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Fertilidade Esbanjada

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A fertilidade – ou ausência dela – das mulheres ocidentais modernas é um assunto que O Patriarca já pretendia abordar há algum tempo. Aquele que é talvez o melhor jornal português (embora isso não seja dizer muito) publicou ontem um excelente artigo intitulado “Será que já é tarde? Casais no limite da fertilidade”, portanto chegou a altura.

Aparte – se tens de perguntar, provavelmente já é tarde.

Este foi um dos presentes que nos deixou a variante do marxismo a que alguns chamam feminismo.

Natalidade 2015
Fonte – Banco Mundial

A isto não será alheia a elevada participação laboral das mulheres em Portugal no mercado de trabalho, e o reduzido peso do part-time.

O artigo está muito bom e completo, pelo que O Patriarca recomenda a sua leitura na íntegra. Aqui vai apenas dissecar alguns pontos e fazer uma leitura Red Pill de alguns outros, uma vez que há coisas que não podem ser ditas em publicações mainstream. Todas as considerações aqui tecidas assumem que as pessoas querem ter filhos. Há quem definitivamente não queira, e embora considere uma opção imbecil (já para não falar de que geralmente é revertida mais tarde), O Patriarca como defensor da liberdade individual respeita-a.

1. Ana Teresa e Nuno Madeira

Acabou por conhecer o companheiro [da mesma idade] aos 38 anos

Quando percebeu que se a cara de cu que ostentava não lhe tinha arranjado um alfa até aí, também não era agora. Venha lá então o beta que quer ter família e não vê a imbecilidade de escolher uma gaja dessa idade para o efeito.

ana teresa

Dois abortos, operações para tirar merdas de um útero já ressequido como uma passa ao sol, e finalmente aos 43 anos conseguiu parir a sua provavelmente única cria. Não teria sido melhor assentar aos 28 anos com um gajo mais velho e criar família sem dificuldades?

2. “Sara”

Também Sara [nome fictício] adiou o sonho da maternidade até aos 38 anos. Tal como Ana Teresa, foi essa a idade que lhe levaria a conhecer o atual companheiro.

O engraçado é que esta desde os 25 tinha a noção de que o relógio estava em contagem decrescente, o que não a impediu de fazer exactamente a mesma asneira. A questão que ninguém coloca, mas seria interessante para ver as racionalizações que arranjaria, é “Mas então o que andaste a fazer entre os 25 e os 38? Coseste os lábios da cona e meteste-te num convento???”

Claro que não. Andou a desprezar os betas a que poderia realisticamente aspirar, e a abrir as pernas a players que não têm qualquer intenção para além de esvaziar os colhões. O Patriarca sabe que já foi esse homem algumas vezes…

Esta história não acaba tão bem como a da Ana.

Aos 40 anos, “está a iniciar o seu segundo tratamento de Procriação Medicamente Assistida (PMA) no Serviço Nacional de Saúde (SNS), no Porto”.

Sim, caro beta, os 50% que deixas de IRS nos cofres da Geringonça, servem para patrocinar a última tentativa destas quengas de tentar que algo pegue nos seus ventres caducos, quando enquanto eram férteis não te deixaram nem sequer chegar perto.

O companheiro, claro, apoia isto tudo. Em vez de ir à procura de terrenos mais propícios. Não é por acaso que foi o “escolhido”.

3. Os dois adiamentos

Se a idade em que, em média, se tem o primeiro é aos 29,6 anos e a idade em que, em média, se têm todos os filhos é igual a 31,1 anos, podemos depreender que uma grande parte das mulheres tem apenas um filho, logo, que a maioria dos nascimentos são primeiros filhos.

Vai ser uma geração inteira de filhos únicos. Claro, com todo o veneno carreirista que as mulheres andam a engolir desde os anos 70, não podem esperar por largar a criatura numa creche para poderem voltar ao cubículo no escritório. O filho em vez de uma alegria é um stress e um empecilho, para quê ter outro então?

A decisão de ter mais um filho, se for sendo sucessivamente adiada, pode terminar por ser abandonada…Esta situação é, de certa forma, semelhante no caso dos homens, uma vez que, na sua maioria, são casados ou coabitam com uma mulher com uma idade próxima da sua.

A maioria dos homens são betas. Só um pouco mais de game em cada homem poderia ter um efeito civilizacional brutal.

Esta é uma lição importante para os leitores mais jovens. É natural que até aos 20 e poucos as relações que se formam sejam de idades próximas – as pessoas que melhor conhecemos são os colegas da escola e da universidade que têm a mesma idade que nós. Ficar de vez com a namorada do liceu não é uma má ideia, tem contras mas tem muitos prós (sobretudo a nível da taxa de divórcio que é absurdamente mais baixa em caso de mulher que só “conheceu” o marido). Só que só é uma boa opção se a emprenhares relativamente cedo, caso contrário arriscas-te a passar por estes calvários e a estrangular a tua capacidade reprodutiva.

Com o nosso estudo, concluímos que os portugueses têm, em média, um filho, mas desejam ter dois a três, tencionando a vir a ter, até ao final da sua vida fértil, em média, 1.8 filhos.

As expectativas da blue pill têm sempre um choque brutal com a realidade.

Existem muito mais mulheres portuguesas a trabalhar comparativamente à média europeia, sendo que o número de trabalhadoras em part-time ou domésticas é muito menor.

O Patriarca andou à procura de links sobre isto para o início do texto, quando tinha o ouro aqui mais abaixo.

4. A medicina não resolve sempre

Maternidade, paternidade, fecundidade, natalidade, fertilidade, infertilidade. Todos estes termos têm em comum o facto de terminarem em “idade”.

smilelaugh

A autora estará a fazer-se à nomeação para “Chauvinista do Mês”??

É cada vez mais recorrente surgirem mulheres na consulta de Daniela Sobral, “desesperadas porque nunca lhes foi transmitida a ideia de que a idade é uma grande condicionante da fertilidade, e quando se apercebem disso, é tarde demais”. E o desconhecimento sobre os riscos do avançar da idade também é notório. “A população em geral não tem noção das dificuldades em engravidar e como há cada vez mais mulheres famosas a fazerem-no mais tarde, a realidade ainda fica mais distorcida. Por vezes, nem mesmo os profissionais de saúde dão a devida importância a este problema.”

As mentiras feministas não podem lavrar se não houver uma campanha activa para tentar distorcer a realidade. As harpias e manginas que orquestram estes esquemas são quem mais odeia as mulheres, as crianças, os homens, a espécie humana em geral. São niilistas zangados com a existência, que pretendem tornar as vidas dos outros tão miseráveis como as suas.

5. Quando o relógio biológico começa a funcionar mal

Como de costume, duas imagens valem 2000 palavras. O artigo partilha 2 amostras fascinante de ovócitos, uma de uma mulher de 20 anos e outra de 40. Os pontos vermelhos são ovócitos inviáveis, os verdes viáveis.

Ovarios no Urban
Ovários no Urban
Ovarios no Plateau.png
Ovários no Plateau

Como as mulheres não passam automaticamente dos 20 para os 40, O Patriarca acha interessante acrescentar um gráfico do caminho desde o apogeu da adolescente que pode engravidar só com pré-meita até à obliteração genética.

infertilitygraph
A negro, a probabilidade de engravidar, por ano – fonte

O útero perde capacidade com a idade, mas de uma forma indireta, pois passa a ser mais sede de doenças que podem afetar a capacidade de vir a gerar uma gravidez ou uma gestação a termo, como por exemplo, as infeções pelo papiloma vírus humano

Não se passa incólume pelo carrossel das piças..

6. Preconceito, insensibilidade e pressão social

“Clara”, 42, e “Beta”, 41. O Patriarca não vai aborrecer o leitor com mais uma história igual às outras, apenas citar Myrddin Emrys que um dia destes comentava, “Como é que se diz às pessoas para pararem de ser estereótipos?”

Respondíamos que o problema era dos dois, que ambos queríamos ter filhos e não estávamos a conseguir.

Se o Beta tivesse acesso à pachachinha de uma ninfeta depressa se perceberia que não, o problema não era dos dois.

Apesar de achar que não o fazem por mal, considero que a sociedade está pouco sensibilizada para o facto de existirem muitos casais a passar por este problema. Ainda há muita vergonha, ainda se esconde, não se fala muito sobre isso

Não há é nem pouco mais ou menos pressão social suficiente. Um casal em que a mulher já passou dos 25 e ainda não emprenhou devia ser bombardeado diariamente.

O adiar a gravidez, por vezes, não é uma opção. Acho que é injusto dizer-se que as mulheres estão a ter filhos mais tarde porque querem viajar ou porque querem progredir na carreira. É na fase da maior fertilidade que as mulheres têm de apostar na sua profissão porque tem mesmo de ser assim, e porque estão a lutar para terem alguma estabilidade de vida, pois caso contrário, podem perder boas oportunidades. A realidade social do país é esta

Boas oportunidades… como arranjar um marido de jeito e aproveitar a janela de fertilidade. Se começares a parir aos 22-23 ao acabar a faculdade, aos 28 podes ter 5 filhos, aos 30 tê-los todos na creche/escola e entrar no mercado de trabalho.

Às vezes, não há hipótese! O meu caso é um exemplo disso, em que não tinha uma relação estável que me desse um sentimento de segurança

Tradução de mulherês para português: andava por aí a dar a cona a gajos que não queriam compromisso, enquanto ignorava os betas que me rodeavam, alguns dos quais provavelmente estariam interessados e seriam excelentes pais.

7. Não esperar mais e ter filhos sozinha

Aos 39 anos, começou a tratar dos tratamentos de fertilidade que lhe permitissem recorrer a dador de esperma, em Espanha […] Absolutamente decidida, não mais se desviou do caminho. “Não quis adiar mais este projeto por ninguém. A idade começava a pesar”, partilha. Depois de oito tentativas, apenas o último tratamento foi realizado em Portugal, numa clínica privada de fertilidade, em Lisboa, e conseguiu engravidar. Já tinha conseguido uma gravidez numa das tentativas mas sofreu um aborto espontâneo. O Diogo está previsto nascer em julho deste ano, e esta gestação resultou de doação de esperma mas também de doação de óvulos. “Percebi que a possibilidade de ter sucesso era maior com esta hipótese.”

roda hamster queda

Não é de espantar que a maior atrasada mental tenha o hamster racionalizante mais potente. É precisamente a tipa que nem foi capaz considerar a possibilidade de arranjar um beta, que não percebe que nem mãe vai ser; não é mais do que uma barriga de aluguer glorificada.

Até ao momento, Sónia gastou perto de 30 mil euros, e confessa que não tem sido um processo fácil. […] “Os familiares ajudaram muito, até a nível financeiro, porque é ainda mais complicado gerir isto, estando sozinha”, diz.

Então… Mas… Não era… As carreiras?… Mulheres fortes e independentes?… Mas sem a família a meter graveto não dá.

O carreirismo é uma mentira. As maioria das mulheres está-se a cagar para a carreira. Só vêem o emprego como maneira de ganhar uns cobres para poderem andar no carrocel das piças sem ter de dar cavaco a ninguém.

E os mais próximos sabem que a decisão de ser mãe solteira é inabalável.[…] “A minha única preocupação é ir explicando a verdade ao meu filho, adaptada à idade. […] O que acho fundamental é passar-lhe os princípios e os valores que defendo. Quero educar o meu filho no sentido de lidar bem com aquilo que a sociedade considera tabu”. Não se assusta com o facto de não ter uma pessoa ao lado para ajudar com os desafios da maternidade. Contará com o apoio da mãe.

Coitado do chavalo. Não tem hipótese de sair um homem saudável.

Diogo 2038.jpg
Diogo, 2038

E também não lhe faz confusão ter recorrido a uma dadora de óvulos. “Se me perguntar se gostava que fosse parecido comigo, claro que gostava, mas não é essencial”

smilelaugh

A maneira politicamente correcta de dizer “Deus queira que não saia preto!”

8. Fertilidade para sempre?

o médico ginecologista defende a possibilidade que as mulheres têm, em idade jovem, de recolher ovócitos para utilizarem mais tarde. “É algo que tem muitas implicações éticas, sobretudo no que respeita ao investimento público,”

Pagar ainda mais para patrocinar a viagem no carrocel das piças? Não, obrigado.

consideramos que a legislação se tornou mais inclusiva e permite que as mulheres solteiras e casais homossexuais possam recorrer a técnicas de PMA, que até então, estavam apenas destinadas a casais heterossexuais.

Porque o que o mundo realmente necessita é mais degenerados a reproduzirem-se.

>pesar das boas notícias e de o facto de a legislação ter sido pioneira no que a estes temas diz respeito, a associação tem divulgado o desagrado relativamente ao chumbo no Parlamento, do projeto que visava o alargamento no SNS, do número de ciclos por casal, de três para cinco.

As sapatonas ainda não conseguiram subjugar totalmente o país.

“Conhecemos casos de homens e mulheres que são enviados para tratamentos oncológicos sem ser preservada a sua fertilidade. Continua a ser um assunto que nos preocupa muito”

Ter filhos antes de ter idade para ter cancro não seria uma abordagem mais razoável?

9. Notas finais

O Patriarca ficou agradavelmente surpreendido com esta artigo. Há bastante imparcialidade e o cuidado de, ao contrário do que a imprensa nos tem vindo a habituar, não mascarar a realidade com a habitual fumaça feminista. Aliás o argumento habitual “mas a estrela XPTO foi mãe aos 63” é denunciado como a manobra de diversão que é. Mensagens a guardar:

  • A janela é muito mais curta do que a maioria das pessoas pensa e a medicina não resolve tudo
  • As mulheres adiam a maternidade para poderem andar no carrocel das piças
  • Já patrocinamos todos suficientemente a dita viagem no carrocel a estas rameiras, sob a forma de tratamentos de infertilidade no SNS pagos com os nossos impostos
  • Não queiras ser tu ainda a patrocinar uma quenga destas pessoalmente, sendo o beta que ela escolhe como alvo para a acompanhar neste martírio. Aprende algum game e saca uma gaja mais nova.
  • Se tens amigas solteiras perto dos 30, trolla-as até mais não e envia-as a este artigo. Podes estar a salvar uma (ou duas) vidas

Terror na Suécia

O leitor “mjv” chama-nos a atenção para um vídeo interessante, sobre o clima de insegurança que se vive na Suécia, cortesia do seu governo feminista-marxista (perdoem a redundância), ainda por cima debaixo de uma lei da rolha.

Mariana Mortagua e Catarina Martins
Pelo menos já temos uma ideia do que nos espera se continuarmos a dar trela a estas putas.

O Patriarca não usou o link do leitor, mas sim o link original da Fox News. O vídeo é essencialmente o mesmo, menos uma breve introdução.


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O Respeito não existe

O respeito não existe. Não como o apresentamos. Talvez em relações – amorosas, de amizade ou familiares – que existam há anos, onde o outro chateado já não incomoda o nosso sossego, talvez aí ele exista. De resto, aquilo que ordinariamente apelidamos de respeito, na verdade é só medo.

Nós somos seres humanos e a nossa natureza diz-nos que, enquanto indivíduos, somos prioridade. O respeito, no seu sentido mais puro, é um acto egocêntrico, o que significa que assumi-lo é ir contra a nossa natureza. No entanto, demonstramos aquilo que se aparenta com respeito todos os dias. Porquê?

A nossa linhagem enquanto seres vivos criou no nosso cérebro um padrão de sobrevivência baseado em emoçes, o que faz com que as nossas decisões sejam tomadas através das emoções que sentimos.

Explicados este dois pontos, podemos concluir que se agimos tanta vez contra a nossa natureza é porque temos outra regra a dirigir as decisões: as emoções, neste caso o medo. O medo de ao tomar qualquer outra decisão, causarmos incómodo na outra pessoa e por consequência, perdê-la. No fundo, respeitar alguem significa saber o valor que o outro tem e ter medo de perder essa pessoa.

É por esse motivo que o respeito tem de ser ganho, porque não é verdadeiramente um gesto altruísta, é um gesto de medo. Por isso é tão importante marcares desde cedo os teus limites e chateares-te com quem os pisa, para saberem que há uma recompensa negativa em voltar a pisá-los. Porque sem o medo não há respeito.

P.S.: quando dizem “não é medo, é respeito” é medo.

Porque é que todo o homem deve ter um espanca-mulher

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Nota prévia: O Patriarca opõe-se a todo o tipo de violência doméstica*. Dada a aversão das redes sociais a blogs anónimos, um título mais escandaloso pode ajudar a promover-nos. A tradução literal de wifebeater, um nome dado às t-shirts de alças, é feita com esse objectivo. Explicado o clickbait, vamos ao artigo.

Ah, as camisas de manga cava. Ou regatas, como O Patriarca aprendeu ao estudar este tema. Ainda dizem que os blogs não dão cultura. Vindo de um meio em que este tipo de vestuário é desdenhado por ser praticamente sinónimo de guna, a Red Pill e o ferro têm vindo a fazer O Patriarca ganhar-lhe algum respeito e apreço.

Para além dos óbvios benefícios em termos de leveza e conforto, principalmente em dias de calor ou ao realizar actividade física, os espanca-mulheres têm algumas vantagens menos evidentes numa sociedade envolta num manto de fumo que tenta ocultar as realidades animalescas da natureza humana, principalmente a nível sexual.

Nas últimas décadas conseguiu-se que a exibição do corpo passasse praticamente a ser exclusividade das mulheres. Habituados a esconder a sua estrutura anémica debaixo de roupas pouco reveladoras, demasiados homens compraram a mentira de que elas acham a inteligência mais sexy do que os músculos. E que ser musculado é ser parolo. Por mais que a crescente legião de nerds gostasse que isso fosse verdade, não se mudam largos milénios de evolução em meia dúzia de anos.

Executivos

Numa época em que se exalta a androginia, frequentemente sob a forma de mariconços alimentados a soja e power bitches cheias de chumaços, uma peça de roupa que realça a polaridade sexual é uma lufada de ar fresco.

wifebeater casal

Por outro lado, o próprio nome pode dar à tua mulher algumas imagens mentais naturalmente conducentes ao humedecimento do berbigão. Se ela não conhecer o termo, podes explicar-lhe.

palmadas
Com exemplo prático.

Por fim, a manga cava expõe o teu corpo não só aos os outros, mas a ti mesmo. Se ainda não aderiste ao ferro, ver os teus bracinhos enfezados pode ser a motivação de que precisavas. Se já aderiste, facilita a admiração dos frutos do teu trabalho.

Se não tens um espanca-mulher, devias comprar um ainda hoje.


*Não consensual.

Provocação Constante #7 – Champô seco

Provocação Constante é uma série em que O Patriarca partilha algumas das pequenas provocações que vai fazendo à sua noiva. Estudiosos de Game e Red Pill sabem que o teasing (provocação) é essencial tanto para o jogo do engate como para a manutenção da tensão sexual dentro de uma relação. Os betas pensam erradamente que arreliar as miúdas lhes pode trazer problemas, quando é precisamente o contrário. Esta série pretende dar exemplos práticos disso mesmo. Always Be Teasing!

Ela chama-lhe “champô seco”. O Patriarca chama-lhe “pó de porca”.


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Game Reconhecido: Paulo Fernandes da M80

Um dia destes O Patriarca ouvia na M80 a diarreia mental de uma tipa qualquer sobre como o Facebook era atroz por ir buscar memórias de há não sei quantos anos, como saíam coisas embaraçosas, etc e tal. Parecia ser uma rotina qualquer de stand-up, versão hamster.

Seja como for, quando terminou, a locutora juntou-se à festa a concordar que o Facebook só sacava coisas embaraçosas.

Terminado o cacarejar, o locutor diz:

Então mas se não fossem esse lembretes como é que eu sabia que eu e tu já namorávamos há 2 anos?

Manobra Beta a guardar a parceira? Nada disso. A resposta dela, entre as gargalhadas gerais:

Felizmente dou-me bem com a tua mulher senão isto ainda dava sarilho!

A gaja já bateu na parede, mas neste caso mais do que a qualidade da recipiente interessa a demonstração de capacidade por parte dele, de improvisar ao vivo um flirt inocente e com alta “negabilidade plausível”.

É assim que se faz Dread Game.

lara-afonso
Não é por acaso que tem uma mulher boa.

 

Sobre objectificação, escrito por um homem

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Acabei de ler um artigo que me deixou revoltado. Fala sobre a evolução das normas da sociedade e das medidas que se tiveram de tomar em conformidade com essas mesmas na F1, retirando de cena as mulheres que entregavam a taça ao vencedor.

O que os homens às vezes parecem esquecer é que não é fácil ser mulher. Não é fácil estar num bar e no caminho entre a casa de banho e os amigos ser abordada dez vezes por uma diversidade de homens que vai desde a besta até ao principe encantado dos contos de fadas. Não é fácil ser chamada de puta por terminar cada fim de semana com um homem diferente. E definitivamente não é fácil não serem vistas com respeito e capazes de liderar uma equipa.

O que as mulheres ignoram é que também não é fácil para os homens terem de andar meses atrás de mulheres até conseguirem provar-lhes que merecem um relacionamento com elas porque antes dela acabavam todos os fins de semana com uma mulher diferente. E quantas mulheres já se roçaram em mim e nos meus amigos, já trocaram olhares comigo, escreveram o numero de telemóvel em baton num papelinho?

E em relação aos cargos de chefia, também nem todos os homens lá chegam. São poucos os que assumem esse cargo, porque só os que têm capacidade de liderança podem ocupar um cargo de liderança. Algumas mulheres chegam lá, mas têm de ter uma luta muito maior, porque é dificil compatibilizar uma imagem social e também biológica do que é a mulher com uma imagem forte e de liderança característica de um líder. Em regra, os homens mostram mais estas características que as mulheres. Mas nem todos as mostram e por isso não é qualquer um que assume tais cargos.

Esta é uma das razões pelas quais me enervo com estas ideias morais que vão surgindo no dia-a-dia que representam lutas pequenas, insignificantes e pura e simplesmente estúpidas. Lutar contra a objectificação das mulheres. As lutas sob esta desculpa têm uma tendência a serem mesquinhas e egoístas, claramente vindo de um ponto de raiva interno da pessoa que faz o protesto. Se analisarmos os anos de história, uma das grandes motivações para sequer termos um sonho é a validação, ainda mais a validação do sexo oposto. É normal que um corredor de fórmula 1 sonhe desde miúdo atingir o primeiro lugar do pódio e ver chegar duas belas mulheres para lhe entregarem a taça, uma coroa de flores e uma garrafa de champagne para despejar sobre todos aqueles que comemoram consigo a vitória, por todos os estímulos que são oferecidos naquele momento. Porque é que haveremos de lhe tirar um dos estímulos? Não é uma tradição que magoe ninguém, porque ao contrário do que muitas vezes acontece na prostituição, estes trabalhos que se baseiam em dar a cara – não dar o corpo, que essa é uma expressão utilizada mais na outra área laboral referida nesta frase – não obrigam as mulheres a participarem: é contratada uma empresa que lança a proposta às suas funcionárias que trabalham a prestações de serviços – ou assim deveria ser, aposto que muitas pagam por baixo da mesa – e as eleitas são escolhidas daquelas que mostraram interesse. Portanto estas sabem sempre ao que vão antes de sequer concorrerem. Inclusive as empresas mostram uniformes que normalmente são selecionados para esse determinado tipo de evento. Portanto, se elas estão a objectificar-se a si mesmas, é inteiramente um problema delas. Se as feministas se quiserem revoltar contra a objectificação das mulheres, então aí levanta-se uma questão muito maior: onde é que elas estão quando passa na televisão o anúncio do perfume Invictus e o do gajo a barrar manteiga flora no pão? Em ambos os dois estão em tronco nú e não vejo ninguém revoltar-se contra isso.

Porque a objectificação não é das mulheres: é da espécie humana. Nós estamos cada vez mais confortáveis com o sexo e a prova disso é que já o usamos para vender, já o usamos e abusamos dele na arte, já o usamos para fechar negócios. São factos: a música tanto cantada por homens como por mulheres está cada vez mais carregada de teor sexual, existem dezenas de fotógrafos a fotografar mulheres despidas e existem instagrams cheios de fotos de homens de cabelo comprido, ou de barba, ou dilfs (daddy i would like to fuck), a versão masculina das milfs. E centenas de negócios são fechados em casas de strip e outra centena são fechados quando a mulher decide lançar charme para o homem para que ele sonhe que tem hipóteses com ela caso o negócio se feche.

Como é que estamos a julgar a objectificação das mulheres se muitas delas tomam medidas conscientes nesse sentido e se a separamos da objectificação dos homens? Não. De onde é que vêm estes double standards? Não podemos ser preto ou branco, a maior parte da vida é vivida no cinzento.

Estes são os padrões da sociedade com que vivemos hoje: o que vende são os bebés, os gatinhos e o sexo. Quer gostes ou não, se vives em sociedade tens de te adaptar a ela, não podes alterar só as pedras que tu achas que te estão a atrapalhar a ti.