Não!

Nota prévia: O Patriarca repudia totalmente qualquer tipo de abuso sexual. Tudo o que se descreve aqui passa-se no contexto de uma relação consensual.

O almoço estava pronto, e ela veio chamar O Patriarca. Este, sentindo o pau feito da tesão de mijo, puxa-a para a cama, levanta-lhe o vestido, tira-lhe as cuecas.

“Está quieto, vamos almoçar!”

Bom, vai ter de ser à força então. Vira para cima, vira para baixo, ela fecha e estica as pernas com todas as forças que tem, gritos, risota… Ainda chega a meter a pontinha. Ela está encharcada mas resiste.

É incrivelmente difícil “violar” uma mulher se estiveres a tentar não a magoar.

O Patriarca atira a toalha ao chão. Levanta-se. “Ok, ganhaste. Vamos almoçar”

Ela agarra-lhe o braço. “NÃO!”

Quem não acredita que as mulheres têm fantasias secretas de submissão e/ou violação, não tem a cabeça no planeta Terra.

 

6 comentários em “Não!”

  1. Fui casado durante 19 longos anos. E sei por experiência própria o quanto isto é verdade.
    Acordava-a de mansinho, no início da noite, quando ia para a cama, e com ela ferrada a dormir. Depois de a deixar toda molhada (inacreditável, com ela a dormir!) ela acordava naturalmente. E batia-me. Insultava-me. Eu pedia desculpa e virava-me para o outro lado. Sem conseguir adormecer. Pouco depois era ela que me tentava violar. Mas violar mesmo. Num misto de raiva, ódio e excitação. O gozo que isto me dava!.

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