Estamos sob ataque

Três continentes. Cinco países. Pela Europa fora, nos USA e também no Sudoeste Asiático. Num prédio construído durante a guerra fria, perdido nas imediações dos montes Urais. Os sinais de alarme regressaram: tinha o meu facebook bloqueado e o mesmo acontecia com os meus amigos.

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Fizeram queixa de um post. Depois de outro e de um terceiro. As 24 horas ameaçavam um bloqueio de três dias a pessoas que, perdidos nos confins da terra, precisam destes instrumentos para comunicar e se orientarem.

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Ao autor material do post, ainda perguntaram se ele se arrependia ou se aceitava apagar, ou se queria justificar porque razão as suas palavras não deveriam ser listadas como ofensivas

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E tudo porque este filha da puta ditatorial não gosta que chamemos os bois e as vacas pelos nomes

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Não admito nenhum constrangimento do meu discurso. Não aceito condicionamentos linguísticos. Não admito censura. Não me tirarão a liberdade de expressão. Puta que os pariu a todos. Não me calam.

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A dívida pública é um logro, o feminismo é cancro e as pessoas transgénicas não existem: é uma doença mental

Bloqueiem isto, paneleiros

Touros, girafas e PANeleiros

O Patriarca não é particularmente fã de touradas, mas respeita enormemente os volumosos testículos daqueles que fazem hobby ou profissão da actividade de se confrontar fisicamente com um animal feroz de 600kgs.

No entanto, todas as actividades eminentemente masculinas, principalmente aquelas que estão mais em contacto com o nosso lado mais primitivo e selvagem, levam a esquerda aos arames.

Assim, a tauromaquia está mais uma vez debaixo de fogo, desta vez sob a liderança do PAN (as sapatonas e os comunas estão ocupadas a tentar desgovernar o país), o que não é de estranhar.

A esquerda (a actual, pelo menos) vive da negação da realidade e do mito da tabula rasa, pelo que uma arte que não se compadece com teorias igualitárias e em que um erro de casting pode acabar com uma cornada no bucho põe um importante problema. Não vemos, por exemplo, nenhuma campanha contra a gritante desigualdade de género nas lides. Isto apesar de haver apenas 2 mulheres em Portugal com alternativa de cavaleiras, não haver mulheres a fazer toureio a pé*,  e a palavra “forcado” não ter equivalente feminino. Não admira. A festa brava não acontece em confortáveis gabinetes com ar condicionado. O que é que vão fazer? Obrigar por decreto as mulheres a fazer fila para entrarem numa arena e enfrentar um bicho enraivecido de meia tonelada? Exigir que os pais metam as suas princesas em escolas de toureio enquanto os rapazes brincam com bonecas?

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Um só forcado tem mais testosterona que todo o eleitorado do BE e do PAN junto.

Portanto só resta uma opção para combater a dissonância cognitiva: tentar proibir as touradas.

O resultado foi o óbvio e esperado chumbo, mas o sucesso não é o objectivo destes arruaceiros. Pretendem simplesmente agitar as hostes de imbecis como os que frequentam os acampamentos do BE para facilitar a insidiosa disseminação da doença mental de que padecem.

Coincidência ou não, na véspera da dissertação de Ribeiro e Castro sobre a Disneylei, surgiu o desenterrar de uma polémica com um ano. Mais uma actividade tipicamente masculina, a caça, desta vez com o plot twist de uma mulher a ser publicamente crucificada por a praticar. O que é que tínhamos dito aqui sobre a misoginia?

O facto de a caça, quando devidamente organizada, ser um adjuvante importante aos esforços de conservação ambiental, é algo que passa ao lado da manada do politicamente correcto. Que a girafa caçada fosse velha, fora da idade reprodutora, e andasse a matar girafas mais jovens** e a impedi-las de se reproduzir, é de uma ironia deliciosa.

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Deve ser feminista

A masculinidade é um alvo a abater. E O Patriarca, que já andava há vários anos com curiosidade em ir ver uma tourada, decidiu finalmente juntar esse agradável ao útil de refutar o disparatado argumento da falta de público (vamos acabar, para além dos PANeleiros, com o futebol distrital?).

A experiência foi no mínimo interessante. Imagine-se ir ver um jogo de futebol sem conhecer as regras. Aliás, se algum aficionado e/ou organizador ler isto, teria algum interesse distribuir no início do espectáculo um panfleto com uma breve explicação de algumas regras e tradições, quiçá uma ajuda importante para uma actividade que se quer defender dos ataques constantes e talvez até expandir-se.

O que é notório e que não transparece tanto na televisão é a proximidade entre a excelência e a catástrofe. É perfeitamente evidente a mestria na afinada coordenação entre o homem e o cavalo, e como uma hesitação pode acabar em atropelamento pela besta.

Por outro lado, o matador a pé enche a arena com uma imponência fascinante para quem gosta de estudar linguagem corporal. A compostura com que se mantém por longos períodos de tempo a escassos centímetros do touro é impressionante. E a fanfarronice que transparece deve fazer parte do arsenal de qualquer homem.

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Muito refrescante também a quantidade de crianças e jovens presentes e fascinados com o espectáculo, a contrastar com a bafienta imagem que os marxistas insistem em colar à tauromaquia. Bem como a educação e respeito pelas normas sociais.

O Patriarca não pode dizer que tenha ficado fã – a experiência foi demasiado breve e o desconhecimento dos rituais associados cria um certo alheamento – mas certamente não foi aborrecido e poderá ser para repetir. Há pontos de interesse claros. Aconselha os leitores d’A Távola Redonda a descobrir por si mesmos.


*A entrevistada queixa-se de misoginia, mas qualquer pessoa (homem ou mulher) que queira afirmar-se num meio competitivo enfrenta pressões semelhantes. A diferença é que os fortes aguentam. O filme Eu, Tonya, é um retrato interessante disso.

**O Observador continua com a mania irritante de traduzir à letra artigos do inglês sem se dar conta que bulls neste caso não são touros mas sim girafas macho.

Acampamento Liberdade

É com grande regozijo que O Patriarca vai vendo surgir aqui e ali denúncias do marxismo descarado do Bloco de Esquerda em meios de comunicação de primeira linha.

A agremiação das Sapatonas promove anualmente um comício de endoutrinação marxista acampamento, cujo programa este ano é o seguinte:

Acampamento Sapatonas

Tinha guardada esta imagem para mais próxima da data, mas o artigo publicado por José Manuel Fernandes no Observador este fim de semana é um excelente mote pelo que aqui vai uma tradução do programa, não vá alguém pensar meter lá os filhos pensando que “é só um acampamento, que mal tem?”

Acampamento marxista

Dois Dias

Compreendo os críticos de Marx e Fukuyama, relutantes a realizar uma leitura científica, determinística e exclusiva do curso da história; Não compreendo os que estão obstinados a ignorá-la, recusando-se a aprender com ela.

No meu último texto questionei-me se seria apenas uma questão de tempo até, um dia, algum InCel voltar a matar. Na verdade, foram dois dias: em Santa Fe, Novo México, Dimitrios Pagourtzis assassinou a tiro 8 colegas e dois professores. Diz que mataria todos aqueles de quem não gostava porque o tratavam mal, excomungavam-no e agrediam-no diariamente. O assassino tinha ascendência Ocidental/Europeia, era homem e heterossexual. E – apesar de ser aluno de straight A’s, frequentar a Igreja, emprestar dinheiro aos amigos, praticar desporto, não possuir registo criminal, não beber álcool nem consumir drogas, o pacato Pagourtzis era vitima de bullying. Abaixo deixo as fotos mais emblemáticas dos seus Bullies americanos.

Bully anglosaxónico – Garcia, tem um nome tipicamente britânico
Bully Norteamericana – Angelique Ramirez
Bully fuzilada – Foi furada quatro vezes na boca, muito antes dos disparos
Bully caucasiano
lol
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Bully SoyBoy
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Bully Fufa
Bully quenga – filha de Sara Rodriguez

Há falta de controlo de armas  na região dos assassinatos? Claro. E de controlo de emigração? As armas estão omnipresentes. Os autóctones ausentes. A segunda emenda da constituição é tão responsável como a Naturalization Act. E é inacreditável que estes miúdos se instalem em país alheio para infernizarem a vida dos locais.

Perdoem-me a comoção em torno de um assassino. Em minha defesa: não sou o único! no grupo Dimitrios Pagourtiz Pesquisa e Discussão a mensagem central repetida pelos utilizadores é Rise Up Against the Bullies.

Como sempre, opomos-nos todos a qualquer tipo de violência e repudiamos o comportamento do jovem assassino. Mas enquanto escrevia estas palavras, percebi como o meu cérebro fora sequestrado para tomar indefinidamente o partido das vítimas vingativas que derrubam carrascos. Terão sido os  Pearl Jam (Clearly I remember/ Pickin’ on the boy Seemed a harmless little fuck/But we unleashed the lion/Gnashed his teeth and bit the recessed lady’s breast/How could I forget/And he hit me with a surprise left/ My jaw left hurting/ Dropped wide open(…)King Jeremy rulled his world) a fazê-lo? Terão sido os Linkin Park (Forfeit the game, before somebody takes you out of the frame/Put your name to shame, cover up your face/You can’t run the race, the pace is too fast, you just won’t last)? Terão sido oitocentos filmes de adolescentes que formataram mais os meus valores do que qualquer professor na escola? Claro que não. Foi a Bíblia.

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Munido de uma arma de médio alcance, acertando na cabeça do guerreiro filisteu com um projéctil, David o Belenense é um dos protagonistas do Livro de Samuel no Velho testamento; Seria coroado Rei de Israel e é tido como antepassado terreno de Nosso Senhor Jesus Cristo

Quase todos os comentadores declararam que este era um caso diferente dos outros. Porquê? Pela selectividade de um rapaz que em vez de matar todos quantos visse, poupou “os miúdos que eram bons miúdos“? Porque se quis suicidar e não conseguiu? Um pouco de tudo. Ah e porque a motivação central do homicídio em massa foi uma gaja.

 

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A motivação central do homicídio em massa terá sido a filha de Sara Rodriguez

Num “comunicado” publicado no facebook, a mãe de Shana Fisher terá escrito que “a filha foi intencionalmente visada por recusar os avanços do homicida ao longo de quatro meses” e que “na semana antes do atentado o enfrentou e humilhou publicamente”. Inexplicavelmente, o advogado de Pagourtzis prefere contrapor que essa rejeição nunca aconteceu porque, para Nicholas Poehl, a possibilidade de Pagourtzis ser indesejável torna os seus actos mais condenáveis. Para Sara Rodriguez, a melhor forma de honrar e elevar o nome da filha assassinada, é apresentá-la ao mundo como a adolescente que deu barra ao homicida. É um feito!

Lembro-me quando Fernanda Câncio escreveu “A prostituição é uma subversão das regras: as mulheres passam de presas a predadoras;  Não são passivas, são elas que escolhem fazer aquilo e ser sexualmente ativas, e isso contraria todo o estereótipo da mulher enquanto vítima, passiva, submissa, à mercê dos homens. (…) Aquilo que observei no meu trabalho de campo é que o poder do cliente existe até que ele escolhe a mulher. A partir desse momento, naquela relação, o poder está todo do lado da trabalhadora ou trabalhador sexual: é ela ou ele que dita as regras, diz o que faz, como faz, e por que dinheiro faz, que tipo de práticas, com ou sem preservativo. Se uma mulher não quiser fazer sexo anal”. Este é o poder da mulher: Dizer que não. E levar um tiro.

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O atentado de Santa Fe é o 22º ocorrido nos Estados Unidos durante este ano. Todos eles foram cometidos por rapazes humilhados. Em vez de encará-lo como um problema, apoiar estes miúdos, muitas das análises que encontrei reforçam a necessidade de os rebaixar, perseguindo-os desde o berço para garantir a sua submissão.  Até houve quem escrevesse que a misoginia mata, que é uma tomada do poder pelo patriarcado, que a culpa é de Trump, que é a masculinidade tóxica que incentiva estes homicídios ao persuadir os rapazes a competirem uns com os outros pelo maior número de parceiras sexuais quando na verdade a maior parte apenas se quer sentir integrado, ter companhia, ternura, ser amado.

Não compreendo uma cultura onde a emasculação, a rejeição e o bullying são celebrados como a mãe Rodriguez o faz, mesmo quando produz estes resultados. Lamento constatá-lo, do fundo do coração. Mas de facto, se ao menos Shana Fisher tivesse dito que sim, dez (onze) jovens vidas teriam sido salvas. Querem continuar a troçar do rapaz? Uma ideologia deixa de ser alvo de troça quando apresenta uma contagem de mortos

 

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Se Shana Fisher tivesse dito que sim, a vida de onze pessoas teria sido salva

Mas o que pode o mundo, o estado, o POTUS, fazer para evitar novos massacres como o de Santa Fe? Promover uma atmosfera cultural onde a rejeição se torne um ónus feminino? Conduzir os Pagourtzis desta vida para dentro dos lençóis e solucionar as suas frustrações? Terão Dimitrios, Alek e Eliot o direito a ter relações sexuais e, com esse direito injustamente negado, o mesmo deve ser reposto? Sim.

Os Direitos de Dimitrios

Não deve ter sido com a intenção de apoiar um miúdo heteró que a 17 de Junho de 2011 o concelho das Nações Unidas para os Direitos Humanos determinou como Direito Universal, o Direito à Sexualidade. Outros documentos legais já tinham sido redigidos por grupos da UN: A carta dos princípios de Yogyakarta (Toda a gente tem direito à integridade física e mental, autonomia e autodeterminação independente da sua orientação sexual (…) tomando medidas que combatam o estigma, a discriminação e os estereótipos baseados no sexo (…) combatendo o uso desses estereótipos, bem como as perspectivas casamenteiras ou outras racionalizações religiosas, sociais e culturais para justificar modificações às características sexuais), a carta Universal dos Direitos do Homem (Homens e Mulheres de idade adulta, sem limitação devida à raça, à nacionalidade ou à religião, têm o direito de casar e formar família. Têm os mesmos direitos durante o matrimónio), o Pacto Internacional sobre os Direitos Económicos, Sociais e Culturais (Direito à vida famíliar), o Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos (O Direito do Homem de idade casamenteira a casar e encontrar família deve ser reconhecido), a Proclamação de Teerão (Os Pais têm o Direito básico humano a determinar livre e responsavelmente o número e o espaçamento dos seus filhos).

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Conhece os teus direitos

Uma formação em legislação internacional, explicaria às queixosas que os InCels têm direito (de acordo com a Associação Mundial para a Saúde Sexual e desde 1999) “Ao mais elevado atingível padrão de saúde, incluindo de saúde sexual; com a possibilidade de experiências prazenteiras, satisfatórias e seguras”. Têm o direito (de acordo com a Comissão Internacional de Juristas e desde 2006) “À capacidade de profunda atracção emocional, afectiva e sexual, ao estabelecimento de relações íntimas com indivíduos de um género diferente”. Têm direitos.

Num painel de debate sobre a lei Cristas, ouvi em tempos que o despacho contrapunha dois direitos constitucionalmente salvaguardados: O direito à habitação e o direito à propriedade. Quando encontramos alguém que rouba de um supermercado para se alimentar, vemos contrapostos dois direitos constitucionalmente salvaguardados: O direito à propriedade e o direito à subsistência. Mas porque nos solidarizamos com o inquilino faltoso que não quer dormir na rua, com o mendicante larápio que não quer morrer à fome, mas não com os abusadores sexuais?

Se o sexo pode ser uma experiência bela e alegre partilhada, uma expressão de compaixão e Amor altruístico feito objecto de canções e lendas porquê vedá-lo a tantos homens necessitados; E se não passa de um divertimento inconsequente, porque não cedê-lo levianamente?

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Huckeberry Finn, o protagonista dos contos de Mark Twain, frequentemente furta para comer mas o leitor é convocado a solidarizar-se com ele e não com os merceiros desfalcados

Feminismo 

Em torno dos InCels não existe misoginia, existe misandria selectiva (hipergamia). Mas os InCels odeiam o feminismo mesmo que muitos tenham sido feministas. Porque eles mudaram ou porque o feminismo mudou?  O nosso Lynce já o explicou e creio que a mais desgraçada comunidade InCel concordaria com ele. Quando o feminismo pedia direitos eleitorais iguais, os homens apoiavam-no: a democracia devia incluir a participação de todos por igual. Quando o feminismo solicitava direitos laborais iguais, os homens subscreviam-nos: a sociedade devia remunerar o trabalho de todos por igual.

Mas a luta da terceira vaga é contraditória. O feminismo agora exige direitos culturais iguais, os homens entreolham-se: a sociedade devia aceitar o comportamento de todos por igual, mas podem esses comportamentos tornarem-se mais igualitários? Muitos homens cessariam com o slut shaming,  com o body shaming e tudo demais, se lhes fosse outorgado um acesso equivalente ao mercado sexual. Não é. Enquanto esse aspecto do relacionamento intersexo não for igual, todos os demais deverão ser diferenciados.

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Enquanto esse aspecto do relacionamento intersexo não for igual, todos os demais deverão ser diferenciados

As demais lutas igualitárias foram resolvidas por meios legais. Despachos e decretos-lei que forçaram os empregadores a adquirir mão-de-obra fêmea, forçaram as comissões eleitorais a receber votos do mulherio. Podemos aqui agir da mesma forma? Ilegalizar a hipergamia feminina como forma de discriminação equivalente ao racismo ou à homofobia. Os InCels buscam essa igualdade que lhes foi extorquida. Da mesma forma como os empresários abastados cedem parte considerável dos seus vencimentos (valor S) em prol da ordem social, as mulheres devem ceder (valor R). Ou a supracitada ordem ficará francamente ameaçada.

Urgência

Em  Soumission Houelebecq prevê uma França distópica com sete (dez?) milhões de muçulmanos organizados e desejando impor uma agenda (sharia, poligamia etc) ao resto do país. País ocupado por uma estrutura societária niilista, fragmentada, dividida e enfadada. O problema não é discutir a justeza das suas reivindicações mas sim como lidar com sete milhões de indivíduos coordenados, dispostos a tudo e objectivamente muito zangados. É neste patamar que se encontra o problema dos InCels. A respeito do Islão, os líderes Franceses já não o escondem –  Têm medo.

Incels are way more about this sort of sentiment than trying to get dates.

É que este critério é muito objectivo. Foi o mesmo que moveu os sindicatos Americanos em 1886. Um ano antes da segunda internacional declarar o dia do trabalhador, os cavaleiros do trabalho (Knights of Labour) paralisaram meio milhão de postos de trabalho reivindicando a redução do horário laboral. Os políticos tiveram de se render às evidências: Se não agissem, se não cedessem, o país parava.

A comunidade InCel já canonizou mais dois santos desde o meu primeiro texto. Os políticos e os agentes de mercado ainda não agiram. Mas cederão. Amanhã, haverá um bully a questionar-se se será boa ideia aterrorizar a vida das suas vítimas. Amanhã, existirá uma rapariga evitando refutar os avanços de outrem. Amanhã, os sentimentos de um rapaz jovem serão poupados. Vidas serão poupadas. Podemos não estar a caminho de um mundo pior.

Terror na Suécia

O leitor “mjv” chama-nos a atenção para um vídeo interessante, sobre o clima de insegurança que se vive na Suécia, cortesia do seu governo feminista-marxista (perdoem a redundância), ainda por cima debaixo de uma lei da rolha.

Mariana Mortagua e Catarina Martins
Pelo menos já temos uma ideia do que nos espera se continuarmos a dar trela a estas putas.

O Patriarca não usou o link do leitor, mas sim o link original da Fox News. O vídeo é essencialmente o mesmo, menos uma breve introdução.


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