Aprendendo com o patriarca

Depois de me submeter a uma situação especialmente humilhante (que descreverei em breve), uma garota das minhas imediações queixa-se em plenos pulmões

– Precisava de uma bicicleta para ir sair com os meus amigos Franceses mas não tenho uma
– Precisavas? Podes levar a minha
– Oh! Que querido (seca a passarinha)
– Está aqui e aqui tens a chave. Leva à vontade.
A bicicleta tem o banco ajustado à minha altura, mais 15 cm do que a pequena. Por isso ela, uns vinte minutos depois, queixa-se
– Olha, podes só ajustar o banco? É que assim não consigo andar.
– Claro claro, empresta cá.
Pego na bicicleta, baixo o banco, monto na bicicleta e ala que é cardoso.

Seis horas depois encontrei a moça de novo e nunca a vira tão interessada em conversar comigo.

noivo em fuga de bicicleta

Comissão para a Igualdade de Género

A esquerda não se derrota com lógica nem argumentos.

A esquerda é composta por gente sem valor, cuja única hipótese de ascender socialmente é através da exibição de virtude (geralmente falsa), abraçando causas ridículas em suposta defesa dos coitadinhos.

Assim, a melhor maneira de os desmoralizar é através da chacota e do ridículo. Fazer pouco dessas causas que não têm ponta por onde se lhes pegue. E claro, troçar incessantemente com a fisiognomia de pusilânimes que invariavelmente apresentam.

Por exemplo, há um organismo estatal que não serve para nada senão fazer barulho, chupar fundos do estado e incomodar as pessoas honestas que trabalham. Muito à semelhança de uma certa etnia que tem dado que falar ultimamente.

Felizmente há um logotipo perfeito para eles.

ciganos
Espalhai este meme

Quem disse que ir às putas não era divertido?

A intrigante análise da viagem à terra das mulheres trabalhadores do nosso Myrddin, trouxe à Távola Redonda um conjunto de leitores que procura alagar o seu conhecimento sobre o tema da prostituição lisboeta. O Caro Patriarca decidiu então dar a sua opinião sobre a procura destes serviços por parte dos homens, concluído que apreender game seria uma alternativa viável – ponto de vista unânime na Távola. Eu, por outro lado, decidi alargar os meus conhecimentos sobre esse mundo. Como tal, que melhor lugar para o efeito que visitar o maior fórum de acompanhantes português – gp-pt.net.

O gp-pt é um site onde putanheiros e confrades trocam ideias sobre as putas que visitaram ou pretendem visitar. Fazem-se análises das sessões, trocam-se informação sobre preços, características físicas, veracidade de fotos, respeito e simpatia das moças e claro sobre a qualidade do coito. 

putas portugal
Método de avaliação estandardizado do SMV feminino

Por entre os milhares de TD’s ( uma espécie de Fiel Report do mundo das acompanhantes) disponíveis no gp-net, há um do user JonyBardo que merece um lugar de destaque.

Telefono à GP a saber as condições. Telefonema normal. Oral e vaginal com massagem por 20€. Vamos lá arriscar.

Chego ao local e ela explica-me em maior pormenor. Subo ao quarto andar. Abre a porta escondida e só se revela após eu ter entrado. Primeiro impacto negativo. Ela anúncio 28 anos. Meus amigos, 28 anos tenho eu e ela podia ser minha mãe. Mas enfim, agora já cá estou. Começa a falar e se o aspecto já era mau os modos são ainda piores. É uma barraqueira do Picoto, sem tirar nem por. Olho para ela com mais atenção e atende de cuecas e de top verde. O top verde está sujo com nódoas. A higiene não promete ser boa.

Olho em redor por uns instantes e tenho o primeiro momento WTF. Logo na entrada está um pequeno altar de madeira, com uma bíblia aberta, um crucifico em cima da bíblia e uns recipientes com um liquido escuro. Bruxarias e voodoo é algo que não me aquece nem me arrefece, mas sangue de galinha é algo que reconheço à distância por causa do cheiro. Começo logo a pensar onde caralho me vim meter. Fiquei sem saber se fui ali para dar uma queca ou para à imagem do filme “Cidade de Deus” entrar lá Dadinho e sair Zé Pequeno. Isto estava a ficar tão surreal que eu quis ver até que ponto chegava.

GP encaminha-me para o quarto. Está quente, sem AC nem ventoinha. Estavam perto de 40ºC lá fora. Escuso de dizer o quão mau isto é.

GP fecha a porta e exclama: “Pagamento adiantado!”. Se até agora ela era GP passou a ser puta de rua que por acaso está num apartamento. Falta de classe e de tacto tremenda. GP sai, assumi eu que para se higienizar. GP volta rapidamente pois higiene não é algo que a ela lhe assiste. Ela não se lava nem pede para me lavar. Num dia quente de verão. Boa.

Quando volta diz-me para me deitar de barriga para baixo para fazer a massagem. Eu nem sei como apelidar o que ela fez mas massagem não era de certeza. Aplicou um creme qualquer nas costas e fez menos esforço do que se estivesse a passar bronzeador. Depois dá uns toques com as pontas dos dedos. Aquilo está para uma massagem como um arroto está para um discurso do John F. Kennedy. Durou cerca de 2 minutos. Isto conclui o segundo momento WTF.

Viro-me para cima e ela inicia o que eu pensava que ia ser um oral encapotado mas que veio a ser a coisa mais surreal que nestes anos todos eu tive a infelicidade de presenciar. Vou relatar com a máxima fidelidade possível e em verdade vos digo caros foristas que é 100% real.

Primeiro saca do preservativo e faz questão de dizer que só ela pode mexer nele porque tem de ficar bem posto senão sai. Ok, tem a sua lógica. No entanto a lógica esbate-se logo nos primeiros segundos. Tira o profilatico para fora e desenrola-o por completo. De seguida enche o um pouco de ar. Eu fico com ar de parvo a olhar para ela. Garanto-vos que naquele momento pensei que ela ia fazer como os palhaços de circo que fazem uma escultura de cão com balões. Pensei ter encontrado a mítica puta batatoon mas não. A realidade era ainda mais ridícula.

Ela agora agarra a base do preservativo e estica com ambas as mãos. Eu não estou a dizer esticar um pouco, quando digo estica é ao ponto que dava para meter a cabeça lá dentro e fazer de gorro. A cabeça de cima, para que não haja dúvida. De seguida mete o preservativo no zé tolas e pela primeira vez na minha vida – morra eu aqui ceguinho – METE OS TOMATES JUNTOS.
Eu não aguentei. Tive de me partir a rir e perguntar o que ela estava a fazer. Ela continuou a afirmar que era o método dela. Eu ironicamente perguntei se ela queria que eu fosse buscar película de cozinha para enrolar o que sobrava de mim. Ela ponderou durante uns 30 segundos e disse “Não filho, não é preciso”. Foi ai que me apercebi que tinha uma puta maluca a segurar-me nos genitais. O modo de sobrevivência ficou ON.

Faz mais uns ajustes e puxa para cima e para baixo, com que objectivo final não consigo entender. No final os tomates ficam de fora do preservativo e ele foi puxado para cima de modo a que mais pareço ter uma peúga na piroca. Aproveitei este momento para reflectir na minha situação actual e cheguei à conclusão que para ter este karma devo ter sido o Hitler na vida passada. Mas adiante, que estou a divagar.

Quando finalmente aos olhos da GP o preservativo está correctamente colocado ela inicia o que chama de “oral”. Caros amigos, eu não sou doutorado em sexologia mas assumo que para ser chamado de oral o sexo tem de envolver a boca. Este não foi o caso. A GP chega-se perto do malho, abre a boca e começa a bater uma como quem está a transformar natas em manteiga ao mesmo tempo que arfa para cima do pénis. Este foi o terceiro momento WTF. Eu disse-lhe pelo menos 3 vezes “Mete-o na boca”, ao que ela aquiescia mas voltava a fazer exactamente a mesma coisa. Eu tive de lhe perguntar se isto era o oral. Ela diz que sim. Eu digo OK. Nesta altura só pensava se devia escrever um TD ou não pois os confrades talvez nem fossem acreditar em mim. Aproveito para dizer que ela não tirou o top, apenas as cuecas. Isto feito sempre a despachar, parecia que os meus genitais eram um carro de formula 1 e ela uma equipa de pit stop.

Quando o malho atinge algum volume, coisa que dada a confluência de circunstâncias foi tarefa de Sísifo, ela mete-se de gatas e diz-me para meter por trás. Eu pego no meu malho coberto por um preservativo esticado que mais parece uma peúga e ia mete-lo quando ela diz “NÃO MEXAS, SÓ EU É QUE MEXO!”. Aparentemente a única parte do corpo do cliente que pode tocar lhe é a piroca coberta com látex ao modo sui generis da GP. Ela lá encaixa e basicamente a sensação foi a de meter o pénis dentro de uma pochete com areia lá dentro. Nunca fodi nada tão seco e eu sou um gajo que uma vez fodi um pacote de bolachas de agua e sal – true story. Saco o zé tolas para fora e olho para lá a ver o que se passa. Aí vejo a vagina dela. Lábios dependurados e caídos, parecia a manga de um feiticeiro. Isto se a manga fosse de cor roxa. Foi aí que meti um ponto final nisto. Ela ainda me amarrou pela base da piroca e tentou meter lá dentro mas eu disse simplesmente: “Filha, isto não dá. Fica com o dinheiro porque se és assim com todos vais precisar dele.” Não devo ter sido o primeiro a dizer isto porque ela nem reagiu. Tirei o preserva, deitei-o para o chão porque LOL e comecei a vestir-me. Saí sozinho. Voltei a confirmar que no altar de voodoo era mesmo sangue de galinha.

Disclaimer: A Távola Redonda não é apologista do uso de putas.