Google e o Ministério da Verdade

A propósito deste artigo n’O Insurgente, O Patriarca gostaria de adicionar as seguintes pesquisas nas imagens do Google.

burglar
Burglar
robber
Robber
Murderer. Sim, O Patriarca reparou que há um preto nas imagens. É o juiz...
Murderer. Sim, O Patriarca reparou que há um preto nas imagens. É o juiz…

“Thief” omitido por quase só dar imagens de um popular jogo de computador.

O Patriarca não chama a atenção para esta situação no sentido de despoletar nenhum activismo político. Este conhecimento é importante simplesmente para dar resiliência mental aos ataques diários que os leitores sofrem à sua identidade.

P.S. Um leitor chamou a atenção para a possibilidade de ninguém pesquisar por “white couples”, mas haver trabalhos escolares sobre “interratial couples”, explicando a discrepância. Uma linda teoria, mas que cai por terra perante a realidade da pesquisa por “white couples” no Google vs. no DuckDuckGo.

Comissão para a Igualdade de Género

A esquerda não se derrota com lógica nem argumentos.

A esquerda é composta por gente sem valor, cuja única hipótese de ascender socialmente é através da exibição de virtude (geralmente falsa), abraçando causas ridículas em suposta defesa dos coitadinhos.

Assim, a melhor maneira de os desmoralizar é através da chacota e do ridículo. Fazer pouco dessas causas que não têm ponta por onde se lhes pegue. E claro, troçar incessantemente com a fisiognomia de pusilânimes que invariavelmente apresentam.

Por exemplo, há um organismo estatal que não serve para nada senão fazer barulho, chupar fundos do estado e incomodar as pessoas honestas que trabalham. Muito à semelhança de uma certa etnia que tem dado que falar ultimamente.

Felizmente há um logotipo perfeito para eles.

ciganos
Espalhai este meme

Provocação Constante #3

Provocação Constante é uma série em que O Patriarca partilha algumas das pequenas provocações que vai fazendo à sua namorada. Estudiosos de Game e Red Pill sabem que o teasing (provocação) é essencial tanto para o jogo do engate como para a manutenção da tensão sexual dentro de uma relação. Os betas pensam erradamente que arreliar as miúdas lhes pode trazer problemas, quando é precisamente o contrário. Esta série pretende dar exemplos práticos disso mesmo. Always Be Teasing!

Cenário: O Patriarca e a querida a comer milho frito do mesmo (pequeno) pacote. Há um momento em que ambas as mãos se tentam meter no pacote ao mesmo tempo.

Beta, retirando rapidamente a mão: Por favor, por quem sois! Comei à vontade minha dama, aguardarei pacientemente a minha vez!

Resposta: Que gentil! [seca a passarinha]

O Patriarca: dá uma bofetada (suave) na mão da querida e serve-se.

Resposta: Riso indignado e palmada no rabo [molha a passarinha]

Isto serve também como resposta a quem diz que Game e Red Pill matam o “ser eu mesmo”. Passa-se em décimos de segundo, sem pensar, porque está integrado; só é analisado a posteriori porque dá um bom post. É um novo “eu mesmo”.

Desafio à Porto Editora

muita coisa foi escrita sobre os terríveis, horríveis, nada bons, muito maus livros sexistas da Porto Editora, de tal maneira que O Patriarca tem de estar aqui a encher chouriços para poder colocar todos os links que deseja.

Sentindo que tem pouco a acrescentar ao que já foi dito quer sobre os contornos Orwellianos do caso, quer sobre as intragáveis harpias que andam a promover a polémica, resta-lhe lançar um repto à editora que infelizmente capitulou.

Reeditem os livros exactamente como estão, substituindo apenas as referências “para meninas” e “para rapazes” por “versão rosa” e versão azul”. Ou se quiserem ser mais desafiadores, “versão Vénus” e “versão Marte” – mais um tema de aprendizagem!

Esta gente não se combate com desculpas e capitulações. Combate-se com chacota e ridículo.

Esta teve de pedir o namorado em casamento
Esta teve de pedir o namorado em casamento

A Feira do Relógio, o canto do Erasmus e um bar chamado Damas

Nos primórdios da Adolescência gastei uma noite em casa do ora melhor amigo, beto, afortunado, bem-sucedido. Qual não foi a minha surpresa quando no Sábado pela manhã o programa consistiu em deslocarmos-mos à feira de Cascais a fim de comprar roupa contrafeita. Aí, cruzei-me com alguns dos mais respeitados, mais elitistas, mais imbecis colegas da escola que gastavam 10 em roupa para aparentar haver gasto 1000. Era prática dos meninos de bem. E eu não a sabia. Pois, decidido a explorar terrenos novos, agora com 26 e duas rodas, desloquei-me no fim de um Domingo à zona Este da minha cidade e qual não é o espanto – observando um oceano de vestígios feirantes – quando me informam ali também existir uma algaravia. E eu também não a sabia.

terreno de caça para puas
Foi preciso chegar aos 26 anos para conhecer a Mítica feira do Relógio

Gabriel Garcia Marquez descreveu o meu berço de nascença em Pero que carajo piensa el Pueblo?, como “A maior aldeia do mundo”. Fala de uma “cidade militante” onde “Toda a gente fala e ninguém dorme, às quatro da manhã de uma quinta-feira qualquer não havia um único táxi desocupado (…)Marcam-se reuniões para altas horas da madrugada, os escritórios ficam de luzes acesas até de madrugada”. Eu traduzo a citação não só pela intensidade das dinâmicas vividas no coração de um país que todos apontam como soturno e integrista, como pela sua multiplicidade da sua composição. Como que na aldeia (e eu vivi numa) cada recanto tem encanto, cada estreito, riacho, beco, ponto de encontro, a central recreativa ou a porta da cooperativa, Lisboa é pitoresca ao ponto de cada bairro ser único, mais extenso e profundo e o seu colectivo um universo infindável de experiências. Viajei pelo mundo e não reconheço esta propriedade a qualquer outra capital (talvez Atenas?). Em Nova York e Londres, quais visito (malgrado) frequentemente, todas as ruas, todos os sítios parecem iguais. Despidos de peculiaridades, de emoção, de romantismo. Das nossas idiossincrasias.

lisboa é a melhor cidade para conhecer mulheres
A Lisboa de Gabriel García Márquez

Um amigo Alemão pediu-me para lhe mostrar a metrópole e foi complicado. Dez mil dias não chegariam para exibir na minha cidade que se estende do Oriente à Cruz Quebrada, da calçada de Carriche ao Tejo na Torre de Belém, seu ponto mais a sul. Antes de questionar quantos fizeram game no arco do cego, gostaria de vos perguntar quantos frequentaram os concertos de hardcore em Alvalade, as festas de trance na tapada d’Ajuda, de techno em Santa Apolónia, os festivais da antiga Fábrica armeira no Braço de Prata, os fados de Alfama, casas de vinho na Madragoa ou clubes alternativos do meu bairro onde ainda ontem, durante um concerto, vi um tipo abordar calibradamente uma rapariga, jogar, KC e, depois da Jasmin Jones dar por finalizada a exibição, levá-la para casa. É que esta propriedade de unicidade para cada um dos cem milhões e cinquenta mil metros quadrados quais compõe a diver-cidade Olisiponense, transladam de igual forma aos quinhentos e cinquenta mil habitantes, talvez mais de dois milhões e meio de voláteis. Dos quais apenas 10.74 % correspondem a mulheres entre os 19 e os 38 anos (sorry Martini; e em 2001 seriam 14.71, com mais 22133 mulheres só entre os 18 e os 28 :’( ), mas mesmo que apenas uma em cada vinte destas fosse fornicável – para quem tenha padrões realmente altos – seriam precisos cerca de trinta (!) anos Vladescos (traduzido – mais de cem FCs/ano) para esgotar o stock. E uma em cinquenta, doze anos? Não se trata de regressar à velha discussão de Portuguesas e não-Portuguesas (ou de munícipes contra não-munícipes porque nem sequer, nestes cálculos, cheguei ainda a Miraflores), mas ganhar percepção sobre quais são as reais hipóteses de um bom sedutor, esforçado, hábil, dormir com uma mulher. Mas enquanto se questionam como eu o fiz na feira do relógio e ignoram cabalmente uma capital que nunca descansa, regressam a discussões infecundas e desmobilizadoras, escondendo complexos de inferioridade sob o manto da selectividade mentideira enquanto se escusam de fazer game na festa de hoje no bar Popular, convencidos de que o game só pode decorrer na travessa da Cara e na baixa de Pombal porque uma amostra não-representativa de experiências delimitadas a uma idiossincrática zona de conforto, foi base para extrapolações precipitadíssimas. Ou como brilhantemente o escreveu Alexandre Domingues, Ao que parece, havia um país para lá das fronteiras Cais do Sodré – Príncipe Real. Ao que parece, por mais amigos que tenhamos, há sempre uns 10 milhões de portugueses com quem nunca falámos.

lisboa relações

O Espaço físico e social continua a ser uma das mais batidas desculpas dos camarada se apartarem das mudanças desejadas, lamentando-se viver longe dos centros urbanos ou dos círculos certos: O jovem que lamuria a sua vivência nos subúrbios citadinos e sonha com o dia em que pode afundar o martelo sem se martirizar em esperas de transportes, que cresceu numa aldeia do interior mas não tem fundos para se mudar para um centro urbano, que organiza horas específicas e calendarizadas para treinar o seu DayGame no Terreiro, deixa – sob uma série de desculpas constrangedoras e limitantes – escapar a vizinha nas escadas do prédio, na porta da mercearia local. Lembra as palavras do MC Xeg, “Eu tenho uma dama no teu bairro/Tu é que não lhe dás valor”. Porque as gajas – até as mais boas, até as que fodem – são um bocado como os microrganismos (ou, segundo uma Professora geneticista, o ácido ribonucleico) – Estão por todo o lado! Admiti-lo só custará aos egos da praxe que – ora para se auto-engrandecerem, ora para opilarem as suas inseguranças – imaginam mulheres bonitas em locais inacessíveis aos quais os meros mortais não têm acesso (só os mPUA’s que alcunham os estabelecimentos públicos para que ninguém saibam onde ficam ou a – com certeza restrita e parca – cona, ainda se dispersa!). Eppur, a quilómetros da noite cara e dispendiosa, também si fornica. Admiti-lo é ter a humildade para reconhecer a vida na nossa ausência, nas nossas costas. Reconhecer que desabrocham mil festas a cada noite pela cidade, apenas que se decorrem sem mim, então não devo ter sido convidado..

A lei da abundância de que tanto se fala, não pode ser limitada a locais, meios, círculos, subculturas. Aliás, como diria o meu amigo Duarte Marques, “Se a mentalidade de abundância compreendesse circunscrições, seria uma mentalidade de escassez”.

Claro que é mais provável ver mulheres muito bonitas durante uma sessão do Moda Lisboa do que na plateia dos espetáculos de Wrestling em Santo Amaro e muitas parecerão mais tentadoras e convidativas num clube da moda do que as Jammers das Lisbon Grrrls Roler Derby. Ou seduzir com direito a uma relação numa discoteca em vez de nas portas da Torre do Tombo. Todavia, alguém sabe quantas discotecas tem a city? (Quem me responder como esta besta quadrada apanha uns carolos!) E bem ouvem o Eddie Hitchens falar sobre como preferia engatar mulheres em museus, biblioteca ou galerias porque garantia que eram inteligentes. Nos tempos do Daybang, o Roosh não apostava em discotecas, mas no Starbucks. Um amigo meu romancista que passa os dias num café da praça das flores redigindo o próximo livro, seduz frequentemente as demais clientes do estabelecimento. Durante o dia, no trânsito, nos transportes públicos, na rua, vejo permanentemente miúdas – giras, vivaças – o suficiente para eu as querer. E durante a noite, observando os grupos nos cafés dos bairros, na porta dos lounges, nos vendedores clandestinos e barateiros de cerveja, nas discotecas onde os estrangeiros não chegam, pergunto-me como podem, depois de anos de intensa vida social, ainda existirem tantas dinâmicas, tantas pessoas, nesta cidade que eu não conheço. Se não estará na altura de as ir conhecer.

skaters lisboa
Lisbon Grrrls Roler Derby. Para quê pensar na Polónia quando existem gatas no bairro d’Ajuda?

Isso fez-me deixar o Canto do Erasmus – repetitivo, amorfo, enfadonho, e debruçar-me sobre uma discoteca chamada Damas. Prestes a deixar a minha namorada em casa, num bairro residencial da zona história Lisboeta e à frente de um restaurante onde passei muito tempo na adolescência, um bar/discoteca abrira recentemente. Não o encontrei nos roteiros turísticos nem nos guias universitários nem está no topo da noite burguesa/chique que – por ímpeto camarário – passou a caracterizar a cidade mais recente. Mas estava ao barrote com mulheres de todas as gerações, qualidades e belezas. O Damas, na Graça, não se assemelhava às discotecas californianas onde o Mystery concebeu seu método nem ao santo graal do conedo; apenas um entre milhares de lugares jovens e ligeiramente menos jovens onde se pode ouvir música, beber copos e conhecer mulheres. Não só não o conheço – estive lá apenas dessa vez – como conheço muito pouco do Lisboa tem para me mostrar, demasiado pouco para permanecer sempre nos mesmos sítios. Afinal, não é esse o papel do PUA – Cortejar o desconhecido?

noite da graça

Se o Mistery Method foi publicado em 2007, e o Daygame Manifesto em 2014 (mas aconselho-o vivamente, é puro ouro) a minha experiência mais marcante (não a primeira, claro, sempre fui descarado) foi a 20 de Outobro de 2005. Há dez anos. Quero-vos contar uma história sobre como meti conversa com uma rapariga na rua sem a conhecer de lado nenhum. Sobre como ela me abordou numa discoteca três semanas mais tarde dizendo lembrar-se de mim e me adicionou no MSN por me querer conhecer melhor. A história sobre como falava constantemente sobre sexo comigo, sabendo que eu já não era virgem há um par de anos na altura, mas como eu cortava essas conversas sempre por achá-las desinteressantes e ignorava o intuito de uma pessoa falar, madrugada após madrugada, todos os dias online comigo, apesar de um namorado de quem parecia nem gostar um bocadinho. Como quis ir à Bana em Cascais e ignorou o namorado e me deu a mão no caminho enquanto procurávamos a loja. A história sobre como ela acabou com ele e disse-mo em primeira mão, como se desmultiplicou em convites depois dessa ocorrência. De como me convidou várias vezes para ir a sua casa. De como eu fiquei no hall de entrada até às tantas da madrugada. De como me enviava músicas “nossas” e me deitou na sua cama. De como nunca lhe dei um beijo nestes dez anos porque achava estar na friendzone.

Eu quero-vos contar a história sobre porque razão entrei no fórum PUA cinco anos mais tarde do que aquilo que devia. Porque meter conversa com miúdas na rua foi coisa que sempre fiz; Só me faltava era ter game.

Ó Paula Cosme Pinto, vai pró caralho

O Patriarca há uns tempos prometeu a si próprio que ia reduzir os seus escritos contra o feminismo, e concentrar-se mais em ensinar os homens (e as mulheres) a contornar as consequências nefastas do mesmo nas suas vidas.

No entanto de vez em quando é necessário mandar uma feminista à merda. Nem que seja para arejar a cabeça.

O excelente blog Blasfémias chamou a atenção para mais uma diatribe de uma badocha asquerosa que já foi aqui antes mencionada. A harpia em questão começa a ser um ódio de estimação, mas é importante repudiar a vil bílis que ela vomita, tanto mais porque o faz numa plataforma de grande projecção.

O Patriarca não vai aqui dissecar a diarreia mental da criatura. Pretende apenas denunciar a sua intenção. A Puta Cospe-m’o Pinto não quer defender a dignidade de mulher nenhuma. Aquelas meninas estão felizes da vida, a ganhar o seu aproveitando os atributos que deus lhes deu enquanto molham a cueca a pensar que talvez mais tarde um dos Alfas que estão naquele pódio se digne a partir-lhes a bilha. É isso que este dejecto humano inveja, porque nunca nenhum homem de qualidade a desejou e ela sabe que isso nunca vai acontecer.

paula cosme pinto
A cara que lançou mil navios (em fuga).

 

Em defesa do Macho Beta

Para melhor compreensão deste artigo, é melhor começar pelas definições. Do glossário:

Alfa – Homem que exibe as qualidades que levam as mulheres a querer fodê-lo e os homens a querer segui-lo ou ser como ele, incluindo mas não limitado a: espírito de liderança, confiança, independência, ousadia, força física ou boa forma em geral, dinheiro, fama.

Beta – Homem definido principalmente pela escassez ou ausência de qualidades Alfa.

Os leitores assíduos da Távola Redonda poderão pensar, pelo tom com que se refere aos mesmos, que O Patriarca odeia e/ou despreza os Betas. Isto está bastante longe da verdade. Aliás, aqui é importante abrir um pequeno parêntesis de vulnerabilidade que decerto dará lenha aos seus detractores. O Patriarca já foi beta. Felizmente melhorou. Adiante.

Há de facto um grupo de pessoas que não suportam betas, ao ponto de sentirem fisicamente nojo deles. Essas pessoas chamam-se mulheres. O Patriarca escreve como escreve sobre eles, um pouco para canalizar esta repulsão visceral do sexo oposto. Porque os textos sobre Betas são para Betas. São para educar, para mostrar em que sentido é que é o seu próprio comportamento que causa os problemas que têm com mulheres. O Patriarca tem noção de que este estilo poderá irritar e afastar alguns leitores. Francamente está-se nas tintas porque o seu público alvo não são as flores que não aguentam umas palavras mais ríspidas ou mesmo o ocasional insulto. Esses nunca vão mudar e vão directamente à caixa de comentários cuspir hate e portanto não vale a pena estarem a perder tempo com este blog.

Na verdade, o Beta é extremamente importante. O Beta é o pilar da sociedade, é o motivo pelo qual o mundo funciona e temos civilização. Um ditado frequentemente repetido nos círculos da Red Pill é que as prisões estão cheias de Alfas. As características do Alfa muitas vezes tornam-no egoísta e conflituoso. Não só nem toda a gente (por definição) pode ser Alfa – num grupo de alfas forma-se naturalmente uma hierarquia, e dentro desse grupo quem está no escalão mais baixo é contextualmente beta – como tal não seria desejável nem conducente a uma sociedade salutar. Alguém tem de fazer o trabalho de sapa, e o Beta, com a sua abnegação, espírito de missão, capacidade de trabalho de equipa e de sacrifício em prol de uma causa maior, está perfeitamente equipado para isso. O Patriarca arriscaria mesmo a teoria de que algumas sociedades menos civilizadas sofrem precisamente de excesso de Alfas e escassez de Betas.

turba
Não é fácil encontrar um beta aqui no meio

Mas então porquê tentar “curar” Betas?

O problema dos Betas é que aquilo que os torna bons para ser a espinha dorsal de uma sociedade, torna-os repelentes para as mulheres. A clássica conversa dos “nice guys”, no fundo, é sobre Betas. É por isso que o casamento monogâmico é um pilar fundamental de todas as sociedades bem sucedidas. Ao organizar toda a sexualidade em torno do pair bonding vitalício praticamente obrigatório, é possível contornar a hipergamia feminina e praticamente garantir que todo o homem, desde que tenha um mínimo de condições de subsistência, tem acesso a uma mulher.

Nos últimos 50 anos o feminismo deitou tudo isso abaixo. Por mais eloquência e criatividade que ponham nos seus motivos, no fundo a luta das feministas é por mais acesso a picha alfa. E por poder persegui-la a todo o custo, ser absolvida de todas as consequências dessa busca, e no fim ter um Beta à espera.

E os Betas encontram-se apanhados nesta encruzilhada, entre um mundo que já não existe onde o comportamento beta era quase invariavelmente recompensado com uma mulher, e o mundo actual que lhes continua a jurar que isso ainda é verdade, por mais que seja evidente que não é. Assim nascem os Elliot Rodgers desta vida.

O Game surge, assim, como uma ferramenta para os Betas contrariarem esta tendência. Aliás, os grandes responsáveis pelo Boom do Game, o Mystery e o Style, eram brutalmente betas. O Chateau Heartiste define Game como “carisma aprendido”. O que frequentemente acontece é que a aprendizagem de Game e o inerente sucesso com as mulheres acaba por ligar o modo alfa, que depois se estende a outras áreas da vida.

Quer isto dizer que os Betas não fodem? Claro que fodem. Simplesmente não têm consistência. Quando o fazem geralmente é um misto de sorte, ser o tipo dela, ser situacionalmente alfa, não haver mais opções, ou outras situações aleatórias e não reprodutíveis. E depois entram logo numa relação que em pouco tempo se transforma num quarto morto.

O Patriarca acredita que grande parte dos problemas que o mundo ocidental enfrenta actualmente é precisamente superavit de Betas, numa altura em que há praticamente zero recompensa por isso, tanto a nível económico como sexual. Simultaneamente, o estímulo para ser Beta é máximo, entre a explosão do divórcio e consequente remoção de figuras paternais, feminização de toda a sociedade, demonização das formas tradicionais de masculinidade, invenção de novos géneros, tentativa de esbatimento das naturais diferenças de comportamento entre os sexos, extinção de espaços masculinos e ataque aos poucos que sobram.

O Game, como gerador de Alfas, pode então ser uma solução para devolver a saúde à nossa cultura.

P.S. O islão, ao permitir a poligamia, teve de encontrar um meio diferente de canalizar as energias dos betas. Um beta islâmico frustrado tem uma saída bastante interessante – martirizar-se a massacrar infiéis, obtendo assim acesso umas quantas dezenas de virgens.