Google e o Ministério da Verdade

A propósito deste artigo n’O Insurgente, O Patriarca gostaria de adicionar as seguintes pesquisas nas imagens do Google.

burglar
Burglar
robber
Robber
Murderer. Sim, O Patriarca reparou que há um preto nas imagens. É o juiz...
Murderer. Sim, O Patriarca reparou que há um preto nas imagens. É o juiz…

“Thief” omitido por quase só dar imagens de um popular jogo de computador.

O Patriarca não chama a atenção para esta situação no sentido de despoletar nenhum activismo político. Este conhecimento é importante simplesmente para dar resiliência mental aos ataques diários que os leitores sofrem à sua identidade.

P.S. Um leitor chamou a atenção para a possibilidade de ninguém pesquisar por “white couples”, mas haver trabalhos escolares sobre “interratial couples”, explicando a discrepância. Uma linda teoria, mas que cai por terra perante a realidade da pesquisa por “white couples” no Google vs. no DuckDuckGo.

5 comentários em “Google e o Ministério da Verdade”

  1. Caríssimo Patriarca, deixa-me dar-te uma visão diferente.
    No caso do Insurgente a explicação é bem simples: ninguém pesquisa imagens de white couples, porque não há motivo nenhum para alguém pesquisar por “white couples” e por isso também não há motivo para que ao publicar uma foto de um casal branco na net se ponha essa definição na foto.
    Mas os miudos na escola e muitos blogs e facebooks publicam textos sobre relações interraciais, então as que publicarem vão ter nomes como “interracial couples” e “black and white couples”. Ora, com falta de opções para a pesquisa, esta última é a que mais se assemelha a “white couples”. Se pesquisares por “interracial couples” só uma das imagens coincide com as da pesquisa do Insurgente, mas provavelmente, apesar de ser a mesma imagem, estará guardada em sites diferentes com nomes diferentes e semelhantes ao da pesquisa que foi feita.

    Quando às pesquisas que fizeste, de todos os stresses que já tive até hoje e cenas que assisti, tive e vi mais azares com brancos do que com pretos.

    1. Bonita teoria. Esbarra de trombas na parede da realidade – eis a pesquisa por “white couple” num motor isento, o Duck Duck Go.

      Estamos em guerra cultural. Algo que possa ser um ataque, provavelmente é.

      Quanto ao resto… eu também tive mais problemas com brancos. Claro que sempre vivi no meio de brancos, o contrário era difícil.

  2. Eu fui assaltado por 3 pretos em Lisboa. Cruzei-me com uns 300.
    Também fui assaltado por uns vinte brancos. Cruzei-me com milhões.
    Também fui assaltado por 5 ciganos. Cruzei-me com… 5?

  3. Olha um português a abrir os olhos. Neste jardim tuga, as alvíssaras só serão dadas quando os “novos” portugueses e “jovens” puserem a arder meia duzia de muquiços ou alguns comboios na linha de Sintra.
    Até tais dias, vivemos na utopia do paraíso, onde o português típico vive muito bem, com emprego e salário, afinal os que estão desgraçados emigram ou calam a boquinha para não darem ares de miserável.
    E toca a levar com sorrisos e figuras exóticas a fazer propaganda na televisão, e leis absurdas que poucos sabem que estão a ser publicadas.
    E o povinho leva nas orelhas mas ainda não sabe de onde vem as patadas… Mas começa a ver asiáticos em carros de alta cilindrada e caras pouco amigáveis, tipos que saem dos tribunais livres como pássaros a rirem-se, tipos com dívidas milionárias ao fisco perdoadas, e fica a pensar o que está a ocorrer…
    Foi há vinte? Há trinta anos atrás que começou esta reboleira a espalhar-se? O facto é que os dias em que o Zé tinha seu trabalho e reunia-se com os amigos para o bilhar e o café, já lá foram.
    Agora resta o trabalho mal pago, e fingir que está tudo bem, afinal os políticos dizem que sim, portanto, quem está mal deve ser falhado e burro…
    E venham os coitadinhos, com subsídios, vantagens e impunidades. Afinal, somos ricos e podemos com estes caprichos. Venham os tipos que nem português sabem falar, e já chegam a mandar e comprar como empresários. Venham os que entram sem documentos e já estão, com seus costumes, a borrifarem-se para os portugueses…
    Não diria que o problema são os pretos.. São os não-brancos que tem mandado nas caladas, e as coisas ainda ficarão piores. Quem viver, verá. E o povo, toca a andar caladinho, sem Deus e sem fado, que isto passou de moda.

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