7 Razões porque deves juntar-te a um PUA Lair

rsd lisboa
Um dos vários Lairs presentes em Portugal.

Se vives numa grande cidade europeia, ou do ocidente em geral, provavelmente existe um PUA Lair activo nas proximidades.

Nunca ouviste falar de um PUA Lair?

Não és o único. Os lair de pua funcionam numa espécie de semi-secretismo. Apesar disso, na realidade são apenas grupos de pessoas que se reúnem com o intuito de aumentar as suas capacidades sociais (principalmente viradas para a sedução). Por norma, saem à noite (ou mesmo de dia), trocam ideias sobre game e vão meter conversa com mulheres.

1 Malta fixe para sair à noite

Quantas vezes quiseste sair com o propósito de engatar e não tinhas com quem ir, ou se tinhas, eles simplesmente não eram capazes de meter conversa e acabavam por ser uns espanta conas.

Muita gente, ao encontrar este obstáculo, acaba por desistir e opta por deixar a vida amorosa ao Deus dará. Logo, a necessidade de se encontrar um grupo de wings é importante para quem se quer meter nestas andanças, como podemos ver também num comentário em 5 Factos sobre o Daygame em Portugal.

Anonymous: March 30, 2017  “eu queria ir fazer daygame e preciso de um wingman pq tenho muitas dificuldades”

Uma boa solução para este problema é fazer parte da comunidade local de sedução. Após uma procura na internet pelo tema, rapidamente se encontram os lairs existentes. Frequentemente os membros reunem-se semanalmente ou mesmo diáriamente para fazerem o chamado “sarge”.

Verb; to Sarge.
The act of engaging conversational rapport with a complete stranger.
Though tied to the seduction community as the official name for being “on the hunt,” – Urban dictionary

Na pior das hipóteses, vais encontrar alguns elementos algo estranhos, malta com pouco à vontade social e algo “descalibrada”. No entanto, a norma vão ser pessoas boa onda e cheias de afinco na arte de abordar mulheres. Um ponto muito positivo, é que como todos estão lá com o mesmo objectivo, a ansiedade de ser julgado socialmente nas abordagens (medo de ser rejeitado) é muito menor, comparativamente às saídas com amigos da faculdade ou do trabalho.

2 Um fórum de partilha de ideias

Assim como um dos âmbitos deste blog foi disseminar a redpill, a verdade sobre  as dinámicas intersexuais, as comunidades de PUA têm os seus próprios fóruns ou grupos de facebook onde são contadas histórias (Field Reports), trocadas dicas de sedução e testadas ideias sobre os melhores métodos para conhecer, atrair, beijar e dormir com gajas.  Embora a maioria do material sobre engate se possa encontrar livremente na internet, ou mesmo na Távola Redonda, o factor de participação e análise das situações com malta que vive na tua cidade é sempre uma ajuda preciosa.

3 Sair da tua zona de conforto

daniel torres
Daniel Torres, PUA Português que desistiu do seu trabalho para viajar pelo mundo a fazer game

A velocidade com que podes evoluir nas artes venusianas é muito maior do que se o fizeres sozinho. O factor chave aqui é ter o incentivo extra para sair da zona de conforto.

Num dia vais sair com um grupo que deambula as ruas do bairro alto incessantemente em busca de presas . No seguinte, com um rapaz que passa as tardes no starbuck da Baixa, com o seu portátil, fato e gravata e aborda turistas com histórias treinadas (as chamadas rotinas). Noutro, conheces quem tenha entrado em associações de Erasmus (ou em aulas de dança, por exemplo), porque se apercebeu que desta maneira eram as raparigas que andavam à volta dele, e não ele delas.

4 Oportunidade para conhecer gurus nacionais/internacionais

Com alguma frequência, as comunidades locais organizam eventos onde os melhores sedutores são convidados a dar workshops/palestras. São chances únicas para ter uma perspectiva do que melhor se faz na área.

Nos últimos anos, tivemos em Portugal o mais famoso guru da comunidade PUA, Mystery aka Erik Von Markovik, autor do The Mystery Method, considerada por muitos como um dos  percursores da teorização da sedução. O seu livro, aclamado como uma bíblia da sedução, é essencial para quem conhecer todo o lingo dos Pick-up-Artist, tendo o mesmo , por exemplo, criado conceitos como LMR (resistência de último minuto), DHV (Demonstração de valor) e IOI (Indicador de interesse). Não menos importante, é o incontornável modelo Atracção-Conforto-Sedução. Base da maioria das vertentes de sedução posteriores.

Também passaram por cá outras figuras conhecidas como: Zan Perrion (The Alabaster Girl), Mark Manson (Models: Attract Women Through Honesty) e Tom Torero.

5 Ter colegas onde quer que viajes

Um dos aspectos mais positivos é o espírito de “irmandade” que reina nestes Lairs. Não raras foram as vezes em que viajei por Portugal e tive a sorte de ser recebido por outros elementos nas suas cidades natais. Assim como, retribui o favor, e acabei por conhecer também estrangeiros que viajavam por terras Lusas e tinham estabelecido contacto connosco.

6 Criar amizades e contactos

Tal como os clubes desportivos, o toastmasters ou associações de estudantes aumentam a tua rede de amizades, os lairs de pua são uma oportunidade de conhecer gente de todos os espectros da sociedade, que muito dificilmente entraria em contacto noutra situação. Ainda hoje mantenho o contacto com vários elementos que são das pessoas mais dinâmicas e com pensamentos fora da caixa que tive o prazer de conhecer.

7 Torna-te um sedutor para a vida

Num mundo cada vez mais competitivo, e com uma  liberalização extrema do mercado sexual, cujas consequências podemos ver de maneira eximia nas obras de Houellebecq. Ter um conhecimento sólido de game (assim como da redpill) e uma experiência prática alargada são activos essenciais para navegar com sucesso o mercado sexual  e atingir a posição de homem Alfa.

“It’s a fact…that in societies like ours sex truly represents a second system of differentiation, completely independent of money; and as a system of differentiation it functions just as mercilessly. The effects of these two systems are, furthermore, strictly equivalent. Just like unrestrained economic liberalism, and for similar reasons, sexual liberalism produces phenomena of absolute pauperization . Some men make love every day; others five or six times in their life, or never. Some make love with dozens of women; others with none. It’s what’s known as ‘the law of the market’…Economic liberalism is an extension of the domain of the struggle, its extension to all ages and all classes of society. Sexual liberalism is likewise an extension of the domain of the struggle, its extension to all ages and all classes of society.”
― Michel Houellebecq, Whatever

Pelo regresso da escravatura

Através da palavra, do despacho, do voto, defenderia acerrimamente a legalização da escravatura caso garantisse o acorrentamento da Câncio e do Rui Tavares. Mas não dava um cêntimo pela parelha.

Durante séculos e até à proliferação das redes sociais, foi inexcedível o papel social da imprensa, informando além fronteiras, distâncias. A extinção é cruel e dolorosa, mas merecida, desviado o foco do que foi para suportar agendas obscuras. Não me estenderei sobre o mal que a imprensa faz (e fez), mas sobre o bem que não faz. Cronistas com destaque, influência e capital de atenção, têm a obrigação moral de alertar os concidadãos para as ocorrências na nação. Dos incêndios em Bragança às quebras de produção olivícola no Alentejo, das apreensões maciças de droga em Viana do Castelo (e também Trás-os-Montes), à forma como o banco público – gerido pela mui socialista geringonça – condenou um concelho com 7000 pessoas e 9 séculos de história ao desaparecimento através da extinção do único interposto bancário no município. Estas questiúnculas (e muitas outras) são aquelas que afligem os Portugueses quem, à semelhança de Joaquim Barreiros, “não sabem o que é um homossexual ou um homofóbico, mas sabem o que é um paneleiro”. Os Portugueses que não frequentam a Gulbenkien.

Os Portugueses de quem o Rui Tavares não quer saber

Porque nem quando ganhava 15000 € mensais para os representar em Bruxelas, Tavares, alguma vez quis saber dos herdeiros do V Império, realizou um esforço inglório e ignóbil de importar uma quezília forasteira. O mercado recusou o produto experimental. Logo a dondoca do José Sócrates, regressou à carga. Querem à força que nos consciencializemos dum problema que não é nosso, ignorando os problemas que são. Pior, não fazem mais do que papaguear uma cassete estrangeira insistentemente na vã tentativa de que à semelhança de outras inanidades, acabemos novamente gastando tempo vital em não-assuntos, debates vazios, desnecessários, inúteis. Quer a inútil parelha parentear um transgenderismo torrado e não é só o mutuo fetiche afro-lusitano que os impele. É mesmo falta de vergonha.

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Beta do século

O linguajar é hediondo mas deve ser sublinhado. “O Grande debate que se impõe”, a que “Não há como escapar”. O contraste entre “aquelas riquezas e aquelas pessoas” e “aquele ‘ímpio e desumano abuso'”. O bicho papão: “A realidade não foi ignorada — mas, como é infelizmente hábito, demasiado rápido se passou à frente”, “os silêncios e eufemismos”, “a história” que “aí nem começou”. A mentira – acusa Tavares “o papel pioneiro — e cimeiro — que Portugal teve no tráfego de escravos?” mas a escravatura é intemporal e anterior à nossa nobre existência. Folheando um livro do 6º ano – o que seria estranho à luz da ausência de prole mas perceptível à presença de uma amizade íntima com Paulo Pedroso – Câncio insurge-se contra a linguagem empregue. Aqui está novamente a vitimização, fala de “institucionalização do silêncio” e depois (na segunda tentativa), das “ideias relacionadas com o colonialismo português” que “o pós-25 de Abril não foi capaz de deitar abaixo”, o “branqueamento”. Há uma conspiração em Portugal para não se falar de escravos, mas são os intrépidos jornaleiros quem a vão desmascarar! Até importaram um tipo qualquer do Ohio para inventar “O que está em causa é que a obstinação em não reconhecer a responsabilidade nacional na história nacional implica uma admissão involuntária de culpa não resolvida, como uma desonra familiar que se esconde dos hóspedes” antes de citar Sophia (quem mais?). A pretensão é de nos “educar”, ao lado de Seixas da Costa e Valle de Almeida. E uma carta onde assinam estrangeiros e indivíduos quem gostavam de o ser.

Choca-me como esta trupe (a mesma trupe!) não se apercebe da irrelevância de tudo isto. Na escolinha aprendi que depois de escravizar, Portugal, foi o primeiro país a abolir a prática, que o fez quase 100 anos antes dos USA onde o fim da escravatura resultou numa guerra civil, que esse é um país cuja quantidade percentual de pretos é relevante no contexto nacional (em Portugal não é) e que tem episódios esporádicos e segmentados de discriminação racial (Portugal não tem), razões pelas quais algumas destas discussões aí fazem sentido (aqui, não fazem!) Verdade ou não, facto é que o interesse pelas reminiscências tanto me cativaram que saí da última aula de história aos 14 anos para não regressar mais. Compreendo a pretensão de congregar e dirigir fundos públicos para escarafunchar no armário à procura de esqueletos – afinal é com essas alocações que esta gente paga contas (tirando a Câncio que vive à conta da família e do Carlos Santos Silva). Mas não queiram impor um complexo de culpa a 10 milhões de Portugueses que nada têm a ver com o passado esclavagista do rectângulo.

É uma antítese ideológica para Rui Tavares – o anão mais esquerdo-europeísta do país – mostrar tamanha preocupação com a história Portuguesa. Num contexto federalista como aquele que deseja, o nosso caminho individual torna-se irrelevante e dilui-se na dinâmica continental onde  estivemos em cocorrente com circunstâncias culturais das diferentes épocas – Porque não discutiu a ocupação do Congo Belga durante os anos em que viveu em Bruxelas? Paralelamente, é a direita quem  – tendo no cerne da sua existência a filiação e a hereditariedade – deveria incomodar-se com as malfeitorias predecessores. As identity politics são aliás uma linha de pensamento tradicional e conservadora pois acomodam em torno de uma característica singular (serem pretos, maricas, travecas) uma população independente, outorgando-lhe um lugar diferenciado pela identidade (nata) e não pela produção (adquirida). Na óptica do Tavares (e compagnons de route) é indigno herdar títulos, propriedade e capital, apenas podemos herdar culpa.


Além de se abastecerem nas insanidades Americanas, adquirem também consciência social através da bíblia: Como bem reparou o Victor Cunha, imputam-nos o pecado original e chamam-lhe “Culpa do Homem Branco” ou privilégio para nos fazer vergar à sua magnificência. Não passam de uma cambada de fascistas.

Tavares podia escrever sobre a escravatura vigente em Portugal e não falo dos servos do Senhor Dom. Centeno a quem chamamos de contribuintes. Mas dos homens de leste que em pleno século XXI e todas as madrugadas, apanham ameijoa e berbigão na margem do tejo, dos médio-Orientais que trabalham o campo nalgumas grandes produções do Ribatejo onde a família de Câncio tem nome e terras, dos chineses no Alqueva (não foi esse um projecto suportado por fundos públicos?)  onde os empresários do regime alicerçaram as suas fazendas. Todavia não o fará. Afinal, acontecem nas quintas dos amigos do regime, os tipos que financiaram a existência do LIVRE Lda., unipessoal; Acontecem durante o governo de São Costa, o negro-negreiro que quis colocar refugiados sírios a limpar as matas nacionais ; Aconteceram com outros caucasianos e orientais e são pois irrelevantes. Só-lhe interessa “a escravatura a partir de África”.  Rui Tavares é racista.

Escravos.png
Oh Rui tavares, vem para aqui fazer o teu trabalho Jornaleiro

Mas pelo Amor de Deus, parem de falar de racismo. Não existe racismo palpável em Portugal – existirá em alguma parte? Convivemos 8 anos com um presidente americano preto e dois com um primeiro-ministro monhé. Gostaria de igual forma de escravizar o último. Mas temo que, primeiramente, ele nos escravize a todos.

Marca Beta do Mês – Preservativos Control

Em homenagem ao clássico “Beta of the month”  do Chateau Heartiste, onde o mesmo expõe casos de comportamentos beta dos mais tristes exemplares masculinos. A Távola Redonda traz-vos a versão Portuguesa para marcas comerciais.

O objectivo, esmiuçar as situações em que a violação dos preceitos masculinos é de uma grandeza tão constrangedora que a exposição pública é absolutamente necessária para estancar esse mal.

A história deste mês começa com o seguinte anúncio no facebook da marca Control.

control

Em suma, uma marca cujo público-alvo são homens faz uma afirmação de que estes gostam de uma determinada posição sexual, onde a mulher se encontra dominada pelo mesmo. À primeira vista, nada de novo. Não é preciso ter-se uma grande experiência sexual para saber que as mulheres gostam, e muito, de ser dominadas na cama ( e mesmo fora delas). Ora vejamos o que se seguiu.

control portugal beta

Surpresa?! Não… Como seria de esperar uma chuva de mensagens de feministas indignadas e manginas em busca de aprovação (destas primeiras) inundou as redes sociais. As feministas como se sabe – já não têm quaisquer lutas credíveis para onde se virar – para manterem esse lobby vivo, passaram a alimentar-se de tudo o que possa ser usado como arma de arremesso para atacar o sexo oposto.

No entanto, até o mais ingénuo dos transeuntes que tenha dado de caras com o anúncio, deverá ter percebido que aquilo era, apenas, uma imagem com piada e um comentário com o objectivo de gerar uma certa onda, sem contudo ferir qualquer pessoa ou susceptibilidade.

De modo que, o desfecho da história vai mostrar-nos, mais uma vez, a falta de coragem para manter posições que assola a nossa sociedade.

beta do mes

Pois bem, a Control Portugal vacilou totalmente, tal como o mais inocentes dos beta, ao primeiro sinal de indignação da fêmea, foi imediatamente a correr pedir desculpa.

Como é que uma marca direccionada a homens (masculinos) que fazem sexo, pode ser coerente se não é capaz de aguentar uma simples frame?

Felizmente para nós, muitos portugueses começam, cada vez mais, a abrir os olhos e aperceber-se das verdades da Red Pill. Deixo-vos, no final do post, a  transcrição na íntegra da brilhante resposta ao sucedido do comediante Paulo Almeida.

E, porventura, quando forem a uma farmácia comprar preservativos. Lembrem-se de que existe uma grande probabilidade da fêmea que vão partir, estar ao corrente da falta de colhões que representa a control. Pensem duas vezes, se querem correr o risco de ser associados a marcas Beta.

“No dia 31 de Março, a Control publicou esta imagem na sua página de Facebook acompanhada do texto “Esta é a posição que mais agrada aos homens e nada mais é do que a mulher ficar de 4, dando total poder ao homem sobre ela. Experimenta que o resultado será bom de certeza.”
Umas horas depois emitiu o pedido de desculpa que podem ver na imagem e apagou a publicação.
Porquê?
Porque centenas de indignados inundaram a caixa de comentários da marca e acusaram-nos de machismo. Horas depois, a plataforma “Capazes” aproveitou a onda, quiçá para tentar vender mais 1 ou 2 produtos de merchandising, felicitou a Control pela atitude e deixou um conselho para que “as próximas campanhas sejam um reflexo de uma evolução na comunicação” porque não querem ler posts destes. Isto depois de terem comentado esse mesmo post dizendo “Control Portugal que vida sexual aborrecida que vocês têm! É que esta cena do poder…é muito relativa. Sabem que também há homens que ficam de 4 nesta posição? E super “agradados”? Experimentem. O resultado será bom com certeza. Beijinho no ombro.”
Uma evolução na comunicação?! Não me lixem.
Isto é um retrocesso na comunicação, isso sim. Hoje em dia quando meia dúzia de pessoas se juntam online para fazer queixinhas, a maioria das marcas e figuras públicas ficam com o rabo entre as pernas e preferem pedir desculpa indo contra o que acreditam para não perderem 4 clientes ou patrocínios, do que cagar de alto para esta meia dúzia de ditadorzecos wannabe.
Sim, esta era uma campanha dirigida aos homens, baseada numa suposição popular e conhecida de que esta é a posição que mais agrada ao sexo masculino e utilizaram um homem e uma mulher porque nas palavras da marca, “é apenas uma forma de comunicar usando os símbolos presentes no logotipo”.
Podiam ter invertido a situação? Podiam ter usado 2 mulheres ou 2 homens? Podiam. Mas não o fizeram simplesmente porque esta campanha era dirigida ao público masculino heterossexual. Ponto.
Esta nova cultura do “desculpismo” preocupa-me porque está a colocar um poder cada vez maior nas mãos de grupos organizados e de patetas solitários que pensam que são os provedores da moral e dos bons costumes da internet. E preocupa-me ainda mais porque da internet para o mundo real é apenas um pulinho, e qualquer dia dizer “bom dia” a um amigo que encontramos na rua vai ser considerado “ofensivo” e “sexista” porque não dissemos “bom dia” a todas as mulheres, bissexuais e transgéneros que possam estar hipoteticamente num raio de 500 metros.
Não há mesmo pachorra para isto.
Publicitários, marcas, figuras “públicas”…faça-me um grande favor e ganhem um par de c*lhões para mandar esta gente toda para o caralh* ok? «

O candidato anti-sistema

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Macron, “o candidato de fora do sistema”: o ex-ministro da economia do Presidente socialista François Hollande, ex- banqueiro do banco zionista Rothschild (família judaica conhecida por dominar as finanças europeias desde o século XVIII) e o único candidato apoiado incondicionalmente por todos os medias.

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O circulo intimo de Macron- o candidato que se auto-proclama de fora do sistema político, não sendo de direita, nem de esquerda – é curiosamente constituído pelos mesmos apoiantes de François Hollande…

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Hollande: “Sabes Emmanuel, o meu inimigo é a banca!”

Hollande: “Mas não, enfim!.. é uma brincadeira para enganar os sem dentes*”

*Sem dentes –  nome pelo qual o presidente socialista se refere aos pobres.

Le Pen lança bomba nuclear de persuasão

Quem acompanhou as eleições americanas sob a perspectiva Alt-Right, principalmente se seguiu comentadores como Scott Adams, Mike Cernovich ou Château Heartiste, percebeu que Donald Trump não ganhou as eleições pela via tradicional política mas sim na base de persuasão pura.

Pois bem, poderemos estar perante uma situação semelhante – repare-se na bomba que Marine Le Pen lançou sobre Emmanuel Macron, da qual poderá não haver escapatória possível (sob o ponto de vista persuasivo).

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“Ganhe quem ganhar, a França será liderada por uma mulher – eu ou a sra. Merkel”

Marine Le Pen

Esta tirada é fabulosa a vários níveis. Até porque está a ser citada por várias fontes como “Ganhe quem ganhar, a França será liderada por uma mulher”, que é a parte gorda da frase, que como já sabemos é o que passa no modo como as notícias se espalham hoje.

  1. Planta a ideia de uma mulher a mandar em França como um dado adquirido, sem entrar no jogo de “votem em mim porque sou mulher” que já se viu que não resultou com a Hillary. Assumir a venda.
  2. Não haverá muitas figuras mais detestáveis na política europeia actual que Angela Merkel. Ao colocar-se como oposição à austera megera em vez do “queridinho” Maricon, torna-se bastante mais apelativa. Reframe.
  3. Neste momento a grande dúvida sobre o Macron é se ele é beta ou gay. Seja como for, está casado com a mãe – há dúvidas sobre a dinâmica de uma relação que quando começou era entre um miúdo de 15 anos e uma matrafona de 39? A mulher é quem manda lá em casa – e se ele ganhar, em França. AMOG.
  4. Ainda pegando nas tendências efeminadas do rapaz… pode-se imaginar que a outra mulher a que Le Pen se refere é ele! Ora para isso, mais vale votar numa mulher a sério. AMOG.

Tudo junto, dá uma bomba nuclear de persuasão, que se tivesse sido lançada mais cedo teria certamente efeitos devastadores. A 4 dias da eleição, com uma vantagem de 20 pontos para Macarron, possivelmente não terá tempo de exercer a influência insidiosa necessária para virar o rumo aos acontecimentos. Mas tendo em conta a desonestidade falibilidade das sondagens actuais, quem sabe o que poderá acontecer?

O Patriarca não tem especial apreço por Le Pen, dadas as suas tendências demasiado populistas e socialistas. Mas entregar o destino de uma das maiores nações da Europa a um triste beta sem filhos próprios que passou a vida a comer pachacha bolorenta, é quase tão mão como entragá-lo a uma velha amargurada sem filhos como o fez a Alemanha com os resultados catastróficos que se conhece. Gente que não tem motivos para olhar para o futuro só quer destruir o presente e obliterar tudo o que é normal e bonito.