Quengas no ginásio

Toda a gente sabe que as mulheres vão para o ginásio exclusivamente para fazer exercício. E apenas para seu próprio bem estar. Não vão para se exibir, não vão para socializar, e sobretudo não vão de modo nenhum para flirtar. Os homens é que são uns porcos que só pensam em javardice e não respeitam o espaço das mulheres, microagredindo-as com violações visuais (O Patriarca jura que já ouviu esta) ou até mesmo chegando ao cúmulo de falar com elas.

Aliás, por isso é que há ginásios só de mulheres. Para as proteger do olhar masculino. O facto de nestes ginásios só estarem as gordas que menos risco correm de sofrer tais ultrajes é um mistério que ainda está por esclarecer. Assim como o facto de este atropelo à igualdade de género estar a salvo tanto dos CIGanos como dos activistas anti barbearias masculinas.

Mas falando de mistérios, chegamos ao maior de todos, que motivou a elaboração deste artigo:

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Calças de quenga ioga com renda!

Outro dia O Patriarca estava alegremente a rebentar com o leg press (não pode ser braços todos os dias) quando uma fulana bamboleando-se à sua frente lhe deu a conhecer em directo a existência desta aberração.

Vamos lá ver uma coisa.

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Juro que é confortavel!

As calças de ioga, com as inevitáveis patas de camelo tumescentes a chorar por liberdade, já estão a roçar o limite da negabilidade plausível. Todos sabemos que aquilo só serve para mostrar o cu e os papos de cona, e todos fingimos que acreditamos que é realmente aquele o equipamento que proporciona mais conforto à sua usuária.

Com isto já não resta desculpa. Se querias arejar as pernas ias de calções. Com estas rendas garantes que nenhum homem deixa de reparar que estás a exibir a peida. Ajam em conformidade, cavalheiros. Estas tipas só querem.

 

O rapper, o pirata, o vampiro e o assassino

Se a taxa de suicídios masculinos mais elevada da história, se a mutilação genital masculina, se a taxa de descasamentos, os furtos por divórcio, o abandono e a solidão masculina são responsabilidade do feminismo, também o alheamento, as vidas desperdiçadas nas chamas da passividade e da indolência, ou mesmo as taxas de criminalidade machas o são. Sem assumirem essa responsabilidade, as mulheres e o feminismo continuarão a prejudicar a sociedade, acabando ironicamente, como vítimas das suas próprias falhas.

Há pouco mais de um ano, conheci um rapaz que queria ser rapper. A sério. A insegurança provocada por uma compleição franzina e pouco talento escolar empurrou-o para uma fuga fácil na demanda da atenção feminina. Ou por outra, a propensão da atenção feminina para incidir sobre ridicularias afim, empurrou-o a desligar-se do circuito escolar permutando-o pelo meio esguio, impudico e inviável que é o obsescuro mundo do rap.

Como todos os que deambularam na circujacência do hip-hop, cedo descobriu que a música de pretos – sobretudo quando protagonizada por brancos – tem muito pouco que ver com a métrica rimática, ou com a sofisticação dos beats. O rap é uma indústria judaica que glamoriza o crime, a marginalidade, a vulgaridade e o baixo nível. A sociedade esquizóide ocidental que se horroriza por cada ligeira e ínfima demonstração de assertividade e lhe chama micro-agressão, tolera ao rap demonstrações de brutalidade, apenas uma ínfima parte das quais ataca somente os meus ouvidos. E fá-lo com orgulho de pretos, mesmo quando é elaborado por brancos.

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93, malta

Denotando que o hip-hop começou como uma forma de expressão quasi-tribal entre a população operária preta Americana e se converteu numa indústria multi-bilionária, exclusiva e elitista, observamos que quase tudo no rap mudou: os temas, a produção, os canais de disseminação, os meios, os agentes, os protagonistas, as músicas perderam qualidade, as letras foram encurtadas e simplificadas – Quatro estrofes tão fluídas como dobradiças mal oleadas, hoje, fazem um hit à escala mundial. Só sobrou a petulância, essa agressividade que no inicio se inspirava nos combates sociais do advogado Martin Luther King e passou a ladear criminosos profissionais, feministas e os combates Chris Brown na cara da namorada.

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O hit de Chris Brown

O apelo Universal – e especialmente feminino –  da violência que a “Empatia Patológica” Europeia não conseguiu apagar, foi um dos factores que convocou muitos jovens Europeus a lutar na Síria ao lado do Estado Islâmico; Não me espantou descobrir que vários, mesmo muitos dos que por lá pousaram, haviam deambulado pelo rap. Isso  inclui dois (ou três) Portugueses, o infame Jihadi Johnmiúdas brasileiras e os irmãos Kouachi,  autores do morticínio no Bataclan.  No último conto do Roosh, um dos seus personagens ficcionados confessa “eu ouvia rap antes de sair à noite; Punha-me no mood”.

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Omar Mostefaï (um dos autores dos atentados de Paris) num vídeo de rap revelado pela BFMTV

Como sabem os PUA’s, a ausência dessa agressividade é um passe de entrada permanente na tenebrosa Friendzone. No rap, a droga está omnipresente mas apenas porque, à parte do seu teor de satisfação fugaz – qual é o sexo para quem os prazeres videiros terminam aos 30? Não será para mim, espero – é ilegal. Se as drogas fossem legais, os rappers adquiririam perante a mesma, o comportamento que outra tribo urbana, os Straight Edge. E que têm em comum? Pois, a violência.

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Bam Stoker percebeu-o no final do século XIX. O romance que o notabilizou explora a dicotomia da sexualidade feminina. Capacidades dedutivas equiparáveis às do personagem imaginado pelo seu primo Arthur Conan Doyle, levara-o a desvendar o caso sobre o que atraía emocionalmente uma noiva integrada e abastada – O monstro. Se no inicio do livro, Vlad atrai Johnathan com o seu conhecimento e cultura, cordialidade e mundividência, prestando-lhe auxílio, agraciando-o com pequenos favores e demonstrações de empatia, depois de o Empalador conhecer Mina,  tudo em Drácula se torna sexual.

Das suas intenções predatórias à habilidade enguiçadora. Da juventude eterna ao anticlericalismo. Do omnipresente sangue à forma vaginal que os lábios do conde simulam em quase todas a suas representações gráficas. Há muito por onde escolher; E, à semelhança com Carmilla – que na verdade precedeu Stoker – o vilão eslavo possui o poder do vampirismo: transformar, através de um iniciático ritual penetrativo, uma criatura inocente num monstro sedento de sangue. Carmilla é lésbica (a transformação no vampiro é análoga à iniciação na fufaria), eterna (força-a a procurar sempre mulheres mais novas e inocentes) e centra os jogos da sua perversão na perversão da fêmea – o homem é simplesmente mau, mas a mulher é perversa.

(milhões de metáforas; Nenhuma homofobia)

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Ciclicamente, a figura do vampiro regressa para preencher o vazio cultural que o Ocidente nos lega

Ciclicamente, a figura do vampiro regressa para preencher o vazio cultural que o Ocidente nos lega – uma versão juvenil das cinquenta sombras. Tal como o corsário. No filme “Piratas das Caraíbas”, Elizabeth Swan começa por ignorar o pretendente James Norrington – um comodoro da armada, leal à coroa, filho de um almirante e recomendado pelo governador Swan (pai de Elizabeth), para titubear entre dois tratantes. Nos cinco filmes, Elizabeth prefere sempre o mais escumalha, aquele cuja sexualidade é mais ambígua, mais sexy, numa época em que a androgenia é exultada. Não é um guião friamente dactilografado, é um filme, o filme, a saga, feitos para que, ao fim de vinte minutos, Norrington – que é assassinado no fim, depois de resgatar Swan –  seja esquecido pelos espectadores.  E Elizabeth? Tal como a Laura de Carmilla, torna-se num pirata.

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Lembram-se quando os homens eram mais promiscuos e as mulheres condenavam-no? Vampirismo

Para que não me interpretem mal, li muito sobre os sugadores de sangue em criança (há pelo menos duas séries fantásticas sobre o assunto), ouvi rap na adolescência e tenho interesse na proeminência moderna da pirataria (como na da escravatura). Não desconsidero a relevância de a omnipresença destes antiheróis – de facto, tornados heróis na nossa cultura de valores invertidos – não seja benéfica por distractiva, analgésica, como os videojogos o são para as crianças, dissipando as suas necessidades conflituosas num objecto inócuo. Ter acompanhado Narcos ou Breaking Bad no Netflix, como acompanhar a revolução Cubana no fim dos anos ’50, permitiu ao funcionário da classe média, experimentar aventura e adrenalina no conforto do seu sofá, longe da selva colombiana ou das ruas perigosas onde 2Pac foi assassinado.

O problema é uma minoria alheada do metro boulot dodo, nomeadamente pela força da idade, desejar quebrar a quarta janela para se lançar nesse mundo desavindo, sem predilecção ou condições para o fazer adequadamente. Aí estão muitas feministas, muitos degenerados, muitas almas sensíveis prontas a engolir a primeira treta que o mercado lhes puserem à frente; E aí, está o meu amigo, que muito muito muito em breve se tornará um rapper de sucesso – “E aí vai ser só gajas mano” – como me diz sempre quando o apanho no fim do turno da noite, à porta de um restaurante pertencente a uma cadeia de fastfood.

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Alguém postulou que este gajo, mais do que doente mental, era uma vítima

Falei sobre o rap mas esqueci dois elementos. A proeminência: Ninguém se questionou como os ritmos tribais saíram do guetto para se tornar no estilo de música mais popular do mundo. Será que o hip-hop se aprimorou? Pelo contrário, degradou-se mas os produtores puseram-no em todo o lado e nem são as quadras mais entrelaçadas que melhor vendem, ou o meu amigo estaria mais rico do que Pitbul. Em miúdo, eu desnovelava as asonâncias e julgava a recompensa, em dinheiro e estatuto, merecida. Mesmo sabendo que os poetas sonoros eram inimaginavelmente melhor remunerados do que os congéneres do papel! Foi preciso escutar o inigualável Mr.Bond – que produz em casa, gratuitamente, anónimo – para perceber quão fácil é a faina dos rapistas, muito. Bem podemos começar a pagar ao neonazi; Por alternativa, devíamos deixar de pagar o rap.

E a utilização corrente de estupefacientes? Abundantes na contra-cultura onde todos os seus integrantes – as pessoas com mais poder acumulado desde o ancien Regime – a utilizam. Mas o facto de pessoas populares serem degeneradas não torna os degenerados populares; Qualquer jovem se pode drogar como Kobain ou Joplin sem obter as prebendas dos citados ou algo ademais degradar a sua própria vida. E a dos demais?

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O Assassino

Nicolas Cruz era uma vítima de bullying, habituado ao destrate diário dos seus colegas. Não existindo provas de ser um InCel, tinha-lhes a solidariedade de que infelizmente carecem, venerava Eliot Rodger e tornou-se – ele próprio – num dos santos da comunidade que, pela primeira vez, teve algo a assinalar no São Valentim. Mas se tinha dificuldades com o sexo oposto, elas já se foram. Pela primeira(?) vez, as gajas – que nunca o viram, que nunca estiveram com ele – começaram a gostar do rapaz. Muito. Uma das suas fãs, está a organizar uma recolha de fundos para suportar o processo judicial do homicida; Chama ao homicida “A primeira vitima“.

Este gajo tem uma vida sexual mais interessante do que a minha. Provou aos PUAhaters mais incrédulos que é possível ultrapassar a inceldom mesmo sem adquirir músculos ou ganhar dinheiro; Basta cometer um homicídio em massa e continuar a sorrir. O problema é que não pode aproveitar a torrente de fãs molhadas que o desejam – está preso!

Vamos imaginar que ele era Português e dirigente de um dos Partidos da Geringonça. Como seria a sua vida quando saísse da choldra em dias depois do ministério público decidir destruir todas as escutas no processo: como a do baterista Carmine Appice (Vanila Fudge, KGB) que fodeu com 4500 mulheres – 300 das quais entre os 17 e os 18 anos? Ou como Fidel, que o politburo dos comunistas cubanos garante haver malhado cerca de 35.000 tipas (nomeadamente Margaret Trudeau, mãe do primeiro ministro Canadiano) e partilha com Cruz a valência de ser sanguinário? Quantos desejam realizar tais feitos? Quantos lhes seguirão o exemplo?

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A encantadora famíla Charlie Mason

Queria terminar com uma história exemplar que expusesse a hipocrisia esquizóide da hierarquia valorativa feminina comparativamente à competente, funcional e lógica hierarquia masculina. Podia ser a interacção entre Bruno e Sophie (Katja, no filme) e o fascínio adolescente da segunda por um país de crime e degradação como o Brasil; podia ser a letra do coincidente brasileiro MC MM em “Só quer Vrau” quando conta que “A malandra, assanhadinha”, “vai para a favela”; podiam ser milhões de enredos, livros, histórias e canções sobre mulheres que preferem homens maus a homens bons. Mas vou terminar com Charles Mason, desempregado, iletrado, ladrão, doente mental, violador de rapazinhos (começou-o com 17 anos), proxeneta, neonazi, assassino em massa. Já nos oitentas, casou com uma gata. Prendeu a atenção de milhares de groupies sem sair da cadeia. E dado o seu racismo, o seu machismo, a sua violência extrema, conseguem adivinhar quantos elementos da manoshpere integravam o seu grupo?

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No acampamento do BE que decorre enquanto escrevo estas palavras, os campistas participarão no workshop “Desconstrução masculinidade tóxica” – uma temática que o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra tem explorado, recebendo fundos públicos para o estudar com afinco. Mas quem é que parece valorizar insanamente a violência além do homossexual Jack Donnovan? As gajas. A tão propalada crise da masculinidade moderna é integralmente gerada por mulheres, neuróticas, contraditórias, ambivalentes, que paradoxalmente veneram e temem a masculinidade, exprimindo essa dualidade de sentimentos entre manifestações radicais e sessões de BDSM. Nós ficamos atónitos porque, por um lado, desejamos companhia, afecto e reprodução, mas por outro, repudiamos a violência. A cultura sublimou os instintos agressivos, civilizando o individuo em prol do bem colectivo, a colaboração ou a competição regrada em prol da guerra. Eu subscrevo esta tese bem como a de  Pankaj Mishra, “sempre houve muitas formas de ser homem ou mulher”. O que não existem são muitas formas de seduzir mulheres. Não sei muito sobre como ter sucesso nesse campo, mas sei bem como falhar: Erradicar a masculinidade.

A sexologia apelida as fãs de Cruz como hibristofílicas. Todavia, creio que antes da sexologia ser inventada (num laboratório do ISCTE), “algures nos céus (já) está(va) inscrita em letras de fogo uma lei que diz que para todos os homens, independentemente dos atos que cometeram, existe sempre algures uma mulher, regra geral mais nova e bem apessoada, disponível para o amar (…) desde um detido das FP-25 por quem se apaixonou uma procuradora do Ministério Público, passando por suspeitos de pedofilia até um padre que, em Fátima, de punhal na mão, tentou atingir o Papa, todos eles encontraram algures no caminho das prisões uma devotadíssima alma do sexo feminino disposta a arrostar com o estigma (?) de ser “a mulher de”.

O youtuber BlackPigeon ainda o explica melhor Ainda hoje, demasiadas mulheres procuram homens agressivos quer conscientemente quer não, de uma maneira que parece que esta psicologia tem estado inserida nas mulheres após anos de evolução. Significa que criminosos, gangsters e assassinos vão ser sempre mais atraentes para as mulheres do que homens honestos e trabalhadores. Sempre foram e sempre serão; Pensa em quantas mulheres se lançam a traficantes de droga versus, por exemplo quantas o fazem a professores de matemática. A atracção sexual está baseada nesta realidade para muitas mulheres, quer elas admitam quer não.

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A velha ordem patriarcal – que tantas mulheres condenam – era a que permitia aos Professores de matemática obterem mais mulheres do que os criminosos pois compreendia que a sociedade necessitava de matemática e dispensava o crime. Se preservarmos a ordem de valores hipergâmica feminina, arriscamos-nos a que um Professor de liceu desinteressante e carente de atenção feminina, como Bruno em Atomised, se inicie no crime como o protagonista de Breaking Bad, a fim exclusivo de se tornar atraente. Aparentemente, a única forma de vencer a solidão masculina dentro do contingente do feminismo para quem a escolha da mulher é sempre uma prioridade, é responderem acertivamente aos critérios femininos, diminuindo o número de docentes e aumentando o de criminosos. Afinal, na senda por chavoita, este procedimento – “a demonstração de violência” – funciona, enquanto a sua ausência condena ao fracasso.

Aqui perguntamos-nos quantos recorrerão à violência extrema para obterem os resultados de Nikolas Cruz, não por serem violentos ou mal-intensionados, mas porque é disso que as gajas gostam. Não acreditam? Tentem iniciar uma briga em frente à namorada/esposa/amante e testar in loco a fome do bicho.

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A alternativa é instituir a monogamia forçada, investir na família tradicional e regressar aos modelos de valores judaico-cristãos. Dizem-me que não funcionará porque a atracção não é uma escolha. Mas nesse quadro, muitas mulheres casarão com homens por quem não se sentem atraídas e serão punidas (com a morte) em caso de prevaricação. Pergunto: “E então?”. As relações tomarão inicio por insistência familiar e conveniência e aos rapazes com boas perspectivas de vida estará garantida reprodução, incentivando os demais ao labor. Os professores de matemática serão recompensados pelo intelecto e o esforço na docência e os criminosos serão decapitados. É assim que funciona no Islão – Lembrem-se disso quando o Islão nos estiver a conquistar (nota: já está).

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Portanto, caras sapatonas, se querem destruir a masculinidade tóxica façam-no. Condenem o monstro. Repudiem-no. Salvem a vida de todos os que enveredaram por caminhos tortuosos só para vos sentir as partes húmidas. Salvem o meu amigo. Está tudo nas vossas mãos (boca, ânus, vagina et al): Entreguem Sparow à armada, trespassem o coração do conde com uma estaca, ignorem o rapper e a sua decadência. Premeiem adequadamente a virtude – contra a vossa preferência, contra os vossos instintos e até quem sabe a vossa vontade – casem com Norrington, forniquem com J. Harker e Hellsing,  fodam com o professor de matemática. E chupem o Daniel.

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Seja por principio ideológico ou por premissa fisionómica, nem todos estamos igualmente preparados para a violência. Alguns estão muito pouco – Como será o meu caso. Mas há quem esteja menos. Quando há umas semanas, na tentativa desesperada por sair da Friendzone, um rapaz – sobejamente ignorado pela jovem que o acompanhava – procurou sobressair-se pelo uso dos punhos (nomeadamente quando me dispus a informar a jovem de que não pagaria o consumo mínimo do bar para a consumir), também tive de recorrer às artes do combate. Enquanto os lenços brancos se tingiam de vermelho após o contacto com o rosto ensanguentado do rapaz, senti-me solidário para com o tipo – não só por haver sido o responsável pelo estado lastimável em que as feições se encontravam – mas também porque compreendia o desespero de ser persistentemente emasculado pelo objecto do meu afecto. Daniel, companheiro, quero que saibas que fui para casa esperançoso, na expectativa que o enxerto de porrada que te enfiei tenha-te valido um felácio da galdéria; Se assim não for, avisa que te pago um. Bem mereces rapaz

Empreendedorismo RedPill

Os nossos escritos não se pagam. Sob risco de acabarmos na fila do IEFP, temos urgentemente de rentabilizar o nosso site. Mas não será com publicidade, nem com fundos europeus como as (In)Capazes. E se montássemos uma plataforma para apostas?

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Vai a primeira aposta:

“Qual a tipologia do homicida de 29 anos que ontem alvejou 15 pessoas na capital do país liderado por Justin Trudeau?”

  • Radical Islâmico
  • InCel

 Game On

Comentário da semana – a patologia do século XXI

A propósito de mais uma berlaitada na peida da igualdade, o leitor Vincent comenta:

Isto é mesmo enjoativo.
Vejam bem o cenário dantesco da moderna sociedade ocidental do séc XXI, e digam-me que isto vai acabar bem:

— desde a Idade da Pedra que os homens (masc) literalmente inventam tecnologia
— uma pessoa nasce em 1995 sem pénis (coitadinha, é deficiente)
— em 2018, sai da faculdade onde entrou com médias tiradas em 12 anos de ensino feminino
— hoje a coitadinha passa à frente dos homens em mais um certame tecnológico porque essa coitadinha e todas as coitadinhas antes dela (que têm muito a ver com ela) não tiveram o “privilégio” de tirar a humanidade das cavernas, matar bichos selvagens e a por em casas aquecidas com gatos fofinhos e telemóveis com IA embutida nos processadores ligada à net em todo o lado

Coitadinha daquela pessoa que em 1995 foi diagnosticada com a patologia do século, “sexo feminino”.

Pois não vai acabar bem, não. Aliás, O Patriarca subscreve a teoria de que grande parte da crise económica actual se deve à retirada de um número substancial de Betas do mercado (laboral, sexual, imobiliário, etc), precisamente por verem (consciente ou instintivamente) que as regras do jogo estão viciadas contra eles e concluírem que mais vale não jogar*.

O Patriarca gostava que a solução passasse por aprendermos a funcionar todos juntos de forma razoavelmente equilibrada, mas aposta mais num cenário de colapso civilizacional. Num cenário mais positivo, com uma reconstrução a partir de grupos resilientes; num cenário pior, com os mouros finalmente a tomarem conta desta merda toda.


* é uma conclusão lógica, embora O Patriarca não concorde com ela.

Paradoxos do Feminismo

Dele

I though it was absolutely comical when Fifty shades of grey came out, I just thought that was insanely comical that at the same time there’s this massive political demand for, like, radical equality and, say, with regards to sexual behaviour, and the fastest selling novel the world had ever seen was S and M domination, right? It’s like “oh well, we did know where the unconcious was going with that one, don’t we?” 
(…)
you have this crazy aliance between the feminists and the radical islamists that I just do not get, is like the feminists is like “why are they not protesting non-stop about saudi arabia” is just completely beyond me. Like I do not understand it in the least. And I wondered two, I just wondered, “bloody well, this is the freudian means, Is there an attraction, you know, is there an attraction that’s emerging amongst the female radicals for that totalitarian male dominance that they’ve chased out of the west?
(…)
As the demand for egalitarianism and the erradication of masculinity accelerates, there’s going to be a longing in the unconsicous for the precise opposite of that. The more you scream for equality, the more your unconscious is going to admire dominance

 

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A precisão dos estereótipos é um dos maiores e mais replicáveis efeitos em toda a psicologia social

O Patriarca hoje tem mais que fazer do que desenvolver este tema. Mas fica aqui uma informação que já lhe andava a fazer comichão há algum tempo.

Stereotype accuracy is one of the largest and most replicable effects in all of social psychology.  Richard et al (2003) found that fewer than 5% of all effects in social psychology exceeded r’s of .50. In contrast, nearly all consensual stereotype accuracy correlations and about half of all personal stereotype accuracy correlations exceed .50.

O artigo original e a versão arquivada. Não vá isto seguir o caminho do artigo do OK Cupid que demonstrava que as mulheres consideram 80% dos homens “abaixo da média”. (Desafio – tentem encontrar esse. Não há problema, O Partiarca tem-no guardado). Outro artigo para outro dia. É o problema de ter um blog. Se O Patriarca partilhasse tudo o que tem para dizer, não tinha tempo de ir ao ginásio.


P.S. Alguém tem dúvidas de qual a nacionalidade representada na imagem?

Web Summit, lá vamos nós outra vez

Perante o silêncio ensurdecedor dos CIGanos, o Web Summit avança novamente em 2018 com o Desconto Patareca.

Para o evento em Portugal vão estar disponíveis 10 mil bilhetes que só podem ser comprados por mulheres, havendo ainda a possibilidade de ganhar um desconto de 765 euros no preço da entrada da feira de tecnologia se recomendar duas amigas.


P. S. Mail enviado para os CIGanos:

Boa tarde

Na sequência do contacto feito previamente (ep108873r), do qual não houve uma resolução satisfatória, vimos mais uma vez por este meio denunciar o Web Summit, que se prepara novamente para oferecer um desconto de 90% exclusivo para mulheres, numa clara violação dos princípios de igualdade de género, com a agravante de se tratar de um evento internacional de grande visibilidade.

Fonte:
https://web.archive.org/web/20180721103247/https://tek.sapo.pt/extras/site-do-dia/artigos/women-in-tech-web-summit-volta-a-reservar-bilhetes-so-para-mulheres

Gostaríamos de saber quais as medidas que a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género pretende tomar relativamente a este assunto.

A reincidência nesta prática e o silêncio da Comissão contrastam com a celeridade com que actuou em situações passadas muito menos importantes e flagrantes.

Não é que n’A Távola Redonda tenhamos dúvidas de que a CIG tem uma agenda que nada tem a ver com a igualdade, mas pretendemos que o público em geral tenha noção disso.

No altamente improvável cenário de estarmos equivocados, seria positivo que abordassem esta questão de forma mais incisiva do que no ano passado.

Cumprimentos,
O Patriarca

atavolaredonda.com