Em Berlim, Feministas anti-Trump apelam ao Islão

Nota: Um canto Islâmico correctamente proferido contém dezenas de palavras complexas que obrigam ao conhecimento profundo da língua Árabe; Como a feminista não sabe Árabe nem conhece cânticos islâmicos pelo natural facto de não ser essa a sua cultura, ela limita-se a reproduzir (E MAL) as palavras Allahu akbar (Deus é o maior) sinalizando que o seu desejo de entrega ao poder externo é muito maior do que o de o conhecer. Vamos recordarmos-nos que a razão pela qual todos no Ocidente reconhecemos estas palavras (as únicas palavras que conhecemos) é porque são aquelas que são proferidas antes dos filhos da puta rebentarem com algumas centenas de inocentes. Vamos recordarmos-nos de que eles já estão na Europa, entre nós, com conivência e aplauso deste bando de rameiras. Vamos recordarmos-nos que amanhã, podemos ser os próximos

15 comentários em “Em Berlim, Feministas anti-Trump apelam ao Islão”

  1. Não há inocentes. Muito menos nas grandes cidades onde os atentados acontecem. Quantos dos que já morreram à mão dos invasores não eram eles mesmos a favor da invasão?

    Quanto às feministas, são uma triste representação da falta de virilidade do homem ocidental e do Cristianismo ocidental: estas mulheres estão a clamar pelo patriarcado. Infelizmente só o encontram no Islão.

  2. Achei irónico quando uma das vítimas do atentado por atropelamento em Estocolmo foi identificada como uma ulher belga bastante activa em grupos de apoio à invasão (aka acolhimento de refugiados).

    O problema é que, na verdade, há inocentes.

    Qualquer dia pode calhar-me a mim, que vivo no Reino Unido, onde há mouros em todas as cidades e, azar dos azares, tenho que ir a essa Babilónia a que já chamaram Londres de vez em quando.

  3. um turista em sodoma quando Deus decidiu destruir aquela merda também foi com os porcos, mas olha, ninguém o mandou ir lá visitar. pode calhar-me a mim também, é o preço a pagar por ainda não ter saído da sodoma moderna que é Lisboa. se assim for, não me posso queixar. a culpa é minha. não sou inocente.

  4. Ilo Stabet,

    Por essa ordem de ideias tenho que meter a casa às costas de cada vez que um mouro se mudar para a localidade onde moro.

  5. A verdade é que o justo paga muitas vezes pelo pecador, faz parte da forma como as coisas funcionam neste mundo. Ainda assim, eu tendo a concordar mais com o Ilo do que com o Zé Manel: num país como o nosso, onde 88,6% dos habitantes apoiam a imigração oriunda dos PALOP, a maioria das pessoas merece inteiramente a desgraça que se há-de abater sobre todos nós… e os que “não merecem”, enfim, viver numa grande metrópole dá jeito em muitos aspectos, mas é preciso perceber que tudo tem um preço!

  6. os gajos dos PALOP não se andam aí a explodir.
    Isto lembra-me a história do activista anti-touradas que de forma brava e corajosa se lançou numa praça de touros para impedir o assassino do toureiro de continuar a maltratar o seu bicho mais amado. O touro vê subitamente um corpo a mexer-se de forma errática e acelerada mesmo em frente dos seus olhos. Imaginas como esse filme acabou.
    No dia em que uma destas gajas levar com um camião no focinho, logo se verá se continuam a cantar por Alá ou a pedir o fim da supremacia branca

  7. « _os gajos dos PALOP não se andam aí a explodir._ »

    Por enquanto… recordo que os “portugueses” que foram combater pelo Estado Islâmico eram, com a excepção do Miguel dos Santos, todos bem escurinhos! O Islão tende a espalhar-se precisamente entre os de QI mais baixo…

  8. Os PALOPs não se andam a explodir, mas trazem certos problemas até mais graves. Os árabes/turcos/berberes são civilizados até certo ponto – não se pode descontar a influência do intervencionismo americano no crescimento do extremismo e violência dessas populações – e são capazes, quando não perpetuamente impedidos de o fazer por militarismo alheio, de manter uma ordem social e política (veja-se Sadam, Qadafi, Irão, etc). Os africanos e brasileiros são outra história, de longe – é o caos personificado. Os africanos, em geral, simplesmente não são compatíveis com uma sociedade tecnológica e economicamente organizada para além do mais básico tribalismo.

    No entanto, quando as feministas perceberem que os islâmicos não as vão deixar propagar a sua doença mental e vão metê-las em ordem, vão começar a defender o nacionalismo – um pouco como os sodomitas já começaram a fazer. Mas isso não será uma vitória, pelo contrário. Os dissidentes só as devem aceitar se elas rejeitarem as suas crenças idiotas e destrutivas. Infelizmente isso não é o que acontece, pelo contrário. Uma boa parte dos novos movimentos nacionalistas resumem-se a perpetuar o liberalismo e relativismo que destruiu a nossa sociedade, mas só com brancos (ou só com alógenos que sejam tão estúpidos como os brancos) – no fundo, querem expulsar os alógenos porque eles atentam contra as “liberdades” com que os ocidentais se suicidaram. É a mesma explicação para haver tantos sodomitas “nacionalistas” apesar de representarem a ‘morte da espécie humana’ – foi um sodomita que o disse, Pasolini, – e como tal, serem a antítese da nação: no fundo, os sodomitas sabem que só os brancos são burros o suficiente para os deixarem contaminar a sociedade. Com os islâmicos acaba-se a festa; com os africanos/brasileiros é um caos que não lhes permite viver a vida desregrada e destrutiva que vivem e sobreviver para contar a história.

    Mas se é esse o caminho que o nacionalismo quer seguir de defender a disfunção sexual, a supremacia feminina, a “igualdade”, etc, então não vai longe de qualquer maneira.

  9. sobre o “meter a casa às costas” já o disse aqui (e foi mesmo aqui nas caixas de comentários do TR) que a única estratégia que vejo como viável é recolonizar o campo, com comunidades semi-autónomas, que possam sobreviver a um colapso que vai inevitavelmente acontecer. formar famílias, lideradas por homens, e preparar a próxima geração para o que vem, para que eles não sejam tão fracos como nós. é mais fácil falado do que feito, claro.

  10. Tens razão Afonso. Curiosamente, o Islão predominava numa das nossas colónias. Ainda hoje tem uma influência tremenda. Esses Islâmicos é que punham e dispunham, determinavam as regras e metiam a pretalhada na ordem. Desses Islâmicos… veio o António Costa, o João Cravinho, o Zeinal Bava e outros figurões de cá.

    Porque como o Ilo diz, o Islão implica a existência de ordem. A ordem em que os ditadores Ba’ath mantiveram as populações, em que os Árabes meteram os berberes, a ordem em que os Ottomanos mantiveram o Magreb e por aí fora ou a elite goesa manteve moçambique. Se metesses um par de imans a evangelizar as comunidades ciganas, ia ser bonito. Não tinhas o cambalacho que para lá vai

    Porque é que as feministas os aceitam, se elas – como tem dito o Peterson – são a configuração do caos? Porque elas – como todo o Ocidente – estão sedentas de serem metidas na ordem. Ainda ontem tive a infelicidade de assistir a uma sessão, maioritariamente composta por miúdos de 18 anos, em que todos na sala e sem excepção falaram desdenhosamente e condenaram a “rape culture” que é “negada” em Portugal por “preconceito”. Nós somos carregados com o fardo da rape culture enquanto que estas gajas veneram um sistema social poligâmico e desprovido do direito de voto feminino. Assim não vamos lá.

    O nacionalismo quis-se tornar tão apelativo e contorceu-se olímpicamente no seu ideário para adoptar a tramitação que julgou fazer.se vendável perante o eleitorado vigente. Por isso tens nacionalistas a defenderem coisas que são intragáveis no contexto do nacionalismo. Já os sodomitas, são um caso diferente. Parece-me objectivo que um gajo como o Milo se oponha ao Islão porque sabe que se a providência o encaminhasse para o reino de Saud, a cabeça do ex-director do Bretibart seria cindida do corpo. Da mesma forma que percebo como ideólogos como o o Jack Donnovan se dedicam às lides de Sodoma, são (como alguém muito inteligente escreveu) “os tipos que tanto desprezam mulheres que nem as comem”. Tanto ou mais do que as mulheres, os gay veneram a força e a virilidade, a ordem e a imposição. Um panasca feminista, é naturalmente uma contradição dos termos excepto nos termos. Eu combinei ir tomar um copo com um panasca que conheci recentemente e que se dedica activamente à causa feminista, para compreender o que o move; Logo escreverei sobre o tema.

    Regressando à vaca fria. eu não compreendo a submissão do insubmisso feminismo a este poder despótico e avassalador. Ou como disse o Rui Ramos: “Os seus defensores, que combatem a separação entre brinquedos para meninos e meninas, nada têm a dizer sobre a segregação dos sexos nas comunidades islâmicas. A barbie indigna-os, mas a burqa não lhes diz nada.”. Agora tentam entoar (sem sucesso) os gritos que os talibãs citam antes de assassinar Ocidentais, porque querem assinalar publicamente o seu combate contra o Ocidente que integram e onde compõe (sensivelmente) metade da população. É automutilação? Não percebo

  11. “a única estratégia que vejo como viável é recolonizar o campo”

    Eu gosto dessa ideia. Nas férias estive em zonas rurais dos EUA e, se pudesse, ia viver para lá hoje.

    A questão é o vil metal.

    Para comprar ou construir uma casa em zonas rurais é preciso dinheiro. Para ter um terreno para cultivar nessa zona rural é preciso dinheiro para o comprar. Para evitar que o Estado os roube antes do colapso é preciso dinheiro para IMI. Para equipar a casa para uma existência autónoma é preciso uma série de equipamentos e investimentos (poço e gerador, no mínimo) que custam dinheiro. E, se como acreditamos, o colapso é uma possibilidade real, umas espingardas e respectivas licenças e munições não ficam baratas.

    Depois do colapso o dinheiro não é relevante e será cada um por si, pouco importarão as leis. Antes do colapso o dinheiro tem que ser ganho e as leis cumpridas à risca.

    Para ganhar dinheiro legalmente a forma mais comum ainda é um emprego, e maioria dos empregos estão em zonas urbanas. Mesmo pequenas cidades (vivo numa com cerca de 100 mil pessoas) têm mouros e outros grupos pouco civilizados.

    Se amanhã um mouro se rebentar em Lisboa e o Ilo Stabet for apanhado no meio, isso quer dizer que teve culpa? Não me parece.

  12. Cheguei a viver numa aldeia com menos de 1000 pessoas. O dinheiro importa menos do que pensam. Há muitas coisas que se conseguem por favor, partilha, troca directa ou aquisição em n mão. É importante sim conseguir conquistar confiança e criar uma pequena mas firme comunidade em teu torno, coisa que se consegue com demonstração de liderança, de competência e com a partilha de valores basilares de que as grandes cidades carecem

    (devia voltar a ler o Cesário Verde)

    Ilo, o teu texto no BPS está excelente. Parabéns

  13. O dinheiro não é necessário depois de estar instalado. Tão pouco será necessário depois do colapso ocorrer.

    Mas a não ser que uma pessoa esteja à espera de herdar uma casa em zona rural, e um terreno, vai precisar de dinheiro.

    As trocas vão apenas até certo ponto. Eu posso ter um vizinho que monta paineis solares e me faz a instalação em troca de ovos, queijos, lenha, ou o que for. Mas o painel vai ter que ser comprado.

  14. @Zé Manel,

    todos somos culpados de alguma coisa. morrer não é o pior que nos pode acontecer. pode argumentar-se que estar vivo numa sociedade que caminha a passos largos para legalizar a pedofilia é pior do que morrer.

    e sim, a ideia de formar comunidades é complicada de implementar. mas vale a pena tentar. ficar nas cidades com um trabalho corporativo ou como empresário cosmopolita, mesmo com mais dinheiro, é um mau plano a meu ver. vai haver um colapso, e as cidades grandes vão ser o palco principal da destruição.

    da primeira vez que falei em pais associarem-se para formar ‘escolas’ autónomas, em que os pais seriam os professores e utilizariam os seus conhecimentos para ensinar vários tópicos, também me disseram que seriam impossível e ainda no outro dia saiu um artigo na Sàbado a contar histórias – em Portugal – sobre precisamente associações do género.

    @ Myrddin,

    Obrigado. Já agora, discordo totalmente que os sodomitas venerem a masculinidade e virilidade – visto que têm uma visão completamente errada do que isso significa. sodomizar outros homens não é viril ou masculino, é uma perversão violenta e destrutiva que é o exacto oposto do que é ser masculino e viril. Os sodomitas, mais do que qualquer outra criatura, veneram apenas uma coisa: o orgasmo. Um homem masculino e viril é capaz de auto-controlo, algo de que os sodomitas são incapazes. O Hedonismo é contrário da masculinidade e da virilidade, e todos os sodomitas são acima de tudo, hedonistas (incluindo personagens como o Jack Donovan). Eu sei que muitos deles parecem normais quando estão entre pessoas normais, mas é tudo um teatro (da mesma forma que a versão sanitária apresentada por hollywood é um teatro). Houve uma altura em que a minha namorada tinha muitos colegas sodomitas (faculdade, é preciso dizer mais?), e eu sempre a avisei para não lhes dar confianças porque são pessoas vingativas e destrutivas por natureza, incapazes da mais simples civilidade quando a máscara cai. Eventualmente ela aprendeu a lição, mas devia simplesmente ter-me dado ouvidos pois vim a ser provado correcto. Para além das minhas observações na vida real, toda a informação disponível (desde a Bíblia até aos nossos dias) sobre estas criaturas diz o mesmo.

    Ilo

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