Ça Va Manu (II)

Emanuel Macron deixa-se fotografar com o gang dos Bárbaros

Now we got women in the police, cucked
We let them into politics and vote like cucks
Niggers get invited in our homes by cucks
Introducing his daughter to these rapists, cucked
Just to signal everybody you ain’t racist, cucked

2 comentários em “Ça Va Manu (II)”

  1. Uma das poucas coisas boas do Observador da direitinha é o Historiador João Pedro Marques. Sobre esta foto do cuco Nelinho, ele escreveu este excelente texto (podem clicar à vontade, que não é “premium):

    https://observador.pt/opiniao/uma-pergunta-aos-macrons-do-nosso-mundo/

    Como é evidente, não concordo com a parte relativa à “extrema-direita”, mas a observação de que o Nelinho é um grande cuco e um maior hipócrita é certeira.

  2. Corrupção global, União Europeia: UMA SOCIEDADE DE VENDIDOS À MÁFIA
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    Os vendidos à máfia do presente SÃO IGUAIS aos vendidos à máfia do passado!
    É o trabalhinho dos vendidos à máfia: no presente, tal como no passado, os vendidos à máfia – em conluio com a elite financeira (nomeadamente a máfia do armamento) – DESTILAM INTOLERÂNCIA para com os autóctones, cujas intenções Identitárias, coloquem em causa interesses económicos:
    -1- os autóctones (que têm a SORTE de não estar numa ‘ponta esquecida do planeta’) são alvo das mais variadas coacções, sancões…
    -2- os autóctones (que têm o AZAR de estar numa ‘ponta esquecida do planeta’) levam com um holocausto massivo em cima:
    —» no passado povos autóctones da América do Norte, da América do Sul, da Austrália foram alvo de holocaustos massivos…
    —» em pleno século XXI tribos da Amazónia têm estado a ser massacradas por madeireiros, garimpeiros, fazendeiros com o intuito de lhes roubarem as terras, muitas das quais para serem vendidas posteriormente a multinacionais; FMI’s e afins falam no assunto… népia – povos autóctones a viverem pacatamente no planeta e a prosperarem ao seu ritmo ia prejudicar o crescimento económico mundial em 0,0x %…
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    Uma obs:
    Toda a gente sabe como são as negociatas da máfia do armamento: são fornecidas armas a «grupos rebeldes» (sim, é verdade: os «grupos rebeldes» não possuem fábricas de armamento)… depois, em troca, a máfia do armamento tem acesso a recursos naturais (petróleo, etc) fornecidos pelos «grupos rebeldes» ao desbarato;
    E MAIS: a máfia do armamento procura encaminhar refugiados de guerra para locais aonde ela possui investimentos… que é necessário rentabilizar.
    Ora o que é que o Parlamento Europeu faz: exerce todo o tipo de ameaças (coacções, sanções, etc) sobre aqueles que não se querem vender à máfia do armamento… ou seja, povos autóctones que querem ter o seu canto (o seu espaço) no planeta, que querem sobreviver pacatamente, e prosperar ao seu ritmo no planeta.
    E POIS É, COMO SERIA DE ESPERAR : o parlamento europeu não chama à responsabilidade os países aonde a máfia do armamento tem instaladas as suas fábricas.

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