Comentário da semana – a patologia do século XXI

A propósito de mais uma berlaitada na peida da igualdade, o leitor Vincent comenta:

Isto é mesmo enjoativo.
Vejam bem o cenário dantesco da moderna sociedade ocidental do séc XXI, e digam-me que isto vai acabar bem:

— desde a Idade da Pedra que os homens (masc) literalmente inventam tecnologia
— uma pessoa nasce em 1995 sem pénis (coitadinha, é deficiente)
— em 2018, sai da faculdade onde entrou com médias tiradas em 12 anos de ensino feminino
— hoje a coitadinha passa à frente dos homens em mais um certame tecnológico porque essa coitadinha e todas as coitadinhas antes dela (que têm muito a ver com ela) não tiveram o “privilégio” de tirar a humanidade das cavernas, matar bichos selvagens e a por em casas aquecidas com gatos fofinhos e telemóveis com IA embutida nos processadores ligada à net em todo o lado

Coitadinha daquela pessoa que em 1995 foi diagnosticada com a patologia do século, “sexo feminino”.

Pois não vai acabar bem, não. Aliás, O Patriarca subscreve a teoria de que grande parte da crise económica actual se deve à retirada de um número substancial de Betas do mercado (laboral, sexual, imobiliário, etc), precisamente por verem (consciente ou instintivamente) que as regras do jogo estão viciadas contra eles e concluírem que mais vale não jogar*.

O Patriarca gostava que a solução passasse por aprendermos a funcionar todos juntos de forma razoavelmente equilibrada, mas aposta mais num cenário de colapso civilizacional. Num cenário mais positivo, com uma reconstrução a partir de grupos resilientes; num cenário pior, com os mouros finalmente a tomarem conta desta merda toda.


* é uma conclusão lógica, embora O Patriarca não concorde com ela.

2 comentários em “Comentário da semana – a patologia do século XXI”

  1. Quando alguém me diz que o Trump é o pior Presidente que os EUA já tiveram (ou o Obama, depende do interlocutor) eu destaco que foi durante a presidência de Wilson que:

    -criaram o IRS;
    -entraram desnecessariamente na I Guerra Mundial;
    -aprovaram o voto feminino;

    Ou seja, um conjunto de menos de 1000 homens (entre Presidente, Congresso e Estados) conseguiu sozinho destruir a rumo da civilização. É obra.

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