Os loucos mandam no manicómio (e o Público aplaude)

Que o jornal “Público” é um lamentável pasquim de esquerda, já O Patriarca sabe há algum tempo. O que ainda não se tinha apercebido é que já tinham dado o salto para marxismo descarado.

Não é de estranhar que um dos muitos jornais anti-Trump nos EUA faça uma “notícia” destas. Propaganda democrata num jornal português é que já é ir longe demais.

Depois de um ano de dúvidas, recriminações e falhas nas eleições especiais para o Congresso, os democratas finalmente obtiveram grandes vitórias nas eleições estaduais que desejavam tão ansiosamente, numa altura em que se completa um ano desde que Donald Trump ganhou a presidência.

A Virginia é o exemplo claro da recuperação azul (a cor do Partido Democrata)

A Virgínia votou sempre democrata desde 2008, quando os imigrantes panchitos finalmente ajudaram os afro-americanos a dar a volta à balança populacional. Portanto isto é mais ou menos o mesmo que dizer que a CDU ganhar Santiago do Cacém demonstra o ressurgimento do comunismo em Portugal.

Mais à frente tudo se torna claro – o autor não nomeado do artigo exulta com a nomeação de um doente mental para o Congresso Estadual.

A Virginia é o paradigma das vitórias democratas, também pelo facto de ali ter sido eleito, pela primeira vez, um deputado transgénero (para o Congresso estadual). Mas sobretudo pelo facto de o candidato republicano ter encarnado todas as bandeiras e tácticas de Donald Trump e mesmo assim ter falhado.

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O Patriarca pede desculpa pelos danos mentais que esta imagem possa causar aos leitores

É verdade, estes “exemplos da recuperação democrata” que querem mandar abaixo estátuas de figuras históricas significativas como bons comunistas, pegam num gajo de cabelos compridos (O Patriarca não se deu ao trabalho de investigar se a criatura cortou a picha ou não, e francamente está-se nas tintas), chamam-lhe mulher e exultam com a eleição para um cargo público relativamente importante de um indivíduo com elevada probabilidade de padecer de doenças psiquiátricas mais graves ou de se matar.

Cá pelo burgo, com a triste mania que temos de importar as insanidades amaricanas, a juntar à conjectura governativa favorável fornecida pela agremiação marxista “As Sapatonas” (Bloco de Esquerda), é só uma questão de tempo até a moda pegar.

Dantes os loucos iam para o Júlio de Matos para serem tratados. Agora vão para a política espalhar a doença.

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Brevemente numa Câmara perto de si?

Importação de violência marxista em 3… 2… 1…

O Patriarca suspeita que brevemente, quando as ruas portuguesas estiverem a ferro e fogo, com os macaquinhos de imitação dos marxistas americanos a correrem o protocolo de insanidade completa – quiçá em resposta à eleição da nossa versão do Trump – vamos olhar para trás e perceber que foi aqui que nasceu o movimento VPI (Vidas dos Pretos Importam).

Quem ainda não percebeu que isto vem aí, comece a reparar nos grafitis de “ANTIFA” espalhados pela capital…

 

Cassie Jaye e o documentário “The Red Pill”

É uma falha quase imperdoável de um blog sobre Red Pill ainda não ter mencionado este documentário, bem como as declarações da autora.

Falha corrigida.

Aguarda-se a sua exibição em Portugal…

#BemVindasGatasRefugiadas

O Patriarca não pretende de maneira nenhuma tornar-se um papagaio do Chateau Heartiste. Mas há de facto boas ideias por ali que merecem ser propagadas.

Ora bem, um dos argumentos para importar hordas de bárbaros do sexo masculinohordas de bárbaros do sexo masculino é a baixa taxa de natalidade dos Portugueses (e do restante mundo ocidental).

Alguns dos motivos mais importantes para essa baixa natalidade são facilmente identificáveis: gordas alucinadas que não percebem que são intragáveis, harpias pedofóbicas, feminização dos homens e a estratégia de montar o carrocel das piças e pensar que no fim encontram um Beta à espera (spoiler: muitas não encontram).

Seguindo esta linha de pensamento, introduzir em barda homens provenientes de culturas misóginas poderá não ser a melhor opção, dado que o principal método de cortejo destes é a violação (o argumento de que é precisamente isto que as feministas desejam, nem que seja subliminarmente, será guardado para outro post).

Um caminho diferente

Mas importar mulheres destes países… Como poderão as harpias negar as vantagens desta estratégia? Por um lado são umas analfabetas subservientes, e como tal não são competição para mulheres fortes, independentes e educadas. Ficarão com os Betas que elas não querem. Por outro como estão habituadas a ser oprimidas, podem dedicar-se à procriação deixando as restantes livres para se dedicar à carreira até à esterilidade. E estão a salvar membros da irmandade venusiana das garras do pior patriarcado de todos, a Sharia! É só vantagens!

E para os homens, tantas possibilidades de escolha!

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Um olhar doce e feminino?
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Ou umas cabras rezingonas mulheres fortes e independentes?
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Mulheres que se esforçam para agradar oprimidas?

(Até a gorda da imagem acima ao menos esforça-se)

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Ou galdérias?
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Iletradas subservientes?
paula cosme pinto
Ou mulheres fortes e independentes?

O mundo está escandalizado! Os instagrams são apagados! Mas não há como calar esta ideia!

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#BemVindasGatasRefugiadas

 

De novo a prostituição, desta vez contra

Tornou-se sufocante o ambiente incutido à população heterossexual masculina, com demasiadas prerrogativas concêntricas para as julgar meramente casuais. Este é um plano orquestrado contra nós; Temos de o travar.

Já defendi a prostituição, acerrimamente, em nome da liberdade de escolha. Moderei o entusiasmo ao mensurar essa liberdade, nos actuantes e nas actuadas, apreciando as condicionantes que a toldam, minora, que deturpa as escolhas individuais. A prostituição parte de Foucault (“Tudo é permitido, nada é possível”) e de MC Xeg (“Foi por isto que lutaram ou foram apenas o que conseguiram). O mercado nasce da necessidade; o mercado da prostituição nasce do desespero. O país que outorga um rendimento mínimo de subsistência, extrai condições mínimas de sobrevivência. A mim e aos meus. Aos nossos.

Não sei se é a profissão mais velha do mundo e muitos antropólogos questionam-no com fiúza. Facto é que nasce de uma premissa que ao longo da minha experimentação sexual (uma que dura há mais de meia vida) tenho provado persistentemente estar errada: a de que a sexualidade feminina tem um valor económico positivo (é trocada por dinheiro) e a sexualidade masculina tem um valor económico negativo (é trocada com dinheiro). Isto é mentira. Um trajecto direccionado à igualdade entre sexos (géneros, só os botânicos) condenaria esta leitura; A inclusão das mulheres no mercado de trabalho e os direitos laborais que granjearam, têm de ser contrabalançados com a respeitabilidade da sexualidade masculina, uma valorização legislativa do homem enquanto providenciador de (maior) prazer à contraparte. Mas o que vemos nós?

Pacotes legislativos que castram a nossa heterossexualidade. Sucessivamente. Compulsivamente. Impiedosamente.

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Quando legalizaram o casamento entre paneleiros, não interessava realmente o casamento – a maior parte dos seus promotores desdenha profundamente o matrimónio – mas sim passar uma imagem pública de aceitação da homossexualidade. Quando aprovaram as quotas para mulheres, não interessava realmente ter mulheres na política – a maior parte dos seus promotores desdenha profundamente todas as mulheres  que tiveram um papel de relevo na polis em vez de coadjuvarem esposos, amantes ou familiares, de Thather a Ferreira Leite – mas passar uma imagem pública de promoção à igualdade no acesso aos lugares de poder. Com a legalização da prostituição, não interessa realmente a prostituição – a maior parte dos seus promotores nunca frequentou um serviço sexual  – mas passar uma imagem pública de que os homens devem satisfazer as suas necessidades sexuais a troco de dinheiro. Dinheiro que passa a ser taxado. Querem a heterossexualidade a pagar IVA.

A maior parte dos seus promotores repudia a frequência dos serviços sexuais. Na entrevista a Alexandra Oliveira,  a puta Câncio vai tão longe no desprezo a que vota os clientes da prostituição, que apresenta as desgraçadas como “predadoras”cujo controlo sobre o cliente vai ao ponto de “recusar sexo sem preservativo” ou “sexo anal”. Ao cruzar a esquina do Instituto Técnico, nalgumas zonas obscuras do Monsanto, observando as mulheres da vida ao frio e à chuva durante horas para fazer 10 € por um broche a um trolha, deixarei de sentir complacência ou solidariedade. Afinal, elas são “comerciantes” e “sexualmente activas”. São o pináculo da civilização progressista.

O que Alexandra Oliveira não respondeu neste escarro jornalístico foi o que me disse a mim, em pessoa, há 5 anos atrás: “Nenhuma mulher escolhe ser prostituta. Não há nada pior do que fazer Amor com alguém de quem não se gosta”, ouviu de uma meretriz. Como também não mencionou que sem os tenebrosos e repelentes clientes, as prostitutas morrem à fome.

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Pináculo do progresso social na Avenida Rovisco Pais; Candidata a broncopneumonia

As prostitutas que conheci em Lisboa eram filhas das classes industriais, criadas nos subúrbios,  vítimas de todos os fenómenos que recaem sempre sobre os mais pobres – do desemprego à gravidez precoce. Na Alemanha, as prostitutas eram maioritariamente emigrantes de Leste, da Moldávia e da Roménia, estados falhados com governos corruptos. A Esquerda combate o colonialismo e seus vestígios, mesmo que este tenha terminado há mais de meio século em Portugal (e há mais de um século nos restantes países), mas era hábito dos colonizadores trazerem mulheres das terras conquistadas para as fazer render na metrópole – Luís de Camões, em Lisboa, vivia às custas de uma prostituta Macaense. A Esquerda combate o economicismo das relações internacionais que hierarquiza povos e nações, subjugando os mais fracos; Foi porém a fraqueza das economias da ex-URSS – outrora estados comunistas – que gerou os fenómenos de emigração em massa através dos quais estas mulheres acabaram, viabilizados por Schengen, a vender-se à toda-poderosa Germânia. A Esquerda opôs-se ao neoliberalismo, ao capitalismo selvagem, à necessidade de espremer as contas públicas para saldar défices e dividas custe o que custar, mas no desespero, os legisladores são capazes de ceder as próprias mulheres se isso gerar receita fiscal e possibilitar saldar computo. A Esquerda opôs-se à escravatura mas o que são estas mulheres que abrem as pernas para poder comer? Trabalhadoras independentes?

Em vez de instrumentos carnais de satisfação lúbrica, nos sumptuosos quartos de Colónia, eu vi as colonizadas, despojos do triunfo ariano sobre as nações eslavas. Autorizar a prostituição é dar corpo jurídico à profanação do corpo físico, é tabelar a intimidade da mulher. Representa o machismo porque valida a fêmea na sua exclusiva função prazenteira e o feminismo porque monetiza o direito do homem ao prazer. Corresponde ao regresso do feudalismo quando os detentores da terra (hoje, do capital) podiam usar e desposar as filhas dos camponeses, ao mais barbárico capitalismo porque outorga direitos superlativos aos mais ricos. Legalizar a prostituição é um instrumento sociopata de opressão sob a sanidade relacional, disposta a regulamentar beijos e carícias; é o mais vil mecanismo da burguesia promovendo a subordinação da mulher ao grande capital, a submissão do fraco ao mais forte, a exploração do Homem pelo seu igual e muito me custa que esteja a ser apresentada por um conjunto de gente inefável mas que se diz Socialista.

Também se diz progressista mas não fará mais do que expandir o preconceito que recai sobre os homens que solicitam prostitutas. Além de as tornar mais caras.

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Socialismo do século XXI

Continuará a haver prostituição com ou sem leis para tal, frutos da incompetência legislativa e executiva – as mesmas forças policiais que não conseguem impedir a entrada de droga na cidade, serão demasiado fracas para encerrar os milhares de prostíbulos ilegais que existem há décadas pelo país. A alternativa dos seus clientes, no combate contra a solidão, é a paneleiragem. Neste momento já lhes vendem como normal a ideia de acasalar com um homem sem piça, e também essa é uma forma de manipular e inferiorizar os homens – sub-humanos. Fazem “o segmento mais perigoso de qualquer sociedade” sentir-se menos merecedor, dando “migalhas” a fim de nos controlar.

Além do Portal-privado, dos serviços de escorts Europeus e de um website chamado Seeking Arrangement, um Tinder remunerado onde os homens apresentam o seu networth ao invés de fotografiasexiste já um serviço de arrendamento de namoradas onde um tipo pode pagar a uma central proxeneta para lhe dispensar alguém que finja suficientemente bem que gosta dele. Não existem vozes em contraditório quer pelo receio de ser publicamente visto como conservador (ou pior, machista!) quer porque muitos homens esperam finalmente quebrar a solidão, abrindo os cordões à bolsa. Parece ser uma forma diplomática de excluir os homens indesejados do mercado sexual, erradicando-os dos bares e discotecas (onde já têm dificuldades de entrada), pela porta dos fundos.

Na canção Lori Meyers, da banda NoFX, uma actriz porno (prostituta filmada) reporta ao jovem Mike Burkett (vocalista) “pensas que vendo o meu corpo, meramente vendo o meu tempo”. Porque razão devem os homens heterossexuais com princípios combater a legalização da prostituição? Para deixar claro que o tempo de pega alguma é mais importante do que o nosso.

Untermenschen

Sou um homem branco heterossexual no Ocidente. Sou Untermenschen

“Precisas de ajuda?”. Não conhecia a língua que falava, mas sabia ser esta a tradução. A frase repetida 3 vezes, depois por mais outra rapariga dirigidas àquela com quem eu conversava, que afagava o cabelo e me tocava no braço durante uma festa por volta das duas. Conheço aquele guião desde criança, o que assume que uma rapariga que converse com um rapaz está permanentemente em perigo e necessitando de ser salva. É uma humilhação a que estive sujeito toda a vida, como do cigano que entra numa loja e assiste aos proprietários protegendo a caixa registadora. Sou depois interpelado por um rapaz embriagado que procura fixar a minha atenção enquanto que as moças agarram (fisicamente) a minha companhia e a transportam para longe do meu raio de alcance. Depois de o ignorar, um segundo, sisudo, da soleira da porta do espaço do ajuntamento onde já sei que não posso entrar, fala-me em tom grave para me advertir “esta é uma festa privada”. “Não tencionava entrar”. “Mas também não podes estar aí, vai-te embora”. Ainda o ouviria oferecer companhia a uma desconhecida, pela estrada, pela noite fora “Olha que este é um bairro perigoso”, como o verifiquei, calcorreando-o sozinho, sob um risco estatisticamente superior de ser assaltado, agredido ou morto ao de qualquer mulher. Conheço todavia o regimento qual determina a irrelevância do meu desaparecimento, numa artéria urbana, numa noite Europeia, do plano terreno, no dia de hoje. Sou um homem branco heterossexual no Ocidente. Sou Untermenschen – um sub-humano.

As noted above Egyptians, Ottomans, North Africans have all enslaved other people. There have also been a number of mass killings by people of color: 1949-1976 Chinese Genocide, the Mao government killed 45-75 million citizens1937-1945 Hirohito Genocide, the Japanese killed 10 million Asians 1945-1950 Eastern European Genocide, killed 3 million ethnic Germans and Allied Slavs when expelled after WWII (many living legally)1914-1923 Ismail Enver's Genocide, Ottoman Turks killed, 3 mill (1.2 mill Armenians, 1.4-1.7 Greeks and 5-750 000 Assyrians)1980-1990 Iraq Kurdish Genocide, Saddam Hussein killed 1.8-2 million Kurds1948-1994 N. Korean Genocide, Kim Ill Sung killed 1.6 mill, concentration camps1975-1978 Ethiopian Genocide, Menghistu killed 1.5 mill citizens1864-1867 Circassian Genocide wiped out 1.5 million1967-1970 Nigerian Genocide, Yakubu Gowon killed 1-3 million citizens1975-1979 Cambodian Genocide, Pol Pot wiped out 1-3 million citizens1994 Rwandan Genocide, Jean Kambanda killed 800, 000- 1 mill Tutsi1755-1758 Dzungar Genocide, Qing dynasty killed 600, 000-800, 000 Chinese2003 Congo Genocide, Les Effaceurs killed 250-600, 000 Pygmies (cannibals)1965-1966 Indonesian Genocide, Suharto/Soeharto killed 500, 000See also: Fumimaro Konoe, Japan; Jonas Savimbi, Angola; Mullah Omar, Afghanistan; Idi Amin, Uganda; Yahya Khan, Pakistan; Mobutu Sese Seko, Zair; Foday Sankoh, Sierra Leone; Suharto, Aceh, East Timor, New Guinea; Ho Chi Min, Vietnam; Michel Micombero, Burundi; Hassan Turabi, Sudan; Syngman Rhee, South Korea; Efrain Rios Montt, Guatemala; Papa Doc Duvalier, Haiti; Rafael Trujillo, Dominican Republic; Bashir Assad, Syri; Francisco Macias Nguema, Equatorial Guinea; Hissene Habre, Chad; Chiang Kai-shek, Taiwan; Fidel Castro, Cuba; Maximiliano Hernandez Martinez; El Salvador; Hafez Al-Assad, Syria; Khomeini, Iran; Robert Mugabe, Zimbabwe; Rafael Videla, Argentina; Sikh/Hindu Genocide, India; Augusto Pinochet, Chile; Osama Bin Laden, Amalekites and Midianites, Israel; Maori Moriori Genocide

Sei a quem tal regimento não está sujeito – O meu amigo paneleiro, dentro da sala, extremamente bebido (ao contrário de mim que não bebo), quem acaba de dar uma chapada no traseiro dum desconhecido previsivelmente heterossexual; O fulano vira-se irado com a intromissão, mas apercebendo-se de tal contacto indesejado como proveniente de outro gajo, a sua expressão espelhou o pânico instantâneo – sabe que qualquer queixume lhe valerá o epíteto homofóbico, condenado à violência social generalizada. Por isso consente.

Também não se apoquenta a minha amiga, igualmente borracha, apalpando um tipo nos testículos enquanto o mesmo se tentava afastar; A táctica habitual dela consiste em alternar entre desafios (“não és homem para me comer”) e ameaças (“vou dizer a toda a gente que forçaste”) e mesmo escutando, da boca do rapaz, “desculpa mas tenho namorada”, sabe que a palavra deste de nada vale contra as lágrimas, as descrições escandalosamente detalhadas, as cronologias dúbias, que ela elaborará mais tarde como tantas vezes o fez antes; sabe, o tipo, que ainda se arrisca a perder a liberdade e também a namorada. Ele auto-anula-se e ela enfastia-se, abandona-o num esquisso, sai da sala para me sussurrar “hoje quero comer Preto”.

Se Preto fosse podia, dada a minha interdição de entrar na festa, contactar a SOS Racismo, a Plataforma Gueto, a Afrolis, a Djass, a Associação Caboverdeana de Lisboa, a Griot, a Femafro, a Mariana Mortágua ou ao Comité das Nações Unidas para a Eliminação da Discriminação Racial; Assim, não tenho a quem recorrer. Podia até fazer uma posta facebookiana sobre as organizações festeiras que não me julgam procedente de participar nas suas recreações, ou que me exigem um valor várias vezes superior ao dos demais participantes como o fez o famoso Nelson Évora. Não, não podia, porque ao contrário do saltador, não tenho uma página com 332 mil fãs nem ganho mensalmente quanto baste para abrir um par de boates semelhantes à que me recusou. Coitadinho que é preto.

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Instituamos quotas raciais nas equipas de triplo salto

O estabelecimento que me exige 12 € na entrada, 7 € por bebida e uma quantia variável para o retorno a casa, consoante a alcoolemia do taxista, oferece-a às raparigas quem beberão à conta dentro do espaço e usufruirão dos serviços de deslocação a troco de géneros não monetários. Numa ocasião em que uma rapariga me pediu dinheiro para apanhar um taxi em ir para casa, à minha recusa, a mesma bateu à porta de cada carro na rua, pedindo que a levassem para uma localidade a mais de 20 kms. Ofereci-lhe casa (vivia à altura numa vivenda partilhada) e depois do desprezo inicial (foi pedinchar a outras raparigas um sítio para ficar) e da false compliance (“Dá-me só o teu número de telefone” – sem nunca o anotar), desatou a correr fugindo de mim enquanto telefonava em Francês pedindo socorro – por causa do meu simpático convite, entenda-se.

Essa viagem de taxi me custaria mais de 40 €, para ela, seria gratuita. A noite que me custou 70 €, nada ficaria para a menina. As dezenas de dates infortuitos, os jantares, as deslocações, os presentes e noitadas. São legítimos? Para os apoiantes da prostituição, sim: Mesmo experimentando (muito) menos prazer com o acto, para o homem, a intimidade deve vir com factura. Assume-se que temos de abrir a carteira para ter companhia. Ou para frequentar a noite. Ou o WebSummit as palestras do Bruce Jenner.

Foto de Web Summit.
Também assino textos sob um pseudónimo mas não preciso de usar cabeleira

Transcrevi até agora apenas um punhado de experiências pessoais, ilhadas, uma gota no oceano das humilhações que o homem médio tem de atravessar no quotidiano. Das minhas experiências. Mas de além fronteiras chegam-me gradualmente notícias cada vez mais tenebrosas sobre o triunfo da androfobia sobre a razão. Como os Judeus previram em ’33 com o resultado eleitoral de um Partido que vendia tabaco da marca “anti-semita” nos anos 20, eu acompanhei a vitória de Macrón e as suas primeiras consequências, os avisos do metro Madrilheno, a legislação anti-solicitação Sueca, os protestos do BLM. Vai chegar a Portugal, à Esquerda e à Direita. Portanto, após a noite das facas longas, para qual Terra-Santa poderei fugir?

Estou assustado.

Porquê

Foi no Mystery Method que pela primeira vez encontrei o termo. S-Value – Survival value. Há quem o substitua por Suplier, o valor de fornecer, providenciar. Ao homem que é mais forte, mais dotado, mais célere, mais apto, mais conhecedor e mais decidido, está atribuída a função de satisfazer as necessidades primárias de Maslow – comida, abrigo, protecção.

Valorizando a profissão, o Ocidente – a sociedade mais justa alguma vez concebida até à chegada do feminismo – Valorizava o papel de todos e era, por isso, igualitarista. Um médico salva vidas mas também um nadador o faz. A imperícia dum piloto de aviões é tão mortal como a de um motorista da Carris. O tipo que não é dotado para os números pode ser um excelente psicólogo e o tipo que não é dotado para as pessoas pode ser um excelente engenheiro. O conhecimento técnico-cientifico era endeusado na medida em que este evidenciava os que sabiam por antítese aos que ignoravam e  muitas pessoas que eram desprovidas de talentos, podiam conquistar o respeito da comunidade como “campeões do esforço”. Como no mercado sexual regulado pelas instituições religiosas e decorrente nos modelos tradicionais, cada um encontrava o seu lugar.

A aquisição desse valor tem ainda um custo, de tempo e meios, treino e educação. Como escreveu o Roosh, achievements são a conversão de tempo e força de vontade. O tempo que exige a um taxista conhecer uma cidade, ou a um tradutor dominar uma língua. Por fim, o papel do labor não se esgota nas contribuições sociais ou geração de produção ou no alavancar da economia; É também uma medida de identificação. José, o Carpinteiro. Mário, o Doutor.  Myrdin, o Alquimista. Durante milénios a nossa profissão dizia-nos o que éramos e éramos validades largamente pelo que fazíamos ou sabíamos fazer.

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Mas o corpo do homem está francamente inadaptado ao mundo de hoje. Da longevidade (não é suposto vivermos para lá da primeira geração sucedânea) às alergias, o contacto entre a sociedade moderna e o ambiente circundante é altamente crispado. Não significa que seja mau já que, felizmente, a maioria das regiões da Terra deixou de oferecer os perigos de subnutrição ou segurança que enfrentaram os nossos antepassados.

À falta de procura, pelo excesso de oferta trazida com alargamento da educação, pela imigração, pela entrada da mulher e depois da máquina no mercado de trabalho, o valor do homem desapareceu. Qualquer economista – sujeito que baseia o valor na utilidade –  vê sob essa lupa, o homem de trabalho face ao mundo moderno, como um cabo telefónico da internet nos dias do wireless. O papel do homem assemelha-se ao negócio de um empresário riquíssimo meu conhecido que detinha o monopólio da produção de discos em vinil e acompanhou o aparecimento da gravação digital, condenado à falência.

Os homens já não têm de laborar, ou providenciar, ou combater e as tarefas que lhes restaram carecem de talento ou treino. Qualquer tipo aprende a preencher papeis no espaço de um ano e obtém com isso um salário que lhe alimentar-se e dormir sob um tecto até ao fim dos dias. Nesse sentido, decretou-se o fim da especialização e as grandes consultoras – as empresas que mais recrutam em Portugal a par do Estadão – afunilam milhares de licenciados recém-formados (o geólogo, o engenheiro, o gestor) sob a mesma bitola. O taxista foi substituído por um tipo da Uber com um GPS e o tradutor pelo smartphone.

Toda a informação do mundo está sintetizada e simplificada no wikipedia e os cientistas de hoje têm a sua investigação gratuita online e quase pagam para poder publicar; estão entre os piores remunerados da actualidade, sobretudo se contabilizarmos à hora. Tudo o que o Homem é, consegue, produz, vale, está – passo por passo- a ser desmontado. As suas funções são alocadas a tecnologia, engenhos e software que o anularam. Fala-se em Rendimento mínimo porque existe um excesso de produção para a quantidade de trabalho necessário. Para a quantidade de homens necessários.

“All these fantastic toys, leave these boys sadly unemployed”

É verdade que à fêmea cabe apenas o valor reprodutivo e a fêmea que não é capaz de se reproduzir, não serve biologicamente para nada – Darwin dixit. Mas esse valor permanece inalterado como no primeiro dia da humanidade. Por isso, hoje, vale mais do que nós.

O Valor delas

As mulheres trabalham por pressão social mas também tem a possibilidade de não o fazer. Uma mulher incompetente pode aninhar-se próximo de um marido trabalhador ou subsistir da família que na larga maioria dos casos não tem preconceitos contra mulheres dependentes. A maior parte das tarefas que desempenha são sobre-consideradas e a larguíssima maioria não encontra qualquer satisfação no labor, independentemente da remuneração.

Ver a função reprodutiva como o exclusivo da mulher é redutor. Mas mantém o exclusivo da função. Mesmo sem estarem emparelhadas e graças às histéricas do Bloco de Esquerda mais a harpia infértil das Torres do Restelo, as mulheres podem recorrer à  procriação médica assistida, com acesso livre a bancos de esperma fornecidos pelos mesmos desocupados antes mencionados, i.e., tipos quem não se importam de bater canholas para ganhar uns cobres solucionando os problemas do excesso de libido potenciada pelo quotidiano dos anúncios às mini-saias. Gajos que entregam a sua capacidade de procriar a um serviço financiado com fundos estatais. Elas podem assim suportar a maternidade através de bolsas para mães solteiras, na companhia dos seus gatos ou das suas namoradas, ou de dildos e de robots sexuais, ou de um pelotão de senegaleses.

Qualquer mulher pode ter um filho sem precisar de um homem sendo o contrário impossível.A reprodução é um primado da espécie e aquele que não se pode reproduzir não a pode integrar. Estamos portanto abaixo dos humanos . Sub-humanos. Untermenschen

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A disparidade

“Nós andamos atrás delas… e elas atrás de nós”, confiou-me como corolário de uma vida de aprendizagem, já uns pares de anos depois dos 90. Será assim?

O PSD e o PS distinguir-se-iam (segundo os dirigentes do primeiro) entre “igualdade à partida e igualdade à chegada”. Os homens e as mulheres também, sendo os primeiros “inférteis à partida” e as segundas, apenas se o quiserem. As mulheres podem encontrar a sua satisfação sexual artificialmente, ou na noite, ou através das aplicações online concebidas exclusivamente para as deixar escolher. Por esse excesso de escolha tratam os homens abaixo de cão. Não têm medo do slutshaming porque as suas escolhas são validadas socialmente ou porque podem prevaricar longe da vista e do coração. Salazar, conhecedor da natureza feminina, interditou as viagens ao estrangeiro sem consentimento – Ele conhecia a preferência das clientes de uma agência turística alemã especializada em transportar mulheres de meia idade para a Namíbia. Mesmo que seja promiscua ou desrespeitosa para com alguém, amanhã estará num avião em busca de um destino onde isso não importe.

As mulheres têm também facilidades no mercado de trabalho, porque têm mais preparação, porque as universidades se moldaram à sua existência e um corpo docente maioritariamente feminino entrega melhores notas e preferências lectivas, em cursos fabricados para o seu agrado. Esses empregos, melhores remunerados na primeira instância (conforme o provou o Milo), permitem-lhes receber a atenção que já não têm nas discotecas e na noite à medida que a população das mesmas começa a ser substituída pela geração seguinte. Tal como a prioridade das que entraram na década de ’50 e ’60 no IST era “arranjar marido”, o mercado de trabalho é uma fonte de pretendentes para uma rapariga nos seus vintes – em qualquer “posto de trabalho”, ela será sempre a mais nova, a mais desejada. Alargámos-lhes dessa forma a capacidade de arranjar parceiro enquanto extinguimos a dos homens, assolados pelo desemprego e privados no acesso a certas profissões nas quais encontram tremendos preconceitos – veja-se o exemplo deste famoso direitista ‘tuga que julga que um educador de infância é um pedófilo violador.

Se casar tem o monopólio pós-divórcio dos despojos conjugais e da parentalidade. Duas décadas de vida facilitada? Se acreditarmos no sexo e a cidade, esta maravilha de estatuto social, protecção e validação constante, pode durar até aos 50’s. E depois disso, adoptam um par de pretinhos como a Madona.

A grande discrepância é a inversão dos valores. A feminização da sociedade.

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Os sapatos de bebé à esquerda foram retirados do mercado porque constrangiam o saudável crescimento da criança e inferiorizavam o papel social da mulher. O memme da direita foi divulgado em blogs e aplaudido

A desocupação compulsiva a que os homens foram acometidos trás-nos a agrura das mulheres, guardiãs do útero, inexistentes durante milénios fora do lar e das cozinhas. O valor da mulher está largamente associado à beleza porque os homens a associam à fertilidade e à satisfação das nossas necessidades reprodutivas; no entanto uma mulher extremamente bela que consuma contraceptivos, não devia valer um chavo porque é incapaz de se reproduzir, enquanto que se for suficientemente feia para permanecer casta durante um período alargado de tempo, não necessita de tomar contraceptivos e é então fértil – mais valiosa – do que uma mulher bonita.

Encontramos aí a verdade sobre a narrativa que hierarquiza as mulheres segundo a beleza: É uma narrativa feminina, medida entre pares numa escala homogénea. São as mulheres quem seguem e obedecem (e invejam) a mais bonita e sugerir a uma mulher que ela não é suficientemente bonita constitui uma poderosa forma de insulto. Não possuem historicamente outra forma (de trabalho, mérito) para se distinguirem. Não há método mais consistente de atrair do que estar rodeado de mulheres bonitas porque as outras mulheres veneram a beleza, sobretudo as que não a possuem.

São também as mulheres quem se mede na medida das suas conquistas amorosas. Incapazes de outro feito, a sua competição é a competição dos companheiros conquistados e dos filhos produzidos. “A felicidade do homem está em dizer ‘eu posso’; A felicidade da mulher está em dizer ‘Ele pode'”. Essa realidade, está agora a ser transposta para o homem.

Consequências

Porque não pode – porque se inutilizou progressivamente – o homem moderno encontra-se desprovido de ambos os valores e talvez isso explique as astronómicas estatísticas suicidárias. É desse limbo não-identitário que nascem muitos dos movimentos actuais como o MRA e a alt-right: Não conseguem constituir uma carreira ou uma família que lhes digam quem são e um voto colectivo, massivo, em Trump parece um bom identificador. Outros escolhem cortar a piça  ou levar no cu porque passam a ser acompanhados e acarinhados pelo monstruoso e receptivo lobby gay. Porque, escolhendo ser gay,  podem conservar a virilidade e fazer-se acompanhar maioritariamente de outros homens (os heterossexuais são pressionados a escolher grupos mistos e desvalorizados ou activamente perseguidos caso integrem grupos concisos de machos), enquanto escolhem o papel feminino: medir-se pelas suas conquistas sexuais e pela beleza. As mulheres validam os gay enquanto companheiro de armas até porque, simultaneamente, são inofensivos para a sua clique.

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É também aí que nasce o PUAcluster de homens sob um chapéu identitário único especialmente desenhado para aqueles que – como eu – são permanentemente postos fora de festas. É a mais honesta adequação dos homens ao mundo feminino, aquele onde inabilitados das demais funções, exaltam as suas capacidades reprodutivas enaltecendo o tipo que melhor as consegue É uma resposta assertiva ao movimento feminista, protagonizada por homens que passaram décadas a masterizar uma função para descobrirem que sexualmente, apenas a beleza os valoriza. E é uma resposta tão fiel como a proliferação dos gay mas, porque ao contrário dos primeiros os PUA’s objectificam as mulheres (à semelhança da forma como elas objectificam os homens) deixaram de ser companheiros de armas e passam a competidores. São uma ameaça.

O flirt entre um PUA e uma feminista parecer-se-ia a um concurso de desprezo mútuo em que ganha aquele que conseguir dominar o outro, com esse domínio a remeter-se à conquista sexual; porque o sexo é uma actividade a dois, porém, torna-se difícil discernir um vencedor. Torceria pessoalmente pelo PUA, pela sua vingança, por que se aproprie dos meios reprodutores da cabra, através do charme e destreza, para lhe dar uma lição em nome de todos os homens desprezados. Mas a cabra já se vingou superlativamente, tomando a pílula.

Não é um RedPiller

 

Alternativa

No dia seguinte à noite na qual, mais uma vez, tive uma jovem a fugir pela rua da minha gratidão, cruzei-me com ela na soleira da entrada à saída da minha casa: tinha conhecido uma das minhas companheiras de casa num bar da baixa e acabara a pernoitar no mesmo sofá que eu lhe oferecera. Humilhação? É mais uma e só piorará. O progresso da tecnologia, da robotização e da inteligência artificial, significa muito más notícias para o mundo do trabalho enquanto as taxas de natalidade dos últimos quinze anos indicam que uma rapariga com 15 actuais – um par de ovários funcionais e livres – é mais invulgar, vulgo precioso, do que o era em qualquer era do mundo até à data.

Porque os instrumentos reprodutivos a solo, como a PMA estão vedados aos homens que desejem ter filhos e todo o mercado dos robots sexuais (e da legalização da prostituição) parece instalado no sentido de prejudicar o homem, serão os homens das próximas gerações a endeusá-la e encher-lhe a atenção, o tempo e o ego.  Por mais que não o queiram admitir, a culpa exclusiva do mau comportamento das mulheres, é sua.

Mas a colaboração e coordenação entre pares pode gerar novas práticas que se tornam regra e melhoraram o circujacência dos praticantes a contragosto do status quo. Como a reciclagem diminuiu o desperdício e melhorou o ambiente, temos também de expurgar o lixo que foi o endeusamento feminino e tentar melhorar o ambiente social que nos rodeia. Don’t enable. Da rapariga que bebeu demais e quer que alguém a ature à tipa que precisa de companhia porque o caminho para casa é sinistro. Don’t enable. Sobretudo quando o pedido de atenção vai no sentido de prejudicar injustamente outro homem, como quando a namorada de um amigo me disse na noite “afasta este gajo, está-me a chatear. Se o mandares embora, apresento-te amigas”, sendo diligentemente ignorada. Outra rapariga, perante a acusação de que um colega a stalkava, não recebeu complacência em resposta, recebeu uma ameaça “pedes-lhe desculpa por inventares boatos ou terás problemas”.

A minha própria irmã adolescente fez queixa de um rapaz que andava atrás dela, onde “andar atrás” vai de “persegue-me todos os dias a caminho de casa e tentou arrombar a porta às cinco da manhã para me conspurcar” a “enviou-me uma mensagem à tarde à qual não tive paciência para responder porque sou mimada e egoísta.  Resposta: “Não tenho nada a ver com isso”. Intransigente. Don’t enable.

Como Adolf Hitler encerrou os judeus em campos de concentração, eu daria o mesmo tratamento aos White Knights. Mas os campos, como na Coreia do Norte, seriam reeducativos: damos uma chance para que aprendam a comportar-se antes de gaseá-los. Aprenderem a recusar pedestais, a ignorar pedidos de atenção, a não viabilizar, a não abrir excepções e a discriminar activamente quem o faça. Discriminar comportamento frouxo.

 

O último white knight com quem me cruzei (quase)

Talvez esta mudança de atitude, por pequena e curta ao contrário deste longo texto, seja uma gota no Oceano, com tantos obstáculos à reposição de uma vida salutar, igualitária e justa. As agressões colectivas nunca podem ficar impunes. Agora que os mencionei, explico o titulo do texto: dizia-se que numa visita a um campo de concentração, Goebbels terá dito a um amigo enquanto apontava para os judeus “Eles não são como nós”. Hitler também o escreveu em Mein Kempf, “Os judeus são indubitavelmente uma raça mas não são humanos”. Os Judeus que não soçobraram nos campos, vieram a instalar-se na cúpula dirigente dos vencedores da WWII para propagarem disputas no médio oriente cuja população nativa invadiria a Alemanha sete décadas mais tarde. Fez-se justiça.

Essa população que não sabe o que é o feminismo nem os direitos sociais, que mantém a tradição ancestral do pequeno comércio e que por viver numa região onde as condições de subsistência são insuportáveis e onde os homens tornam a vida possível através da construção, do esforço e do engenho. Essa falta de recursos levou à tribalização e ao desapontamento permanente de pelejas, travadas exclusivamente por homens. As mulheres ficam em casa porque não têm espaço no palco de combate e como a esperança média de vida entre homens é curta considerados todos os que perecem em combate, a oferta masculina é indiscutivelmente mais pequena. Há demasiadas mulheres inutilizadas para a escassez de homens sobejantes e por isso são tratados com respeito e as mulheres são tratadas como gado.
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Querem ver o vosso papel reforçado no Ocidente? Esperem pela guerra.

Sobre a independência

Até os mais distraídos já terão notado que nuestros hermanos estão em ebulição.

O que O Patriarca ainda não conseguiu compreender totalmente foi o apoio generalizado da esquerda portuguesa (e internacional? a capacidade de atenção esgota-se) à intenção independentista da Catalunha, encabeçada por uma força política nacionalista e teoricamente virada à direita (Nazis, portanto). Tem 4 teorias sobre o assunto:

  1. Estão a correr o guião marxista que pretende rebentar com tudo o que seja ordem e harmonia
  2. Pode haver aqui uma ameaça à monarquia, e os vermelhinhos odeiam mais monarcas que nazis.
  3. Estão ressabiados porque o Rajoy não quis fazer uma geringonça com o paneleirote do Pablo Iglesias, e portanto tudo o que o prejudique é bom
  4. Todas as anteriores

Seja qual for o móbil, há uma coisa que os seus pequenos cérebros neobolcheviques não conseguem compreender: a independência não se faz com referendos. Com um referendo e boa vontade consegue-se autonomia, que é uma benesse concedida pelo estado central e de que a Catalunha já gozava.

As suas mentes criadas sob a alçada de pais-helicóptero, parques infantis à prova de acidente, prémios de participação, professores brandos, mitos de igualdade e desportos efeminados, nunca saíram de um estado pré-adolescente que não é capaz de entender que os actuais estados independentes se formaram à custa de muito sangue, suor e lágrimas. Sangue, principalmente.

A independência consegue-se possuindo, para além da vontade do povo, um exército com capacidade e motivação para defender o território, superior à capacidade e motivação do exército de que dispõem aqueles que pretendem manter o jugo. Já para não falar de recursos naturais e/ou alianças mercantis que permitam sustentá-lo pós separação.

Puigdemont aparentemente compreende-o, por isso está a pedir um exército. Mas ninguém vê o ridículo desta situação? “Podem arranjar-me um exército para me revoltar contra vocês?” A sério??? O que é que é suposto o governo espanhol fazer? Perguntar-lhes “Querem ficar com o nosso todo, ou só metade”???