricas como se fossem doentes, presas como se fossem criminosas, alvos constantes de bullying psicológico e físico’. Os activistas Portugueses precisaram de atravessar 3 nações e o canal da mancha até encontrarem homofobia.

É esse o problema? O desespero da economia de atenção carecer de eventos semelhantes para accionar suas engrenagens. Repare-se: as fufas são sovadas, os cronistas ganham substracto, os jornais granjeiam partilhas, os activistas tempo de antena, os dirigentes políticos agremiam causas e bandeiras que lhes trazem votos e empregos. A homofobia é um filão económico; Sem ela resta-nos a bola. Fosse eu um maluquinho das conspirações, quase podia imaginar que nalgum momento, nalgum ponto do Ocidente, a cada três meses, alguém se organiza para manietar uma demonstração homofóbica, colocá-la na cadeia de valor, extrair regalias. Até porque as mais beneficiadas são mesmo as lambisgoias que recebem brownie points  por alguém com quem nunca falaram, num país onde nunca estiveram, foi vitimado – e a vitimização partilha-se – mas não aceitam serem cobradas ou culpabilizadas pela chacina cometida no Brasil por duas fufas.

Podemos compartilhar solidariedade por todas as fufas do mundo se duas fufas forem agredidas; Não podemos compartilhar responsabilidade por todas as fufas do mundo se Kacyla Damasceno Pessão e Rosana da Silva Candido esquartejarem, mutilarem e assassinarem o filho da segunda com apenas nove anos, que ambas detestavam, por ser homem. Mas a masculinidade é um privilégio.

Pelo contrário, ‘são milhões de pessoas mundo fora que não podem viver livremente o romance, o erotismo, a sexualidade, o desejo, o casamento, o namoro, a partilha, o amor. Milhões de pessoas que são discriminadas, repudiadas e violentadas na sua verdade. Pessoas que têm de fingir ser quem não são para se adaptarem àquilo que dezenas de sociedades mundo fora exigem e esperam que elas sejam, independentemente do sofrimento que isso lhes cause’. Chamam-se InCels

A nós, que não violentávamos, que ficávamos de fora sobre a discussão torneante ao befe alheio, era-nos dado o papel de observadores. Hoje o papel é compulsivo. A cronista que se julga ilegítima para comentar a vivência dos freaks, proibirá num próximo acto, os políticos abastados de se ocuparem da vida dos pobres. É o regresso do Gōngnóngbīng xuéyuán, promovido por uma senhora quem sob o auspicio do Maoísmo, estaria num hospicio com dúzias de chinos, furando-lhe os entrefolhos. Mas o que se segue, comportamentos de mulheres que não podem ser apreciados por homens? Lides de pretos que não podem ser comentados por brancos? Quem é que os tira da selva, e lhes dá de comer? E porque é que a senhora, que não é homem e não é eu, pode escrever nos jornais sobre o que eu posso e não fazer?

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Talvez os beijos de Paula não sejam questiuncula até porque aquela boquinha tem bicho. Os meus são, o primórdio dum processo de assédio que me destrói a vida sem qualquer remédio. Ou o primórdio da violência, num bar de lésbicas em 2009, quando fui agredido precisamente por beijar a minha namorada. Só que o expresso não me deu cobertura. Nem o expresso nem ninguém –  Ninguém quis saber de mim

Uma curta pesquisa levou-me a compreender que a homossexualidade não existe fora dos dias modernos. Isto é, as pessoas fornicavam, mas a sua preferência pessoal não era um elemento identificador. Por isso, não podia existir discriminação. A que existe está confinada a países de bárbaros aos quais o ocidente devia estar hermeticamente cerrado. A bem, antes de mais, dos larilas. A verdadeira inimiga dos larilas é esta puta que os quer trazer para cá.

Ataque

Esta vaca alucinada promove e aplaude a minha discriminação. Quando tentei manifestar-me pelos meus direitos ela esteve entre os que nos quiseram prender e calar. Quando os Americanos que subscrevem a minha luta – os organizadores da inócua Super Happy Fun America – se mobilizaram, as autoridades em Boston boicotaram-nas e a vaca bateu palmas. Putéfia. Não há razões pedagógicas pelas quais se negue o direito de associação e manifestação a um segmento populacional, com necessidades, contendas e direitos civis.

Adiante, a quenga assume que é heterossexual – uma novidade, ou não fosse o seu alardeado ‘feminismo’ não ser mais do que uma desculpa para a intolerância betófobica que temos denunciado  – para recordar que não são todos os heterossexuais quem deve ser calado, mas sim ‘principalmente as que são brancas e do sexo masculino’. Sou eu. É a mim que a Paula quer excomungar.

No passado, pedi cordialmente que alguém molestasse a Maria Pessoa. O Patriarca, pediu à vacoila que fosse para o caralho. Eu lamento que ninguém lhe leve um braço, um órgão vital, uma visita à ala de estupradores da prisão da carregueira, só com bilhete de ida. A megera precisa de aprender uma lição.

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E não teremos direito de resposta formal, no seu jornal, com dados e informação que nos permitam ripostar e conquistar o espaço político e mediático de que esta gentalha usufrui. Seríamos linchados. Temos carreiras e famílias e tudo ficaria em risco porque nos opusemos ao status quo. Porque, tal como os organizadores da marcha, constatámos que somos a minoria oprimida. E que essa opressão é institucional: acontece nos jornais de referência, é promovida pela autarquia de Boston, é instigada pelas redes sociais e suportada pelos governos Ocidentais. Restam-nos os blogs, os corredores subversivos do activismo online onde nunca deixaremos de dizer o que pensamos.

Aquilo que toda a gente pensa sobre a violência doméstica mas ninguém tem coragem para assumir

“Nem todas as mulheres gostam de apanhar, apenas as normais” – Nelson Rodrigues

A fotografia acima exibida pertence ao casal noticiado pelo Observador, exibido no vídeo da TVI24 (parcialmente censurado) e também no Correio da Manhã (sem censura). Na caixa de comentários, considerada a localização onde a gravação amadora foi realizada, um leitor assume tratar-se  do “típico subsidiodependente”. Na verdade, o rapaz que tentou asfixiar a mãe de dois dos seus três filhos grávida de 9 meses do 4º por estar embriagado à hora de almoço, é ex-aluno do Colégio Valsassina, corredor de karts, proprietário de um Ferrari desde os 18 anos e filho de um multimilionário com segurança particular quem se diz ter enriquecido a vender cocaína. Mas não é esse o ponto.

Acabada de parir pela 3ª vez em virtude da agressão, a psicóloga clínica do Hospital de Santa Maria já apresentara várias queixas no passado por violência doméstica e maus tratos contra o companheiro com quem vive e que, desde novo, era afamado por afiambrar na cara das múltiplas parceiras que nunca lhe faltaram. Sou o primeiro a declarar que me horroriza a violência e o tratamento a que esta senhora (sim, eu vejo rugas) tem sido sujeita. Acho desumano que alguém seja tratado deste modo, sobretudo ao longo de um período delicado como o da gravidez nas suas fases finais*. É obviamente necessário combater a violência doméstica e apurar e estigmatizar os culpados pela mesma. E de quem é a culpa das várias agressões de que a Drª foi alvo e a podem mesmo vitimar, caso não recupere dos danos que lhe foram infligidos? Obviamente, é dela.

O Sócrates é um conas

Na sua primeira encarnação governativa quando quis ser o Justin Trudeau Europeu, o presidiário nº 44 do estabelecimento prisional de Évora criminalizou a violência doméstica na revisão do código penal que realizou sob a forma da lei 59 de 2007. Inédito, no artigo 152º, o governante determina ” Quem, de modo reiterado ou não, infligir maus tratos físicos ou psíquicos, incluindo castigos corporais, privações da liberdade e ofensas sexuais a) Ao cônjuge ou ex-cônjuge; b) A pessoa de outro ou do mesmo sexo com quem o agente mantenha ou tenha mantido uma relação análoga à dos cônjuges, ainda que sem coabitação;” está metido num molho de brócolos. Desde então, dos dias em que eu podia ter sexo e não genero, a lei foi atualizada para contemplar a “relação de namoro”, uma “pena acessória de proibição de contacto com a vítima (que) deve incluir o afastamento da residência ou do local de trabalho desta e o seu cumprimento deve ser fiscalizado por meios técnicos de controlo à distância” e a difusão “através da Internet ou de outros meios de difusão pública generalizada, dados pessoais, designadamente imagem ou som, relativos à intimidade da vida privada de uma das vítimas sem o seu consentimento”; Transformaram-se ainda os procedimentos para garantir especial “celeridade processual”, outorgar “medidas de protecção à vítima”, aplicar “medidas de coacção urgentes” que incluem não permitir o suspeito de “permanecer na residência onde o crime tenha sido cometido ou onde habite a vítima” e registo em “Base de dados da violência doméstica

O Código de Processo Penal recomenda inclusive ao Ministério Público que promova  a nível de Distrito Judicial, DIAP, círculo judicial ou comarca, o desenvolvimento de parcerias, formas de articulação e canais de comunicação (…) com a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, (…) e as instituições de solidariedade social cuja atividade incida sobre agressores ou vítimas ou sobre qualquer vertente relevante para a compreensão e intervenção nas situações de violência doméstica, tendo em vista o apoio à definição e à execução das injunções e regras de conduta. Nas fichas entregues às forças de segurança, encontramos questões mui imparciais como “Acredita que o ofensor a seja capaz de matar ou mandar matar (está convictA – homens não podem ser vítimas – de que ele seja mesmo capaz?) ou “A Vítima está grávida ou teve um bebé nos últimos 18 meses“.

Dois anos depois,fez-se aprovar a lei 112/2009 que cria a «Rede nacional de apoio às vítimas de violência doméstica» e aplica “medidas de coacção urgentes”, no prazo de 48 horas, expulsando nomeadamente os “agressores” das suas próprias residências e impedindo-os de “contactar com a vítima, com determinadas pessoas ou frequentar certos lugares ou certos meios”, “mesmo nos casos em que a vítima tenha abandonado a residência”. À vítima, a lei presta “Apoio Financeiro”, força a “Cooperação das entidades empregadoras”, para efeitos de transferência, “suspensão do contracto de trabalho” ou justificação de faltas; Ao “apoio ao arrendamento”, “atribuição de fogo social”, “Rendimento Social de Inserção”, “Abono de família”, “Tratamento clínico”, “Isenção de taxas moderadoras”, “assegurada prioridade no acesso às ofertas de emprego, à integração em programas de formação profissional ou em qualquer outra medida ativa de emprego”, ” prioridade no atendimento nos centros de emprego e centros de emprego e formação profissional do Instituto do Emprego e Formação Profissional, I. P. (IEFP, I. P.,)” e gratuitidade de tudo isto. Além de uma infinidade de estruturas apoio todas pagas pelo Zé povinho, o documento também cria os CIGanos**

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O Patriarca é um génio

Paralela aos trabalhos legislativos, a magistratura – liderada por uma especialista nestas merdas – coordenou-se para auto-atribuir, a alguns magistrados, a especialização na temática. Movida pela convenção de Istambul, congregação de juristas dedicada às temáticas da “Violência Doméstica, maus-tratos e contra a autodeterminação sexual” num país onde há algumas semanas as autoridades desmembraram um jornalista, a PGR “impõe que na investigação de tais ilícitos, o ministério público adopte na sua estrutura organizativa por forma a responder adequada e cabalmente às aludidas exigências”. Assim, contrariando o estipulado pelas normas judiciais em qualquer país civilizado no mundo, ao invés de sorteados, “os inquéritos referentes aos fenómenos criminais de violência doméstica, maus-tratos e/ou contra a autodeterminação sexual devem ser atribuídos a secções especializadas ou a magistrados específicos”.

Entretanto o crime evoluiu para Violência de Género, um termo onde a única palavra que existe no mundo real é a conjunção. Tem um observatório e um centro de Estudos na FCSH. Mas ignora duas informações tremendamente importantes sobre esta tipologia criminosa: mais de um terço se resume a maus tratos psíquicos*** (seja isso o que quer que seja) e  que a violência relacional é estatisticamente muito mais prevalente (alcançando os 26 %) na comunidade homossexual. Ou seja, quando a sua modalidade relacional foi liberada, na verdade, permitimos que um quarto da comunidade fosse violentada por membros da própria comunidade, nomeadamente através do Outing que pode ter como objectivo garantir o despedimento ou a remoção da custódia parental. Se tudo isto não bastasse, face a mais de 30 abrigos em todo o país para acolher mulheres, existe apenas um para acolher homens.

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As condições podiam ser melhores

Um crime que não existe

Agrada-me viver num país seguro onde as estatísticas criminais são francamente reduzidas (porque ainda não começamos a importar criminosos). O Estudo Avaliativo sobre o Grau de Satisfação de Utentes da Rede Nacional de Apoio a Vítimas de Violência Doméstica é uma irrelevância estatística, com 1.4 queixas a cada mil pessoas em seis meses no distrito mais problemático (Lisboa). Piora se pensarmos que as queixas podem ter a mesma protagonista tal como a jovem do texto (que se queixa várias vezes) , ou que algumas destas queixas podem ter na sua origem (segundo relatam os sociólogos do ISCTE) “o sentir medo pela sua vida e segurança pessoal” – a percepção,  feeling, aquilo que alimenta as capas de revistas cor-de-rosa e tem muito pouca substância.

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Continuamos consigo Excelentíssimo Senhor Professor

Mas desde que estas leis foram aprovadas, o país tornou-se mais perigoso. Para mim. Ou para um ciclista nos quarentas com quem travei amizade recente e que me contara como num dos seus treinos, na margem sul, se cruzara com uma ex-namorada a quem dera um soft next cordial por estar farto dela. A miúda estava acompanhada pela procuradora distrital de Setúbal de quem é amiga. Nenhuma das mulheres lhe falou e um par de quilómetros adiante foi detido pela GNR, sob o pretexto da violência doméstica. Resultado: multa, cadastro, e a proibição de continuar a realizar os seus treinos naquele circuito.

Uma lei que menoriza as mulheres

Os crimes de agressão, ameaça ou injúria são crimes privados. Significa que se eu bater nalguém, intimido alguém ou insulto, posso ser posto em tribunal se a vítima apresentar uma queixa, nomear um advogado e me colocar um processo. Enquadrados sob a bitola da Violência Doméstica, estes crimes cometidos contra uma entidade tipidificada (é mulher) passam a ser julgados pelo ministério público, sem que as agredidas (ameaçadas, injuriadas) se constituam noutro papel que não o de assistente. São observadoras passivas num processo que é montado não no sentido de fazer prevalecer a justiça, mas para agredir o agressor.

Não lhes é dada qualquer escolha sobre um processo que gira em seu torno. Não lhe dão inicio nem lhes é permitido terminar. A sua vontade, numa matéria desenhada por feministas radicais, é radicalmente ignorada. Aos olhos da justiça, mesmo num contexto factual, as mulheres, vítimas, o seu depoimento e intenção, são um pequeno pormenor face à prioridade de inculpar os homens com tanta agressividade quanto possível. Não têm voto na matéria.

Já sei que estas agressões, apreciadas à luz do crime privado, jamais seriam julgadas. A justiça jamais interviria no caso de um furto sem denuncia, ou de um dano patrimonial sem reporte. E então? Mais: Dizem os “especialistas” que as mulheres como a agredida não se emancipam por causa do wage gap. Mas o wage gap é a última das mentiras usadas para justificar o injustificável. Alvos de violência doméstica e de violação matrimonial mulheres sem educação nem autonomia financeira sujeitavam-se aos maus tratos onde a alternativa era a miséria. O mundo mudou e evoluiu. Há mais mulheres no Ensino Superior do que homens, há mais mulheres jovens no mercado laboral e a ganhar mais (Ben Shapiro e Milo têm-no demonstrado, googlem). Aqui, temos uma mulher formada numa das melhores escolas do país, a trabalhar no melhor hospital do país, com mais formação académica e meios de fortuna pessoal do que o conjugue. Porque é que leva na cara****? Porque quer.

É do entender público que a mão do estado existe para fazer cumprir a vontade dos cidadãos. E a das cidadãs?

Nem todos os homens batem em mulheres, só os anormais

Nunca conheci um homem agressivo, com propensão para agredir mulheres mas carente de mulheres a quem agredir. Conheço todavia centenas de homens, preenchidos por desejos sexuais e demasiado solitários para encontrar quem os satisfaça. Como qualquer pessoa civilizada, respeito o desejo sexual alheio e repúdio o desejo de violência. As mulheres que se recusam a dormir com rapazes pacatos mas aceitam ser violentadas por homens agressivos, não são responsáveis pela sua situação? Não são elas cúmplices da fenomenologia estrutural da violência doméstica?

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Se o Luís tivesse sido rejeitado e deixado pela primeira mulher a quem levantou a mão, teria cambiado o seu comportamento. Assim não foi. Essa primeira mulher – e as muitas (muitas) que se seguiram – também são responsáveis pela situação reportada. E a inevitável atracção por este tipo de homens tem de ser responsabilizada, como as mulheres que regressam inevitavelmente para os seus agressores, têm de ser responsabilizadas pelas suas escolhas – Não só pela escolha de permanecer sob maus tratos, mas como de optar por um tratante em vez de um tipo educado e amável. Lamentando profundamente a ocorrência, não deixo de denotar o ímpeto karmico na entrada desta rapariga no Hospital de Vila Franca, de placenta deslocada, depois de passar uma vida a ignorar qualquer um dos meus amigos virgens que nunca a trataria assim. Não tenho pena nenhuma.

Uma megera psiquiatra estrebuchou numa discussão comigo, que estas vítimas desenvolvem Síndrome de Estocolmo e se tornam clinicamente inimputáveis; O termo, cunhado por Jan Erik Olsson, foi estabelecido no assalto ao banco de  Norrmalmstorg Square onde quatro raptados fizeram a defesa cerrada dos raptores. Dos quatro, 3 (Birgitta Lundblad, Elisabeth Oldgren, Kristin Ehnmark) eram mulheres e todos os quatro exemplos de casos famosos que a wikipedia escolhe para exemplificar o fenomeno (Colleen Stan, Patty Hearst, Natascha Kampusch e Mary McElroy) também. A última cometeu suicídio acreditando que “Os meus quatro raptores são provavelmente as únicas pessoas que não me consideram uma tola”.

Podem-me falar que os InCels albergam ambas as situações: São carentes e violentos. Mas a sua violência parte da carência e não da abundância em que o Luís sempre viveu. É difícil, no entanto, determinar se a abundância do Luís lhe permitiu ser violento ou se o seu perfil violento lhe trouxe muitas mulheres. São discussões complexas e cheias de risco. O que sei é que podendo o rapaz pagar fianças, quedando-se em liberdade, acontecerá como nos raps que ouvíamos na adolescência, quando nos conhecemos.

É uma nasty bitch

Mas comigo não faz batota

Diz que me vai abandonar

Mas eu sei que ela volta

 

 

 

* Se a gravidez estivesse no inicio e a mulher abortasse espontaneamente por causa da agressão, podemos considerá-lo de facto um criminoso e não um clínico homeopata ao serviço do SNS?

** Existem ainda os artigos 77º a 80 º que são, no mínimo, assustadores

*** Há mais queixas por “Violação da obrigação de alimentos” do que por “Assédio”

**** Tecnicamente levou na barriga, mas vocês perceberam

 

Correio do Leitor: Falsos Moralistas e Falsas Puritanas

Pese embora* o que afirmam betas cavaleiros brancos como o nosso provador de buttplugs de serviço, o betacoresoul, a Red Pill é um tema de interesse também para as senhoras.

Prova disso, um recente e-mail recebido pel’O Patriarca. A leitora não será identificada porque não fez nenhum pedido nesse sentido. O Patriarca terá todo o gosto em fazê-lo se ela assim o desejar.

Olá Patriarca

Este blog chamou-me atenção o texto sobre a Paula Cosme, vai par o caralho.
Parabéns! Pois, como mulher, não poderia concordar mais.

Esta sociedade está repleta por demais de falsos moralistas e meninas de bem, falsas puritanas…que na vida pessoal deles por terem tido vivências que as marcam psicologicamente, “cospem” barbaridades na via pública. Que se resolvam primeiro, a a ganhar amor próprio e segundo a se curarem e depois, sim, falem se quiserem…

Vou seguir o seu blog e ler o que há para trás.

Concordo em absoluto com isto: “O Patriarca considera o feminismo o maior flagelo que assola a sociedade actual, é importante realçar que não há nada de pejorativo neste prémio.”

Já agora, leu o último artigo da criatura, dessa Paula? Sobre os beijos dos avós? Vem no expresso.
https://expresso.sapo.pt/blogues/bloguet_lifestyle/Avidadesaltosaltos/2018-10-17-O-beijo-na-avozinha-e-o-esgoto-da-hipocrisia-da-nossa-sociedade

Com os melhores cumprimentos,

[A Leitora]

Cara leitora, é um prazer receber estas suas palavras.

O Patriarca já terá passado os olhos por esse artigo, não vai agora confirmar porque acabou de almoçar e seria bastante inconveniente sujar o chão da sala.

Resta-lhe pedir que se reproduza abundantemente, se ainda não o fez. O mundo precisa de crianças educadas por pessoas que rejeitem veementemente as demências que megeras como esta querem impor.

E já agora, passe a palavra sobre o nosso blog.

Com os melhores cumprimentos,

O Patriarca


*Mentira, o que estes merdas dizem não pesa nada

 


LINKS GUARDADOS

https://web.archive.org/web/20181123155316/https://expresso.sapo.pt/blogues/bloguet_lifestyle/Avidadesaltosaltos/2018-10-17-O-beijo-na-avozinha-e-o-esgoto-da-hipocrisia-da-nossa-sociedade

Chauvinista do Mês #7 – Carlos Ramos

Nota prévia: relembrando que O Patriarca considera o feminismo o maior flagelo que assola a sociedade actual, é importante realçar que não há nada de pejorativo neste prémio. O Chauvinista do Mês é um galardão de honra que O Patriarca (e outros membros da Távola que assim o entendam) atribui a quem vê a realidade em geral, os choques culturais e as dinâmicas intersexuais tal como elas são, e tem os tomates de ferro necessários para, por palavras ou acções, apregoá-lo em público.

Estava a faltar, não era?

Tinha que ser um tuga com túberos de aço para fazer frente a uma das maiores estrelas do ténis, ainda por cima pertencente a dois grupos “oprimidos” (ou seja, protegidos) – gaja e preta.

Como é óbvio, foi atacado por todo o tipo de degenerados por algo tão obsceno como cumprir o seu dever. O que é que ele tem a dizer sobre isso?

“Estou apenas focado nesta eliminatória e em trabalhar de novo. É apenas isso que posso dizer”

Não há desculpas, não há sequer a mínima valorização do assunto. O homem faz o seu trabalho e segue em frente. “Como se atreve a tratar assim uma mulher?” Fala para a mão. O mundo precisa é de homens destes.

 


Vencedores anteriores:

Chauvinista do mês #6 – Paulo Almeida

(Alegado) Chauvinista do Mês #5 – Jorge de Sá Gouveia

Chauvinista do Mês #4 – O segurança anónimo do Algarve

Chauvinista do Mês #3: António Gentil Martins [Extra!]

Chauvinista do Mês #2: Luís Aguiar-Conraria

Chauvinista do Mês #1: Prof. Dr. José Luís Pio Abreu


Links guardados:

https://web.archive.org/web/20181014124756/https://www.record.pt/modalidades/tenis/us-open/detalhe/carlos-ramos-quebra-silencio-apos-polemica-com-serena-williams