Escudo anti-racismo

Nos dias que correm do culto das virgens ofendidas, alguma acusação vai chegar.

O que a maioria das pessoas ainda não percebeu – o Trump sim, e cavalgou isso até à presidência – é que pedir desculpa não é a solução.

Um pedido de desculpas, que numa sociedade mais civilizada seria a resposta honrada, no mundo degenerado de hoje é um sinal de fraqueza, o sangue na água que chama as piranhas para a festa.

“A Princesa Michael está muito triste e angustiada por ter causado qualquer ofensa”, disse um porta-voz. Apesar de muitos defenderem o alfinete como sendo uma peça extraordinária, a princesa pediu desculpas por tê-lo utilizado.

Há 3 respostas correctas, por ordem crescente de potência (embora possa mudar contextualmente):

  • ignorar
  • admitir um erro e mudar de assunto – por exemplo, “Sim, podia ter escolhido melhor a jóia. Mas o escrutínio das figuras públicas está completamente descontrolado, foi assim que mataram a princesa Diana”
  • concordar e amplificar
alfinete racista
“Da próxima vez, usarei um broche realmente ofensivo e racista”

Este post tem extrema relevância no campo da sedução.


P.S. É inteiramente possível que o pin seja uma mensagem intencional para Meghan Markle. Mesmo assim, a resposta correcta mantém-se. E pode orgulhosamente acrescentar “Chauvinista do Mês” aos títulos.


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O socialismo é uma praga

E é bem fácil de vê-lo em pequenas coisas como esta.

Tu tens uma loja. Para teres coisas para vender, tens de as pagar aos fornecedores. O governo anuncia que vai financiar aos clientes a coisa que tu vendes. Tu dás de graça, e supostamente o governo paga-te. Mas 3 meses depois ainda não pagou, e não sabes quando vai pagar.

Repôr stocks? Pagar aos funcionários? Deus nos livre, TER LUCRO? Isso é peaners.

É muito complicado haver iniciativa privada num país socialista.

(E isto tudo é no intervalo de introduzir mouros para te passarem a família a ferro).


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(Alegado) Chauvinista do Mês #5 – Jorge de Sá Gouveia

Nota prévia: relembrando que O Patriarca considera o feminismo o maior flagelo que assola a sociedade actual, é importante realçar que não há nada de pejorativo neste prémio. O Chauvinista do Mês é um galardão de honra que O Patriarca (e outros membros da Távola que assim o entendam) atribui a quem vê a realidade em geral, os choques culturais e as dinâmicas intersexuais tal como elas são, e tem os tomates de ferro necessários para, por palavras ou acções, apregoá-lo em público.

Esta série vai dando a’O Patriarca alguns vislumbres de que se calhar em portugal ainda há uma quantidade saudável de tomates funcionantes, e de que talvez o futuro não seja assim tão negro como noutros locais.

Entra Jorge de Sá Gouveia, que alegadamente não gosta de “filmes de paneleiros, para paneleiros, financiados por paneleiros.”

Claro que os paneleiros de uma tal Botão de Rosa Filmes se mandaram ao ar, porque o seu filme de paneleiros para paneleiros não ganhou um concurso qualquer.

Joao_Pedro_Rodrigues
João Pedro Rodrigues – a fisiognomia é real

Dado que a maioria dos homens portugueses (ou melhor, os homens heterossexuais em geral) têm nojo de ver homens a beijar-se – mesmo que digam o contrário! – só faz sentido que alguém que represente essa opinião esteja presente num organismo público.

Já não estamos – e ainda bem – no tempo em que se perseguiam os gays com forquilhas e archotes. Não há necessidade nenhuma de encorajar paneleirices cinematográficas ainda por cima com apoio estatal.

Jorge de Sá Gouveia teve a reacção correcta – negou umas acusações, admitiu e desvalorizou outras, e manteve-se na sua sem desculpas. O IPA deve ter mais gente com tomates, porque mandou a Botão de Rosa Filmes tomar na peida.

O macho latino ainda vive.


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Comentário da Semana – Direito de voto

Em Tudo putas, o leitor Zé Manel Tonto comenta:

“Quanto mais longe for a insanidade, pior será a inevitável reacção.”

Concordo a 100%.

Digo que, caso os europeus, leia-se gente com QI elevado, de civilização de matriz judaico-cristã, o que não quer dizer exclusivamente brancos, vencerem as guerras civis que vão estalar, mais tarde ou mais cedo, por essa Europa fora, contra os invasores mouros, as mulheres devem perder o direito de voto.

Porque votam massivamente em partidos que são favoráveis à invasão por bárbaros terceiro mundistas;
Porque, são na sua maioria, lunáticas que votam com as emoções e não com a razão (votos fáceis para quem apela ao ajudar os coitadinhos);
Porque são a maioria dos grupos de “refugees welcome”, e nem quando a criminalidade dispara e deixam de poder andar sozinhas na rua, reconhecem a merda que fizeram.

Principalmente porque eu, a ter que arriscar a pele para derrotar um bando de animais que vivem bloqueados no século VII, quero algo de volta, e esse algo é que Câncios e Isabeis Moreira deixem de poluir as vias aéreas, e as ideias vis delas percam toda a força. Quero que o mulherio deixe de se armar ao pingarelho, com estas histórias parvas de tocar no joelho é acto sexual, que não se pode ter livros rosa e azul, e etc.

Uma reacção mais branda que esta é a que já estou a recomendar aos meus amigos solteiros: caguem para as portuguesas e arrangem uma polaca (ou de outro país de leste, mas Polónia é melhor). Eu até nem estou mal servido com a minha portuguesa, ela faz mais limpezas, eu cozinho mais vezes (o que até é um bom tradeoff, porque eu cozinho melhor).
Mas muito mulherio português acha que as tarefas domésticas têm que ser 50-50 e, alguma acham que elas fazem o planeamento da limpeza e planear é 50% do trabalho, por isso o homem tem que fazer mais de 50% do trabalho físico. Alguém está para aturar isso? Lagarto, lagarto!

A reacção vem aí, queridas. Pensem bem de que lado querem estar.

sufragio feminino
Regresso ao passado?

Brevemente na baixa lisboeta

Via Observador

(…) cidadão paquistanês em causa, proibido de circular no espaço Schengen como consequência de uma medida aplicada na Noruega.

(…) A inspetora da delegação de Alverca do SEF terá ignorado esse alerta e atribuído o visto de residência, abrindo, na prática, as portas do espaço comum de circulação a um homem que estava proibido de aceder a esse privilégio.

As mulheres não podem ser encarregues de guardar as fronteiras. Esta gaja ou teve pena ou tem fome de picha bárbara, seja qual for o móbil o resultado é o mesmo.

Entre os inspectores serem poucos e sabotarem o serviço, não deve tardar muito até termos um banho de sangue em Portugal.

refugees welcome