O rapper, o pirata, o vampiro e o assassino

Se a taxa de suicídios masculinos mais elevada da história, se a mutilação genital masculina, se a taxa de descasamentos, os furtos por divórcio, o abandono e a solidão masculina são responsabilidade do feminismo, também o alheamento, as vidas desperdiçadas nas chamas da passividade e da indolência, ou mesmo as taxas de criminalidade machas o são. Sem assumirem essa responsabilidade, as mulheres e o feminismo continuarão a prejudicar a sociedade, acabando ironicamente, como vítimas das suas próprias falhas.

Há pouco mais de um ano, conheci um rapaz que queria ser rapper. A sério. A insegurança provocada por uma compleição franzina e pouco talento escolar empurrou-o para uma fuga fácil na demanda da atenção feminina. Ou por outra, a propensão da atenção feminina para incidir sobre ridicularias afim, empurrou-o a desligar-se do circuito escolar permutando-o pelo meio esguio, impudico e inviável que é o obsescuro mundo do rap.

Como todos os que deambularam na circujacência do hip-hop, cedo descobriu que a música de pretos – sobretudo quando protagonizada por brancos – tem muito pouco que ver com a métrica rimática, ou com a sofisticação dos beats. O rap é uma indústria judaica que glamoriza o crime, a marginalidade, a vulgaridade e o baixo nível. A sociedade esquizóide ocidental que se horroriza por cada ligeira e ínfima demonstração de assertividade e lhe chama micro-agressão, tolera ao rap demonstrações de brutalidade, apenas uma ínfima parte das quais ataca somente os meus ouvidos. E fá-lo com orgulho de pretos, mesmo quando é elaborado por brancos.

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Denotando que o hip-hop começou como uma forma de expressão quasi-tribal entre a população operária preta Americana e se converteu numa indústria multi-bilionária, exclusiva e elitista, observamos que quase tudo no rap mudou: os temas, a produção, os canais de disseminação, os meios, os agentes, os protagonistas, as músicas perderam qualidade, as letras foram encurtadas e simplificadas – Quatro estrofes tão fluídas como dobradiças mal oleadas, hoje, fazem um hit à escala mundial. Só sobrou a petulância, essa agressividade que no inicio se inspirava nos combates sociais do advogado Martin Luther King e passou a ladear criminosos profissionais, feministas e os combates Chris Brown na cara da namorada.

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O hit de Chris Brown

O apelo Universal – e especialmente feminino –  da violência que a “Empatia Patológica” Europeia não conseguiu apagar, foi um dos factores que convocou muitos jovens Europeus a lutar na Síria ao lado do Estado Islâmico; Não me espantou descobrir que vários, mesmo muitos dos que por lá pousaram, haviam deambulado pelo rap. Isso  inclui dois (ou três) Portugueses, o infame Jihadi Johnmiúdas brasileiras e os irmãos Kouachi,  autores do morticínio no Bataclan.  No último conto do Roosh, um dos seus personagens ficcionados confessa “eu ouvia rap antes de sair à noite; Punha-me no mood”.

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Omar Mostefaï (um dos autores dos atentados de Paris) num vídeo de rap revelado pela BFMTV

Como sabem os PUA’s, a ausência dessa agressividade é um passe de entrada permanente na tenebrosa Friendzone. No rap, a droga está omnipresente mas apenas porque, à parte do seu teor de satisfação fugaz – qual é o sexo para quem os prazeres videiros terminam aos 30? Não será para mim, espero – é ilegal. Se as drogas fossem legais, os rappers adquiririam perante a mesma, o comportamento que outra tribo urbana, os Straight Edge. E que têm em comum? Pois, a violência.

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Bam Stoker percebeu-o no final do século XIX. O romance que o notabilizou explora a dicotomia da sexualidade feminina. Capacidades dedutivas equiparáveis às do personagem imaginado pelo seu primo Arthur Conan Doyle, levara-o a desvendar o caso sobre o que atraía emocionalmente uma noiva integrada e abastada – O monstro. Se no inicio do livro, Vlad atrai Johnathan com o seu conhecimento e cultura, cordialidade e mundividência, prestando-lhe auxílio, agraciando-o com pequenos favores e demonstrações de empatia, depois de o Empalador conhecer Mina,  tudo em Drácula se torna sexual.

Das suas intenções predatórias à habilidade enguiçadora. Da juventude eterna ao anticlericalismo. Do omnipresente sangue à forma vaginal que os lábios do conde simulam em quase todas a suas representações gráficas. Há muito por onde escolher; E, à semelhança com Carmilla – que na verdade precedeu Stoker – o vilão eslavo possui o poder do vampirismo: transformar, através de um iniciático ritual penetrativo, uma criatura inocente num monstro sedento de sangue. Carmilla é lésbica (a transformação no vampiro é análoga à iniciação na fufaria), eterna (força-a a procurar sempre mulheres mais novas e inocentes) e centra os jogos da sua perversão na perversão da fêmea – o homem é simplesmente mau, mas a mulher é perversa.

(milhões de metáforas; Nenhuma homofobia)

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Ciclicamente, a figura do vampiro regressa para preencher o vazio cultural que o Ocidente nos lega

Ciclicamente, a figura do vampiro regressa para preencher o vazio cultural que o Ocidente nos lega – uma versão juvenil das cinquenta sombras. Tal como o corsário. No filme “Piratas das Caraíbas”, Elizabeth Swan começa por ignorar o pretendente James Norrington – um comodoro da armada, leal à coroa, filho de um almirante e recomendado pelo governador Swan (pai de Elizabeth), para titubear entre dois tratantes. Nos cinco filmes, Elizabeth prefere sempre o mais escumalha, aquele cuja sexualidade é mais ambígua, mais sexy, numa época em que a androgenia é exultada. Não é um guião friamente dactilografado, é um filme, o filme, a saga, feitos para que, ao fim de vinte minutos, Norrington – que é assassinado no fim, depois de resgatar Swan –  seja esquecido pelos espectadores.  E Elizabeth? Tal como a Laura de Carmilla, torna-se num pirata.

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Lembram-se quando os homens eram mais promiscuos e as mulheres condenavam-no? Vampirismo

Para que não me interpretem mal, li muito sobre os sugadores de sangue em criança (há pelo menos duas séries fantásticas sobre o assunto), ouvi rap na adolescência e tenho interesse na proeminência moderna da pirataria (como na da escravatura). Não desconsidero a relevância de a omnipresença destes antiheróis – de facto, tornados heróis na nossa cultura de valores invertidos – não seja benéfica por distractiva, analgésica, como os videojogos o são para as crianças, dissipando as suas necessidades conflituosas num objecto inócuo. Ter acompanhado Narcos ou Breaking Bad no Netflix, como acompanhar a revolução Cubana no fim dos anos ’50, permitiu ao funcionário da classe média, experimentar aventura e adrenalina no conforto do seu sofá, longe da selva colombiana ou das ruas perigosas onde 2Pac foi assassinado.

O problema é uma minoria alheada do metro boulot dodo, nomeadamente pela força da idade, desejar quebrar a quarta janela para se lançar nesse mundo desavindo, sem predilecção ou condições para o fazer adequadamente. Aí estão muitas feministas, muitos degenerados, muitas almas sensíveis prontas a engolir a primeira treta que o mercado lhes puserem à frente; E aí, está o meu amigo, que muito muito muito em breve se tornará um rapper de sucesso – “E aí vai ser só gajas mano” – como me diz sempre quando o apanho no fim do turno da noite, à porta de um restaurante pertencente a uma cadeia de fastfood.

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Alguém postulou que este gajo, mais do que doente mental, era uma vítima

Falei sobre o rap mas esqueci dois elementos. A proeminência: Ninguém se questionou como os ritmos tribais saíram do guetto para se tornar no estilo de música mais popular do mundo. Será que o hip-hop se aprimorou? Pelo contrário, degradou-se mas os produtores puseram-no em todo o lado e nem são as quadras mais entrelaçadas que melhor vendem, ou o meu amigo estaria mais rico do que Pitbul. Em miúdo, eu desnovelava as asonâncias e julgava a recompensa, em dinheiro e estatuto, merecida. Mesmo sabendo que os poetas sonoros eram inimaginavelmente melhor remunerados do que os congéneres do papel! Foi preciso escutar o inigualável Mr.Bond – que produz em casa, gratuitamente, anónimo – para perceber quão fácil é a faina dos rapistas, muito. Bem podemos começar a pagar ao neonazi; Por alternativa, devíamos deixar de pagar o rap.

E a utilização corrente de estupefacientes? Abundantes na contra-cultura onde todos os seus integrantes – as pessoas com mais poder acumulado desde o ancien Regime – a utilizam. Mas o facto de pessoas populares serem degeneradas não torna os degenerados populares; Qualquer jovem se pode drogar como Kobain ou Joplin sem obter as prebendas dos citados ou algo ademais degradar a sua própria vida. E a dos demais?

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O Assassino

Nicolas Cruz era uma vítima de bullying, habituado ao destrate diário dos seus colegas. Não existindo provas de ser um InCel, tinha-lhes a solidariedade de que infelizmente carecem, venerava Eliot Rodger e tornou-se – ele próprio – num dos santos da comunidade que, pela primeira vez, teve algo a assinalar no São Valentim. Mas se tinha dificuldades com o sexo oposto, elas já se foram. Pela primeira(?) vez, as gajas – que nunca o viram, que nunca estiveram com ele – começaram a gostar do rapaz. Muito. Uma das suas fãs, está a organizar uma recolha de fundos para suportar o processo judicial do homicida; Chama ao homicida “A primeira vitima“.

Este gajo tem uma vida sexual mais interessante do que a minha. Provou aos PUAhaters mais incrédulos que é possível ultrapassar a inceldom mesmo sem adquirir músculos ou ganhar dinheiro; Basta cometer um homicídio em massa e continuar a sorrir. O problema é que não pode aproveitar a torrente de fãs molhadas que o desejam – está preso!

Vamos imaginar que ele era Português e dirigente de um dos Partidos da Geringonça. Como seria a sua vida quando saísse da choldra em dias depois do ministério público decidir destruir todas as escutas no processo: como a do baterista Carmine Appice (Vanila Fudge, KGB) que fodeu com 4500 mulheres – 300 das quais entre os 17 e os 18 anos? Ou como Fidel, que o politburo dos comunistas cubanos garante haver malhado cerca de 35.000 tipas (nomeadamente Margaret Trudeau, mãe do primeiro ministro Canadiano) e partilha com Cruz a valência de ser sanguinário? Quantos desejam realizar tais feitos? Quantos lhes seguirão o exemplo?

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A encantadora famíla Charlie Mason

Queria terminar com uma história exemplar que expusesse a hipocrisia esquizóide da hierarquia valorativa feminina comparativamente à competente, funcional e lógica hierarquia masculina. Podia ser a interacção entre Bruno e Sophie (Katja, no filme) e o fascínio adolescente da segunda por um país de crime e degradação como o Brasil; podia ser a letra do coincidente brasileiro MC MM em “Só quer Vrau” quando conta que “A malandra, assanhadinha”, “vai para a favela”; podiam ser milhões de enredos, livros, histórias e canções sobre mulheres que preferem homens maus a homens bons. Mas vou terminar com Charles Mason, desempregado, iletrado, ladrão, doente mental, violador de rapazinhos (começou-o com 17 anos), proxeneta, neonazi, assassino em massa. Já nos oitentas, casou com uma gata. Prendeu a atenção de milhares de groupies sem sair da cadeia. E dado o seu racismo, o seu machismo, a sua violência extrema, conseguem adivinhar quantos elementos da manoshpere integravam o seu grupo?

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No acampamento do BE que decorre enquanto escrevo estas palavras, os campistas participarão no workshop “Desconstrução masculinidade tóxica” – uma temática que o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra tem explorado, recebendo fundos públicos para o estudar com afinco. Mas quem é que parece valorizar insanamente a violência além do homossexual Jack Donnovan? As gajas. A tão propalada crise da masculinidade moderna é integralmente gerada por mulheres, neuróticas, contraditórias, ambivalentes, que paradoxalmente veneram e temem a masculinidade, exprimindo essa dualidade de sentimentos entre manifestações radicais e sessões de BDSM. Nós ficamos atónitos porque, por um lado, desejamos companhia, afecto e reprodução, mas por outro, repudiamos a violência. A cultura sublimou os instintos agressivos, civilizando o individuo em prol do bem colectivo, a colaboração ou a competição regrada em prol da guerra. Eu subscrevo esta tese bem como a de  Pankaj Mishra, “sempre houve muitas formas de ser homem ou mulher”. O que não existem são muitas formas de seduzir mulheres. Não sei muito sobre como ter sucesso nesse campo, mas sei bem como falhar: Erradicar a masculinidade.

A sexologia apelida as fãs de Cruz como hibristofílicas. Todavia, creio que antes da sexologia ser inventada (num laboratório do ISCTE), “algures nos céus (já) está(va) inscrita em letras de fogo uma lei que diz que para todos os homens, independentemente dos atos que cometeram, existe sempre algures uma mulher, regra geral mais nova e bem apessoada, disponível para o amar (…) desde um detido das FP-25 por quem se apaixonou uma procuradora do Ministério Público, passando por suspeitos de pedofilia até um padre que, em Fátima, de punhal na mão, tentou atingir o Papa, todos eles encontraram algures no caminho das prisões uma devotadíssima alma do sexo feminino disposta a arrostar com o estigma (?) de ser “a mulher de”.

O youtuber BlackPigeon ainda o explica melhor Ainda hoje, demasiadas mulheres procuram homens agressivos quer conscientemente quer não, de uma maneira que parece que esta psicologia tem estado inserida nas mulheres após anos de evolução. Significa que criminosos, gangsters e assassinos vão ser sempre mais atraentes para as mulheres do que homens honestos e trabalhadores. Sempre foram e sempre serão; Pensa em quantas mulheres se lançam a traficantes de droga versus, por exemplo quantas o fazem a professores de matemática. A atracção sexual está baseada nesta realidade para muitas mulheres, quer elas admitam quer não.

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A velha ordem patriarcal – que tantas mulheres condenam – era a que permitia aos Professores de matemática obterem mais mulheres do que os criminosos pois compreendia que a sociedade necessitava de matemática e dispensava o crime. Se preservarmos a ordem de valores hipergâmica feminina, arriscamos-nos a que um Professor de liceu desinteressante e carente de atenção feminina, como Bruno em Atomised, se inicie no crime como o protagonista de Breaking Bad, a fim exclusivo de se tornar atraente. Aparentemente, a única forma de vencer a solidão masculina dentro do contingente do feminismo para quem a escolha da mulher é sempre uma prioridade, é responderem acertivamente aos critérios femininos, diminuindo o número de docentes e aumentando o de criminosos. Afinal, na senda por chavoita, este procedimento – “a demonstração de violência” – funciona, enquanto a sua ausência condena ao fracasso.

Aqui perguntamos-nos quantos recorrerão à violência extrema para obterem os resultados de Nikolas Cruz, não por serem violentos ou mal-intensionados, mas porque é disso que as gajas gostam. Não acreditam? Tentem iniciar uma briga em frente à namorada/esposa/amante e testar in loco a fome do bicho.

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A alternativa é instituir a monogamia forçada, investir na família tradicional e regressar aos modelos de valores judaico-cristãos. Dizem-me que não funcionará porque a atracção não é uma escolha. Mas nesse quadro, muitas mulheres casarão com homens por quem não se sentem atraídas e serão punidas (com a morte) em caso de prevaricação. Pergunto: “E então?”. As relações tomarão inicio por insistência familiar e conveniência e aos rapazes com boas perspectivas de vida estará garantida reprodução, incentivando os demais ao labor. Os professores de matemática serão recompensados pelo intelecto e o esforço na docência e os criminosos serão decapitados. É assim que funciona no Islão – Lembrem-se disso quando o Islão nos estiver a conquistar (nota: já está).

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Portanto, caras sapatonas, se querem destruir a masculinidade tóxica façam-no. Condenem o monstro. Repudiem-no. Salvem a vida de todos os que enveredaram por caminhos tortuosos só para vos sentir as partes húmidas. Salvem o meu amigo. Está tudo nas vossas mãos (boca, ânus, vagina et al): Entreguem Sparow à armada, trespassem o coração do conde com uma estaca, ignorem o rapper e a sua decadência. Premeiem adequadamente a virtude – contra a vossa preferência, contra os vossos instintos e até quem sabe a vossa vontade – casem com Norrington, forniquem com J. Harker e Hellsing,  fodam com o professor de matemática. E chupem o Daniel.

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Seja por principio ideológico ou por premissa fisionómica, nem todos estamos igualmente preparados para a violência. Alguns estão muito pouco – Como será o meu caso. Mas há quem esteja menos. Quando há umas semanas, na tentativa desesperada por sair da Friendzone, um rapaz – sobejamente ignorado pela jovem que o acompanhava – procurou sobressair-se pelo uso dos punhos (nomeadamente quando me dispus a informar a jovem de que não pagaria o consumo mínimo do bar para a consumir), também tive de recorrer às artes do combate. Enquanto os lenços brancos se tingiam de vermelho após o contacto com o rosto ensanguentado do rapaz, senti-me solidário para com o tipo – não só por haver sido o responsável pelo estado lastimável em que as feições se encontravam – mas também porque compreendia o desespero de ser persistentemente emasculado pelo objecto do meu afecto. Daniel, companheiro, quero que saibas que fui para casa esperançoso, na expectativa que o enxerto de porrada que te enfiei tenha-te valido um felácio da galdéria; Se assim não for, avisa que te pago um. Bem mereces rapaz

14 comentários em “O rapper, o pirata, o vampiro e o assassino”

  1. Muito boa pesquisa. O artigo sobre a suposta “promiscuidade inata” dos homens e a suposta “selectividade casta” das mulheres é muito pertinente e um balde de água fria em muitas ideologias pseudo-científicas que estão na base da feminização da sociedade.
    Além disso, eu como homem sei perfeitamente que produzir esperma constantemente é um investimento biológico, provavelmente muito maior do que produzir uma merda de um óvulo gordo por mês e ficar à espera de perna aberta que um garanhão (mais uma vez) se dê ao trabalho de o fecundar.
    Além disso, a escolha que os homens fazem das mulheres com quem procriam é um grande investimento biológico por esse motivo. E os homens não são atraídos da mesma forma por diferentes mulheres, portanto o investimento deles é selectivo.
    É muito importante começarmos a desmistificar essa conversa do “homem descartável”, “mulher no pedestal”. A bem da sociedade, a bem do Futuro.

  2. A Natureza apenas quer saber da lei do mais forte, a masculinidade tóxica é mais uma paranóia espongiforme das feministas, a natureza também diz que: espécie que não se reproduz extingue-se, neste momento o ocidente civilizado não se está a reproduzir logo vai desaparecer, ao mesmo tempo os bárbaros reproduzem-se que nem ratos, o futuro será cruel para as feministas…temos pena

  3. Excelente artigo, um dos melhores que já li neste espaço! Quanto aos comentários anteriores, atenção que a “masculinidade tóxica” não é paranóia nenhuma, é antes mais um passo táctico numa estratégia muito bem delineada. Tudo o que as feministas dizem ou escrevem é pensado de raiz com o intuito de destruir as relações entre os homens e as mulheres no Ocidente. Um homem que rejeita a “masculinidade tóxica” transforma-se num eunuco. E um eunuco é automaticamente rejeitado pelas mulheres, sendo que é esse o grande objectivo das feministas. Depois vêm os homens estrangeiros e a nossas mulheres não conseguem resistir-lhes, porque eles, com todos os seus defeitos e até analfabetismo, ainda mantêm a suprema virtude de saberem agir como homens!

    Nós temos de deixar de ver as feministas como um bando de simples frustradas loucas. Elas não são loucas coisa nenhuma, elas são é criminosas! Elas sabem muito bem aquilo que estão a fazer e o fim que pretendem atingir!

  4. @Afonso de Portugal

    Agir como homens sim, é importante, porque por definição a alternativa é não ser homem (percebe-se que não faz muito sentido).
    Agora, cuidado que isso não é andar a lamber o rabinho às mulheres. A meu ver passa por o homem se desenvolver ele próprio na frame masculina, e desafiar as mulheres.
    Neste último ponto é que acho que ironicamente os gays fazem melhor serviço à masculinidade do que os PUAs e os Alphas que empilham mulherio. Porque na verdade, esse comportamento dá às mulheres aquilo que elas querem — sexo validacional (o transaccioal sabem que vai estar garantido por um beta qualquer com recursos). Isso não só reforça a estratégia hipergâmica feminina como leva a que elas continuem a desprezar e descartar os outros 80% dos homens que na verdade seriam a melhor escolha para a evolução e sustentação da sociedade.
    De onde concluo que a masculinidade deve estar associada ao tradicionalismo, e nisto vendo bem só estou a descobrir a roda que já foi descoberta há milénios.

  5. “o transaccioal sabem que vai estar garantido por um beta qualquer com recursos”

    Depende dos estragos que a parede fez e da fama que têm quando tentam encontrar o tal beta.

  6. @Zé Manel Tonto
    Se tivesse explicado isso ao Anthony Bourdain, talvez tivesse evitado mais um suicídio masculino.
    Acho que devemos eleger o lema “Nasces um homem, morres um homem”, para motivar os betas amestrados por décadas de desprezo feminino.

  7. Fodasse, a cena toda do marxismo cultural, que inclui o “conanismo”, vulgarmente chamado de feminismo, é mesmo foder toda e completamente a sociedade Ocidental de valores Cristãos de modo a tornar mais fácil a substituição demográfica dos nativos Brancos por Árabes e Negros de QI médio mais baixo do que os Brancos nativos, para que os criadores e promotores do marxismo cultural, os judeus, possam mandar nesta merda toda sem ninguém que lhes faça frente.

    Duvidam? Então meu caralhotes que duvidam, digam me lá qual é o pai ideológico da filha da puta da União Europeia (União de Cabrões de Filhos da Puta era um nome mais preciso, mas isto já não há respeito pela precisão linguística). Ora eu digo, é um cabrão de um não-judeu, mas que era supremacista-judeo, o Richard Kalergi.

    Leiam aqui as filhas da putisse deste cabrão do Ricardo Kalimériu:
    http://balder.org/judea/Richard-Coudenhove-Kalergi-Practical-Idealism-Vienna-1925.php

    E vejam aqui algumas relações entre esse filho da puta e outros filhos da puta não menos acabranados:
    http://archive.is/xzUOQ

    Voltando à putisse do marxismo cultural e a sua relação com os judeus, estudem esta merda deste gráfico para ver se aprendem algumas verdades que eles não gostam muito de ver publicadas em lado nenhum:
    http://archive.is/hLKnI

    E antes de virem cá com essas conversas de merda que isto é nazismo e o caralho, vão se masé foder porque dizer verdades verificáveis acerca do comportamento subversivo de grupo dos judeus não significa que se seja um Nacional Socialista.
    E não se preocupem que vai haver muitos mais FACTOS acerca deste assunto a serem partilhados aqui, que já vi que isto é uma casa de gente que leva a verdade a sério e não se rebaixa com merdas de “politiquisses corretas” (que é parte do ataque do marxismo cultural ao Ocidente).

    Bem haja amigos, fiquem bem!

  8. Quando escreveste o primeiro comentário, lembrei-me de uns parágrafos que tinha lido aí há uns 5/6 anos à Ava Moretti e que me voltaram a vir à memória no inicio deste texto.

    “In regards to the general population, pick up artistry is not surprising. Most men and women accept whatever trends the mainstream media gives them. But when it comes to my racially aware white brothers, I expect better insight. Why? Well just as modern feminism is a Jewish intellectual movement from Friedan and Steinem on down, the PUA movement has Jewish roots and promoters as well: Ross Jeffries (born Paul Jeffrey Ross), the Anthony Robbins of the seduction community; Nick Benedict (Savoy) founder of Love Systems; dating guru Jesse Krieger (Starlight); and last but not least Mr. Strauss himself all belong to the tribe. “Jews set up, Jews knock down.”

    The clash between feminism and PUA is just a Jewish family quarrel, the natural reaction of narcissistic, emasculated, manipulative men against aggressive, neurotic, castrating harpies. And whites, like the children we are, just sit in the backseat and listen to them
    bicker and then try to act just like them — until they drive us off a cliff.

    Furthermore, a lot of the language and techniques of “game,” as well as its general atmosphere of degeneracy, comes straight from the ghetto. But this wouldn’t be the first time that Jews have profited packaging black degeneracy for white consumption. (I’ll give you one clue: it rhymes with “crap.”)” (https://www.counter-currents.com/2012/06/pick-up-artists/)

    Vale a pena mencionar que li uma peça sobre a cultura na república de Weimar e fazia do bar Trumps parecer uma sede do Opus Dei.

    Mas também sei como isso acabou

  9. Interdasting, por acaso não sabia que o próprio “movimento” PUA era the origem judaica. Mas faz todo o sentido, se o pessoal tiver todo ocupado a tentar papar porcas com as quais nem sequer quer ter filhos, mais fácil é destruir o Ocidente.

    Acho que vale a pena estudar game porque é essencial para entender certas dinâmicas sociais que são dificieis de entender para certos tipos de personalidade (como a minha por exemplo), mas no que diz respeito á teoria do “deixar o mundo arder enquanto eu fico a ver”, isso já é armadilha. Como tudo, estudar PUA e aproveitar o que é bom e descartar o que é mau.

    Mas uma coisa é certa, tem de se começar a apontar o dedo ao comportamento de grupo subversivo dos judeus, em vez de andarmos por ai aos círculos a culpar os sintomas (marxismo cultural, invasão muçulmana, o supremacismo ideologico do islão, etc) e não a doença (subversão judaica). É um FACTO verificável que 80% do Ocidente tem como ponto de origem a subversão judaica, e a ausência de um diálogo franco acerca disto é muito muito mau, inclusive para os judeus, porque se as pessoas que querem resolver estes problemas através do diálogo e da paz (como eu) falharem, então a guerra civil vai ser o resultado. E claro está, há certos grupos que tem interesse em que as guerras civis na Europa aconteçam, por isso é que devemos tentar evitar ao máximo e tentar resolver as coisas com palavras e paz, mas TEMOS de estar preparados para MATAR todos os agentes de subversão presentes no Ocidente se os nossos lideres políticos falharem (a maioria são uns traidores de merda) e uma guerra civil começar. E para alem de ser a única maneira de resolver as coisas pela paz, falar a verdade sobre estes assuntos também significa que se a guerra civil acontecer, então o povo vai saber a quem apontar as armas, é claro que há pessoas judaicas que são boas pessoas, mas se os judeus ESCOLHEM comportar-se como um grupo, então irão ser tratados como um GRUPO. Um judeu que seja não-subversivo TEM de admitir as verdades sobre o comportamento de grupo subversivo dos judeus, se não o fizer, então é um inimigo.

    Dado isto, tenho fé que vamos resolver as coisas pacificamente através do diálogo, mas devemos todos estar preparados para que os inimigos do Ocidente escolham a guerra. Eu prefiro a paz, mas de qualquer das maneiras, NÓS vamos ganhar, eles vão perder.

    Um abraço!

    —-

    BONUS:

  10. >É um FACTO verificável que 80% do Ocidente tem como ponto de origem a subversão judaica
    Queria dizer: “É um FACTO verificável que 80% dos problemas do Ocidente têm como ponto de origem a subversão judaica”

  11. Bom, falando abertamente sobre o assunto (nunca pensei chegar a esta idade com dúvidas sobre o holocausto), acho que partilho a opinião sobre a questão Judaica do Jordan Petersson. Aliás, o autor do segundo gráfico que citaste (vou agora ler o primeiro) recomenda um livro do Ben Shapiro que é, como sabes, judeu. Como o próprio diz num outro vídeo “eu sou judeu e o Jon Stewart é judeu e não temos qualquer relação nem é provável que nos déssemos bem se nos conhecêssemos”.

    Há uns anos atrás, conheci uns Punks Judeus que tinham uma banda e davam concertos pelo mundo. Fiquei amigo do baterista. Ele é radicalmente anti-zionista e pro-Palestiniano. Desertou do exército durante a guerra do Líbano e foi preso. Ele (e os amigos) odeiam Israel. Duvido que possa estar envolvido em conspirações à escala mundial.

    Eu também não gosto. Durante anos, o povo da Judeia, expulso da sua terra à paulada, vagueava pela Europa estabelecendo agiotagem e comércio. Preconizaram o internacionalismo quando ele não era popular e (provavelmente) por causa disso, acabaram a ser mandados fora de todos os estados mais estruturados e a instalarem-se nas áreas de maior entropia, como o centro da Europa. O Nietchze, no Anticristo, apresenta-os como um povo de resiliência extraordinária, porque por mais porrada que levem, continuam a preservar a sua identidade.

    Hoje que o mundo é global, os Judeus comprimiram-se num etnoestado teocrático e radicalmente nacionalista que não é grande espingarda em nenhum medidor de desenvolvimento mundial considerado (tecnologia, agricultura, armamento, exército, dimensão, demografia, validade científica, o que preferires).

    A minha resistência ao antisemitismo não implica que não esteja muito impressionado com algumas coisas aqui descritas. Nomeadamente às referências dos 6 milhões no Talmude que não estão documentadas em nenhuma fonte credível no que toca ao holocausto, ou na referência ao Israel Cohen. Mas todavia não a posso comprovar. O que posso comprovar é que o KGB nunca financiou a escola de Frankfurt porque o KGB foi fundado nos anos quarenta e a escola de Frankfurt nos anos vinte. Bom, mas o KGB é um sucedâneo de várias organizações, certo? Claro, mas tendo a revolução sido no fim de 1917, precisavas de ter a capacidade de criar um organismo suficientemente estruturado para em apenas 5 anos, poder subverter um departamento universitário de outro país, coisa que não era especialmente fácil nos anos ’20 e sem similitudes linguísticas. Pior, nesses cinco anos a Cheka sofreu inúmeras restruturações, depois o Lenine teve doente e faleceu e o seu sucessor não era assim tão amigo dos Judeus. Houve progroms na Rússia, nomeadamente na Ucrânia e na Polónia onde a maior parte dos judeus estavam concentrados.

    Dá ideia de que o autor é Americano e está a tentar apelar ao preconceito anti-comunista desenvolvido durante a guerra fria. Mas se está a tentar apelar a um preconceito com factos que não são fidedignos, o resto da tese passa a poder ser posta em causa. Além de que ignora (e eu tenho um texto muito extenso sobre esse assunto) a discrepância assustadora entre aquilo que eram “os comunistas” (Staline, Mao, PolPot, Guevara, Tito) e o que são os marxistas culturais (um bando de maricões que de vez em quando cometem suicídio).

    Acresce que, como tenho tentei desenvolver neste texto, todos os movimentos extravagantes procuram sempre tolos fracos para subverter, mas só os tolos fracos se deixam ir. Como o meu amigo que devia ter ficado na escola e construído um futuro em vez de se ter deixado enganar para ser rapper ou lá o que é.

    Nesse campo sou culpado. Também falhei e protelei os meus estudos e projectos de vida. Também faltei ás minhas obrigações para cirandar o Bairro Alto para ver se fodia. Gastei metade da minha vida, os anos dourados, integralmente nisso. E também andei no PU. Aliás, andámos os cinco e foi onde nos conhecemos.

    Entretanto saí e mudei radicalmente de opinião em relação a vários temas. Quando um amigo me pediu para regressar aos grupos do PU, disse-lhe que o meu sistema de crenças era incompatível com o PU e que muito daquilo em que acreditava, tentava expimi-lo neste blog. Mas não mudei de convicções para (como diz o Mr.Bond) “preferir casar com uma gaja e fazer-lhe seis filhos”: estou cada vez mais longe do casamento e ainda mais longe da paternidade. Este gráfico 2 também tenta explorar o preconceito inerente a todas as religiões e culturas do mundo (incluindo a judaica) quanto aos excessos da actividade e promiscuidade sexual e por mais razão que possa dar a vários aspectos desse preconceito (em breve tentarei explicar o mito de Onan que é a versão cristã desse preconceito), isso não muda o facto de eu querer partir a cona a uma percentagem elevada das mulheres com quem me relaciono sem a mínima propensão ou desejo para a monogamia.

    Agora que acabei de ler o primeiro gráfico posso-te expor mais algumas das minhas dúvidas. Por exemplo: Kant era judeu e Nietchze não era. Qual dos dois parece mais subversivo e qual dos dois é mais coerente com os valores tradicionais e ancestrais do Ocidente?

    Mas voltemos aos Judeus – aliás, aos Rockfellers etc

    Tem-me parecido legitimo que homens extraordinariamente abastados, criem coisas que tentem mudar mais do que o peso das carteiras. Alguns financiam partidos, outros financiam fundações. Algumas dessas fundações (como a Calouste Gulbenkien) até fazem coisas boas. É natural que tendo o seu fundador perseguido pelo imperialismo otomano, tenha maior simpatia a ideias que antagonizem aquelas preconizadas pelos Otomanos. Por isso muitos destes tipos são internacionalistas ou globalistas, já que se deram mal com os governos locais e enriqueceram em negócios a larga escala.

    Perguntas-me agora “Mas achas legítimo que o Soros et al financie causas absurdas como a transsexualidade?”

    Não. Não percebo. Não tenho explicação para isso (e gostava de ter).

    Só que a explicação de ele integrar uma cabala judaicó-maçónica que pretende dominar o mundo parece-me muito pouco provável. E as teorias da conspiração (que eu adoro, note-se) servem, como diz o meu Pai, para desculparmos-nos pelas incapacidades em mudarmos as nossas próprias vidas. Talvez por isso sejam estatisticamente mais comuns entre pessoal com baixo QI, porque é mais fácil justificarem-se com os poderes vigentes, do que tentarem fazer alguma coisa por si e deixarem-se de desculpas. E maior redpil que recebi (no PUA e na vida) foi deixar-me de desculpas.

    A isto acrescem duas razões de ordem factual

    1) Fui convidado várias vezes para a Maçonaria todas elas por maçons influentes. Uma delas por um maçom do grau máximo (33), um velhote que vivia no meu bairro e em casa de quem tomei chá com a minha namorada da altura, esposa e filha. Não era uma pessoa especialmente influente ou levada a sério, vivia de uma reforma (avultada, no entanto) que adquirira enquanto servidor público. Os outros maçons que conheci eram uns desgraçados, a viver no salário mínimo ou de biscates na expectativa de conseguir alimentar os filhos. Curiosamente, um deles era um grande maçom, muito reputado na sua loja e na grande dieta do GOL onde inclusive exercera alguns cargos.

    Então, como podia passar tantas dificuldades?

    Quando eu era novo joguei Rugby e o campo redefinia as diferenças que me separavam e aos nossos colegas. Fora do campo éramos alunos, trabalhadores, cidadãos com diferentes potencialidades, resultados académicos ou meios de fortuna; Dentro do campo éramos segmentados mas pelas nossas habilidades: o que tinha mais talento para placar ou disputar a bola ou pontapeá-la ou marcar ensaios.

    Se o meu amigo é um excelente maçom e isso não lhe possibilita novas oportunidades da vida, a maçonaria não será tão influente (ou mais provavelmente funcional) como se julga. Dentro da maçonaria, ele é o venerável mestre d grau elevado; fora da maçonaria é um empregado que tem responsabilidades na recolha do lixo numa freguesia pobre de Lisboa.

    2) Quem vai invariavelmente mandar nisto tudo são os chineses. O Ocidente perdeu há bué e ainda nem se apercebeu.

    Um abraço amigo

    M.Emrys

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