Empreendedorismo RedPill

Os nossos escritos não se pagam. Sob risco de acabarmos na fila do IEFP, temos urgentemente de rentabilizar o nosso site. Mas não será com publicidade, nem com fundos europeus como as (In)Capazes. E se montássemos uma plataforma para apostas?

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Vai a primeira aposta:

“Qual a tipologia do homicida de 29 anos que ontem alvejou 15 pessoas na capital do país liderado por Justin Trudeau?”

  • Radical Islâmico
  • InCel

 Game On

Comentário da semana – a patologia do século XXI

A propósito de mais uma berlaitada na peida da igualdade, o leitor Vincent comenta:

Isto é mesmo enjoativo.
Vejam bem o cenário dantesco da moderna sociedade ocidental do séc XXI, e digam-me que isto vai acabar bem:

— desde a Idade da Pedra que os homens (masc) literalmente inventam tecnologia
— uma pessoa nasce em 1995 sem pénis (coitadinha, é deficiente)
— em 2018, sai da faculdade onde entrou com médias tiradas em 12 anos de ensino feminino
— hoje a coitadinha passa à frente dos homens em mais um certame tecnológico porque essa coitadinha e todas as coitadinhas antes dela (que têm muito a ver com ela) não tiveram o “privilégio” de tirar a humanidade das cavernas, matar bichos selvagens e a por em casas aquecidas com gatos fofinhos e telemóveis com IA embutida nos processadores ligada à net em todo o lado

Coitadinha daquela pessoa que em 1995 foi diagnosticada com a patologia do século, “sexo feminino”.

Pois não vai acabar bem, não. Aliás, O Patriarca subscreve a teoria de que grande parte da crise económica actual se deve à retirada de um número substancial de Betas do mercado (laboral, sexual, imobiliário, etc), precisamente por verem (consciente ou instintivamente) que as regras do jogo estão viciadas contra eles e concluírem que mais vale não jogar*.

O Patriarca gostava que a solução passasse por aprendermos a funcionar todos juntos de forma razoavelmente equilibrada, mas aposta mais num cenário de colapso civilizacional. Num cenário mais positivo, com uma reconstrução a partir de grupos resilientes; num cenário pior, com os mouros finalmente a tomarem conta desta merda toda.


* é uma conclusão lógica, embora O Patriarca não concorde com ela.

Paradoxos do Feminismo

Dele

I though it was absolutely comical when Fifty shades of grey came out, I just thought that was insanely comical that at the same time there’s this massive political demand for, like, radical equality and, say, with regards to sexual behaviour, and the fastest selling novel the world had ever seen was S and M domination, right? It’s like “oh well, we did know where the unconcious was going with that one, don’t we?” 
(…)
you have this crazy aliance between the feminists and the radical islamists that I just do not get, is like the feminists is like “why are they not protesting non-stop about saudi arabia” is just completely beyond me. Like I do not understand it in the least. And I wondered two, I just wondered, “bloody well, this is the freudian means, Is there an attraction, you know, is there an attraction that’s emerging amongst the female radicals for that totalitarian male dominance that they’ve chased out of the west?
(…)
As the demand for egalitarianism and the erradication of masculinity accelerates, there’s going to be a longing in the unconsicous for the precise opposite of that. The more you scream for equality, the more your unconscious is going to admire dominance

 

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A moda não está na moda

Uma mulher que critica padrões de beleza alheios é inevitavelmente invejosa, aldrabona e hipócrita. Se quiser que eu a leve a sério terá de me garantir que nunca usufruiu da sua beleza para fins pessoais, nunca se aproveitou do interesse alheio em benefício próprio, nunca aceitou uma bebida de um estranho, nunca ascendeu socialmente à conta da sensualidade e que não julga o candidato alheio através da estética; Em suma, terá de me garantir que é um gajo

Namorei na minha juventude com algumas modelos (fotográficas, as mulheres altas não me atraem) que reportaram horrores sobre as parcas condições desse “trabalho”: pagamentos em atraso, carências documentais, sessões que começavam às cinco da manhã e acabavam depois do sol se pôr. Falta global de profissionalismo. Duma outra namorada, ouvi as crónicas dum ex seu, também modelo, e de um mundo tenebroso que envolve crianças com 10 anos – rapazes e raparigas – e “produtores de moda”, “managers”, operacionais da ciência fotográfica e escumalha afins, mais pedófilos do que uma comissão parlamentar do PS; droga, chantagem muito sexo. O mundo da moda parece-se com a Casa Pia? Talvez. Mas a mais representativa é a história de John Casablancas, pai do vocalista dos The Strokes e sujeito que competia em creepyness com Eduardo Ferro Rodrigues.

Paris, 1972. Um descendente de latinos deslocado – casado com uma ex-modelo post-wall – e o seu sócio Alain Kitter, ambos presumivelmente falidos, cruzam-se nos campos Elísios com uma rapariga especialmente bonita em quem reparam simultaneamente. Ela tem apenas catorze anos. À altura, as colecções das grandes marcas eram apresentadas por mulheres do Leste além-muro e a sua remuneração era protelada ao esquecimento, utilizando a ilegalidade da sua presença na cidade das Luzes como trela silenciadora. Mais, o foco incidia sobre a indumentária, ignorando liminarmente as manequins. Realidades que a epopeia dos dois finórios viria a alterar

A beleza intocada da infanta catorzinha inspirou à questão: Porquê, despiciendo a fisionomia dos seus melhores anos, esperar pela entrada duma jovem na vida profissional? Por nada. Por isso, já nos trintas e quais predadores, Kitter e Casablanca começaram a cruzar as ruas Lutecianas em busca de crianças, convidando-as a ingressar na novíssima “Elite Model” fundada pelo par. Ademais representar os direitos legais das miúdas, cujo labor intermediavam junto dos designers, a Elite acompanhava o seu crescimento, movendo o foco da indústria entre as vestes e as figurinas, pois enquanto os catálogos cambiavam de ano para ano e as marcas se sucediam entre contractos e tropelias, as raparigas ficavam.

Criaram assim o conceito de supermodelo e o resto é história: a Elite expandiu pelo mundo, os seus mentores enriqueceram e Julian Casablanca – perturbado por um Pai que aos 41 anos namorava uma rapariga de 15 – espantou os seus fantasmas de crescimento exibindo repetidamente o pénis em público, nos concertos que deu pelo mundo à cabeça de um quinteto prodigioso.

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Sou Fã

Sara Sampaio foi minha contemporânea na faculdade de ciências enquanto pretendente ao diploma mais fácil que a escola facultava. Não o obteve. Outras milhares de raparigas mais dotadas, mais esforçadas, perante formações mais complexas, cumpriram-nas com distinção e mérito, distinção e mérito que não são remunerados. Falo de raparigas quem, com um microfone à frente, conseguiriam elaborar uma declaração mais erudita do que “Já perdi a conta das vezes que me mandaram ir comer um hambúrguer, me chamaram anorética, esqueleto, etc”. Além do manuseamento do microfone, a remuneração da jovem inclui um segmento em numerário e as valias adjacentes à sua situação videira – aqui está um ser humano que nunca foi experimentou uma rejeição nem nunca teve de pagar um jantar. Fama, dinheiro, aceitação. A troco do quê?

Como estes fenómenos geram celeuma, ou – em retardadês – buzz, uma Feminista badocha – fotografada com asinhas nas costas para o instagram e com um hashtag – autointitulou-se integrante do concurso. Algo que equipara a sua sanidade mental à de um sem-abrigo que vive no meu bairro e que está convencido que é o D. Afonso Henriques – se se fizer fotografar em Guimarães assinando um papel amachucado com as palavras “TRATADO DE ZAMORA” nele inscritas, o amalucado há-de ter buzz. É claro que podemos dizer à feminista badocha para ter cuidado com a alimentação e fazer exercício físico recordando-a que, tal como os homossexuais, só continuará a ser gorda enquanto o quiser ser; é claro que nestes dias de indignação, é mais fácil mimetizar o espectáculo em versão obesa do que questioná-lo. Substituam “obesa” por “preta”, “fufa” ou “traveca” e fujam a sete pés de espectáculos de merda moda.

Já sabemos que as passerelles são reservadas a mulheres cuja dieta alimentar compete quantitativamente com a da Somália – talvez assim se explique porque existem tantas modelos Venezuelanas. Mas um espectáculo análogo com mulheres cuja alimentação compete quantitativamente com a de um mastodonte Brasileiro – explicando porque não existe nenhuma destas em África – só implica cessar a relação das modelos com nutricionistas ou personal trainers e integrá-las ao invés na Associação Portuguesa de Intervenção Cardiovascular, junto da Sociedade Portuguesa de Cardiologia, da Associação Protectora de Diabéticos de Portugal, da Sociedade Protectora dos Animais e, claro, achar um bom fornecedor de rações.

Ai és tão linda/pareces uma sereia/metade mulher/metade baleia

Em suma, como não se resolve o problema da falta de liberdade cambiando uma ditadura fascista por outra de sentido inverso, não se resolve o ónus sociocultural da veneração da beleza física, venerando a morbidez grotesca. Equiparar a mulher a uma boneca erótica é tão imbecil (mesmo que mais saudável) comos equipará-la a um boneco da Michellin. Por essa razão a resolução adequada é ignorar o buzz: não acompanhar estilistas, não seguir modelos, não ler pasquins online que os mencionem. A única forma de bater a economia de atenção é saltar fora.

Sempre que desdenho a importância da beleza feminina sou criticado pelos meus pares, nomeadamente PUA’s, que evidenciam que só as feministas badochas nos querem obrigar a olhá-las como se já tivessem perdido calorias suficientes para abastecer a EDP por um ano. Mas deixem-me regressar ao exemplo da tentativa de bióloga falhada para explicar a minha tese: Porque razão remuneramos Sara Sampaio com mais do que os benefícios que colhe da sua beleza natural? Depois da segunda vaga de feministas ter exigido equidade e justiça laboral, as mulheres que exigiram ser remuneradas pela sua produtividade em vez de pela sua fertilidade, vêem-se remuneradas pela segunda pelos moldes da primeira, equiparando a detenção de beleza a uma profissão assalariada. Claro que houve mulheres quem abdicaram em absoluto da fertilidade para serem apenas produtivas, mas enquanto a larga maioria preferia não ter de fazer nenhum para poder viver, as mulheres que já detém o monopólio da reprodução, competem com vantagem o homem no mercado laboral. E a vantagem é precisamente a beleza – ao ponto de fazerem, como Sara Sampaio, desta a sua única forma de sustento.

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Alguns amigos também acusam a depreciação da beleza como uma forma de Socialismo que coage todos a fingirem que as mulheres são igualmente atraentes, apesar do executivo Socialista na CML utilizar anualmente uma parte choruda do erário camarário para co-financiar a Moda Lisboa, uma ocorrência que não só discrimina activamente as mulheres mediante a sua beleza, como – à semelhança do festival os rotos – Exclui uma parte significativa da população de o poderem frequentar. Mas ao mesmo tempo essa ideia – a de igualizar as mulheres sem dar crédito social ou financeiro às mais elegantes ou bonitas – nasceu pelo contrário numa parte do globo nada amiga das mulheres.

Porque era precisamente essa a ideia do profeta quando escreveu na Surah  “Dizei às tuas filhas e às mulheres dos crentes que fechai as suas indumentárias tapando-as pois é melhor ser reconhecido mas não incomodado. E [por isso] Deus será sempre perdoador, gentil”. Maomé conhecia a natureza da mulher que discrimina activamente a próxima conforme for ou não bela, percebendo que a única forma de a resguardar é ocultando-a. Porque a beleza deve ser resguardada aos seus maridos, as mulheres muçulmanas estão também interditadas de ocupar uma função laboral e os frutos que colhem da sua fertilidade (um bom marido, abonado e cortesão) compensam a ausência de produtividade . De facto o sistema é injusto – porque, ao contrário dos homens, estão inibidas de se sustentarem –  mas a diferenciação faz-se por completo: as mulheres têm o monopólio da fertilidade mas em contrapartida os homens têm o monopólio da produtividade.

Se as mulheres querem ser medidas como homens, todos os traços não-produtivos distintivos devem ser ignorados e uma mulher deve ser interditada de fintar o mercado laboral para ser remunerada sem produtividade. Se as mulheres querem ser medidas como mulheres, devemos expulsá-las do mercado de trabalho.

Brevemente na baixa lisboeta

Via Observador

(…) cidadão paquistanês em causa, proibido de circular no espaço Schengen como consequência de uma medida aplicada na Noruega.

(…) A inspetora da delegação de Alverca do SEF terá ignorado esse alerta e atribuído o visto de residência, abrindo, na prática, as portas do espaço comum de circulação a um homem que estava proibido de aceder a esse privilégio.

As mulheres não podem ser encarregues de guardar as fronteiras. Esta gaja ou teve pena ou tem fome de picha bárbara, seja qual for o móbil o resultado é o mesmo.

Entre os inspectores serem poucos e sabotarem o serviço, não deve tardar muito até termos um banho de sangue em Portugal.

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Os atentados agora são “atropelamentos”

É só um atropelamento. Nada para ver aqui. Keep calm and carry on.

O comandante Russell Barrett, da polícia do estado de Victoria, ao qual Melbourne pertence, anunciou numa curta conferência de imprensa que existem razões para crer que o atropelamento foi “deliberado”. Contudo, que ainda não se sabe se tratou de um ato terrorista. “Nesta altura, acreditamos que foi um ato deliberado. Contudo, ainda não sabemos qual foi motivação e a investigação ainda vai no início”, disse o comandante.

O Patriarca arrisca afirmar que basta saber o nome do condutor para se poder concluir a investigação. Há de chegar o dia em que estará errado. Mas esse dia não vai ser hoje.

Ahhh, a ironia


P.S. Novas informações que surpreendem… absolutamente ninguém:

The driver of a car that was driven at pedestrians in a deliberate act was a 32-year-old Australian citizen of Afghan origin


P.S.2 Por cá, não descansam enquanto não tivermos um massacre na baixa lisboeta.


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