Defendendo Serena Williams – A Fisiognomia É Real #3

Muito já foi dito sobre a birra da selvagem tenista Serena Williams, bem como as imbecis acusações de racismo, sexismo, e outros -ismos e -fobias que os membros de espécies protegidas invariavelmente lançam quando são postos na berlinda por mau comportamento.

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Dado que O Patriarca não gosta de gastar o seu latim em vão, não é sobre isso que versará o post de hoje. Antes discutirá novamente um tema que lhe é querido, a fisiognomia.

Também não cairá na óbvia tentação de incidir sobre a cavernícola atleta. Martelar na gasta tecla de que a criatura tem aspecto de troglodita e portanto não surpreende ninguém quando se porta como um(a?), não é a matéria de que grandes blogs são feitos. Há muitos antros de racismo e nazismo na internet onde se pode ler interminavelmente sobre o tema, e O Patriarca não é nem uma coisa nem outra.

O que chamou realmente a atenção foi quem o Observador (ou melhor, a quenga que escreveu o artigo) escolheu para defender a posição da brutamontes.

Daniel Cardoso, professor catedrático na Universidade Lusófona, também é da opinião de que Carlos Ramos foi motivado por estigmas sexistas […] Mas tão preocupante quanto a atitude do árbitro foi a cobertura mediática feita ao episódio, considera o feminista

“O feminista” é uma expressão que faz sempre soar o “alarme pusilânime” d’O Patriarca. Analisemos…

Daniel dos Santos Cardoso é “Doutorado em Ciências da Comunicação [ou seja, nada], na Faculdade de Marxistas Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Com Mestrado na mesma área [ou seja, nada], especialização em Cultura Contemporânea e Novas Tecnologias [ou seja, nada], da mesma instituição, sobre o tema Poliamor [BINGO!]. Colabora com o Projecto EU Kids Online desde 2007 [alerta pedófilo?]

Fazendo uma pequena tangente. Estes artigos são difíceis de escrever porque começas com a ideia de ridicularizar um tipo mas conforme vais escavando, o curriculum deles ridiculariza-se a si próprio. “Ah mas Patriarca, o tipo é da cena do poliamor, ou seja come montes de gajas, e ao mesmo tempo”, poderia dizer um leitor mais distraído. Nada disso. Comer montes de gajas ao mesmo tempo é aquilo que qualquer homem (na sociedade actual pelo menos – tema para outro artigo) deve fazer no mínimo durante algum tempo enquanto não encontra uma que mereça assentar, se assim o desejar. “Poliamor” é conversa de betas degenerados para dar glamour à sua situação relacional – fazer tag team com outro gajo para foder servir uma quenga gorda.

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Poliamor: o mito…
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… e a realidade

Adiante. Vamos fingir que a FCSH é uma faculdade a sério, e que Ciências da Comunicação é um curso a sério. Vamos supor que ser professor de cenas de género é um emprego a sério. E que com este curriculum cometes o erro de, nem que seja por um momento, dar o mínimo de credibilidade ao que este gajo diz.

O engraçado da fisiognomia é que facilmente funciona para os dois lados. Se “o feminista” começa a falar de “uma expressão evidente de machismo e de patriarcado em que há um duplo padrão moral”, então podes ter a certeza de que o aspecto dele vai ser algo como…

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… isto!

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A sério, onde é que arranjam esta gente? Se querem acabar com os estereótipos, o primeiro passo talvez fosse pedir às pessoas que não sejam encarnações perfeitas dos mesmos…

Mas calma, caro leitor. O Patriarca não botaria tanta faladura apenas para gozar com uma cara demasiado bolachuda e uma má escolha de cabelo. Não se pode gastar a pólvora toda no primeiro foguete.

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“uso barba porque senão pareço um anão chinês”
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“sou temperamental, misterioso e pensativo…”
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“… mas sorrio um bocadinho quando me metem um massajador prostático”
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“Envia-me os teus filhos, juro que não os molesto!”
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“Isto são só adornos, nunca na minha vida andei de trela!”
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O teu filho, nas aulas dele

A fisiognomia permite assim pôr a nu uma dinâmica que pode parecer óbvia, mas que nos pode escapar ao ser confrontados com a opinião supostamente credível de um “professor catedrático” (ainda que não se saiba de quê):

  • as coisas indefensáveis são defendidas por degenerados
  • os degenerados defendem coisas indefensáveis

Corolários:

  • não oiças degenerados
  • quando ouves uma coisa estúpida, procura por um degenerado

A aplicação destes princípios permite manter o nosso cérebro refrescantemente livre de uma imensa quantidade de ruído maléfico.

Há no entanto outra pessoa no artigo a defender a mesma posição. Poderá Patrícia Vassallo e Silva ser alguém merecedor do nosso respeito e atenção? Estará O Patriarca enganado?

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Harpia confirmada

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Pá. A sério. Podiam ao menos fazer-nos a vida mais difícil. Tipo, a gaja podia ser boa. Ou ter família. Qualquer coisa. Mas não. Vive com um gato e escreve nas Capazes. É preciso dizer mais alguma coisa?

No meio disto tudo, há uma verdadeira vítima. Uma jovem de 20 anos que atingiu um pináculo com que todos os que se iniciam no ténis sonham, ainda por cima frente a um dos monstros (heh, raramente este adjectivo foi tão adequado em todos os sentidos) da modalidade, e cujo momento de glória foi completamente eclipsado por uma birra à qual foi dado demasiado protagonismo e pelas razões erradas. Que ela se possa queixar mais de racismo que a sua adversária é um bónus de ironia que não escapa a’O Patriarca.


P.S. É interessante verificar que o argumento de que “os homens fazem pior e não acontece nada” não só é estúpido como é falso.


Links guardados:

https://web.archive.org/web/20180917114133/https://observador.pt/especiais/pode-a-polemica-com-serena-williams-minar-a-luta-feminista/

https://web.archive.org/web/20180917114303/https://en.wikipedia.org/wiki/Naomi_Osaka

https://web.archive.org/web/20180917114400/https://www.ulusofona.pt/docentes/daniel-dos-santos-cardoso

https://web.archive.org/web/20180917114503/https://capazes.pt/author/patricia-vassalo-e-silva/

https://web.archive.org/web/20180917115615/https://observador.pt/2018/09/14/carlos-ramos-arbitra-jogo-da-taca-davis-esta-sexta-feira-o-primeiro-depois-da-polemica-com-serena/

 

A Hydra

“O segundo trabalho que aceitou foi a chacina da Hydra de Lerna, de cujo corpo singular brotavam uma centena de pescoços, cada um suportando a cabeça de uma serpente. E quando uma cabeça era cortada, no lugar de onde fora fendida, avançavam duas outras; Por esta razão ela era considerada invencível, e em boa razão, já que por cada segmento subjugado, duas vezes mais assistência vinha em seu lugar” – Diodorus Siculus, Bibliotheca historica

Primeiro foram as comunicações. Depois a nossa página. Na quinta-feira passada, eliminámos a página d’A Távola Redonda da plataforma online mais popular do mundo. Custou-nos pelo dinheiro, tempo e potencial que desperdiçamos, o alcance que perdemos, as possibilidades que rejeitamos. Recentemente, uma peça do DN menciona cinco grupos grupos (Misanthropic Division – Lisboa; Associação Cívica Portugueses Primeiro; Trebaruna; Movimento Social Nacionalista e Escudo Identitário) cuja actividade se consolidou graças à obra prima de Zuckerberg. Congratulo-me pela multiplicidade de movimentos que ascendem contra a corrente com especial apreço para o Escudo cujos fundadores tenho como bons amigos, mas não deixo de denotar a infeliz ausência da nossa Távola, agora removida do cyber espaço.

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Uma das últimas acções do Escudo Identitário

Não sei se as suas páginas se prorrogarão considerada a suspensão da nossa, menos mediática ou popular. Os últimos dias foram aliás excepcionais em matéria de censura: Alex Jones e o seu Infowars foram banidos do youtube, facebook e vimeo, pinteresttwitter, apple e spotify e monitorizado no snapchat; Marine Le Pen foi desconvidada do maldito Websumit e o nosso Roosh foi corrido da Amazon. As palavras da nacionalista Francesa ou os conselhos românticos do Armeno são seguramente mais lesivas do que mostrar dildos a crianças no youtube. Pudera que haja malta a querer criar uma nova internet. Quem os pode censurar?

(Já sei, o Cuckerberg)

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Voltámos-nos a indagar. Voltámos-nos a questionar. Novamente, este podia ser um sinal de que devíamos desligarmos-nos de uma vez. Temos vidas gratificantes, recompensadoras e completas. Não precisávamos disto. Não precisamos disto.

Todavia já mobilizámos muito público, já recebemos muitos clicks, já temos leitores e comentadores assíduos que justificam o nosso fulgor em continuar a trabalhar, a escrever, e a espalhar uma mensagem que já ninguém pode silenciar. Em vez nos calarem, espicaçaram-nos. Em vez de nos silenciarem, convocaram-nos a gritar. Em vez de nos dividirem, persuadiram-nos a reorganizarmos-nos.

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Já não somos apenas um blog. Somos uma ideia. Cuidadosamente disseminada sob várias formas, cada uma mais mordaz do que a anterior.

Daqui em diante, tudo quanto escrevermos, estará também postado no gab

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No minds

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No Twitter

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No Instagram

No Google+

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E num facebook em remodelação para provar que sou mais teimoso do que o Cuck

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Somos imparáveis

 

#SomosTodosVioladores

Já me disseram que não? Sim. Já me disseram que sim? Não. A sério. Sessenta e sete parceiras mais tarde, nem uma me disse que sim sem que eu pressionasse, empurrasse, insistisse, seduzisse, excitasse ou abusasse primeiro. Isso faz de mim um violador? Para este gajo sim. E não é só síndrome de Estocolmo; Este gajo prefere evitar o castigo a castigar o estigma.

Mas não foi a libido, nem a virilidade nem o orgulho que me levaram a persuadir coercivamente seis dezenas e tal de mulheres a permitirem-me penetrá-las. Foi conhecer as regras do jogo. Posso contar aqui porque razão persisto ad eternum até a levar para a cama. Porque depois do não

  • Uma mulher beijou-me inesperadamente
  • Uma mulher tirou-me a roupa
  • Uma mulher levou-me para sua casa para que tivéssemos sexo
  • Uma mulher pegou na minha mão e colocou-a entre as suas pernas
  • Uma mulher acrescentou “aqui não”
  • Uma mulher pediu desculpa e depois consentiu
  • Uma mulher consentiu e depois pediu desculpa
  • Uma mulher pediu-me desculpa por dizer que não e confessou ser um “teste”
  • Uma mulher disse que era virgem e em minutos deixaria de ser
  • Uma mulher justificou-se com “ter namorado” e horas depois, após o sexo, explicar “não estamos bem”
  • Uma mulher ajoelhou-se para me chupar
  • Uma mulher completou “não… pares”

Termino com uma frase que ouvi a um amigo há mais de quinze anos

“No vocábulo das mulheres, Não é sim
E sim é anal”

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Disclaimer: A Távola Redonda repudia veementemente o abuso sexual consubstanciado sob a forma de violação. O autor conheceu a supracitada realidade durante a juventude e solidariza-se com todos os homens e mulheres vitimados pelo estupro. 

A armadilha do Tinder

O Patriarca andava para comentar o caso da vaca que embarretou 1000 gajos no Tinder, e do quão patéticos eram os próprios. No entanto, às vezes alguém expõe os teus argumentos de uma forma tão clara e completa, que não vale a pena estar a reinventar a roda e mais vale postar o link.

Os Betas podem ser a espinha dorsal da civilização, mas quando passam determinados limites de subserviência também são a causa do fim.

E uma foi nossa

Sinto-me dividido entre criticar um organismo que existe para acompanhar cinco queixas durante um ano inteiro e aplaudir que o Estadão esteja tão dedicado à nossa causa – a denuncia do descontopatareca – que tenha dispensado 4.174.461 € no ano anterior só para o financiamento da CIG. Quatro quintos foi para homens; um quinto disso foi para nós. Obrigado Tony Costa

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Homossexualidade genética é porta aberta para a pedófilia

Criança de 9 anos assume ser gay e aparece morta. Mãe diz que foi bullying

 

Tradução: Se trocarmos “aparece morta” por “escolhe deliberadamente e ao abrigo da sua sexualidade sólida e mui bem desenvolvida deitar-se com cinquentão carinhoso” ninguém estranharia porque parte inerentemente da sua condição de ser gay. Com 9 anos

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Uma proposta política para extinguir os InCels

Hoje a Maria João Marques dirige-se erradamente à questão InCel cheia de preconceito e veneno, incapaz de se aperceber que para suprimir um InCel, basta que a jornalista lhe empreste a cona. É o cúmulo da cobardia, culpar a condição alheia, com uma cura nas mãos (entre as pernas) e recusar-se a entregá-la pela necessidade de conservar a existência de InCels como um alvo doméstico, uma ameaça omnipresente que – à semelhança do jargão fascista – permite que uma série de gente de merda continue a ter um poder tremendo num país com medo de discutir o que de facto aconteceu em Abril de ’74, ou de um saco de pancada.

Porque não desejo tão mal aos jovens InCels nem tão bem à genitália da opinadora, prefiro transcrever a proposta do fenomenal Roosh. O Microbiólogo e brilhante escritor conseguiu mais do que todas as câmaras legislativas atentas ao fenómeno supracitado; Deviam substituir o congresso Americano pela redacção do ROK.

  1. Ao contrário de quase todos os demais, Roosh caracteriza correctamente o Incel
    “Os Incels estão a matar somente porque estão a falhar em ligarem-se romanticamente ou sexualmente num mercado sexual intensamente competitivo que constantemente te esfrega na cara sexo e nudez. (…) É primeiro útil determinar o perfil básico de um InCel. Tipicamente ele não teve as mãos de um pai masculino ensinando-lhe os caminhos da vida e das mulheres. Ele foi provocado na escola, apesar de não agressivamente vítima de bullying, e tem poucos amigos. Ele não é bom em desporto ou em qualquer actividade que ajudasse a dar-lhe uma estética sexy. Ele não tem habilidades além de programar ou jogar jogos de vídeo. A sua educação lectiva ensinou-lhe que qualquer exibição de comportamento masculino é prejudicial às fêmeas, coisa que ele interiorizou em seu próprio detrimento. Mais severamente, ele é introvertido e não tem praticamente nenhuma habilidade a falar com raparigas ou atraí-las. Há uma década atrás, este tipo de macho herbívoro tornou-se num fenómeno cultural no Japão. Na América, este está-se agora a tornar no homem mediano. Dentro de alguns anos, mais de 50 % de todos os homens caíram no espectro incel.” 
  2. O Roosh identificou correctamente o que pretendem os InCels
    “Um Incel quer primeiramente uma relação amorosa com uma mulher atractiva. Segundo, ele quer sexo com qualquer mulher. Um macho que apenas se consiga deitar mas não experiêncie Amor pode ficar deprimido ou infeliz, mas é improvável que possua uma pulsão para matar. Aqueles quem acabam matando não receberam nem relações nem sexo. Sentem-se derradeiramente esquecidos pela sociedade. Para recordar a sociedade que eles de fato existem, eles recorre, a obter atenção da única maneira que conhecem: Matando. Alvejar pessoas é o mesmo para um InCel o que é para uma mulher fazer upload à Selfie (texto instagram) perfeita. É uma forma de dizerem por favor reconhece a minha existência e valida-a para mim.”
  3. Um InCel deixa de ser InCel se conseguir foder e por isso, para extinguir o InCel, têm de lhe arranjar foda*
    “Os InCels devem ser providenciados com prostitutas gratuitas. Aos InCels será dado um código QR móvel para ter sessões sexuais legalizadas complementares a cada seis meses, o intervalo de tempo que eliminaria imediatamente a sua necessidade de matar. Às putas que fizessem parte deste programa seria dado um treino especial para fazerem os InCels sentirem-se especiais chamando-lhes “bonitos”, “poderosos” e “confiantes”, elogios que nunca ouviram nas suas vidas. As putas arrasarão o seu mundo a uma extensão tal que os InCels esperariam pacientemente para viver em liberdade mais seis meses para poderem fornicar de novo. (…) Depois da experiência sexual, o InCel daria à sua puta governamental uma classificação num sistema de 1 – 5 estrelas. Putas que ficassem aquém das três estrelas, seriam eliminadas do programa, garantindo que o governo apenas contrataria as melhores putas para os InCels visto que esta é uma matéria literalmente de vida ou morte.”
  4. Não só os homens devem ser artificialmente abonados por culpa das suas vantagens naturais no mercado sexual como as mulheres devem ser prejudicadas
    “As mulheres solteiras vão pagar pelas putas dos InCels. Vão ser recordadas que as suas escolhas em parceiros sexuais têm ambas consequências financeiras e mortais.(…) Quem comprar um iPhone terá de providenciar identificação pessoal que revele o seu sexo. Se o comprador for mulher e não casada, um imposto de 100 % será adicionado. As mulheres também serão taxadas em 5 Dolares por cada match que receberem no Tinder e cada pílula contraceptiva comprada por uma mulher solteira virá com um dólar extra de impostos que irá directamente para financiar o programa. (…) Sempre que uma rapariga utilizar o seu telemóvel para conseguir a atenção de um homem atraente, obtenha um novo match no Tinder com um tipo bom, ou meta uma pílula de controlo de natalidade que a deixe ter sexo sem se querer reproduzir, a sua mente irá exibir a percepção de que o seu dinheiro facilmente ganho está a ir para os InCels que ela se recusa a comer. Se uma mulher escolher InCels simpáticos para ter sexo, esses InCels não precisaram das putas e assim, os impostos serão reduzidos.”
  5. Apesar de ter sido tratado pelos média como um activista de extrema-direita, as políticas que Roosh propõe são profundamente Socialistas
    “O programa vai ser integralmente financiado por impostos nos Productos que permitem às mulheres terem sexo casual com homens atractivos: a pílula, as aplicações de encontros e os Smarthphones. É aceitável que as mulheres queiram esquecer os 50 % do fundo da população masculina para relações sexuais, mas terão de pagar para que estes homens não matem outros cidadãos. Temos de impedir que os requisitos elevados das mulheres modernas causem mortes.”
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Eu votava nele

* Nos anos ’70, provavelmente como consequência da revolução sexual e do abandono definitivo da Igreja, polvilhavam as seitas e os cultos de entre os quais o de Manson, não era o mais marado. Associado, surgiu a figura do desprogramador, popularizada pelo autor Ted Patrick, um teso que resgatou o seu próprio filho Michael da seita “As Crianças de Deus”. O complexo e tortuoso processo de desprogramação, envolvia abdução, sequestro, privação de sono, violência e até violação, por forma a persuadir o individuo a abdicar da sua identificação grupal prévia, renunciar à sua ideologia ou fé. Era exercido essencialmente sobre jovens cujos Pais remuneravam os desprogramadores para retirarem os filhos da influência dos cultos e uma sessão podia custar até 25.000 dólares. Podia a mesma técnica servir para dissuadir membros de organizações terroristas, islâmicas ou comunistas? Provavelmente, mas fechem os cordões à bolsa quando chegarem aos InCels, já que não têm ideologia nem fé nem são um grupo. Basta darem-lhes coninha para extinguir o critério de pertença. Do que estão à espera? Que mais alguém morra?

Ser Beta mata (e ninguém quer saber)

Um homem patético que foi para o seu próprio casamento com um olho negro causado pela mulher foi assassinado por ela dois meses depois.

Uma vítima daquela tendência masculina de ignorar os defeitos de personalidade dela porque ela fisicamente é algo como isto?

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Claro que não. Uma gaja destas por mais louca que seja não se deixa comer por um beta, pelo menos até à parede. Mete-se com Alfas, com resultados previsíveis:

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O prémio de um beta é mais pontiagudo e menos agradável esteticamente:

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Obviamente, como a violência feminina não existe, o gajo foi ignorado de cacetada em cacetada até à facada final.

Lições a retirar? Não atures malucas. Não sejas a bóia de salvação de uma gorda pós parede. O prémio do Capitão SalvaQuenga é na melhor das hipóteses uma poia na cara. E acima de tudo não sejas beta. Se vais levar uma facada no coração, que seja de uma gaja por quem a maioria dos homens arriscaria a vida para foder.


LINKS ARQUIVADOS

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