O Cerco

Até quando?


ADENDA

O leitor Luís Pedro pergunta “o que representa o soy boy, o cuck e o blm?

O leitor Paulo Alex responde muito bem,

“Soy boy” é um “homem” que tem falta de caracteristicas masculinas e “BLM” é Black Lives Matter

E “cuck” é um homem frustrado e efeminado que é habitualmente dominado pelas mulheres, ou seja incapaz de se impor.

O Patriarca acha pertinente acrescentar algumas coisas.

  • “Soy boy”, literalmente “rapaz soja”, vem do hábito de substituir compulsivamente de toda comida por soja e derivados que alguns sectores da sociedade apresentam. Como normalmente esses “homens” são pouco masculinos, e dados a religiões alternativas como o marxismo e o veganismo, Soy Boy é um excelente termo para fazer pouco da esquerda.
  • Se há de facto (como parece haver alguma evidência nesse sentido) um efeito importante de diminuição de testeosterona provocado pelo consumo de soja, ou se são os gajos com pouca testosterona que gravitam para estas tontices, é uma questão ainda não totalmente esclarecida.
  • “Cuck” é praticamente um sinónimo de “Beta” em linguagem Alt-Right. Deriva de “Cuckold”, ou seja “corno” – a vítima do cuco, um pássaro que tem a tendência de enganar outros pássaros colocando ovos seus disfarçados no meio dos ovos de outros para que eles criem a sua prole sem investimento do próprio.
  • “Black Lives Matter” é um movimento terrorista marxista cuja existência só é permitida porque os seus membros são espécie protegida.

7 comentários em “O Cerco”

  1. E “cuck” é um homem frustrado e efeminado que é habitualmente dominado pelas mulheres, ou seja incapaz de se impor.

  2. Fogo, que artigo tão racista. Sinceramente, estamos em 2018, eu nem consigo… Literalmente, nem consigo…
    Leiam um livro seus nazis.

  3. Não é por nada, mas de há uns tempos para cá verifico todos os productos alimentares e corto no que tiver soja. Não tive que cortar em quase nada e pensei que essa conversa de que há soja em tudo era histeria.

    Acontece que tive de ir aos Estados Unidos e aí, caramba, poucos eram os artigos sem soja. Acho que, de volta à Europa, vou passar duas semanas a comer carne com carne. Os gajos do outro lado do Atlântico estão cercados de soja, até mete dó.

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