Paradoxos do Feminismo

Dele

I though it was absolutely comical when Fifty shades of grey came out, I just thought that was insanely comical that at the same time there’s this massive political demand for, like, radical equality and, say, with regards to sexual behaviour, and the fastest selling novel the world had ever seen was S and M domination, right? It’s like “oh well, we did know where the unconcious was going with that one, don’t we?” 
(…)
you have this crazy aliance between the feminists and the radical islamists that I just do not get, is like the feminists is like “why are they not protesting non-stop about saudi arabia” is just completely beyond me. Like I do not understand it in the least. And I wondered two, I just wondered, “bloody well, this is the freudian means, Is there an attraction, you know, is there an attraction that’s emerging amongst the female radicals for that totalitarian male dominance that they’ve chased out of the west?
(…)
As the demand for egalitarianism and the erradication of masculinity accelerates, there’s going to be a longing in the unconsicous for the precise opposite of that. The more you scream for equality, the more your unconscious is going to admire dominance

 

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6 comentários em “Paradoxos do Feminismo”

  1. Eu não penso que seja isso. Não acredito que o problema seja um secreto desejo pela subjugação. Muito menos existe aqui qualquer paradoxo, que só serviria para desculpabilizar a gritante contradição de uma feminista ocidental apoiante do islamismo (radical ou não).

    Em vez disso o comportamento é a manifestação física da hipocrisia deste movimento feminista de 3ª geração, que assenta toda a sua ideologia primeiro na destituição da masculinidade, segunda na destituição da masculinidade e terceiro na destituição da masculinidade, estando as causas feministas objectivamente vazias de conteúdo neste início do século XXI e, portanto, ausentes da narrativa destas feministas. Razão pela qual tudo o que de alguma forma possa afrontar o patriarcado branco ocidental lhes seja desejável. Nem que seja por vias de acção que não são as suas, como a religião.

  2. Essa é a segunda hipótese que o clínico postula. “The enemy of my enemy is my friend”. Tem especial piada porque ele relembra “that’s a hell of a thing to think” “But afterall, I’m a clinical psychologist”
    Se bem que essa teria de se opor tão agressivamente à masculinidade Alóctone como à de cá, até porque não acreditando em fronteiras (pertencem ao velho regime), não acreditam que deva haver um julgamento distinto para os machistas que vivem deste lado do mediterrâneo e os machistas que vivem do outro lado do mediterrâneo
    (mas esse é mais um paradoxo)

  3. Sim, é isso. Não notei o link no topo até agora. Queria também dizer qualquer coisa sobre a falta de elemento cómico destas coisas, mas como se trata de Jordan Peterson eu sei que ele está a fazer tudo menos a rir-se. Ao contrário de um certo arquetipo masculino que ainda acha que tudo isto é uma birra das senhoras com a qual a gente se deve divertir. Não são bem betas, são alfas em negação.

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