Tudo putas

Pelos vistos tocar num joelho já é considerado abuso sexual.

Portanto parece que chegou a altura de ir às últimas consequências. Se qualquer acção física que um homem possa ter relativamente a uma mulher é equiparável e condenável como um acto sexual, o simples corolário que se pode retirar daí é que qualquer tentativa de uma mulher tirar partido do corpo para influenciar os homens à sua volta é equivalente a vender sexo. E quem faz isso tem um nome.

Puta.

Usar, em contexto profissional, de qualquer roupa que mostre ou realce cu, mamas, perna, umbigo, ombros, qualquer coisa que possa ser atraente para um homem, é ser puta.

claudisabel
A puta canta muita bem…

Demasiado óbvio? Já toda a gente lhe chama puta? Não há problema, prosseguimos.

rita ferro rodrigues decote
Quer ser a chefe das feministas, mas fez carreira a mostrar as mamas… puta
cancio decote
Queres homens com medo? Tapa mas é as mamas, puta
barbara guimaraes decote
Esse decote é para os polícias não te mandarem soprar no balão, puta?
joana amaral dias puta.jpg
Não queres ser apoucada? Veste-te, puta.
ana drago decote
Se tapasses as mamas como tapas as orelhas, puta
Rita Rato decote
Vai mostrar as mamas para um Gulag, puta
isabel moreira decote
Isso é maneira de estar no Parlamento, puta?
catarina martins decote
Não se sabe qual será o público mas… puta
mortagua decote.jpg
O Patriarca admite que a sapatona não lhe facilitou a vida mas… puta

Ah e tal O Patriarca só malha em gajas de que não gosta. Não seja por isso, também se pode malhar em símbolos nacionais!

Teresa-Salgueiro-decote
Anda cantar. Tu cantas bem. E tapa as mamas, puta.
rosa mota
Tens calor, puta?
fernanda ribeiro
Mas tu nem tens mamas para mostrar, puta
amalia
O Salazar deixa-te sair assim à rua, puta?

Este artigo não é para as feministas. Essas estão para lá de toda a razão. Este artigo é dirigido a mulheres que possam estar em risco de infecção pela perniciosa ideologia, para que pensem muito bem no que se está a fazer com a actual caça ao homem. Quanto mais longe for a insanidade, pior será a inevitável reacção.

É também para os homens que gostam de ver mulheres livres pela rua, vestidas de forma sexy, e a quem possam deitar a mão. Que não se deixem arrastar na conversa, e que assumam com orgulho que cortejar mulheres faz parte de ser homem.

Infelizmente O Patriarca começa a perceber de onde é que vem a Sharia e as burkas. E se calhar os mouros é que têm razão.

 

 

Pérolas d’O Patriarca #7 – Bola de Neve

Quando chegares com uma mulher (com quem tens ou pretendes ter um relacionamento sexual) a um sítio que tenha neve, a tua primeira acção deve ser fazer uma bola e atirá-la à nuca da querida.

Ela vai chamar-te nomes, fingir-se ofendida  e/ou retaliar. Mas a verdadeira paga vais tê-la mais tarde, em forma de coninha molhada.

A voz do povo

(No Café)
– Eu gosto de o ter aqui, sabe?
– Julgava que era dos seus clientes mais dificeis
– Qual quê. Devia ver umas que apareceram cá hoje de manhã. Umas Brasileiras…
– Foi?
– Nem sei! Se eram Brasileiras ou Brasileiros ou lá o que aquilo é. Não é carne nem é peixe
– Ah eram desses?
– Sim, vinham com uns saltos com umas saias uma pintura… não é nada contra ninguém eu até sou um tipo aberto mas aquilo mete-me nojo! Nojo, sabe?

– Percebo.
– Mete-me nojo, queria era os tipos fora daqui. Não eram carne nem peixe…
– Eram legumes?
– Eram, nem sei, só sei que me faziam nojo.
– Vossemecê julgava que tinham pipinos mas na volta tinham era cenouras
– (Risos) Olha-me isto, oh zé, temos agricultor

ban trans

Histórias de embalar

Uma das últimas do ninho das harpias: adormece a tua filha com histórias de homens que entram em autocarros para disparar sobre crianças. Ou então de uma gaja que se travestiu e foi para a guerra com o final previsível – um balázio nos cornos.

Quando a pequena acordar com um pesadelo e te perguntar se essas coisas existem mesmo, podes dizer, “Não, querida. Só nos países de onde vêm os homens que as feministas querem trazer para cá”.

Feminismo: birra de adolescente

O ninho das harpias continua a não desiludir.

A inveja de pila é normal na infância. Assim como quase todos os meninos têm em alguma altura da vida inveja do tratamento preferencial que é dado às meninas, também as meninas sentem inveja da aparente falta de limitações que os meninos têm.

Geralmente com o amadurecimento isso passa. A testosterona dispensa paneleirices e abraça o desafio, e o estrogénio esbate a competitividade e traz um maior apreço pelo tratamento de princesa.

Sobram umas desadaptadas com cara de sapo que não são capazes (heh) de encontrar o seu caminho e, desprovidas de um par de gónadas penduliformes que lhes dêem a garra necessária para moldar o mundo à sua medida, recorrem à panaceia feminina: reclamar. Assim nasce a geração seguinte de feministas.

CHEGA MESMO, TÁ??

amansa miuda
Calma, querida…

Valha-nos o pasquim da Ferro Rodrigues para dar voz a diatribes ridículas como a birra desta pita tonta que admitidamente não sabe nada da vida. Só mostra o que são no fundo todas as feministas: umas garotas que precisam é de levar umas nalgadas.

 

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CARTA ABERTA A TODOS OS MACHISTAS

Caros machistas:

Esta carta é para todos vocês que de alguma forma acham que os homens são o sexo “forte”, que o lugar das mulheres é na cozinha, que as mulheres devem receber menos que os homens, que por defender os meus direitos sou lésbica ou que simplesmente “mulher ao volante, perigo constante” define todas nós. Estes são sé alguns exemplos, mas existem muitos mais. No entanto não me posso prender só aqui, tenho que chegar à mensagem que quero transmitir!

Tenho plena noção que esta carta vai ser lida por muitas Mulheres que de alguma forma já se sentiram discriminadas em pleno século XXI. Também sei que o público-alvo (as pessoas que referi em cima) não vão ler, e os que lerem, vão comentar algo do género “não se façam de vítimas”. Mas para mim CHEGA desta situação!

CHEGA MESMO.

Posso ter 17 anos, posso ainda não ter vivido muito, mas sei que não é este o caminho que quero seguir, não é nesta realidade que quero viver. Quero um mundo diferente, um mundo onde tenha as mesmas oportunidades que um homem, um mundo que não me diga que o rosa é para as meninas e o azul para os rapazes. Não quero um mundo que determina que as meninas usam saias e vestidos e só brincam com bonecas. E se eu não gostar de rosa, e se eu quiser brincar com carros ou jogar à bola na rua com os rapazes?

Quantas raparigas foram aprisionadas por estes estereótipos? E quantas ainda se vão sentir pressionadas até que se ultrapasse o problema? Quantas raparigas ouviram “deixa de ser maria-rapaz, larga esse desporto e sê como todas as outras”. “Deixa o teu cabelo crescer, não o cortes curto, senão pareces um rapaz!”. Quantas de nós foram infelizes e deixaram de fazer as coisas que mais gostavam por comentários como estes, que tornaram a sua infância e muitas vezes a sua adolescência mais tristes por medo de serem gozadas.

Posso ser jovem mas já tenho muita noção das coisas, muito mais noção que muitos adultos! Não é preciso ganhar nenhum “Prémio Nobel da Inteligência” para entender o mundo em que vivo e fico cada vez mais triste com as notícias que leio nos jornais, como a da violência doméstica deixar de ser crime num país dito civilizado! Porque é que as mulheres têm que servir como “moeda de troca” em guerras geradas por homens, sendo raptadas, violadas, mortas, sem que tenham qualquer culpa pelo que aconteceu? Quantas mulheres continuarão a ser obrigadas a casar com homens de quem não gostam? Quantas mais mulheres serão vendidas por meros trocos? Quantas tiveram de abandonar os seus empregos, muitas vezes melhor remuneradas do que os vossos, porque vocês se sentiam inferiores e as obrigaram a desistir dos seus sonhos?

Podemos superar tudo isto? Custa muito deixarem-nos ser livres e escolher o que realmente queremos, sem sermos julgadas e sem qualquer tipo de preconceito?

Acho que é um exercício bastante simples da vossa parte, é só tratarem-nos da mesma maneira que são tratados e como gostam de ser tratados!

Ah e BASTA, até este problema estar resolvido, não há ninguém que me cale! Porque enquanto cada uma de nós se levantar e lutar pelos seus direitos, indiretamente está a levantar-se e a lutar pelos direitos de todas nós!

Ana Beatriz Basílio, 17 anos.

7 razões para puxar ferro em casa

Um dos pilares da Red Pill é o ferro.

Vai a qualquer site ou fórum de Red Pill e é uma das primeiras coisas que te perguntam: puxas ferro? Se não, vai puxar e depois falamos.

Os leitores regulares d’A Távola Redonda poderão pensar, com base na forma e conteúdo dos artigos d’O Patriarca, que o mesmo é um estóico cumpridor de todos os princípios da Red Pill, incluindo a posse de um corpo hercúleo moldado por anos de supinos de cento e tal quilos.

Mas O Patriarca é apenas um tipo normal que há alguns anos descobriu os benefícios da Red Pill, e se tem esforçado por implementar a mesma na sua vida, com maior sucesso nuns aspectos e menor noutros. E confessa que durante demasiado tempo descurou esta área. Eventualmente acabou por decidir dedicar-se também a isso, e dada a experiência passada com várias inscrições em ginásios abortadas após meses de absentismo e dinheiro desperdiçado em mensalidades não aproveitadas, optou por montar um modesto estaminé para encher em casa. Uma excelente decisão, pelas razões que agora partilha com os caros leitores.

1. Poupança de tempo

Um dos maiores obstáculos à prática regular de actividade física é a falta de tempo (ou de um seu sucedâneo, energia). A vida não está fácil para ninguém, as longas horas de trabalho são uma realidade para muita gente, e muitas vezes o tempo livre que temos é fora de horário de ginásio, ou num curto espaço de tempo.

coelho alice

Um pequeno ginásio montado em casa permite com o mínimo gasto temporal uma sessão de ferro, quer de manhã antes de ir trabalhar, quer à hora de almoço para quem tem a possibilidade de o fazer em casa, quer ao chegar tarde e a más horas.

2. Poupança de dinheiro

Mesmo um ginásio do mais low-cost possível custa €20/mês, portanto estamos a falar de €240/ano no mínimo, e provavelmente mais próximo de €500, principalmente se dispensarmos estar rodeados de gunas.

banco musculacao

Um banco básico de musculação (€70), 4 barras pequenas roscadas (€40), cerca de 100kgs de ferro (€1,5/kg sem borracha, €2,5 com borracha – aconselhado para não estragar o chão – €250), 4 roscas e 4 bloqueadores (€16), para um total de menos de €400, é o suficiente para introduzir a Igreja de Brodin na tua vida e estar entretido durante bastante tempo. Em poucos meses cobre-se o custo das mensalidades de ginásio, e fica-se com material para a vida.

barra roscada

Se acabares a ter de gastar mais dinheiro em ferro, parabéns: subiste de nível!

3. Estímulo à regularidade

Vamos ser honestos: frequentemente o que impede o desenvolvimento de uma rotina desportiva, principalmente algo duro e doloroso como levantar ferro, é a força de vontade (ou mais correctamente, a falta dela). A sensação de estar a ser julgado pelo cumprimento ou não de objectivos a que nos propusemos pode ser um estímulo externo importante. E um monte de ferro a ocupar espaço numa divisão da casa é um juiz lixado, que se falhares to recorda constantemente. Cada dia que não lhe pegas ele diz-te “estás a relaxar, poltrão”.

persevere

Tens sempre desculpa para não ir ao ginásio. O ferro não está interessado em ouvir desculpas. Ele está ali. Ou o consegues levantar ou não.

Podes não até não aguentar e decidir arrumá-lo longe da vista. Mas mesmo nesse caso, quando decidires deixar de ser fraco já o tens ali à mão para recomeçar.

4. Fuga da “cultura de ginásio”

gym bros

Este ponto podia facilmente ser um contra, uma vez que ver malta bombada a treinar pode ser um estímulo por si só, para além das oportunidades de construir uma trupe. Mas algumas pessoas mais tímidas, principalmente se não estiverem habituadas a experimentar novas actividades e a sensação de ser claramente o gajo que não sabe muito bem o que está a fazer, podem sentir-se intimidadas com isto. Treinar em casa é uma boa maneira de contornar este factor nem que seja apenas numa fase inicial.

5. Mais tempo com a família

Um corolário do ponto 1, mas que merece ser referido, principalmente para quem já tem uma vida conjugal. Quando sais para ir ao ginásio, inegavelmente estás a tirar tempo à tua relação e/ou família para ti. Não que isso esteja errado, mas os dias só têm 24h. Alguma outra coisa tem de perder.

Para além da poupança de tempo referida, o treino em casa permite que durante aquela hora ou duas, em vez de desapareceres, os teus sentem a tua presença. Podes estar a fazer a tua cena, mas estás com eles. Isso liberta algum do teu “me time” para outras coisas.

exercicio familia
E talvez os encorajes a juntar-se a ti

6. Exemplo para os filhos

As crianças, mais do que palavras, seguem acções. Aquilo que tu fazes é o modelo de masculinidade que os teus filhos vão ter. Já é bom dar um exemplo de físico cuidado e forte, mas melhor ainda é imprimir-lhes claramente a imagem de como isso se obtém e mantém.

As crianças adoram dizer “o meu pai é mais forte que o teu”. Que tal tornar isso uma realidade?

pai fraco
Não sejas este pai

7. Mulher a pingar

Uma polaridade sexual bem marcada é um ingrediente poderoso para manter uma vida explosiva debaixo dos lençóis numa relação de longo prazo. E dado que levantar pesos está no top das actividades mais masculinas, que tal dar à tua fêmea a oportunidade de te ver a fazê-lo?

hora coca cola light

Foder no banco ainda suado depois de uma sessão intensa de ferro é uma experiência que O Patriarca recomenda.

Há também um lado menos óbvio mas importante neste ponto. Numa época em que todos os media e formas de entretenimento tentam por todos os meios fazer esbater as diferenças entre homens e mulheres, muitas mulheres estão a perder a noção do diferencial físico que têm para um homem. Por mais que ela veja os teus músculos, e que saiba conceptualmente que andas a malhar no ginásio, não há nada como sentir que aquele barrote que tu levantas repetidamente com relativa facilidade, ela nem sequer consegue tirá-lo do chão.


 

Antes talvez fosse algo arriscado para quem não tenha a noção de como exercitar correctamente as zonas pretendidas. Mas hoje em dia no Youtube há milhares de vídeos que explicam como fazer tudo correctamente e minimizar o risco de lesões.

Para terminar, há que referir que ir ao ginásio também tem as suas próprias vantagens. Mas isso é um assunto para outro dia.

Provocação Constante #5 – a pílula

Provocação Constante é uma série em que O Patriarca partilha algumas das pequenas provocações que vai fazendo à sua namorada. Estudiosos de Game e Red Pill sabem que o teasing (provocação) é essencial tanto para o jogo do engate como para a manutenção da tensão sexual dentro de uma relação. Os betas pensam erradamente que arreliar as miúdas lhes pode trazer problemas, quando é precisamente o contrário. Esta série pretende dar exemplos práticos disso mesmo. Always Be Teasing!

A provocação não tem necessariamente de surgir em forma de antagonismo. Acima de tudo é uma questão de defraudar expectativas. O beta faz à letra o que lhe é pedido. O alfa junta um toque pessoal.

Ela [por WhatsApp, está no trabalho. A chefe está a um metro]:

  • por favor, vai à casa de banho e vê a caixa das minhas pílulas
  • Não me lembro se tomei ontem
  • Manda-me uma foto

OP: [foto da piça a apontar para a lâmina das pílulas]

pill pic
Recriação artística

Ela:

  • Hahahahahahahahahaha
  • Não consigo parar de rir [o riso neste contexto é acompanhado de passarinha húmida, não esquecer]
  • Estão a perguntar-me o que se passa

Passou o resto do dia a lembrar que mais tarde tinha de levar com ele. E assim que chegou a casa cobrou, com juros.


P.S. talvez o Bruno Maçães pudesse aprender algo com este blog?

Fotógrafa forte e independente

Numa estrondosa vitória para a igualdade, uma australiana foi a primeira a tirar fotos de uma caçada de um leopardo das neves.

Ah, afinal foi a primeira mulher. O elusivo animal já tinha sido filmado em 2012 pela BBC, e fotografado em 2008 por um tal Nisar Malik.

Não é claro quem foi o primeiro homem a fotografar o bichano, o que torna ainda menos claro porque é que se reporta esta não notícia.

Mas fica melhor. Afinal a dita senhora co-liderava a expedição com um homem. E havia pelo menos mais dois fotógrafos.

Alguém tinha de carregar o material pesado. Uma notícia interessante seria o dia em que uma mulher fizesse um destes “recordes” sem ir montada num ou mais homens. E no meio disto tudo nem se percebe se foi mesmo ela que tirou as fotos.

No fundo este “feito” é parecido com a peça em si: a quenguinha que se auto-intitula jornalista e que publicou este pedaço de propaganda podia, por exemplo, já que se interessa tanto por este assunto, ter ido ter com a fotógrafa e entrevistá-la.

Em vez disso republicou uma notícia de 2015 do The Telegraph, em português.

O Patriarca não sabe se os passos de Marta Leite Ferreira a levarão longe. Deseja apenas que a levem exactamente onde merece.

marta leite ferreira


P.S. O Patriarca recorda-se vagamente de já antes ter lido umas quaisquer baboseiras desta tonta. Estaremos perante uma aprendiz de Paula Come Pinto?