Terror na Suécia

O leitor “mjv” chama-nos a atenção para um vídeo interessante, sobre o clima de insegurança que se vive na Suécia, cortesia do seu governo feminista-marxista (perdoem a redundância), ainda por cima debaixo de uma lei da rolha.

Mariana Mortagua e Catarina Martins
Pelo menos já temos uma ideia do que nos espera se continuarmos a dar trela a estas putas.

O Patriarca não usou o link do leitor, mas sim o link original da Fox News. O vídeo é essencialmente o mesmo, menos uma breve introdução.


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Escudo anti-racismo

Nos dias que correm do culto das virgens ofendidas, alguma acusação vai chegar.

O que a maioria das pessoas ainda não percebeu – o Trump sim, e cavalgou isso até à presidência – é que pedir desculpa não é a solução.

Um pedido de desculpas, que numa sociedade mais civilizada seria a resposta honrada, no mundo degenerado de hoje é um sinal de fraqueza, o sangue na água que chama as piranhas para a festa.

“A Princesa Michael está muito triste e angustiada por ter causado qualquer ofensa”, disse um porta-voz. Apesar de muitos defenderem o alfinete como sendo uma peça extraordinária, a princesa pediu desculpas por tê-lo utilizado.

Há 3 respostas correctas, por ordem crescente de potência (embora possa mudar contextualmente):

  • ignorar
  • admitir um erro e mudar de assunto – por exemplo, “Sim, podia ter escolhido melhor a jóia. Mas o escrutínio das figuras públicas está completamente descontrolado, foi assim que mataram a princesa Diana”
  • concordar e amplificar
alfinete racista
“Da próxima vez, usarei um broche realmente ofensivo e racista”

Este post tem extrema relevância no campo da sedução.


P.S. É inteiramente possível que o pin seja uma mensagem intencional para Meghan Markle. Mesmo assim, a resposta correcta mantém-se. E pode orgulhosamente acrescentar “Chauvinista do Mês” aos títulos.


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O socialismo é uma praga

E é bem fácil de vê-lo em pequenas coisas como esta.

Tu tens uma loja. Para teres coisas para vender, tens de as pagar aos fornecedores. O governo anuncia que vai financiar aos clientes a coisa que tu vendes. Tu dás de graça, e supostamente o governo paga-te. Mas 3 meses depois ainda não pagou, e não sabes quando vai pagar.

Repôr stocks? Pagar aos funcionários? Deus nos livre, TER LUCRO? Isso é peaners.

É muito complicado haver iniciativa privada num país socialista.

(E isto tudo é no intervalo de introduzir mouros para te passarem a família a ferro).


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Comentário da Semana – Direito de voto

Em Tudo putas, o leitor Zé Manel Tonto comenta:

“Quanto mais longe for a insanidade, pior será a inevitável reacção.”

Concordo a 100%.

Digo que, caso os europeus, leia-se gente com QI elevado, de civilização de matriz judaico-cristã, o que não quer dizer exclusivamente brancos, vencerem as guerras civis que vão estalar, mais tarde ou mais cedo, por essa Europa fora, contra os invasores mouros, as mulheres devem perder o direito de voto.

Porque votam massivamente em partidos que são favoráveis à invasão por bárbaros terceiro mundistas;
Porque, são na sua maioria, lunáticas que votam com as emoções e não com a razão (votos fáceis para quem apela ao ajudar os coitadinhos);
Porque são a maioria dos grupos de “refugees welcome”, e nem quando a criminalidade dispara e deixam de poder andar sozinhas na rua, reconhecem a merda que fizeram.

Principalmente porque eu, a ter que arriscar a pele para derrotar um bando de animais que vivem bloqueados no século VII, quero algo de volta, e esse algo é que Câncios e Isabeis Moreira deixem de poluir as vias aéreas, e as ideias vis delas percam toda a força. Quero que o mulherio deixe de se armar ao pingarelho, com estas histórias parvas de tocar no joelho é acto sexual, que não se pode ter livros rosa e azul, e etc.

Uma reacção mais branda que esta é a que já estou a recomendar aos meus amigos solteiros: caguem para as portuguesas e arrangem uma polaca (ou de outro país de leste, mas Polónia é melhor). Eu até nem estou mal servido com a minha portuguesa, ela faz mais limpezas, eu cozinho mais vezes (o que até é um bom tradeoff, porque eu cozinho melhor).
Mas muito mulherio português acha que as tarefas domésticas têm que ser 50-50 e, alguma acham que elas fazem o planeamento da limpeza e planear é 50% do trabalho, por isso o homem tem que fazer mais de 50% do trabalho físico. Alguém está para aturar isso? Lagarto, lagarto!

A reacção vem aí, queridas. Pensem bem de que lado querem estar.

sufragio feminino
Regresso ao passado?

Os loucos mandam no manicómio (e o Público aplaude)

Que o jornal “Público” é um lamentável pasquim de esquerda, já O Patriarca sabe há algum tempo. O que ainda não se tinha apercebido é que já tinham dado o salto para marxismo descarado.

Não é de estranhar que um dos muitos jornais anti-Trump nos EUA faça uma “notícia” destas. Propaganda democrata num jornal português é que já é ir longe demais.

Depois de um ano de dúvidas, recriminações e falhas nas eleições especiais para o Congresso, os democratas finalmente obtiveram grandes vitórias nas eleições estaduais que desejavam tão ansiosamente, numa altura em que se completa um ano desde que Donald Trump ganhou a presidência.

A Virginia é o exemplo claro da recuperação azul (a cor do Partido Democrata)

A Virgínia votou sempre democrata desde 2008, quando os imigrantes panchitos finalmente ajudaram os afro-americanos a dar a volta à balança populacional. Portanto isto é mais ou menos o mesmo que dizer que a CDU ganhar Santiago do Cacém demonstra o ressurgimento do comunismo em Portugal.

Mais à frente tudo se torna claro – o autor não nomeado do artigo exulta com a nomeação de um doente mental para o Congresso Estadual.

A Virginia é o paradigma das vitórias democratas, também pelo facto de ali ter sido eleito, pela primeira vez, um deputado transgénero (para o Congresso estadual). Mas sobretudo pelo facto de o candidato republicano ter encarnado todas as bandeiras e tácticas de Donald Trump e mesmo assim ter falhado.

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O Patriarca pede desculpa pelos danos mentais que esta imagem possa causar aos leitores

É verdade, estes “exemplos da recuperação democrata” que querem mandar abaixo estátuas de figuras históricas significativas como bons comunistas, pegam num gajo de cabelos compridos (O Patriarca não se deu ao trabalho de investigar se a criatura cortou a picha ou não, e francamente está-se nas tintas), chamam-lhe mulher e exultam com a eleição para um cargo público relativamente importante de um indivíduo com elevada probabilidade de padecer de doenças psiquiátricas mais graves ou de se matar.

Cá pelo burgo, com a triste mania que temos de importar as insanidades amaricanas, a juntar à conjectura governativa favorável fornecida pela agremiação marxista “As Sapatonas” (Bloco de Esquerda), é só uma questão de tempo até a moda pegar.

Dantes os loucos iam para o Júlio de Matos para serem tratados. Agora vão para a política espalhar a doença.

respeito autarca
Brevemente numa Câmara perto de si?

Importação de violência marxista em 3… 2… 1…

O Patriarca suspeita que brevemente, quando as ruas portuguesas estiverem a ferro e fogo, com os macaquinhos de imitação dos marxistas americanos a correrem o protocolo de insanidade completa – quiçá em resposta à eleição da nossa versão do Trump – vamos olhar para trás e perceber que foi aqui que nasceu o movimento VPI (Vidas dos Pretos Importam).

Quem ainda não percebeu que isto vem aí, comece a reparar nos grafitis de “ANTIFA” espalhados pela capital…

 

Cassie Jaye e o documentário “The Red Pill”

É uma falha quase imperdoável de um blog sobre Red Pill ainda não ter mencionado este documentário, bem como as declarações da autora.

Falha corrigida.

Aguarda-se a sua exibição em Portugal…