Aquilo que toda a gente pensa sobre a violência doméstica mas ninguém tem coragem para assumir

“Nem todas as mulheres gostam de apanhar, apenas as normais” – Nelson Rodrigues

A fotografia acima exibida pertence ao casal noticiado pelo Observador, exibido no vídeo da TVI24 (parcialmente censurado) e também no Correio da Manhã (sem censura). Na caixa de comentários, considerada a localização onde a gravação amadora foi realizada, um leitor assume tratar-se  do “típico subsidiodependente”. Na verdade, o rapaz que tentou asfixiar a mãe de dois dos seus três filhos grávida de 9 meses do 4º por estar embriagado à hora de almoço, é ex-aluno do Colégio Valsassina, corredor de karts, proprietário de um Ferrari desde os 18 anos e filho de um multimilionário com segurança particular quem se diz ter enriquecido a vender cocaína. Mas não é esse o ponto.

Acabada de parir pela 3ª vez em virtude da agressão, a psicóloga clínica do Hospital de Santa Maria já apresentara várias queixas no passado por violência doméstica e maus tratos contra o companheiro com quem vive e que, desde novo, era afamado por afiambrar na cara das múltiplas parceiras que nunca lhe faltaram. Sou o primeiro a declarar que me horroriza a violência e o tratamento a que esta senhora (sim, eu vejo rugas) tem sido sujeita. Acho desumano que alguém seja tratado deste modo, sobretudo ao longo de um período delicado como o da gravidez nas suas fases finais*. É obviamente necessário combater a violência doméstica e apurar e estigmatizar os culpados pela mesma. E de quem é a culpa das várias agressões de que a Drª foi alvo e a podem mesmo vitimar, caso não recupere dos danos que lhe foram infligidos? Obviamente, é dela.

O Sócrates é um conas

Na sua primeira encarnação governativa quando quis ser o Justin Trudeau Europeu, o presidiário nº 44 do estabelecimento prisional de Évora criminalizou a violência doméstica na revisão do código penal que realizou sob a forma da lei 59 de 2007. Inédito, no artigo 152º, o governante determina ” Quem, de modo reiterado ou não, infligir maus tratos físicos ou psíquicos, incluindo castigos corporais, privações da liberdade e ofensas sexuais a) Ao cônjuge ou ex-cônjuge; b) A pessoa de outro ou do mesmo sexo com quem o agente mantenha ou tenha mantido uma relação análoga à dos cônjuges, ainda que sem coabitação;” está metido num molho de brócolos. Desde então, dos dias em que eu podia ter sexo e não genero, a lei foi atualizada para contemplar a “relação de namoro”, uma “pena acessória de proibição de contacto com a vítima (que) deve incluir o afastamento da residência ou do local de trabalho desta e o seu cumprimento deve ser fiscalizado por meios técnicos de controlo à distância” e a difusão “através da Internet ou de outros meios de difusão pública generalizada, dados pessoais, designadamente imagem ou som, relativos à intimidade da vida privada de uma das vítimas sem o seu consentimento”; Transformaram-se ainda os procedimentos para garantir especial “celeridade processual”, outorgar “medidas de protecção à vítima”, aplicar “medidas de coacção urgentes” que incluem não permitir o suspeito de “permanecer na residência onde o crime tenha sido cometido ou onde habite a vítima” e registo em “Base de dados da violência doméstica”.

O Código de Processo Penal recomenda inclusive ao Ministério Público que promova  a nível de Distrito Judicial, DIAP, círculo judicial ou comarca, o desenvolvimento de parcerias, formas de articulação e canais de comunicação (…) com a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, (…) e as instituições de solidariedade social cuja atividade incida sobre agressores ou vítimas ou sobre qualquer vertente relevante para a compreensão e intervenção nas situações de violência doméstica, tendo em vista o apoio à definição e à execução das injunções e regras de conduta. Nas fichas entregues às forças de segurança, encontramos questões mui imparciais como “Acredita que o ofensor a seja capaz de matar ou mandar matar (está convictA – homens não podem ser vítimas – de que ele seja mesmo capaz?) ou “A Vítima está grávida ou teve um bebé nos últimos 18 meses“.

Dois anos depois,fez-se aprovar a lei 112/2009 que cria a «Rede nacional de apoio às vítimas de violência doméstica» e aplica “medidas de coacção urgentes”, no prazo de 48 horas, expulsando nomeadamente os “agressores” das suas próprias residências e impedindo-os de “contactar com a vítima, com determinadas pessoas ou frequentar certos lugares ou certos meios”, “mesmo nos casos em que a vítima tenha abandonado a residência”. À vítima, a lei presta “Apoio Financeiro”, força a “Cooperação das entidades empregadoras”, para efeitos de transferência, “suspensão do contracto de trabalho” ou justificação de faltas; Ao “apoio ao arrendamento”, “atribuição de fogo social”, “Rendimento Social de Inserção”, “Abono de família”, “Tratamento clínico”, “Isenção de taxas moderadoras”, “assegurada prioridade no acesso às ofertas de emprego, à integração em programas de formação profissional ou em qualquer outra medida ativa de emprego”, ” prioridade no atendimento nos centros de emprego e centros de emprego e formação profissional do Instituto do Emprego e Formação Profissional, I. P. (IEFP, I. P.,)” e gratuitidade de tudo isto. Ah, e (além de uma infinidade de estruturas apoio todas pagas pelo Zé povinho) cria os CIGanos**

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O Patriarca é um génio

Paralela aos trabalhos legislativos, a magistratura – liderada por uma especialista nestas merdas – coordenou-se para auto-atribuir, a alguns magistrados, a especialização na temática. Movida pela convenção de Istambul, congregação de juristas dedicada às temáticas da “Violência Doméstica, maus-tratos e contra a autodeterminação sexual” num país onde há algumas semanas as autoridades desmembraram um jornalista, a PGR “impõe que na investigação de tais ilícitos, o ministério público adopte na sua estrutura organizativa por forma a responder adequada e cabalmente às aludidas exigências”. Assim, contrariando o estipulado pelas normas judiciais em qualquer país civilizado no mundo, ao invés de sorteados, “os inquéritos referentes aos fenómenos criminais de violência doméstica, maus-tratos e/ou contra a autodeterminação sexual devem ser atribuídos a secções especializadas ou a magistrados específicos”.

Entretanto o crime evoluiu para Violência de Género, um termo onde a única palavra que existe no mundo real é a conjunção. Tem um observatório e um centro de Estudos na FCSH. Mas ignora duas informações tremendamente importantes sobre esta tipologia crimosa: mais de um terço se resume a maus tratos psíquicos*** (seja isso o que quer que seja) e  que a violência relacional é estatisticamente muito mais prevalente (alcançando os 26 %) na comunidade homossexual. Ou seja, quando a sua modalidade relacional foi liberada, na verdade, permitimos que um quarto da comunidade fosse violentada pela própria comunidade, nomeadamente através do Outing que pode ter como objectivo garantir o despedimento ou retirar a custódia parental. Se tudo isto não bastasse, face a mais de 30 abrigos em todo o país para acolher mulheres, existe apenas um para acolher homens.

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As condições podiam ser melhores

Um crime que não existe

Agrada-me viver num país seguro onde as estatísticas criminais são francamente reduzidas (porque ainda não começamos a importar criminosos). O Estudo Avaliativo sobre o Grau de Satisfação de Utentes da Rede Nacional de Apoio a Vítimas de Violência Doméstica é uma irrelevância estatística, com 1.4 queixas a cada mil pessoas em seis meses no distrito mais problemático (Lisboa). Piora se pensarmos que as queixas podem ter a mesma protagonista tal como a jovem do texto (que se queixa várias vezes) , ou que algumas destas queixas podem ter na sua origem (segundo relatam os sociólogos do ISCTE) “o sentir medo pela sua vida e segurança pessoal” – a percepção,  feeling, aquilo que alimenta as capas de revistas cor-de-rosa e tem muito pouca substância.

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Continuamos consigo Excelentíssimo Senhor Professor

Mas desde que estas leis foram aprovadas, o país tornou-se mais perigoso. Para mim. Ou para um ciclista nos quarentas com quem travei amizade recente e que me contara como num dos seus treinos, na margem sul, se cruzara com uma ex-namorada a quem dera um soft next cordial por estar farto dela. A miúda estava acompanhada pela procuradora distrital de Setúbal de quem é amiga. Nenhuma das mulheres lhe falou e um par de quilómetros adiante foi detido pela GNR, sob o pretexto da violência doméstica. Resultado: multa, cadastro, e a proibição de continuar a realizar os seus treinos naquele circuito.

Uma lei que menoriza as mulheres

Os crimes de agressão, ameaça ou injúria são crimes privados. Significa que se eu bater nalguém, intimido alguém ou insulto, posso ser posto em tribunal se a vítima apresentar uma queixa, nomear um advogado e me colocar um processo. Enquadrados sob a bitola da Violência Doméstica, estes crimes cometidos contra uma entidade tipidificada (é mulher) passam a ser julgados pelo ministério público, sem que as agredidas (ameaçadas, injuriadas) se constituam noutro papel que não o de assistente. São observadoras passivas num processo que é montado não no sentido de fazer prevalecer a justiça, mas para agredir o agressor.

Não lhes é dada qualquer escolha sobre um processo que gira em seu torno. Não lhe dão inicio nem lhes é permitido terminar. A sua vontade, numa matéria desenhada por feministas radicais, é radicalmente ignorada. Aos olhos da justiça, mesmo num contexto factual, as mulheres, vítimas, o seu depoimento e intenção, são um pequeno pormenor face à prioridade de inculpar os homens com tanta agressividade quanto possível. Não têm voto na matéria.

E não me venham com a conversa de que estas agressões, apreciadas à luz do crime privado, jamais seriam julgadas. A justiça jamais interviria no caso de um furto sem denuncia, ou de um dano patrimonial sem reporte. É do entender público que a mão do estado existe para fazer cumprir a vontade dos cidadãos. E a das cidadãs?

* Se a gravidez estivesse no ínicio e a mulhera bortasse espontaneamente por causa da agressão, podemos considerá-lo de facto um criminoso e não um clínico homeopata ao serviço do SNS?

** Existem ainda os artigos 77º a 80 º que são, no mínimo, assustadores

*** Há mais queixas por “Violação da obrigação de alimentos” do que por “Assédio”

 

As mulheres desejam Patriarcas

Fonte: Feminists Think Sexist Men Are Sexier than “Woke” Men

Women like bad boys. At least, that’s the story. And there’s lots of writing and anecdotal experience to back that up. Men frequently complain about being “friendzoned,” the idea being that men who are respectful toward their female interests get placed into the role of friend, rather than potential boyfriend. The “pickup artist” community has embraced this concept, teaching men how to behave in assertive, dominant ways that, allegedly, are more successful with women. Many of these concepts and dynamics themselves have been called sexist and misogynistic, reflecting underlying beliefs that women “owe” men sex. The “incel” community, a group of online males who complain bitterly, violently, and angrily about being “involuntary celibates” attack women for choosing “Alpha males” rather than softer, kinder men. . . like themselves.

Women who admit to liking bad boys—being attracted to men who are assertive or dominant—are sometimes criticized as having “internalized” misogynistic attitudes, or simply as naïve and foolish, failing to recognize or admit that sexism is damaging. During the 2016 presidential campaign, female fans of then-candidate Trump proudly invited their candidate to grab them, following release of tapes of Trump discussing grabbing women without consent. These women were proclaimed traitors to other women, or decried as simply deluded. Others have suggested that women may choose bad boy types in order to acquire protection from other, more aggressive and hostile men, a theory referred to as the “protection racket.” Some simply suggest that sexism is insidious, and that these dynamics infiltrate our choices without us noticing.

These are complex, highly politicized dynamics that foster conflicts and finger pointing between the genders. Unfortunately, research suggests that women do in fact find sexist men attractive. Gul and Kupfer recently published research where they conducted multiple experiments, testing women’s attraction to different types of men, and teasing out women’s motivations.

Past research has suggested that evolutionary biology explains these dynamics, pointing to findings that women reportedly prefer men with more masculine features and more indicators of “fitness.” However, many of those sensational findings are in question, with failed replications leading to doubt that these effects can be reliably predicted or measured.

Gul and Kupfer take a related tack, but head in a slightly different direction. They suggest that female interest in sexist men, specifically men who display “benevolent sexism” may be seen by women as being more interested in investing resources in a woman.

Benevolent sexism is a concept describing a form of sexism which is overtly less hostile and misogynistic, and are beliefs that I was taught, as a man from the US South. Benevolent sexism includes beliefs that:

  • Women should be “put on a pedestal”
  • Women should be cherished and protected by men
  • Men should be willing to sacrifice to provide for women
  • Women are more virtuous than men
  • Women are more refined and pure, compared to men.

Os leitores mais assíduos terão notado que isto são características algo Beta. Calma. O ouro vem a seguir.

Despite aspects of benevolent sexism appearing chivalrous and romantic, previous research has found that women who endorse these beliefs often demonstrate approval of restrictions on women’s freedoms, independence and autonomy, and may impact women’s support for gender egalitarianism.

O Patriarca suspeita que as mulheres que lutam contra a burka são as que não conseguiram arranjar um homem que as faça desejar a burka.

Gul and Kupfer used several different related experiments in order to test why women find men with these types of beliefs to be more sexy and appealing. They found that women who saw these types of men as more attractive also saw the men as being more willing to protect and care for them, and to commit to a relationship. Interestingly though, these women weren’t love-struck fools, but had their eyes open about these men. Despite being attracted to them, and seeing them as good mates and partners, the women saw these males as being undermining and patronizing men who were more likely to place restrictions on the women.

Tradução: as mulheres só querem ser fortes e independentes até arranjarem um Patriarca.

Gul and Kupfer conducted several separate experiments, showing that their results did replicate in different samples and using different methods (an important strategy in today’s replication crisis), and that the effect was apparent both potential mates, AND in work colleagues. Even in men who were not being scoped out as potential intimate partners, women were more likely to see sexist men as more attractive. Women who were both more and less feminist displayed similar levels of attraction to sexist men, so this effect isn’t the result of women not being “woke” enough.

One of the experiments tested whether women’s ratings of sexist men varied depending on cues about there being more hostile men around from whom the woman might need protection. But here again, women’s attraction towards sexist men wasn’t influenced by her potential need for safety from more hostile men.

O sexismo está para as mulheres como umas mamas boas estão para os homens. São apetitosas em qualquer contexto.

Gul and Kupfer’s research offers a new way to approach these complex dynamics of attraction, integrating the role of evolutionary influences, with culturally-influenced social role expectations. It also challenges some of the misleading beliefs that blame both women and men for the persistence of sexism in our society. It’s important to note that sexism and misogyny are not identical concepts. Kate Manne suggests that misogyny is more about control of women than about hatred, and argues that sexism is more of an ideology that supports the reasons why we treat women differently.

“Dating male feminists turned out to be one of the least empowering decisions I’ve ever made.” —Kate Iselin

Women who find sexist men attractive are not being traitors to other women, nor are they naïve women who don’t understand their choices. Instead, they are women who are making rational decisions, accepting tradeoffs. They are women who recognize that it may be more beneficial to have a partner who is committed to them and willing to sacrifice for them and their family, than it is to have a “woke” feminist man who wants them to be independent.

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I look forward to future research which might explore men’s own perceptions of their attitudes towards women. Do men who hold benevolent sexist beliefs recognize that they may increase their attractiveness, while also potentially being seen as patronizing? But for now, perhaps this research can help us to stop attacking sexist men as being misogynistic tools of the patriarchy, and recognize that these social dynamics exist due to the choices of both men and women, for reasons other than power, hatred, or control.

O mundo é dos Patriarcas, os outros só vivem nele.

Correio do Leitor: Falsos Moralistas e Falsas Puritanas

Pese embora* o que afirmam betas cavaleiros brancos como o nosso provador de buttplugs de serviço, o betacoresoul, a Red Pill é um tema de interesse também para as senhoras.

Prova disso, um recente e-mail recebido pel’O Patriarca. A leitora não será identificada porque não fez nenhum pedido nesse sentido. O Patriarca terá todo o gosto em fazê-lo se ela assim o desejar.

Olá Patriarca

Este blog chamou-me atenção o texto sobre a Paula Cosme, vai par o caralho.
Parabéns! Pois, como mulher, não poderia concordar mais.

Esta sociedade está repleta por demais de falsos moralistas e meninas de bem, falsas puritanas…que na vida pessoal deles por terem tido vivências que as marcam psicologicamente, “cospem” barbaridades na via pública. Que se resolvam primeiro, a a ganhar amor próprio e segundo a se curarem e depois, sim, falem se quiserem…

Vou seguir o seu blog e ler o que há para trás.

Concordo em absoluto com isto: “O Patriarca considera o feminismo o maior flagelo que assola a sociedade actual, é importante realçar que não há nada de pejorativo neste prémio.”

Já agora, leu o último artigo da criatura, dessa Paula? Sobre os beijos dos avós? Vem no expresso.
https://expresso.sapo.pt/blogues/bloguet_lifestyle/Avidadesaltosaltos/2018-10-17-O-beijo-na-avozinha-e-o-esgoto-da-hipocrisia-da-nossa-sociedade

Com os melhores cumprimentos,

[A Leitora]

Cara leitora, é um prazer receber estas suas palavras.

O Patriarca já terá passado os olhos por esse artigo, não vai agora confirmar porque acabou de almoçar e seria bastante inconveniente sujar o chão da sala.

Resta-lhe pedir que se reproduza abundantemente, se ainda não o fez. O mundo precisa de crianças educadas por pessoas que rejeitem veementemente as demências que megeras como esta querem impor.

E já agora, passe a palavra sobre o nosso blog.

Com os melhores cumprimentos,

O Patriarca


*Mentira, o que estes merdas dizem não pesa nada

 


LINKS GUARDADOS

https://web.archive.org/web/20181123155316/https://expresso.sapo.pt/blogues/bloguet_lifestyle/Avidadesaltosaltos/2018-10-17-O-beijo-na-avozinha-e-o-esgoto-da-hipocrisia-da-nossa-sociedade

A Parede em imagens #4: Diana Chaves

Diana Chaves nao casa.png
29 anos

 

diana chaves casa
37 anos

Pelo menos o gajo é o mesmo. Mas andou à espera de melhor…


P.S. A série “A parede em imagens” não serve para denegrir as visadas. A idade é o que é e passa para todos. Pretende apenas ilustrar a diferença de valor sexual e atitudes que a parede condiciona nas mulheres. O Patriarca encara estes posts como um antídoto à mentirosa narrativa de que as mulheres melhoram com os anos, para avisar os betas de que o plano é mantê-los à espera.



LINKS GUARDADOS

https://web.archive.org/web/20181107135429/http://caras.sapo.pt/famosos/2010-12-29-diana-chaves-casar-me-nao-faz-parte-dos-meus-planos

https://web.archive.org/web/20181107135226/http://caras.sapo.pt/famosos/2018-10-31-Na-CARAS-desta-semana-Diana-Chaves-confessa-Ja-sinto-vontade-de-me-casar

Chauvinista do Mês #7 – Carlos Ramos

Nota prévia: relembrando que O Patriarca considera o feminismo o maior flagelo que assola a sociedade actual, é importante realçar que não há nada de pejorativo neste prémio. O Chauvinista do Mês é um galardão de honra que O Patriarca (e outros membros da Távola que assim o entendam) atribui a quem vê a realidade em geral, os choques culturais e as dinâmicas intersexuais tal como elas são, e tem os tomates de ferro necessários para, por palavras ou acções, apregoá-lo em público.

Estava a faltar, não era?

Tinha que ser um tuga com túberos de aço para fazer frente a uma das maiores estrelas do ténis, ainda por cima pertencente a dois grupos “oprimidos” (ou seja, protegidos) – gaja e preta.

Como é óbvio, foi atacado por todo o tipo de degenerados por algo tão obsceno como cumprir o seu dever. O que é que ele tem a dizer sobre isso?

“Estou apenas focado nesta eliminatória e em trabalhar de novo. É apenas isso que posso dizer”

Não há desculpas, não há sequer a mínima valorização do assunto. O homem faz o seu trabalho e segue em frente. “Como se atreve a tratar assim uma mulher?” Fala para a mão. O mundo precisa é de homens destes.

 


Vencedores anteriores:

Chauvinista do mês #6 – Paulo Almeida

(Alegado) Chauvinista do Mês #5 – Jorge de Sá Gouveia

Chauvinista do Mês #4 – O segurança anónimo do Algarve

Chauvinista do Mês #3: António Gentil Martins [Extra!]

Chauvinista do Mês #2: Luís Aguiar-Conraria

Chauvinista do Mês #1: Prof. Dr. José Luís Pio Abreu


Links guardados:

https://web.archive.org/web/20181014124756/https://www.record.pt/modalidades/tenis/us-open/detalhe/carlos-ramos-quebra-silencio-apos-polemica-com-serena-williams

Em Berlim, Feministas anti-Trump apelam ao Islão

Nota: Um canto Islâmico correctamente proferido contém dezenas de palavras complexas que obrigam ao conhecimento profundo da língua Árabe; Como a feminista não sabe Árabe nem conhece cânticos islâmicos pelo natural facto de não ser essa a sua cultura, ela limita-se a reproduzir (E MAL) as palavras Allahu akbar (Deus é o maior) sinalizando que o seu desejo de entrega ao poder externo é muito maior do que o de o conhecer. Vamos recordarmos-nos que a razão pela qual todos no Ocidente reconhecemos estas palavras (as únicas palavras que conhecemos) é porque são aquelas que são proferidas antes dos filhos da puta rebentarem com algumas centenas de inocentes. Vamos recordarmos-nos de que eles já estão na Europa, entre nós, com conivência e aplauso deste bando de rameiras. Vamos recordarmos-nos que amanhã, podemos ser os próximos

Defendendo Serena Williams – A Fisiognomia É Real #3

Muito já foi dito sobre a birra da selvagem tenista Serena Williams, bem como as imbecis acusações de racismo, sexismo, e outros -ismos e -fobias que os membros de espécies protegidas invariavelmente lançam quando são postos na berlinda por mau comportamento.

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Dado que O Patriarca não gosta de gastar o seu latim em vão, não é sobre isso que versará o post de hoje. Antes discutirá novamente um tema que lhe é querido, a fisiognomia.

Também não cairá na óbvia tentação de incidir sobre a cavernícola atleta. Martelar na gasta tecla de que a criatura tem aspecto de troglodita e portanto não surpreende ninguém quando se porta como um(a?), não é a matéria de que grandes blogs são feitos. Há muitos antros de racismo e nazismo na internet onde se pode ler interminavelmente sobre o tema, e O Patriarca não é nem uma coisa nem outra.

O que chamou realmente a atenção foi quem o Observador (ou melhor, a quenga que escreveu o artigo) escolheu para defender a posição da brutamontes.

Daniel Cardoso, professor catedrático na Universidade Lusófona, também é da opinião de que Carlos Ramos foi motivado por estigmas sexistas […] Mas tão preocupante quanto a atitude do árbitro foi a cobertura mediática feita ao episódio, considera o feminista

“O feminista” é uma expressão que faz sempre soar o “alarme pusilânime” d’O Patriarca. Analisemos…

Daniel dos Santos Cardoso é “Doutorado em Ciências da Comunicação [ou seja, nada], na Faculdade de Marxistas Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Com Mestrado na mesma área [ou seja, nada], especialização em Cultura Contemporânea e Novas Tecnologias [ou seja, nada], da mesma instituição, sobre o tema Poliamor [BINGO!]. Colabora com o Projecto EU Kids Online desde 2007 [alerta pedófilo?]

Fazendo uma pequena tangente. Estes artigos são difíceis de escrever porque começas com a ideia de ridicularizar um tipo mas conforme vais escavando, o curriculum deles ridiculariza-se a si próprio. “Ah mas Patriarca, o tipo é da cena do poliamor, ou seja come montes de gajas, e ao mesmo tempo”, poderia dizer um leitor mais distraído. Nada disso. Comer montes de gajas ao mesmo tempo é aquilo que qualquer homem (na sociedade actual pelo menos – tema para outro artigo) deve fazer no mínimo durante algum tempo enquanto não encontra uma que mereça assentar, se assim o desejar. “Poliamor” é conversa de betas degenerados para dar glamour à sua situação relacional – fazer tag team com outro gajo para foder servir uma quenga gorda.

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Poliamor: o mito…
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… e a realidade

Adiante. Vamos fingir que a FCSH é uma faculdade a sério, e que Ciências da Comunicação é um curso a sério. Vamos supor que ser professor de cenas de género é um emprego a sério. E que com este curriculum cometes o erro de, nem que seja por um momento, dar o mínimo de credibilidade ao que este gajo diz.

O engraçado da fisiognomia é que facilmente funciona para os dois lados. Se “o feminista” começa a falar de “uma expressão evidente de machismo e de patriarcado em que há um duplo padrão moral”, então podes ter a certeza de que o aspecto dele vai ser algo como…

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… isto!

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A sério, onde é que arranjam esta gente? Se querem acabar com os estereótipos, o primeiro passo talvez fosse pedir às pessoas que não sejam encarnações perfeitas dos mesmos…

Mas calma, caro leitor. O Patriarca não botaria tanta faladura apenas para gozar com uma cara demasiado bolachuda e uma má escolha de cabelo. Não se pode gastar a pólvora toda no primeiro foguete.

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“uso barba porque senão pareço um anão chinês”
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“sou temperamental, misterioso e pensativo…”
Daniel Santos Cardoso Lusofona 2
“… mas sorrio um bocadinho quando me metem um massajador prostático”
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“Envia-me os teus filhos, juro que não os molesto!”
Daniel Santos Cardoso Lusofona 5
“Isto são só adornos, nunca na minha vida andei de trela!”
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O teu filho, nas aulas dele

A fisiognomia permite assim pôr a nu uma dinâmica que pode parecer óbvia, mas que nos pode escapar ao ser confrontados com a opinião supostamente credível de um “professor catedrático” (ainda que não se saiba de quê):

  • as coisas indefensáveis são defendidas por degenerados
  • os degenerados defendem coisas indefensáveis

Corolários:

  • não oiças degenerados
  • quando ouves uma coisa estúpida, procura por um degenerado

A aplicação destes princípios permite manter o nosso cérebro refrescantemente livre de uma imensa quantidade de ruído maléfico.

Há no entanto outra pessoa no artigo a defender a mesma posição. Poderá Patrícia Vassallo e Silva ser alguém merecedor do nosso respeito e atenção? Estará O Patriarca enganado?

Patrícia Vassallo e Silva 1

Patrícia Vassallo e Silva 2

Patrícia Vassallo e Silva 3
Harpia confirmada

smilelaugh

Pá. A sério. Podiam ao menos fazer-nos a vida mais difícil. Tipo, a gaja podia ser boa. Ou ter família. Qualquer coisa. Mas não. Vive com um gato e escreve nas Capazes. É preciso dizer mais alguma coisa?

No meio disto tudo, há uma verdadeira vítima. Uma jovem de 20 anos que atingiu um pináculo com que todos os que se iniciam no ténis sonham, ainda por cima frente a um dos monstros (heh, raramente este adjectivo foi tão adequado em todos os sentidos) da modalidade, e cujo momento de glória foi completamente eclipsado por uma birra à qual foi dado demasiado protagonismo e pelas razões erradas. Que ela se possa queixar mais de racismo que a sua adversária é um bónus de ironia que não escapa a’O Patriarca.


P.S. É interessante verificar que o argumento de que “os homens fazem pior e não acontece nada” não só é estúpido como é falso.


Links guardados:

https://web.archive.org/web/20180917114133/https://observador.pt/especiais/pode-a-polemica-com-serena-williams-minar-a-luta-feminista/

https://web.archive.org/web/20180917114303/https://en.wikipedia.org/wiki/Naomi_Osaka

https://web.archive.org/web/20180917114400/https://www.ulusofona.pt/docentes/daniel-dos-santos-cardoso

https://web.archive.org/web/20180917114503/https://capazes.pt/author/patricia-vassalo-e-silva/

https://web.archive.org/web/20180917115615/https://observador.pt/2018/09/14/carlos-ramos-arbitra-jogo-da-taca-davis-esta-sexta-feira-o-primeiro-depois-da-polemica-com-serena/

 

O Cerco

Até quando?


ADENDA

O leitor Luís Pedro pergunta “o que representa o soy boy, o cuck e o blm?

O leitor Paulo Alex responde muito bem,

“Soy boy” é um “homem” que tem falta de caracteristicas masculinas e “BLM” é Black Lives Matter

E “cuck” é um homem frustrado e efeminado que é habitualmente dominado pelas mulheres, ou seja incapaz de se impor.

O Patriarca acha pertinente acrescentar algumas coisas.

  • “Soy boy”, literalmente “rapaz soja”, vem do hábito de substituir compulsivamente de toda comida por soja e derivados que alguns sectores da sociedade apresentam. Como normalmente esses “homens” são pouco masculinos, e dados a religiões alternativas como o marxismo e o veganismo, Soy Boy é um excelente termo para fazer pouco da esquerda.
  • Se há de facto (como parece haver alguma evidência nesse sentido) um efeito importante de diminuição de testeosterona provocado pelo consumo de soja, ou se são os gajos com pouca testosterona que gravitam para estas tontices, é uma questão ainda não totalmente esclarecida.
  • “Cuck” é praticamente um sinónimo de “Beta” em linguagem Alt-Right. Deriva de “Cuckold”, ou seja “corno” – a vítima do cuco, um pássaro que tem a tendência de enganar outros pássaros colocando ovos seus disfarçados no meio dos ovos de outros para que eles criem a sua prole sem investimento do próprio.
  • “Black Lives Matter” é um movimento terrorista marxista cuja existência só é permitida porque os seus membros são espécie protegida.