Uma proposta política para extinguir os InCels

Hoje a Maria João Marques dirige-se erradamente à questão InCel cheia de preconceito e veneno, incapaz de se aperceber que para suprimir um InCel, basta que a jornalista lhe empreste a cona. É o cúmulo da cobardia, culpar a condição alheia, com uma cura nas mãos (entre as pernas) e recusar-se a entregá-la pela necessidade de conservar a existência de InCels como um alvo doméstico, uma ameaça omnipresente que – à semelhança do jargão fascista – permite que uma série de gente de merda continue a ter um poder tremendo num país com medo de discutir o que de facto aconteceu em Abril de ’74, ou de um saco de pancada.

Porque não desejo tão mal aos jovens InCels nem tão bem à genitália da opinadora, prefiro transcrever a proposta do fenomenal Roosh. O Microbiólogo e brilhante escritor conseguiu mais do que todas as câmaras legislativas atentas ao fenómeno supracitado; Deviam substituir o congresso Americano pela redacção do ROK.

  1. Ao contrário de quase todos os demais, Roosh caracteriza correctamente o Incel
    “Os Incels estão a matar somente porque estão a falhar em ligarem-se romanticamente ou sexualmente num mercado sexual intensamente competitivo que constantemente te esfrega na cara sexo e nudez. (…) É primeiro útil determinar o perfil básico de um InCel. Tipicamente ele não teve as mãos de um pai masculino ensinando-lhe os caminhos da vida e das mulheres. Ele foi provocado na escola, apesar de não agressivamente vítima de bullying, e tem poucos amigos. Ele não é bom em desporto ou em qualquer actividade que ajudasse a dar-lhe uma estética sexy. Ele não tem habilidades além de programar ou jogar jogos de vídeo. A sua educação lectiva ensinou-lhe que qualquer exibição de comportamento masculino é prejudicial às fêmeas, coisa que ele interiorizou em seu próprio detrimento. Mais severamente, ele é introvertido e não tem praticamente nenhuma habilidade a falar com raparigas ou atraí-las. Há uma década atrás, este tipo de macho herbívoro tornou-se num fenómeno cultural no Japão. Na América, este está-se agora a tornar no homem mediano. Dentro de alguns anos, mais de 50 % de todos os homens caíram no espectro incel.” 
  2. O Roosh identificou correctamente o que pretendem os InCels
    “Um Incel quer primeiramente uma relação amorosa com uma mulher atractiva. Segundo, ele quer sexo com qualquer mulher. Um macho que apenas se consiga deitar mas não experiêncie Amor pode ficar deprimido ou infeliz, mas é improvável que possua uma pulsão para matar. Aqueles quem acabam matando não receberam nem relações nem sexo. Sentem-se derradeiramente esquecidos pela sociedade. Para recordar a sociedade que eles de fato existem, eles recorre, a obter atenção da única maneira que conhecem: Matando. Alvejar pessoas é o mesmo para um InCel o que é para uma mulher fazer upload à Selfie (texto instagram) perfeita. É uma forma de dizerem por favor reconhece a minha existência e valida-a para mim.”
  3. Um InCel deixa de ser InCel se conseguir foder e por isso, para extinguir o InCel, têm de lhe arranjar foda*
    “Os InCels devem ser providenciados com prostitutas gratuitas. Aos InCels será dado um código QR móvel para ter sessões sexuais legalizadas complementares a cada seis meses, o intervalo de tempo que eliminaria imediatamente a sua necessidade de matar. Às putas que fizessem parte deste programa seria dado um treino especial para fazerem os InCels sentirem-se especiais chamando-lhes “bonitos”, “poderosos” e “confiantes”, elogios que nunca ouviram nas suas vidas. As putas arrasarão o seu mundo a uma extensão tal que os InCels esperariam pacientemente para viver em liberdade mais seis meses para poderem fornicar de novo. (…) Depois da experiência sexual, o InCel daria à sua puta governamental uma classificação num sistema de 1 – 5 estrelas. Putas que ficassem aquém das três estrelas, seriam eliminadas do programa, garantindo que o governo apenas contrataria as melhores putas para os InCels visto que esta é uma matéria literalmente de vida ou morte.”
  4. Não só os homens devem ser artificialmente abonados por culpa das suas vantagens naturais no mercado sexual como as mulheres devem ser prejudicadas
    “As mulheres solteiras vão pagar pelas putas dos InCels. Vão ser recordadas que as suas escolhas em parceiros sexuais têm ambas consequências financeiras e mortais.(…) Quem comprar um iPhone terá de providenciar identificação pessoal que revele o seu sexo. Se o comprador for mulher e não casada, um imposto de 100 % será adicionado. As mulheres também serão taxadas em 5 Dolares por cada match que receberem no Tinder e cada pílula contraceptiva comprada por uma mulher solteira virá com um dólar extra de impostos que irá directamente para financiar o programa. (…) Sempre que uma rapariga utilizar o seu telemóvel para conseguir a atenção de um homem atraente, obtenha um novo match no Tinder com um tipo bom, ou meta uma pílula de controlo de natalidade que a deixe ter sexo sem se querer reproduzir, a sua mente irá exibir a percepção de que o seu dinheiro facilmente ganho está a ir para os InCels que ela se recusa a comer. Se uma mulher escolher InCels simpáticos para ter sexo, esses InCels não precisaram das putas e assim, os impostos serão reduzidos.”
  5. Apesar de ter sido tratado pelos média como um activista de extrema-direita, as políticas que Roosh propõe são profundamente Socialistas
    “O programa vai ser integralmente financiado por impostos nos Productos que permitem às mulheres terem sexo casual com homens atractivos: a pílula, as aplicações de encontros e os Smarthphones. É aceitável que as mulheres queiram esquecer os 50 % do fundo da população masculina para relações sexuais, mas terão de pagar para que estes homens não matem outros cidadãos. Temos de impedir que os requisitos elevados das mulheres modernas causem mortes.”
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Eu votava nele

* Nos anos ’70, provavelmente como consequência da revolução sexual e do abandono definitivo da Igreja, polvilhavam as seitas e os cultos de entre os quais o de Manson, não era o mais marado. Associado, surgiu a figura do desprogramador, popularizada pelo autor Ted Patrick, um teso que resgatou o seu próprio filho Michael da seita “As Crianças de Deus”. O complexo e tortuoso processo de desprogramação, envolvia abdução, sequestro, privação de sono, violência e até violação, por forma a persuadir o individuo a abdicar da sua identificação grupal prévia, renunciar à sua ideologia ou fé. Era exercido essencialmente sobre jovens cujos Pais remuneravam os desprogramadores para retirarem os filhos da influência dos cultos e uma sessão podia custar até 25.000 dólares. Podia a mesma técnica servir para dissuadir membros de organizações terroristas, islâmicas ou comunistas? Provavelmente, mas fechem os cordões à bolsa quando chegarem aos InCels, já que não têm ideologia nem fé nem são um grupo. Basta darem-lhes coninha para extinguir o critério de pertença. Do que estão à espera? Que mais alguém morra?

23 comentários em “Uma proposta política para extinguir os InCels

  1. Tenho pena em discordar desta abordagem da questão.
    Começo por assumir que tenho dificuldade em perceber o probema incel provavelmente porque o meu autoconceito de masculinidade foi formado a tempo, antes mesmo de o uso de redes sociais ser generalizado, e por conseguinte antes de as feministas radicais terem começado a exercer a sua feminilidade tóxica. E antes mesmo de a sociedade se ter tornado claramente e assumidamente ginocêntrica. Dou Graças a Deus por isso.
    Mas o que eu posso fazer, assumindo essa dificuldade minha, é explicar o que que sei.
    O que eu sei é que, patrocinar um celibatário no mercado sexual é mau por duas razões: 1) vai reforçar nele a dependência que ele já tem (que se manifesta por se sentir prejudicado no mercado sexual), 2) vai reforçar a estratégia hipergâmica do sexo oposto.

    Em relação a 1). o mindset MGTOW explica isto por mim muito melhor.

    Em relação a 2). Isto é o que as mulheres mais querem, isto é masturbação mental para as mulheres, inclusivamente as mais gordas e feias, que é constatar que o issue “mulher” é cada vez mais o centro de massa da sociedade. Portanto, com mais esta validação, com cada vez mais validação, como é que esperam conseguir explicar às mulheres alguma coisa sobre masculinidade?
    Isto já está mau, ainda vão complicar mais, e para perceberem melhor:

  2. No que respeita à Maria João Marques, tudo o que tenho a dizer é que ela é -DE LONGE- a criatura mais tóxica e mais hipócrita que escreve no Observador da direitinha. Uma feminista liberal é sempre pior do que uma marxista (porque ao menos a marxista não esconde o jogo e diz logo ao que vem), mas a MJM só é liberal naquilo que lhe convém: no aborto, no feminismo e nos mercados, porque de resto é uma autêntica víbora aspirante a ditadora. Todos aqueles com quem ela não concorda são para censurar. E já chegou inclusivamente a defender, num dos seus artigos de “opinião” mais asquerosos, que temos de acreditar piamente nas mulheres que dizem ter sido violadas, “porque elas não têm razão para mentir, hãã”!!! Um autêntico nojo de pessoa, uma totalitarista despudorada armada em moderada!

    Quanto aos InCels, a sugestão do Roosh é que ela não me parece minimamente realista. Nem as mulheres, nem a sociedade a aceitariam, até mesmo a maioria dos homens vê os InCels como meninos que nunca cresceram -o que não é verdade, evidentemente- mas jamais aceitariam pagar para que os InCels fossem às putas. Aliás, a prostituição continua a ser ilegal ou fortemente condicionada na maior parte do Ocidente. E a ideia de taxar os smartphones em função do sexo do comprador, então, parece-me absolutamente impraticável. As mulheres já falam em taxar os homens por causa da fantasia do ‘wage gap’, a ideia de taxá-las a elas por causa de “homens sexualmente frustrados” jamais seria aceite!

    Mas o meu grande problema com a sugestão do Roosh nem é esse, mas sim o facto de ela ser uma solução remediativa, quando aquilo que se quer é uma solução preventiva. Porque é que há tantos InCels? Porque os meninos, antes de serem rapazes, são ensinados a odiar-se. É-lhes dito, cada vez mais, que a masculinidade é algo “tóxico”, que os homens e as mulheres são essencialmente a mesma coisa, que existe um patriarcado que oprime as mulheres. Acima de tudo, ninguém lhes diz que há um conjunto de atitudes e de responsabilidades que se esperam deles enquanto homens e que o sucesso da sua vida romântica e sexual depende de adquirirem as competências masculinas. É aqui, na minha modesta opinião, que é preciso intervir. É preciso combater os InCels ANTES de eles se tornarem InCels. Porque depois será sempre muito mais difícil…

  3. Malta, malta

    Obviamente que o texto do Roosh ERA A GOZAR como uma boa parte daquilo que ele escreve. No entanto, permitam-me realçar dois ou três pontos através dos quais, a brincar, o Tio Roosh (de longe o gajo que mais inspirou a minha participação neste blog) conseguiu muito a sério.

    A) O Roosh reconhece as vantagens naturais das mulheres no mercado sexual. O Roosh opõe-se à narrativa de que a vida das mulheres é difícil ou necessitada ou de que carece de ajuda. Porquê? Porque elas têm matches no Tinder, comentários apreciativos nas redes sociais, possibilidade de ter sexo excitante, entusiástico, variado e infinito sem custos. É uma diferença de qualidade de vida brutal, em especial se na outra ponta do espectro, tiveres os InCels que não têm, nada disso.

    B) O Roosh estabelece um paralelo entre o mercado laboral/financeiro e o mercado sexual. Lembraste de quando escrevi sobre o valor S dos homens, o valor R das mulheres e a taxação? Os homens dão parte do seu valor S para o estado o distribuir por quem dele precisa e a tese era de que as mulheres deviam fazer o mesmo. Bom, mas agora com as mulheres a dominar o mercado laboral (além do mercado sexual), aparentemente têm mais valor S do que os homens e mais valor R do que os homens. Então, sempre que usufruíssem do seu valor R, teriam de ceder o seu valor S (dando dinheiro) para que os homens pudessem aumentar o seu valor R (com mulheres que queiram dormir com eles).

    C)O Roosh acha que as mulheres têm de aceitar consequências pela promiscuidade que vêm sob a forma de imposto. Os impostos servem precisamente para isso: Um imposto sobre consumo recorda-te que o consumo não é assim tão bom; O imposto sobre heranças recorda-te que o dinheiro que recebes não é merecido. Explorar a sexualidade para uma mulher que consegue não engravidar não tem qualquer consequência, ao contrário do dinheiro que o InCel.

    D)O Roosh reconhece a inexistência de alternativas para os InCels na medida em que a legislação apresentada para o caso da prostituição vai no sentido de descriminalizar a situação delas e criminalizar a dos homens, com leis e multas anti-solicitação. As prostitutas tinham de ser inventadas e sem custos porque um InCel com salário mínimo não pode pagar 100 paus por miúda.

    E)Embora fictícia, a solução do Roosh é igualitária e balanceada porque ao longo do tempo o valor R dos InCels aumentava e o valor S das mulheres diminuía. Mais, as mulheres que não queiram pagar impostos, podem contribuir para o desaparecimento de InCels como os homens podem contribuir para o desaparecimento de desigualdades com a participação política, voluntariado ou doações, várias formas de autruísmo.

    F)As frases “Shooting up people is the same for an incel as a female uploading a perfect selfie. It’s a way of saying please recognize my existence and validate me for it”. Eu citei um artigo do Manson (várias vezes) sobre a economia da atenção (https://markmanson.net/attention) e recentemente um outro (de cariz científico/literário) que se chama “Economia de Atenção nas novelas de Michel Houellebecq” (http://www.limina.arts.uwa.edu.au/volumes/20.2/patrick). Aliás, o Manson já o referia aqui (https://markmanson.net/school-shootings) e aqui (https://markmanson.net/6-things-people-should-stop-giving-so-many-fucks-about). Num dos primeiros atentados que aconteceu em solo Europeu provocado por monhés, a Isabel Moreira mencionou mais ou menos o mesmo “Se publicitarem continuamente o sucedido, com fotos e biografias do autor, estão a inspirar o próximo miúdo desligado, solitário e carente de atenção a seguir-lhe as pisadas”. Como a gaja é maluca, e dada a estranha aliança entre feministas e monhecas, todos acharam que ela defendia uma imprensa a silenciar-se sobre o tema como de facto começou a fazer. Mas não sei se também não terá razão. Foi isso que tentei explicar no texto sobre o Nikolas Cruz. Aparentemente, com o propósito de granjear atenção, afecto e sexo, entrar numa escola armado e matar uma porrada de gente é uma excelente ideia. O problema é de Cruz? Também, mas também da massa feminina que se lhe devotou como se de um Deus grego se tratasse. Com a polémica tonta sobre as touradas, um amigo disse que se deveriam organizar corridas de touros à californiana, onde o touro não se magoa. Não digo que seria uma má ideia, mas se o público não aderir, quem é o louco que estoira a fortuna de organizar uma tourada para no fim ter a praça vazia? A culpa não é dos organizadores que continuam a maltratar touros, mas do público que se recusa a bancar 30 euros por bilhete numa corrida asséptica e indolor. Uma miúda tira a selfie perfeita e tem 600 likes. Um miúdo cuja selfie perfeita não rende likes, chacina a turma do liceu e tem milhares de shares. Como resolves isto?

  4. Afonso, como tenho tentado explicar várias vezes (ao contrário do que a imprensa internacional, a MJM e tudo o que calha) ser InCel é uma condição exógena. É como a escravatura: Alguém apanhava um preto no meio da selva, em cima duma árvore, e determinava “agora és um escravo”. Os InCels não têm responsabilidade por serem InCels. As mulheres têm. Curiosamente, a ideia do Roosh (e de outros) de que os InCels só querem (não treinam, não abrem, não socializam) é uma ideia profundamente machista porque exclui as mulheres da equação. Diz “as mulheres não têm vontade própria, basta que tu resolvas os problemas contigo próprio para que elas, como belos autómatos que são, venham atrás”. A ideia de responsabilizar as mulheres é a ideia feminista porque afirma que as mulheres têm vontade, que essa vontade se justifica em si própria e que não é passível de mudar por meios que não dependam apenas das mulheres já que o PUA é violação, meter conversa na rua é assédio e por aí fora. É claro que as mulheres querem o melhor de dois mundos, assumir a sua vontade mas não assumir as consequências. Já agora, experimenta este mui interessante video do Professor Peterson https://www.youtube.com/watch?v=bZ0EU5gpqIQ

  5. Então, Incel, além de uma palavra do glossário do esgoto alt-right, é outro nome para um terrorista supremacista branco? É isto, não é?

  6. Myrddin Emrys,
    Eu suspeitei que o artigo fosse irónico, mas confesso que não conheço lá muito bem o Roosh porque a maioria dos artigos dele centram-se sobretudo na Red Pill e na arte do “jogo”, coisa de que eu já não preciso muito, por estar numa relação estável há já vários anos. Seja como for, o meu ponto era que precisamos de soluções exequíveis, satirizar a situação para despertar consciências é um bom começo, mas julgo que é preciso fazer mais alguma coisa para resolver o problema.

    Confesso que não concordo inteiramente com a ideia de que “ser InCel é uma condição exógena”. Julgo que isso poderá ser verdade no caso daqueles InCels fisicamente mais grotescos, mas não em todos os casos. Eu já vi tantos homens horrorosos rodeados por mulheres bonitas que estou convencido que muitos InCels deixariam de o ser se mudassem radicalmente de atitude e, sobretudo, se tivessem tido uma educação masculina atempadamente, que os tivesse preparado adequadamente para a vida sexual adulta. Julgo que esta questão é independente de as mulheres escolherem racionalmente os seus parceiros ou não. Trata-se de cumprir os mínimos olímpicos no campeonato da masculinidade.

    E julgo que é precisamente isso que o Prof. Peterson quer transmitir nesse vídeo, as mulheres discriminam inevitavelmente e a única coisa que os homens podem fazer é eliminar alguns dos critérios de discriminação para maximizarem a probabilidade de serem escolhidos. Alguns homens têm a sorte da lotaria genética: são altos, bonitos, têm uma voz máscula, não são carecas, etc. Mas isso não quer dizer que os homens feios não possam competir e vencer noutras áreas. Por exemplo, para ser atlético não é preciso ser bonito. Nem para ser eloquente ou aprender a defender-se. Julgo que muitos InCels subestimam o poder da atitude e do trabalho perante a vida. Já os romanos diziam: ‘labor omnia vincit’.

    Faço uma pergunta ao caro Myrddin Emrys: porque será que os filhos dos imigrantes têm, muitas vezes, grande popularidade entre as nossas mulheres, mesmo quando são fisicamente horrorosos? Porque será que, infelizmente, o fenómeno InCel no Ocidente parece ser predominantemente branco? Gostava sinceramente de ouvir a sua opinião acerca da componente racial do fenómeno InCel…

  7. A MJM, se não fosse ridícula era só triste.

    Nem vou questionar o classificar as pessoas de extrema direita só por não quererem que a sua raça, cultura e religião se torne minoritária (se isso fosse verdade 99% da população mundial é extrema direita).

    Agora dizer que barrar “extrema direita” é meritório tal qual barrar pregadores radicais muçulmanos prova a estupidez dessa mulher, pois esses não são barrados de entrar no Reino Unido.

    Se a senhora soubesse do que está a falar, calava-se.

  8. A mensagem anterior era, naturalmente, para o hardcore soul.

    Eu gosto do Roosh mas discordo de imensa coisa que ele escreve. Gosto porque escreve bem. Os livros de Pick-up que escreveu são as peças mais técnicas e estruturadas que existem no mercado – ao contrário do Mystery que escreve mal pa caralho. É explicativo, é sarcástico, faz-me rir e cria enredos complexos com uma linguagem simples (o oposto do Roissy). Os seus contos fictícios são geniais porque mesmo quando as figuras de estilo são óbvias, é adequado que sejam óbvias. Mas prontos, estou a soar a grouppie =P

    Ninguém nos prepara para a vida sexual adulta porque provavelmente ninguém a sabe explicar. para o fazer os pais têm de explicar porque é que se traíram mutuamente ou porque é que a maior parte das pessoas crescidas são infelizes. Têm de explorar os seus próprios erros. E nesse aspecto, eu vi mais gajas a sofrer do que homens: as gajas que dormiam com tudo o que mexiam e ganhavam fama, as gajas que engravidavam, as gajas que eram debochadas… muitas vezes, passava-me pela cabeça “esta tipa não faz a mínima do que anda a fazer”. E a educação sexual resolve zero disso.

    Aquilo que se tem afirmado por esta net fora é que esse tempo (das mulheres rodeadas por homens horrendos) está a acabar ou que pelo menos está em forte declínio sobretudo no longo prazo (estão rodeados, mas namoram? Casam? Têm filhos? São-lhes fieis?). Admito, claro, que esta narrativa está enviesada, condicionada pela visão túnel que as redes sociais me impõe permanentemente. Ou seja, com a mesma facilidade que descreio na fábula da transfobia (se tiveres dois traveca assassinados – eventualmente por namorados, ou seja, em circunstâncias que decorrem da via que optaram levar e não de nenhum preconceito genérico contra a população traveca – ao invés de um traveca, um activista da coisa pode declarar sem mentir “o número de trans assassinados este ano aumentou 100 % em relação ao ano passado! A transfobia é real”), também posso descrer disto da hypergamia, de nunca as mulheres terem sido tão selectivas quanto aos parceiros sexuais, e de essa selectividade nunca haver incidido tão pouco sobre aquilo que nós homens consideramos valorativos (conhecimento, skill, trabalho, vencimento monetário, capacidade de elaboração etc). Estas ideias estão toldadas pelo que vejo e leio. Passa uma noite a vaguear no incels.me e ficas com a mesma impressão

    (um texto sobre isso: https://markmanson.net/crazy-world )

    Quando ouves a palavra discriminação, o que te vem à mente? Pretos, paneleiros, travecos… E talvez combates contra a discriminação, miúdas novas a fazer barulho (incoerente e inconsequente) contra o Trump. O uso da palavra discriminação neste contexto é absolutamente genial porque permite aos InCels declararem-se logicamente vítimas de discriminação. É uma consequência óbvia do termo. Mais, ele explica de onde vem a propensão para essa discriminação, que é seguir as guidelines femininas. Ou seja, dizem-te “tens de ser um cavalheiro, tens de ser educado, tens de ser sensível, feminino, saber ouvir um não”. Posso voltar ao exemplo das touradas. Se tudo isso desse resultado, eu não teria problema em ser mais feminino! Ser macho cansa… ginásio, conflito, risco… O problema é que essa feminilidade, no engate, é mortal. É receita para o desastre. Por isso, a responsabilidade pela tal “masculinidade tóxica” é obviamente das mulheres. Se elas se acostarem consistentemente com tipos sensíveis e femininos, matam a coisa numa cajadada.

    Estive toda a noite a pensar na tua última pergunta (que é muito interessante) e começo por te devolver outra pergunta. Quais imigrantes? Os que vivem em Portugal – maioritariamente pretos? Os que vivem nos states – maioritariamente latinos? Os que vivem na Europa – maioritariamente monhés?

    Começar pelos pretos. Têm vantagens naturais a capturar fanfa, sobretudo jovem – É o fruto proibido, não têm pejo em dominar fisicamente e são agressivamente proclamados pelos media. Os latinos nos States idem. Lembra-te que a situação InCel não é, mesmo quando a caricaturamos dessa forma (“Dá a cona e amansa o InCel) só sobre sexo. É sobre afecto e companhia. Um preto jovem que vive na cova da moura, está integrado numa comunidade com laços muito fortes. Mesmo aqueles que conseguem sair do gueto por via das suas próprias valências (estou-me a lembrar dos rappers) acabam por voltar sob a forma de líderes comunitários ou dirigentes associativos. Nunca estão sozinhos. E o que têm no gueto? Pretas. Portanto, fora do gueto têm condicionantes que os promovem com as brancas – além da culpabilidade induzida numa rapariga branca por rejeitar um preto por ser preto – e dentro do gueto têm pretas. É uma situação winwin.

    Os InCels vivem sempre desajustados das suas comunidades, isolados e atomizados. Este é um dos problemas em ser branco e heterossexual. Lembraste dos encontros do Roosh? Um meeting de homens heterossexuais em Portugal (dois dos nossos membros estavam na organização) foi perseguido pela policia. Um meeting de homens heterossexuais no Canadá para discutir as causas do suicídio entre homens, foi contestado por activistas feministas que lhes chamaram nazis. Perdi dois amigos para o suicídio no último ano. É duro, neh?

    Depois tens a razão estatística: a população preta é de 12 % nos USA. Significa que por cada 8 InCels brancos, tens um preto. Se assumirmos que 80 % desses pretos vivem integrados em comunidades, isso passa a implicar que em cada 40 InCels brancos, tens um preto. E se, por ano, tiveres 10 homicídios cometidos por InCels, só ao fim e quatro anos aparecerá um preto pronto a matar.

    Ia acabar aqui, mas lembrei-me que ainda falta uma classe de emigrantes: Os do médio oriente. Filhos/netos de trabalhadores honrados que abandonaram o espaço que vai de Marrocos ao Paquistão para se instalarem na Europa ou no Canadá (como o Pai do InCel Marc Lépine, alcunha de Gamil Rodrigue Liass Gharbi) não se tornam InCels. Certo?

    Errado!

    O que pensas que são os tipos que se explodem em França ou metralham no Bataclan? Até a selecção de armas (Camiões) se tornou a mesma.

    Os terroristas monhês (Islâmicos) são InCels. Sem tirar nem pôr. Provavelmente, a única diferença é não possuírem valências linguísticas para redigirem manifestos.

    Mas eles não vivem em comunidades?

    Vivem, mas na comunidade deles não há cona nem sexo. Só a terão se a) se tornarem trabalhadores bem sucedidos – o sucesso dá-lhes até 4 mulheres, máximo, como teve o profeta Maomé – e b) se perecerem na jihad – têm 72.

    (lembra-me isto).

    https://www.youtube.com/watch?v=BE2uZoSsjXU

    Estamos a falar de miúdos que são muito pouco dotados e estão pouco enquadrados, isolados, e com promessas de uma ratinha que nunca mais vem. Estamos a falar de putos crescendo submersos num meio ultrassexualizado onde toda a gente fode menos eles. Estamos a falar de chavalos com ideias contraditórias sobre a sexualidade entre aquilo que experienciam (nada) aquilo que lhes promete e induz a media (tudo) e aquilo que aprenderam na mesquita ou na estrutura feminista endoutrinadora a que chamamos de escola. Quando estive no Norte, sabes quem eram os frequentadores principais dos bordeis locais? Monhecas.

    Até pensei numa diferença, que é a da mobilização exógena. Das redes que se aproximam destes miúdos, tolos, alvos fáceis (como os catraios de 15 anos que vi no Trumps ainda há dias?) e os persuadem a juntarem-se à guerra santa, a radicalizarem-se. Mas depois lembrei-me do Incels.me, do redit, dos sítios onde veneram os santos InCels. Um colete de bombas e alauhakbah é a selfie perfeita no Ocidente. Principalmente porque é isso que estes gajos, terroristas, jovens, segundas e terceiras gerações de monhecas na Europa, são: Ocidentais.

  9. Trocaste o presidente da república entre um militar no topo da carreira para outro militar no topo da carreira.
    Trocaste o primeiro-ministro de um jurista muito conceituado, para outro jurista muito conceituado.
    Substituíste a estrutura de poder fechada e ditatorial por outra estrutura de poder fechada e ditatorial
    Nop, nõ passou nada

  10. “Os terroristas monhês (Islâmicos) são InCels. Sem tirar nem pôr.”

    Curiosamente a maioria deles são descritos como tendo sexo antes e fora do casamento. Ou isso é a media a tentar “normalizá-los”, ou não são incels coisa nenhuma.

    Além de que, sendo eles seguidores do maomé e vivendo rodeados de mulheres e crianças infieis, o corão autoriza-os a montar tudo o que virem.

    Basta estar atento ao fenómeno dos gangs pedófilos muçulmanos em Inglaterra para perceber isso.
    Foi reportado que em 2015 100% das violações em Oslo foram feitas por estrangeiros. O background cultural não revelaram, mas não está difícil de perceber qual é.

  11. O Corão na verdade, como todas as escrituras sagradas e todas as textualizações e quadros normativos de sociedades que cresceram e se desenvolveram até aos dias de hoje, regula fortemente (através do casamento) as pessoas quem podes montar ou não.

    Corão (Sura 24, Aya 32-33)

    “( 32) – Casai os celibatários, de entre vós, e também os virtuosos, d2entre vossos servos e servas. Se forem pobres, Deus osenriquecerá com Sua graça, porque é Magnificiente, Sapientíssimo.)
    ( 33 ) – Aqueles que não possuem recursos para casar-se, que se mantenham castos, até que Deus os enriqueça com a Sua graça.”

    Não queria entrar no confronto entre os mandamentos religiosos e a modernidade desregrada, porque esse é o argumento que se usa para mandar queimar os primeiros (o meu próximo texto versará esse tema). A probabilidade maior é que será a media a normalizá-los porque não estou a ver um gajo casado e com filhos a violar meninas sistematicamente. Sobretudo na lógica do gang. Ainda hoje vi um video (https://www.youtube.com/watch?v=xtckJdXP7Is) do Peterson a explicar como as mulheres interrompem essas lógicas grupais.

    Nós temos teorizado sobre os bárbaros monhecas serem InCels porque, cof, a cultura deles gera InCels. Primeiro, porque só fodes depois do casamento. Depois porque o critério casamenteiro é do Pai da hipotética noiva que olha para ti e vê que és um traste. E terceiro, porque se um homem de valor pode casar com até 4 mulheres, bom, vão ficar homens no fim a bater canholas, certo? São InCels.

    Mas esses gajos andam submersos numa cultura onde toda a gente fode menos eles. Simultaneamente, desrespeitam a cultura onde estão submersos, odiando o Ocidente, querendo-lhes mostrar qual é a sua versão de se comportarem de acordo com as normas sociais Ocidentais (violando). Recebidos com a dicotomia Ocidental de ter mulheres que não dão margem comportamental aos homens autóctones, e dão toda a margem aos demais. Até podem violar e tudo que ninguém lhes diz nada.

    O caso mais violento de pedófilia que ouvi em toda a vida foi cometida por um tipo quem eu admirava ou apreciava enquanto cantor. O vocalista dos Lost Prophets, banda que ouvi na adolescência, Ian Watkins, violou meninos de um ano ou meses. Nojento, certo?

    Mas os meninos que ele violou, eram-lhes entregues pelas próprias mães, fãs do cantor! Imagina o que é uma mãe, entregar um menino de colo para que o tipo X o fosse desfazer com o caralho. Quão loucas têm de ser essaas gajas?

    Alguém há-de ter perguntado ao Watkins porquê. Acho que ele respondeu algo como, referindo-se às supracitadas mães, “Elas deixam”. Se perguntares aos maluquinhos de Oslo ou de Malmow porque é que andam a violar raparigas nas terras que os acolheram, referindo-se aos colectivos feminazis que controlam de facto os países patologicamente empáticos, vão-te responder o mesmo

  12. “porque não estou a ver um gajo casado e com filhos a violar meninas sistematicamente. Sobretudo na lógica do gang”

    Isso, no caso dos gangs de violadores islâmicos no Reino Unido, está muito longe da verdade. Tanto há solteiros como casados. Terem filhos é indiferente, porque as vítimas são infiéis, são seres inferiores. Para eles é cagativo.

    O Corão diz tudo e o seu contrário. Pode dizer que sexo é no contexto do casamento, mas também diz que as mulheres infieis podem ser montadas à vontade e sem culpa. O estado Islâmico é pródigo nisso. Os harens não foram imaginados, existiam mesmo, muitas vezes com mulheres infiéis raptadas.

  13. Por acaso de manhã tinha visto uma coisa precisamente sobre mulheres infiéis, que eles recomendavam que evitassem ou procurassem converter primeiro antes de as comerem. Mas para todos os efeitos, o livro tem 6000 versículos e depois ainda há a Suna que é mais fodida do que isto. Aquilo que a religião diz, em concreto, é irrelevante para a coisa.

    Honestamente, não tenho uma explicação para isso e gostava de ter. E sobretudo não consigo explicar como foi que estes gajos cá vieram parar

  14. “E sobretudo não consigo explicar como foi que estes gajos cá vieram parar”

    Uma pequena parte, no caso do Reino Unido, veio das colónias (não só da Índia Britância, como também das Caraíbas), após a 2ª Guerra Mundial, quando havia grande necessidade de mão de obra para a reconstrução do país.

    Mas não ficou por aí. Nos anos 1990 e 2000 as comportas foram abertas. No Reino Unido foi durante o Governo Blair. Malta de esquerda deixa entrar milhões de terceiro mundistas, alimenta-os com o dinheiro do Estado e Segurança Social, eles mostram aos filhos já cá nascidos e nacionais quem é que lhes dá as borlas, e a filharada vota na esquerda, e o ciclo continua até irmos para o charco.

    Como é que a coisa de dá na prática é que não compreendo bem, pois apesar de não precisar tive curiosidade de ver como é o processo de emigração para o Reino Unido, e não parece acessível a qualquer um obter visto. Para cidadãos fora da EEA ou que não tenham um antepassado britânico é bastante apertado, no papel.

    Provavelmente há esquemas de ofertas de trabalho fictícias como se ouviu falar em Portugal relativamente às frutarias dos indianos, e muitos advogados de imigração, de esquerda pois claro, a ter os honorários pagos (por quem?) para guiar semi-analfabetos através do sistema de imigração.

  15. Nem de propósito hoje revi alguns casos dos gangs de violadores islâmicos do Reino Unido e deparei-me com isto:

    https://en.wikipedia.org/wiki/Rochdale_child_sex_abuse_ring

    “Twelve men were initially charged with sex trafficking and other offences including: rape, trafficking girls for sex and conspiracy to engage in sexual activity with a child. Nine men were convicted, of whom eight were of British Pakistani origin and one was an Afghan asylum-seeker. Of the three not convicted, one was cleared of all charges, the jury was unable to reach a verdict in the case of the second, and the third was not present at the trial after fleeing to Pakistan whilst on bail.[1][8] Most of the men were married and well-respected within their community.[2] One gang member convicted of sex trafficking was a religious studies teacher at a mosque and a married father of five.[9] The men were aged between 24-59 and all knew each other. Two worked for the same taxi firm and another two worked at a takeaway restaurant; some came from the same village in Pakistan and another pair shared a flat.[10] The gang worked to secure underage girls for sex.”

  16. Sessões sexuais legalizadas a cada seis meses, não. A meta é anular a vontade de matar, por isso as sessões precisam ser a cada dois meses, três em três meses no máximo.

  17. Visitando o Return of Kings eu achei um artigo dizendo que as mulheres agora querem ser modelos cosplay pois isto é uma grande fonte de atenção. Eu imagino que, se a ideia deste artigo (o da proposta para extinguir os incels) for posta em prática, poderia-se cobrar um preço extra opcional para o acesso a garotas de programa que saibam e estejam dispostas a interpretar o papel de personagens de anime para as fantasias sexuais deles.

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